quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Atenção doadores!

Nesta sexta-feira, dia, 15, a Estação de Coleta Castanheira vai funcionar até ás 14h. O fechamento antecipado é para manutenção do espaço.
No sábado, a unidade retorna ao funcionamento normal, de 7h30 às 17h.

Polícia Militar promove semana de doação de sangue

Durante toda esta semana, a Polícia Militar do Pará promove a campanha “PM Vida” para estimular a doação de sangue entre os militares que fazem parte do Comando de Policiamento da Capital (CPC). Os policiais estão doando sangue na  sede da Fundação Centro de Hemoteraria e Hematologia do Pará (Hemopa) com importante motivação: ajudar as crianças que fazem tratamento no Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo.
A coordenadora de humanização do Hospital, Paula Viana, explica que atualmente o Oncológico atende cerca de 700 crianças com câncer e muitas delas precisam de transfusões de sangue ao longo do tratamento, uma média mensal de 220 bolsas de sangue. “Essa parceria com a PM começou em 2016 e tem se tornado cada vez mais sólida. Eles são um grupo muito mobilizado e nós só temos a agradecer”, ressalta Paula.
No dia 11, uma equipe do hospital esteve no Hemopa para conversar com os policiais e explicar da necessidade das crianças que fazem tratamento na instituição. A campanha deve movimentar mais de 230 PMs ao longo da semana. “Nossa função é servir e proteger o povo. A doação de sangue é uma forma de fazer isso. Esse é o nosso lado social e beneficente”, explica o Ten. Cel. Willams, responsável pelo grupo de militares que doava sangue no hemocentro nesta segunda-feira.
O militar esclarece que a ideia é fazer da doação de sangue uma rotina no dia a dia dos policiais. Segundo o Cel. Willams, “nós realmente estamos muito sensibilizados com a causa. Queremos é, cada vez mais, ampliar o nosso alcance. Vamos levar a ideia para outros comandos e mobilizar ainda mais PMs”.

Para a assistente social do Hemopa, Lílian Bouth, a mobilização de entidades sejam elas públicas ou privadas, faz toda a diferença no hemocentro. “A parceria do hemocentro, tanto com a Polícia Militar e com Oncológico Infantil, é muito importante, principalmente no momento delicado em que estamos passando, com baixa no nosso estoque de sangue”.



segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Hemopa faz campanha durante novena de Perpétuo Socorro

Nesta terça-feira, dia 12, a Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) realiza campanha externa de doação de sangue nas dependências da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, que fica na Rodovia Arthur Bernardes, bairro do Telégrafo. O atendimento aos doadores começa às 8h e vai até às 15h. São esperados 80 doadores.
A campanha contará com uma grande estrutura na paróquia, onde será montada recepção e salas de triagem, de consulta médica e coleta, levando a mesma qualidade e conforto no atendimento efetuado na sede do hemocentro. Neste ano, essa é a quinta campanha realizada pelo Hemopa na Paróquia.
 Esse tipo de campanha é uma estratégia que o Hemopa utiliza para aproximar o voluntário da doação de sangue. Segundo a gerente de captação do Hemopa, Juciara Farias, “com as campanhas externas, vencemos todas as dificuldades de acesso ao Hemopa. Vamos ao doador, ao invés dele vir até nós”.
Para ser um doador de sangue basta ter entre 16 e 69 anos (menores devem estar acompanhados do responsável legal), ter mais de 50 kg, estar bem de saúde e portar documento de identificação original e com foto. Homens podem doar com intervalo de dois meses, mulheres a cada três meses.

Serviço: A campanha de doação de sangue da Fundação Hemopa será nesta terça-feira, dia 12, na Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, que fica na Rodovia Arthur Bernardes, número 459, bairro do Telégrafo. O atendimento aos doadores começa às 8h e vai até às 15h.

Pará é campeão do Norte em cadastros no Redome

Uma verdadeira rede solidária para facilitar a localização de doador e paciente compatíveis para a realização de transplante de medula óssea. Assim é o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome). No Pará, o responsável por esse cadastramento, desde 2002, é a Fundação Centro de Hematologia e Hemoterapia do Pará (Hemopa) que já enviou informações de 116 mil voluntários paraenses, fazendo com que o estado tenha o maior número de doadores inscritos na região Norte.
A médica hematologista e diretora técnica do Hemopa, Ana Luiza Meireles, explica que quando um paciente precisa desse tipo de transplante e não possui irmão ou pais compatíveis, é necessário buscar um doador entre não familiares. “O Redome contém os dados pessoais de voluntários, além da informação genética deles, que através de um sistema informatizado é confrontado com os dados genéticos dos receptores, em busca de algum potencial doador compatível”, informa.
Atualmente, o registro está sob coordenação do Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Rio de Janeiro, e tem mais de 4 milhões de doadores cadastrados, sendo o terceiro maior banco de doadores de medula óssea do mundo e o maior banco com financiamento exclusivamente público.
O transplante de medula óssea é um tipo de estratégica terapêutica proposta para algumas doenças que afetam as células do sangue, como leucemia e linfomas. Consiste na substituição de uma medula óssea doente, ou deficitária, por células normais, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula saudável.
“Quando se fala em transplante de medula óssea,  para um paciente que não possui doador compatível na família, o Redome tem um papel imprescindível nessa procura. Segundo Inca, a chance atual de um paciente encontrar alguém compatível nas análises preliminares cresceu em 64%”, esclarece a médica. Assim, quanto mais pessoas cadastradas, maior a chance de encontrar um doador.
Por isso, o Hemopa trabalha constantemente para conscientizar a população sobre a importância do Redome. O Pará já é campeão da região Norte em relação ao número de doadores cadastrados, com mais de 100 mil voluntários, seguido de Rondônia (92 mil) e Tocantins (37 mil). “Há anos a Fundação vem orientando quanto ao cadastro diariamente, de forma simultânea ao momento da procura pela doação de sangue. Essa rotina, dentre outras ações, foi capaz de alavancar o nosso cadastro. Mas ainda há muito trabalho a ser feito. O Norte está atrás das regiões Sudeste, Sul e Nordeste.”, ressalta Ana Luiza.
De janeiro a junho deste ano, o hemocentro atendeu a 154 solicitações do Redome, ou seja, foram identificadas 154 pessoas, que se cadastraram pelo Hemopa, como compatíveis com pacientes. Sendo que nove dessas amostras foram enviadas para os Estados Unidos (Flórida, Califórnia, Nova Iorque), Espanha, França e Uruguai.
De acordo com a biomédica da Fundação, Kennie Amazonas, o Registro atua articulado com bancos de sangue internacionais. “Isso possibilita que se faça busca de doadores compatíveis no exterior e que outros países também acessam os bancos de sangue brasileiros. Portanto, a busca por doadores para pacientes brasileiros é realizada simultaneamente no Brasil e no exterior, e vice-versa”, explica.
Apesar das mais de 150 indicações de compatibilidade de doadores paraenses, no primeiro semestre foram realizados dois transplantes de medula óssea com doadores do Redome cadastrados pela Fundação Hemopa. Isso ocorre porque o procedimento é muito complexo e depende de outros fatores que não apenas a compatibilidade.
“Para a realização desse transplante, são necessárias três etapas de exames de histocompatibilidade. A primeira ocorre logo quando um voluntário faz sua inscrição do Redome. A amostra de sangue dele passa por um exame chamado de tipificação (HLA) que identifica as características genéticas de cada indivíduo. Quando é identificada uma possível compatibilidade com um paciente, é realizado um segundo exame e, por fim, a tipagem confirmatória”, ressalta a biomédica.
Também de janeiro a junho de 2017, o Hemopa recebeu 69 novos pacientes com possível indicação para transplante de medula óssea. Em média, todos os anos, esse número é de 95 solicitações. Como é possível identificar, “neste ano o número vai superar a estimativa. Provavelmente porque o fluxo no estado está mais eficiente no encaminhamento para o transplante de medula óssea”.
Como é feito o transplante: Muita gente não se cadastra por medo da coleta do sangue para o transplante. Essa é a conclusão de Ana Luiza Meireles em relação ao mito de que o produto é retirado da coluna do doador. “Existem duas formas de captar células progenitoras hematopoiéticas do doador para transferir ao receptor. Um é por meio de um processo muito parecido a doação de sangue, após estímulo feito com medicamentos específicos; outra forma seria por punção direta do osso do quadril, em um procedimento realizado no centro cirúrgico sob anestesia”, informa a médica.
Ela ressalta que o transplante ocorre em centros credenciados pelo Ministério da Saúde e que o risco é mínimo. Logo após o procedimento, o doador já esta apto a retornar à sua residência. “O que é retirado é o tecido líquido que reside dentro dos ossos, conhecido popularmente como ‘tutano’, e calculado, caso a caso, de acordo com o peso do paciente que será transplantado. Este material será preparado para ser infundido no receptor da mesma forma que ocorre uma transfusão de sangue”.

Cadastro: Para participar do Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome) o voluntário deve comparecer ao Hemopa, em Belém ou em um dos hemocentros regionais espalhados pelo estado, e portar documento oficial original com foto. A pessoa deve ter entre 18 e 55 anos, estar em bom estado de saúde e não ter nenhuma doença infecciosa ou incapacitante. O cadastro pode ser feito juntamente com a doação de sangue e será retirada uma pequena amostra do sangue do candidato. É imprescindível que o voluntário mantenha seu o cadastro atualizado.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Convocação de doadores de sangue

A Fundação Hemopa convoca doadores de sangue de todos os tipos negativos e também do O Positivo. Com o estoque em estado crítico, o hemocentro passou a ter dificuldade para o abastecimento de mais de 200 hospitais da Região Metropolitana de Belém, com centenas de pacientes internados e que precisam de transfusão para sobreviver ou melhorar o quadro clínico.
O homocentro coordenador fica na Travessa Padre Eutíquio, 2109, bairro de Batista Campos. As doações também podem ser feitas na Estação Coleta Castanheira que fica do térreo do Pórtico Metrópole, na BR-316, km 1. O horário de funcionamento é de 7h30 às 18h, de segunda a sexta-feira, e de 7h30 às 17h, aos sábados, para as duas unidades.
Para ser um doador de sangue, basta ter entre 16 e 69 anos (menores devem estar acompanhados do responsável legal), ter mais de 50 kg, estar bem de saúde e portar documento de identificação original e com foto.

Novo Repartimento: moradores mobilizados pela doação de sangue

Quase 60 moradores do município de Novo Repartimento deram um verdadeiro exemplo de solidariedade. Na manhã de ontem, dia 31 de agosto, eles percorreram mais de 70 km, em quase duas horas de viagem de ônibus, para ir até o Núcleo de Hemoterapia de Tucuruí (Hentu), para doarem sangue.
A assistente social do setor de captação de doadores do Hemopa Tucuruí, Lucilene Aquime, conta que a iniciativa conta com a parceria da Prefeitura de Novo Repartimento e com o grupo de jovens da Igreja Adventista do município. “As colegas das Secretarias de Saúde e Educação e da igreja são nossas multiplicadoras. Elas falam sobre a doação de sangue para os moradores que estão atendendo prontamente o nosso chamado”, fala.
Essa é a terceira vez que a unidade recebe a caravana de Novo Repartimento. “Promovemos  uma grande divulgação e a prefeitura cede o ônibus. A cada ação, as pessoas estão aderindo mais. Nessa última, quase que o Hemopa não dá conta de tanta gente que levamos. Temos que fazer a nossa parte. Quantas vidas não conseguimos salvar com esse ato?”, comemora a assistente social da Secretaria Municipal de Saúde de Novo Repartimento, Maria Lúcia Pontes.
Na primeira caravana, 17 pessoas participaram. Na segunda, 27. Nessa última, foram 58 doadores. O Hentu garante atendimento transfusional para usuários de Breu Branco, Goianésia, Novo Repartimento, Tucuruí e Pacajá.

Além de Novo Repartimento, a formação de caravanas com moradores e apoio da prefeitura, também ocorre em Breu Branco e Goianésia do Pará. “Essas iniciativas são formidáveis para a manutenção de um estoque de sangue na nossa unidade. São pessoas que têm consciência da importância da doação de sangue e viajam quilômetros e quilômetros para ajudar quem sequer eles conhecem”, ressalta Lucilene.

Site da Fundação Hemopa de cara nova

A Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) lança um novo site, mais moderno e de fácil navegação. O endereço eletrônico www.hemopa.pa.gov.br ganha cara nova a partir desta sexta-feira, 1° de setembro, o que vai agregar qualidade no atendimento dos usuários do hemocentro. A iniciativa é em comemoração alusiva ao aniversário da instituição que, no início de agosto, completou 39 anos.
“Nosso antigo site existia há mais de dez anos e, com o passar do tempo, acabou ultrapassado. O desejo de modernização é para garantir que as pessoas tenham acesso a informação de forma clara, objetiva e com design clean. Agora, com a reestruturação da ferramenta, nossos doadores e pacientes passam a ter acesso aos resultados de exames de forma on line”, explica a gerente de comunicação do Hemopa, Vera Rojas.
O novo portal do Hemopa foi totalmente redesenhado e o layout da página segue os padrões utilizados pela Secretaria de Comunicação do Pará, “tudo para atender, de forma simples e rápida, aos diferentes públicos do hemocentro. Além disso, a ferramenta também reafirma o nosso compromisso com a transparência, através da atualização e divulgação das atividades da Fundação”, ratifica Vera.
Além do site, servidores, doadores, pacientes e parceiros podem ter acesso aos conteúdos do Hemopa pela pelo blog da instituição (fundacaohemopa.blogspot.com.br), além das redes sociais facebook (facebook.com/fundacaohemopa1), twitter (twitter.com/hemopa_pa) e instagram (instagram.com/fundacaohemopa).