terça-feira, 17 de maio de 2016

Hemopa parabeniza os profissionais da hemorrede pelo dia do Assistente Social

A Fundação Hemopa parabeniza o profissional do Serviço Social, comemorado ontem (15). Especialmente os 34 assistentes sociais da hemorrede estadual que desempenham seu importante papel na assistência da hemoterapia e hematologia, que somente em 2015 resultou em 126.320 comparecimentos de doadores voluntários de sangue, que corresponderam a 102.163 coletas, possibilitando a distribuição de 109.860 unidades de hemocomponentes para a pacientes internados na rede hospitalar paraense. No mesmo período a gerencia de serviço social de paciente atuou na assistência de mais de 13 usuários somente no ambulatório da sede do Hemopa que fica em Belém.

A gerente do serviço social de pacientes do hemocentro, Cristina Santos, ressalta o desenvolvimento deste trabalho em diversas áreas em especial na hematologia que faz toda diferença na rotina ambulatorial e assistência aos pacientes que são acompanhados pelo hemocentro. “Nós realizamos um trabalho de humanização, onde são desenvolvidos vários projetos para este fim, tais como: ‘Sala de Espera’, ‘Criar e se recriar’, ‘Vida Educa’ e estas ações culminam na melhoria e qualidade de vida destes pacientes. Por isso acreditamos que a importância deste profissional deve ser reconhecida pela sociedade como um todo”, declara a assistente social.

Para a assistente social do hemonúcleo Capanema, localizado na região nordeste do estado, Luiza Santana destaca que a atuação do Serviço Social objetiva constantemente, além da captação de doadores, humanizar o atendimento na hemorrede. “Mesmo não participando dos procedimentos técnicos da coleta, percebo que o assistente social tem seu papel relevante no processo da doação, contribuindo com a formação de uma corrente de solidariedade e cidadania. Sou totalmente apaixonada pelo meu trabalho, pois sei que minhas ações, além de ajudarem a salvar muitas vidas, incentivam e motivam os servidores a trabalharem de forma segura, ética e comprometida, o que resultará em profissionais satisfeitos e doadores fidelizados”, informa a profissional que também é doadora de sangue e se cadastrou para doação de medula óssea.

Principais ações desenvolvidas
Doador de Sangue do Futuro, Agente da Doação, Doação Jovem, Captação Hospitalar, Campanhas de Doação de sangue e Cadastro de Doadores de Medula Óssea Internas e Externas, Clube de Doadores Raros, Incentivo à Doação Feminina e Formação de Multiplicadores

Contexto hostórico
No Brasil, o Serviço Social foi criado em 1936, a partir das iniciativas dos grandes líderes da Igreja Católica no País, inspirados na Doutrina Social da Igreja então enriquecida por uma nova Encíclica Social: a "Quadragésimo Ano" redigida pelo Papa Pio XI e publicada no dia 15 de maio de 1931 em comemoração aos quarenta anos da Rerum Novarum. E, desse modo, sob a profissão cresceu sob a liderança da Igreja e, até o início dos anos 60, recebeu a influência direta e decisiva de sua "Doutrina Social". 


Serviço: O Hemopa espera por você na Tv. Pe. Eutíquio, 2109. Funcionamento para coleta: de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 18h, e aos sábados de 7h30 às 17h. Maiores informações pelo fone: 08002808118.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Hemopa destaca o papel do profissional de enfermagem

Nesta quinta-feira, 12 de maio, comemora-se o Dia do Enfermeiro. Somente na Hemorrede Estadual eles somam 55, distribuídos pelo hemocentro coordenador em Belém, nos Hemocentros Regionais de Marabá, Santarém e Castanhal, e nos Hemonúcleos de Altamira, Tucuruí, Redenção, Capanema e Abaetetuba. O corpo de Enfermagem da Fundação Hemopa é parte essencial de uma equipe multiprofissional composta por médicos, assistentes sociais, odontólogos, fisiatras, fisioterapeutas, psicólogos, pedagogos e técnicos, que atende 13 mil pacientes portadores de doenças hematológicas na hemorrede estadual.
Segundo a gerente de Enfermagem do Ambulatório da sede do Hemopa, Gisele Cardoso, essa equipe passa por capacitação constante para atender com qualidade e de forma humanizada uma média diária de 65 pacientes, além de proceder a quase 1.300 procedimentos por mês. “São pacientes que recebem tratamento para as mais diversas anemias. Por isso procuramos investir intensivamente em treinamentos que garantam a máxima segurança e eficácia desses procedimentos", destaca.
Paciente da Fundação Hemopa há 12 anos, Elaine Cristina Ramos recebe tratamento no hemocentro por conta de uma deficiência do fator XI, que é uma patologia congênita hemorrágica hereditária caracterizada por atividade e níveis reduzidos desse elemento, resultando em sintomas hemorrágicos moderados, que ocorrem normalmente após traumatismo ou cirurga.
A convivência de longo tempo com a equipe do Hemopa fez com que ela desenvolvesse uma relação de cumplicidade com os profissionais de enfermagem, a quem fez questão de homenagear. "Aqui eu me sinto em casa e parabenizo cada um deles pela atenção, carinho e cuidado que dedicam a todos nós. Muitas vezes eles acabam sendo nossos confidentes. Sempre que chegamos aqui com nossos problemas, são eles que nos dão força, nos trazem uma palavra amiga, nos passam esperança”, diz ela.
Serviço: A sede do Hemopa fica na Travessa Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos, e a Estação de Coleta Hemopa Castanheira funciona no térreo do Pórtico Metrópole (BR-316, km 1). As coletas são feitas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Para esclarecer dúvidas sobre a doação de sangue entre em contato com o Alô Hemopa (0800 280 8118)

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Militares da Rotam salvam vidas com doações de sangue no Hemopa

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A doação voluntária de sangue foi a primeira missão de 35 concluintes do Curso Operacional da Ronda Ostensiva Tática Metropolitana (Rotam), que estiveram na manhã desta quarta-feira (11), na sede da Fundação Hemopa. A ação faz parte do projeto Raio da Vida em solidariedade às crianças com câncer que necessitam de transfusão de sangue. A mobilização reforçou o estoque estratégico do hemocentro que abastece a rede hospitalar do Estado.
De acordo com o tenente coronel Luiz Carlos Rayol, comandante da Rotam, a doação de sangue já é realizada pela tropa em função de um projeto já existente no Batalhão de Polícia Tática (BPOT). “A doação é um estímulo para esses policiais, para fortalecer os valores de responsabilidade social", define.
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O grupo de militares foi conduzido pelo major Fabio Barra, 38, que há 20 pratica esse gesto solidário que salva vidas. Segundo ele, o projeto foi apresentado aos soldados durante o curso e eles se solidarizaram com a causa imediatamente. “O sentimento é realmente de gratidão em colaborar e cumprir o nosso dever principal que é preservar vidas. Por isso estamos realizando esta ação voluntária que ajudará tantas pessoas com a nossa parcela de contribuição”, explica o major.
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O soldado Rafael Bastos, 33, foi um dos voluntários desta ação em prol da doação de sangue. “Me voluntariei desde a primeira vez, e sempre que posso e/ou alguém precisa eu venho ajudar. Hoje o chamado foi do batalhão e eu como doador não poderia deixar de vir”, afirmou o militar que doa sangue há mais de 10 anos.
A gerente de Captação de Doadores, a assistente social Juciara Farias, agradeceu a mais nova edição dessa parceria. “É sempre muito gratificante receber novos voluntários na causa da doação de sangue. A parceria com a Polícia Militar é de longa data e contamos com a manutenção dessa corrente que leva esperança de vida não apenas para quem precisa de transfusão, mas para familiares e amigos dessas pessoas”, observou.
O apoio à promoção da doação voluntária de sangue se estende para hemorrede estadual composta pelos Hemocentros Regionais de Castanhal, Marabá e Santarém; e nos Hemonúcleos de Altamira, Tucuruí, Redenção, Capanema e Abaetetuba.
Além do exercício da doação de sangue, a captação de doadores promove curso de agente multiplicador que foi realizado semana passada, por exemplo, com militares do Hospital de Guarnição de Marabá. Nesse mesmo período, o Hemocentro Regional de Castanhal recebeu coletas de sangue de militares do município.
Quem pode doar - Podem doar sangue pessoas com boa saúde, que tenham entre 16 e 69 anos e pesem acima de 50 quilos. Menores de 18 anos podem doar somente com autorização dos pais ou responsável legal. É necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. O homem pode doar a cada dois meses, e a mulher, a cada três meses. Para fazer o cadastro de doadores de medula óssea, o candidato deve estar bem de saúde, ter entre 18 e 55 anos e portar documento de identidade original e com foto.
Serviço: Hemopa sede na travessa Padre Eutíquio, 2.109, Batista Campos. Estação de Coleta Hemopa-Castanheira, no térreo do Pórtico Metrópole (BR-316, km 1). As coletas são feitas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Para tirar dúvidas sobre a doação de sangue: Alô Hemopa (0800-2808118).

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Paysandu vence o São Francisco e se sagra Campeão Paraense




 
      
Em uma noite de grandes lances e muita pressão, o Paysandu levou a melhor. Depois de emplacar dois gols em cima do São Francisco, que abriu apenas um, o time de Dado Cavalcante conquistou a taça de Campeão Paraense 2016. A vitória sobre o leão santareno, na noite deste sábado (7), no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão, carimbou o título invicto do campeonato e quebrou o jejum do segundo turno, quando os dois empataram sem gols, na Curuzu, em Belém.

A abertura do jogo foi marcada pela apresentação da banda do município de Bujaru, que executou os hinos do Brasil e do Pará. Em seguida os times entraram em campo impondo jogo, mas a chance de gols veio logo no primeiro minuto para o Paysandu. Depois de uma cobrança de escanteio, o zagueiro Fernando Lombardi cabeceou para a rede e abriu o placar do primeiro tempo. Mesmo com a situação desfavorável para o time mocorongo, os atletas não tiraram o pé do acelerador e passaram a chegar com mais frequência na área defendida pelo goleiro Emerson e, aos 28 minutos, foi a vez de Andrelino empatar o jogo. O primeiro tempo terminou em 1 x 1.

Na volta do intervalo, o Papão foi a campo com mudanças no time. Entrou Raphael Luz e saiu Raí. Já o técnico Valter Lima apostou no mesmo elenco. Mesmo com o esforço dos santarenos, os bicolores saíram na frente e, aos nove minutos, o atacante Fabinho Alves marcou mais um e aumentou o placar. No decorrer da partida, o time da capital deu trabalho para o goleiro Paulo Rafael, que fez grandes defesas, mas a noite foi de festa foi para o time bicolor que segurou a vantagem até o final e se consagrou Campeão do Parazão 2016.

A partida foi comandada pelo árbitro Fifa Dewson Fernando Freitas. O paraense foi auxiliado por Hélcio Araújo Neves e José Ricardo Guimarães Coimbra. Com a conquista do segundo turno do Parazão, o São Francisco se classificou para a final e garantiu vagas na Série D deste ano e também na Copa do Brasil de 2017.

A próxima disputa do Paysandu será contra o Gama, pela Copa Verde, na próxima terça-feira (10), às 20h30, no estádio Valmir Bezerra, no Distrito Federal. O time alviceleste joga com a vantagem e pode perder por até um gol de diferença, em função da vitória por 2 x 0, no primeiro jogo da decisão.

Segurança - Mais de 20 mil torcedores compareceram à final do campeonato. Entre eles está a família de Ilarina Silva Ramos Sousa, 22 anos, que foi acompanhada do esposo e da filha de 1 ano. "Sempre venho assistir ao Papão jogar, inclusive quando estava grávida de oito meses também fiz questão de prestigiar o time. Hoje trago minha filha, que é meu maior presente, pela primeira vez para ela sentir essa emoção. A vitória do Paysandu será um grande presente antecipado pelo Dia das Mães, assim como ela é para mim", afirmou a jovem mãe.

Quem também foi comemorar antecipadamente o Dia das Mães foi Rosa Pinheiro, que deixou os filhos em casa e foi com o marido ao estádio. "Enquanto eles ficaram em casa eu aproveito para torcer para o meu time do coração e provar que lugar de mulher também é no campo", ressaltou. A afirmação também é compartilhada pelas primas Keila Cabral e Juliana Moraes, que levaram a criançada para o campo. "Não temos medo de vir e trazer nossos filhos e sobrinhos. Essa é uma oportunidade única de confraternizar com eles e ensinar o amor pelo futebol", comemoraram.

Para garantir a segurança e tranquilidade dos torcedores, a Polícia Militar montou um grande esquema de segurança que contou com um efetivo de quase 500 homens, entre eles os 73 policiais que se formaram no último dia 29 de abril. Segundo o tenente coronel Sidney Profeta, Comandante do Batalhão de Eventos, mais homens estão envolvidos na ação entre policiais civis, agentes da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (Semob), Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e Corpo de Bombeiros, entre outras instituições.

"Fora os policiais militares ainda temos cerca de 900 agentes já contando com Semob, Detran, Polícia Civil e outras entidades que também estão trabalhando no evento", afirmou o Tenente Coronel Sidney Profeta. Ainda segundo o militar, o policiamento foi dividido em três momentos. "Trabalhamos desde manhã , com policiamento na área do entorno e efetivamente no estádio, desde às 13h. Vamos prolongar esse policiamento também até por volta de 23h e todo mundo sair da área do estádio", acrescentou.  Ainda segundo o militar, as ocorrências estiveram dentro da normalidade.

O Corpo de Bombeiros também esteve presente. Do contingente geral de segurança, 55 militares atuaram em atividades de fiscalização dos equipamentos de combate a incêndio (extintores, mangueiras e hidrantes) do estádio e atendimento de primeiros socorros. Além disso, cinco viaturas, sendo uma de resgate, uma de salvamento em alturas e três de apoio a tropa foram utilizadas na ação. O público da partida foi de 20.905 torcedores e a renda total foi de R$ 419.965.

Transmissão - Este ano o Campeonato Paraense  contou com a participação de dez times: Remo, Paysandu, Tapajós, São Raimundo, São Francisco, Águia, Cametá, Paragominas, Independente e Parauapebas. Apesar das contenções impostas pela crise que afeta o país, o governo do Estado assegurou para o Campeonato 2016 o mesmo patrocínio destinado à edição de 2015. O volume de recursos chega a R$ 8 milhões e envolve as participações do Banpará, da Rede Cultura de Comunicação e da Secretaria de Esporte e Lazer (Seel).

Os jogos foram transmitidos exclusivamente pela TV Cultura, para mais de cinco milhões de lares paraenses em mais de 110 municípios do Estado. A Fundação Paraense de Radiofusão (Funtelpa), detentora dos direitos de transmissão do campeonato, manterá o repasse de quase R$ 3 milhões, divididos de acordo com a cota destinada a cada clube. Já ao Banpará coube o repasse mensal de R$ 54,5 mil aos times do Remo e Paysandu, e de R$ 19,8 mil aos demais clubes participantes.

A emissora também articulou mobilizações importantes durante o campeonato mostrando que futebol tem tudo a ver com solidariedade. Em parceria com a Fundação Hemopa, foi lançada a campanha “Doadores Futebol Clube”. A iniciativa levou centenas de torcedores ao hemocentro, que desde o início do ano vem sofrendo uma queda de 40% no número de doações. A ação contou ainda com a participação de diversos atletas que integraram o campeonato.


Por Lidiane Sousa

Campanha das mães eleva estoque de sangue do Hemopa


“Hoje foi a minha última doação, infelizmente. A minha primeira doação foi para uma amiga que precisava, e desde então não parei mais. Aconselho a todos que puderem doar, que doem sangue. Melhora muito a nossa vida e de quem precisa. É maravilhoso”, disse Maria do Carmo dos Santos Barbosa, 69 anos, mãe e doadora há 18 anos, que aproveitou a oportunidade e participou da campanha do Dia das Mães e efetuou a última doação de sangue.
“Mãe doa amor, tempo, sonhos, paciência, sossego, sono, vida, sangue” é o tema da campanha em alusão ao Dia das Mães, que ocorreu neste sábado (7) e teve 294 comparecimentos e 217 coletas efetuadas. A campanha tem o objetivo de elevar o estoque estratégico de sangue e estimular a doação no segmento feminino, que ainda é de 30%.
A funcionária dos Correios e doadora há mais de 20 anos Terezinha Bezerra, 57, saiu do município de Mãe do Rio, no nordeste do Estado, especialmente para passar o dia das mães com a família e doar sangue, ato que pratica a cada seis meses, sem falta. Ela ainda aproveitou para convidar e incentivar a irmã Ana Rosa, 55, que mora na capital e também é doadora.
As duas são mães e avós e foram juntas doar sangue. Além disso, incentivam os filhos, que também são doadores, pois para elas doação é coisa séria que é passada de mãe para filho. “Esperamos que nossos filhos também passem esses ensinamentos para os filhos deles e assim possamos ter cada vez mais doadores não só na nossa família, mas na sociedade em geral”, disse uma das irmãs.
Durante toda a manhã, as mães doadoras, além do gesto solidário de doar sangue, receberam tratamentos de beleza e maquiagem com o Grupo Mary Kay, lanche especial, brindes personalizados e avaliação da Clínica Carinho do Pé, que segundo a gerente do departamento de Marketing e Assessoria  da clínica, Mônica Obadia, a Clinica Carinho do Pé é  referência no nosso Estado em tratamento dos pés há 11 anos, que trata e previne doenças relacionadas aos pés, principalmente em pacientes com diabetes. “Esse acompanhamento é feito através de uma avaliação e de acordo com o problema, é encaminhado para o profissional especifico. A clínica possui uma equipe multidisciplinar que faz o acompanhamento desses pacientes, como médicos, psicólogos, nutricionistas, otorrinolaringologistas. Hoje somos uma clínica, e futuramente uma fundação”, concluiu. Outros parceiros do Hemopa se fizeram presente, como as bailarinas Marina Sette, 21, e Marina Souza,15, que fazem parte da Volência Companhia de Dança. Elas não podem doar, pois não têm peso suficiente ainda, mas incentivam e apoiam a causa prestigiando e se apresentando nas campanhas do hemocentro há um ano. “É sempre importante ajudar, seja doando sangue, medula, sorrisos ou dança. O que importa é ajudar as inúmeras pessoas que precisam”, ressaltaram.
Um grupo de jovens da Igreja Santa Rita, da Cidade Nova V, também esteve presente e doou sangue. Eles fazem parte do projeto “Jovens de Mônica”, representado por jovens de todas as idades. “Como já sou doadora e fiz estágio em alguns hospitais sei da necessidade da doação de sangue. Levei a ideia para o grupo, e eles aderiram com carinho. Essa é nossa primeira ação social. Conseguimos um grupo considerado de jovens da comunidade para vir doar, sendo que a maioria são doadores de primeira vez”, afirmou a estudante de enfermagem Gabriela Dias, 22 anos.
A estudante de enfermagem Jeanne Nunes Moreira, 19 anos, da Universidade da Amazônia (Unama), foi ao Hemopa fazer a primeira doação. “Sempre quis doar, mas não tinha idade. Agora que completei a maioridade, resolvi fazer esse gesto de solidariedade e mostrar que é algo simples e que ajuda muitas pessoas”, disse.
Para a assistente social do Hemopa, Cida Salgado, a campanha das mães é um momento de oportunidade de mostrar para as pessoas a questão da participação da mulher nas doações de sangue. “Nesse momento de campanha, podemos discutir essa questão, e a oportunidade de agradecer e homenagear as mães doadoras que já doam regularmente e também levar a essas mães a certeza de que no momento que elas vêm aqui fazem a doação de sangue, elas estão permitindo que pelo menos três filhos de outras mães sejam salvos”, ressaltou.
Podem doar sangue pessoas com boa saúde, que tenham entre 16 e 69 anos e pesem acima de 50 quilos. Menores de 18 anos podem doar somente com autorização dos pais ou responsável legal. É necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. O homem pode doar a cada dois meses, e a mulher, a cada três meses. Para fazer o cadastro de doadores de medula óssea, o candidato deve estar bem de saúde, ter entre 18 e 55 anos e portar documento de identidade original e com foto.
Serviço: O Hemopa fica na Travessa Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos, e a Estação de Coleta Hemopa-Castanheira, no térreo do Pórtico Metrópole (BR-316, km 1). As coletas são feitas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Mais informações pelo telefone 0800-2808118.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Hemopa comemora Dia das Mães celebrando a luta para realização do sonho da maternidade


Realizar o sonho da maternidade foi a força motora de algumas mulheres com vidas entrelaçadas pela rotina da Fundação Hemopa que promoverá neste sábado, 7 campanha comemorativa ao Dia das Mães, para agradecer e homenagear o segmento feminino que atualmente é responsável por 30% das coletas efetivadas no Pará. Durante todo o dia muitas atrações e surpresas para as mães doadoras de sangue que participarão da campanha ““Mãe doa amor, tempo, sonhos, paciência, sossego, sono, vida, sangue”.
O tema da campanha deste ano define muito bem Arcilena Carvalho Santiago, 43, portadora de Anemia Falciforme e que há mais de 30 anos recebe tratamento no Hemopa. Ela contrariou todas as indicações médicas para ter sua única filha Maria Eduarda.  “Foi muito difícil, mas encontrei pessoas que me deram muita força. Quando eu tive a minha filha eu vi que querer é poder, sim. Tudo que você quer e tem vontade você pode conquistar. Basta ter um sonho”, relembrou, comemorando os sete anos de idade de sua filha que nasceu saudável e hoje não apresenta nenhum tipo de problema de saúde.
Arcilena Santiago parte dos mais de 13.815 mil pacientes atendidos pelo Hemopa, sendo que 980 deles com Anemia Falciforme, e que dependem a vida toda de transfusão de sangue. Hoje mesmo ela esteve na sede do hemocentro para receber a segunda transfusão do mês. A mãe de Maria Eduarda costuma receber uma média mensal de até três doações. “Por isso agradeceu a Deus todos os dias pelas doações de sangue de pessoas anônimas que me mantém vida para criar minha filha e viver esse sonho que começou lá atrás e com muita dificuldade sofrimento com o período de gestação até o parto”, relembrou.
Mas ela garante que todo o sofrimento valeu à pena “A anemia falciforme é um detalhe na minha vida, que às vezes, me impede de andar, de trabalhar, mas não desisto. Eu preciso lutar por mim e por todos aqueles que necessitam”, disse seguindo sua vida e seu tratamento. A anemia falciforme é uma doença genética e hereditária, que se caracteriza por uma alteração nos glóbulos vermelhos, que perdem a forma arredondada e elástica, adquirem o aspecto de uma foice (daí o nome falciforme) e endurecem, o que dificulta a passagem do sangue pelos vasos de pequeno calibre e a oxigenação dos tecidos, causando muitas dores e fadiga intensa.
À frente da diretoria Técnica do Hemopa, a médica Ana Luiza Meireles, que também cuida de pacientes portadores de doenças hematológicas, enfrentou muitas dificuldades com a saúde para concretizar seu sonho: ser mãe.
A vontade de ter filhos foi o que mais nos motivou eu e meu marido a não desistir, mesmo enfrentando tantas dificuldades ao longo deste caminho, a decisão estava tomada, tentariam a inseminação artificial, caso contrário adotariam uma criança. “Mas nós queríamos muito ter filhos, sentimos a necessidade de ter mais alguém para dividir as coisas, para perpetuar tudo que de bom que construímos”. A determinação foi a palavra de ordem e depois de 28 embriões congelados e três tentativas de gravidez, o casal finalmente realizou o sonho com o nascimento do casal de gêmeos Pedro e Cecília Meireles, atualmente com três anos. “Hoje com a realização de meu sonho eu sinto que já fiz 90% do meu legado na terra, ainda faltam os 10% que são dos pacientes que eu tenho que cuidar. Mas a maternidade foi uma razão de viver pra mim”, disse a médica.
“Mãe doa amor, tempo, sonhos, paciência, sossego, sono, vida, sangue deste sábado vai estimular o segmento feminino a elevar sua participação no processo da doação voluntária de sangue, mostrando que o sexo feminino têm as mesmas condições de doar quanto os homens. As mulheres têm apenas alguns impedimentos temporários no período da gestação e amamentação, no período de 12 meses. Fora isso, em geral, são potencialmente doadoras, que assim como os homens, devem atender os critérios básicos para praticar esse gesto solidário.
De acordo com a gerente de Captação de Doadores, a assistente social Juciara Farias, neste sábado a sede do Hemopa e a Unidade de Coleta no Castanheira, estará em clima de festa para receber e agradecer todas as doações do dia para salvar milhares ee vidas de pacientes internados na rede hospitalar e quem dependem de transfusão para sobreviver.
“Venha e traga um parente ou amigo. Faça desse sábado um programa de final de semana”, sugeriu Juciara Farias, que aposta no comparecimenbto de 200 voluntários para reforçar o estoque do hemocentro para o início da semana. Ela destaca ainda a importância de instituições parceiras para o sucesso da ação.
PROGRAMAÇÃO:
Palestra sobre doação de sangue e cadastro de medula para estudantes de Serviço Social e Enfermagem;Fotos, carta e Vídeo com pacientes. Entrega de Brinde para as mães doadoras;Sorteio de prêmios;Lanche especial (Sorvete).
Atrações diversas: Serviço de Orientação à Saúde da Mulher – CESUPA, apresentação de dançarinas da Volê Academia de Dança, serviços de orientação e cuidados faciais e maquiagem – Mary kay, serviço de beleza (limpeza facial e massagem), da Ivane Paiva (Carinho dos Pés).
QUEM PODE DOAR:
Podem doar sangue pessoas com boa saúde, que tenham entre 16 e 69 anos e pesem acima de 50 quilos. Menores de 18 anos podem doar somente com autorização dos pais ou responsável legal. É necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. O homem pode doar a cada dois meses, e a mulher, a cada três meses. Para fazer o cadastro de doadores de medula óssea, o candidato deve estar bem de saúde, ter entre 18 e 55 anos e portar documento de identidade original e com foto.
Serviço: Hemopa sede na Travessa Padre Eutíquio, 2.109, Batista Campos) e a Estação de Coleta Hemopa-Castanheira, no térreo do Pórtico Metrópole (BR-316, km 1). As coletas são feitas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h Para tirar dúvidas sobre a doação de sangue: Alô Hemopa (0800-2808118).


quarta-feira, 4 de maio de 2016

Parceiros de braços dados com o Hemopa em prol da doação de sangue



Neste sábado, 30, o Hemopa recebeu voluntários da Cruz Vermelha do Pará que participaram da campanha de incentivo a doação de sangue, que contou com 164  doações efetivadas.
A ação fez parte de uma programação voltada para os 35 anos da Cruz Vermelha e em comemoração aos 32 anos de braços dados com o Hemopa. A ação contou com orientações e cadastro para novos voluntários, simulação de acidentes, socorro através da atividade de rappel, entre outras tipos de resgates.  Hoje, a Cruz Vermelha é composta por 6.500 voluntários entre técnicos de enfermagem, médicos, engenheiros civis, bombeiros, dispostos a ajudar em casos de situações de emergência.
Na Cruz Vermelha há 17 anos, a Técnica de Enfermagem e socorrista Ana Claudia do Socorro, aproveitou a oportunidade e fez a sua primeira doação de sangue. “É uma boa ação, e faço parte da Cruz Vermelha e nossa missão é salvar vidas”, disse.
Segundo a presidente da Cruz Vermelha, Jane Hassegawa, essa parceria já está ao longo de mais de trinta anos. ”Hoje os agentes estão aqui trabalhando juntos, que o objetivo é o mesmo, é um trabalho humanitário, trabalho de combate de salvar vidas, ajudar, trabalho preventivo. Essa parceria é maravilha e que continue por muito tempo”, completou.
Sensibilizada com a mobilização para captar doadores, Cleudilene Louzado, mãe de um casal de crianças com câncer, que também faz parte do Movimento em Prol das Crianças com Câncer de Tomé-Açu, se mantém firme nessa batalha em busca de doadores e convidou amigos e familiares para participarem da ação. “O que as pessoas não tem consciência  da importância da doação, mas pra gente é o que mantém eles vivos, pois se não tiver sangue não tem como fazer o tratamento. O ato de doar pode trazer vida, fazer uma criança feliz, e o nosso desespero é grande quando não tem sangue. Vi várias vezes minha filha quase morrer em meus braços por falta de sangue. Fico muito comovida quando vejo as pessoas se mobilizando e vindo doar”. Completou.
Para a assistente social do Hemopa, Nilvete Nunes, essa mobilização é de grande importância para o Hemopa e toda a rede hospitalar do nosso Estado. “ O nosso obrigado por todos aqueles puderam vir e que efetivaram sua doação. Aos nossos parceiros que sempre estão atentos ao nosso chamado”, ressaltou sobre a responsabilidade social e a vontade de contribuir, como é o caso do movimento Sangue Corinthiano, que se fez presente durante toda a manhã e que além de doar também fazem o trabalho de captadores.
Critérios da doação: Podem doar sangue pessoas com boa saúde, que tenham entre 16 e 69 anos e pesem acima de 50 quilos. Menores de 18 anos podem doar somente com autorização dos pais ou responsável legal. É necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher, a cada três meses. Para fazer o cadastro de doadores de medula óssea, o candidato deve estar bem de saúde, ter entre 18 e 55 anos e portar documento de identidade original e com foto.
Serviço: A Fundação Hemopa fica na Travessa Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos, e a Estação de Coleta Hemopa-Castanheira, no térreo do Pórtico Metrópole (BR-316, km 1). As coletas são feitas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Alô Hemopa: 0800-2808118.