sábado, 25 de abril de 2015

Hemopa e ASPAHC comemoram Dia Mundial da Hemofilia

A Fundação Hemopa e a Associação Paraense de Portadores de Hemofilia e Coagulopatias Hereditárias (ASPAHC) promoveram na manhã deste sábado, 25, uma comemoração alusiva ao Dia Mundial da Hemofilia, na praça Batista Campos. A programação contou com atividades educativas e recreativas que conscientizaram portadores da doença e cuidadores a lidarem de forma positiva com a hemofilia.
"Decidimos comemorar em praça pública para mostrar à sociedade que a pessoa com hemofilia pode ter uma vida normal. E que estamos engajados na melhoria da qualidade de vida destes pacientes, com o apoio de uma equipe multiprofissional que proporciona tratamento intensivo e humanizado", ressaltou a médica hematologista Saide Maria Sarmento Trindade na abertura do evento, que reuniu servidores, pacientes e familiares.
A presidente do hemocentro, Ana Suely Leite Saraiva, destacou os avanços que o tratamento oferecido pelo Hemopa alcançou ao longo dos 36 anos de existência do órgão. ''Em um primeiro momento, o atendimento era feito por médicos, enfermeiros e técnicos em Enfermagem, com o uso de crioprecipitado, que, hoje, é uma forma ultrapassada de recurso terapêutico.
Atualmente, a pessoa com hemofilia é atendida por uma equipe multidisciplinar que conta com o reforço de novos profissionais da área da saúde, agregados aos que já haviam, o que ajudou a otimizar o tratamento'', explica a presidente. Ana afirma que uma das missões do Hemopa atualmente é estender as capacitações em atendimento à pessoa com hemofilia pelo interior do estado.
O fisioterapeuta e professor de Tai Chi Chuan Luiz Augusto da Costa Duarte, 30, ministrou uma aula no coreto da praça. ''O Tai Chi Chuan melhora a qualidade de vida de quem o pratica, principalmente a das pessoas com hemofilia, que precisam manter-se ativas, fortes e equilibradas. Trabalhamos a respiração, resistência mental, alongamento e movimentos das articulações'', explica Luiz.
Silvia Elenina Nascimento da Glória, 35, é mãe de João Vitor do Nascimento, 5, que recebe tratamento no Hemopa desde o primeiro ano de idade. ''Ele recebe infusão três vezes por semana e tratamento completo. Não nos falta nada. O Hemopa nos fornece todo o medicamento, tratamento e treinamento para os cuidados que devo ter com ele'', relatou.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Concluintes do curso técnico em hemoterapia recebem certificados

Vinte profissionais com experiência hemoterápica, atuantes na rede pública de saúde, participam da formação da primeira turma do curso técnico em hemoterapia no Pará, nesta sexta-feira (24). A iniciativa da Escola Técnica do Sistema Único de Saúde Dr. Manuel Ayres (Etsus), vinculada à Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sespa), em parceria com a Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa), visa aprimorar a qualidade dos processos, produtos e serviços de hemoterapia, de forma a atender o usuário de acordo com os princípios do SUS. A programação inclui mostra de trabalhos de conclusão dos alunos e diplomação, às 9h e às 16h, na Etsus e no Hemopa, respectivamente.
O curso, organizado em quatro módulos, com dez áreas temáticas, concentrou atividades teóricas, práticas e estágios nas dependências do hemocentro paraense, instituição que apresenta o maior número de participantes, 17 no total. Entre os meses de maio de 2012 a abril de 2015, vários profissionais da fundação ministraram 1.650 horas de atividades curriculares orientadas pelo Ministério da Saúde.
Um dos concluintes do curso, o auxiliar em hemoterapia Fernando Brito, fará uma homenagem aos mestres na solenidade de formatura. Segundo ele, este era um anseio de todo profissional da área que trabalha no Hemopa. “Hoje podemos dizer que temos uma formação, e nossa certificação tem reconhecimento nacional. Isso é muito gratificante. Somos fruto das primeiras turmas de formação preparadas pelo Hemopa e temos o privilegio de participar dessa primeira turma na região Norte”, diz.
A oradora da turma, Cátia Henriques, comemora a oportunidade. “Só tivemos a ganhar, pois para a gente que ama a hemoterapia, essa conquista é muito importante”, ressalta.
Socorro Cardoso, hematologista e assessora técnica do Núcleo de Ensino e Pesquisa do Hemopa, setor responsável pela condução do curso no órgão, informa que o hemocentro vem buscando ainda mais todas as linhas de conhecimento, qualificação e reciclagem pela parceria com a Etsus, inclusive com a expansão para a hemorrede estadual. “A importância dessa formação para profissionais e usuários está na constante qualificação e no reconhecimento de um trabalho capacitado, que reflete excelência e segurança dos produtos oferecidos”, destaca.

Melhorar o acolhimento, qualificar o atendimento e dar maior resolutividade na hemorrede estadual são os principais ganhos trazidos pelo curso, segundo o diretor da Etsus, Raimundo Sena. Ele reforça que a missão da escola está direcionada para a formação de recursos humanos em nível técnico correspondente às necessidades do sistema de saúde, visando sua inserção e melhor desempenho no exercício de suas atividades profissionais.
Além de servidores da Fundação Hemopa, participaram do curso profissionais lotados no Pronto-Socorro Municipal Mário Pinotti, hospitais Ophir Loyola, Universitário João de Barros Barreto, de Clínicas Gaspar Vianna e Abelardo Santos. Todos com experiência nas áreas de análises clínicas, biodiagnóstico e patologia clínica. Uma segunda turma do curso técnico em Hemoterapia, com 22 participantes já está em andamento.

O Hemopa fica na Travessa Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos. Alô Hemopa: 0800-2808118. A Etsus está localizada na Rua Cônego Jerônimo Pimentel, 207, no Umarizal. Informações: (91) 3202-9300.

Hemopa comemora Dia Mundial da Hemofilia na Praça Batista Campos

A Fundação Hemopa fará uma programação alusiva ao Dia Mundial da Hemofilia (17 de abril) neste sábado, 25, de 8h as 12h, na Praça Batista Campos. Pautado no tema “Construir uma família de apoio”, o evento contará com a promoção de atividades recreativas e lúdicas, além de fisioterapia e Tai chi chuan. Durante toda a manhã haverá demonstração da técnica de infusão de concentrado de fator a pacientes previamente agendados, além da distribuição de material educativo ao público.
A hematologista e hemoterapeuta Iêda Pinto, que é responsável pelo Programa de Coagulopatias no Hemopa, convida profissionais, portadores de hemofilia, familiares e a população em geral para participar da programação. ‘’Queremos levar informações sobre a hemofilia e as formas de tratamento ao maior número de pessoas, possível”, comentou, ressaltando que o Pará tem a quinta maior população de hemofílicos do País. Atualmente, cerca de 500 pacientes estão cadastrados no Hemopa  e com atendimento ativo.
Segundo a Federação Brasileira de Hemofilia (FBH), que está apoiando as ações no Estado, juntamente com a Associação Paraense de Portadores de Hemofilia e Coagulopatias Hereditárias (Aspach), no Brasil existem cerca de 12 mil pessoas com hemofilia. Referência para diagnóstico e tratamento da doença, o Hemopa oferece atendimento especializado com equipe multiprofissional composta por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, fisiatras, psicólogos, pedagogos, assistentes sociais e técnicos em enfermagem
As comemorações pelo Dia da Hemofilia se estendem pela hemorrede. O Hemocentro Regional de Castanhal (HRC), comemorou a data no último dia 16, com palestras sobre o tema, ministradas pela diretora técnica da unidade, Dra. Sandra Lobato, e pelo médico Jediel Bitencourt.
O Hemocentro Regional de Marabá (HRM) também promoveu evento comemorativo no dia 17, no auditório do campus local da Universidade Estadual do Pará (UEPA), onde foi ministrada palestra para esclarecer as dúvidas da população sobre a doença. O evento foi conduzido pelo diretor técnico do hemocentro, Dr. Fernando Monteiro, e pela médica Socorro Leão, juntamente com profissionais de fisioterapia, odontologia e psicologia do Hemopa Marabá. A solenidade contou a presença de pacientes hemofílicos e familiares. Todas as ações tiveram apoio da FBH e da Aspach.
O que é Hemofilia
É uma doença hereditária, hemorrágica, que leva à perda de mobilidade do paciente. Ela se caracteriza pela deficiência quantitativa e/ou qualitativa de Fator VIII (hemofilia A) ou de Fator IX (Hemofilia B). O tratamento profilático corresponde à reposição destes fatores ausentes no organismo, de maneira periódica e ininterrupta, em longo prazo, iniciada antes ou após ocorrência do primeiro sangramento ou hemorragia da articulação (hemartrose).

Serviço: O ambulatório de pacientes funciona na sede do Hemopa, localizada à Travessa Padre Eutíquio, nº 2.109, de segunda-feira a sexta-feira, das 7h às 17h. Os interessados também podem obter mais informações pelo Alô Hemopa (0800 280 8118). A Aspach funciona na Rua Abaetetuba, nº 115, Conjunto Médici I, bairro da Marambaia. Contatos com a presidente Cristiane Oliveira (9 8864-4407 / 9 8123-0014) ou com a gerente financeira Nelma de Castilho Gomes (9 8015-9633).

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Etsus forma primeira turma do curso técnico em hemoterapia

A Escola Técnica do SUS Dr. Manuel Ayres (Etsus) formará, nesta sexta-feira, 24, a segunda turma do curso Técnico em Hemoterapia promovido em parceria com a Fundação Hemopa. O intuito é capacitar os profissionais para o enfrentamento de situações específicas, além de intervir no processo de trabalho e aprimoramento da qualidade dos serviços.
Iniciado em 2012, o curso teve 1.650 horas de carga horária, com 25 alunos inscritos. O curso seguiu as orientações curriculares do Ministério da Saúde, estando organizado em quatro módulos com dez áreas temáticas.
A metodologia de integração ensino-serviço, organizada em módulos, abrangeu os principais conteúdos da área, como cenário político, social, cultural e da educação em saúde na formação do técnico em hemoterapia e o processo de trabalho desse profissional. 
Participaram do curso profissionais de nível médio com experiência nas áreas de análises clínicas, biodiagnóstico e patologia clínica, lotados no Hemopa, Pronto Socorro Municipal Mário Pinotti e Hospitais Ophir Loyola, João Barros Barreto, Gaspar Vianna e Abelardo Santos. A finalização do curso se dará por meio da mostra de trabalhos de conclusão dos alunos.

Hemopa garante transporte para doadores voluntários de sangue

A Caravana Solidária é mais um serviço que a Fundação Hemopa oferece ao voluntariado para facilitar o acesso à doação de sangue à comunidade, na sede do hemocentro. O transporte é feito em um micro-ônibus com capacidade para 30 pessoas, que podem ser doadores da sociedade civil organizada e instituições públicas ou privadas. A última campanha que teve o apoio da caravana mobilizou colaboradores do Hospital Galileu, reunindo cerca de 100 voluntários, divididos em quatro grupos, que ajudaram a salvar centenas de vidas.
Os interessados em firmar parceria com o hemocentro podem entrar em contato com a Gerência de Captação de Doadores, de segunda a sexta-feira, de 8h às 18h, e aos sábados, até às 17h, tendo em vista que o transporte tem que ser agendado previamente para atender satisfatoriamente a demanda dos candidatos à doação voluntária de sangue.
Segundo a assistente social do Hemopa Lilian Bouth, a participação dos grupos é cada vez mais presente nas ações de mobilização e estímulo à doação, além de multiplicar as informações necessárias para captar novas pessoas para a prática do ato solidário. Atualmente o hemocentro atende milhares de pacientes internados em cerca de 220 hospitais no Pará.
“É de fundamental importância que toda a sociedade assuma o compromisso com a doação de sangue, para que assim o Hemopa possa restabelecer o estoque e suprir com sangue de qualidade e em quantidade as solicitações da rede hospitalar”, observa ela, sugerindo a reunião de amigos para a doação de sangue. “Faça um programa de fim de semana solidário, por exemplo”, frisa.
Exemplo - Jane Ramos Moreno, 40, assistente social e responsável pelo Grupo de Trabalho de Humanização do Hospital Galileu, conduziu as ações para a Caravana Solidária ao agendar a campanha. “A ação foi muito positiva, e os profissionais sentiram-se úteis em colaborar. Precisamos pensar coletivamente e praticar o slogan da doação, seja para um amigo, um familiar ou simplesmente para um desconhecido. O que importa é fazer o bem”, reforça.
Lilian Bouth evidencia a importância da parceria com a sociedade. “A Fundação Hemopa faz um apelo à população em geral a comparecer à sede do hemocentro ou à Estação de Coleta Hemopa-Castanheira, independente de época, pois todos os dias tem gente precisando de transfusão para sobreviver”, destaca, lembrando que o estoque estratégico ainda enfrenta significativa redução no número de bolsas coletadas diariamente, especialmente no período chuvoso, que acaba interferindo no acesso ao serviço.
O aumento do número de leitos hospitalares, cirurgias e transplantes de órgãos exige maior consumo de sangue. “Temos que equilibrar a demanda e a oferta”, explica a assistente social. Por isso Lilian diz que é importante incentivar amigos da escola, faculdade, clube ou igreja a praticar o ato de solidariedade que ajuda a salvar vidas.
Pode doar sangue qualquer pessoa com boa saúde, que tenha entre 16 e 69 anos e pese acima de 50 quilos. É necessário portar documento de identidade original e com foto e estar bem alimentado. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher, a cada três. Menores de 18 anos só podem doar com a autorização dos pais ou de um representante legal.
O Hemopa fica na Travessa Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos, e funciona para coleta de sangue de segunda-feira a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. A Estação de Coleta Hemopa-Castanheira funciona no mesmo horário e fica no térreo da passarela Pórtico Metrópole, no acesso ao shopping Castanheira, na BR-316. Mais informações pelos telefones 0800-2808118, 3242-9100 e 3224-5048.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Sociedade contribui com a doação voluntária de sangue no Hemopa

Vários grupos da sociedade civil organizada deram sua contribuição à doação voluntária de sangue no sábado (18), na Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa). Destaque para os integrantes de clubes de motociclistas do Pará, mobilizados pelo Pará Moto Clube e os funcionários da empresa Dínamo. Juntos, eles ajudaram a compor um movimento de 301 comparecimentos, com a coleta de 229 bolsas de sangue, na sede do hemocentro e na Estação de Coleta Hemopa Castanheira. As doações darão suporte à atividade transfusional durante o feriado de Tiradentes e ao estoque de sangue do Hemopa, que sofre baixa de 50%.
Antigo parceiro da Fundação Hemopa, o Pará Moto Clube (PMC) conta com 40 integrantes e estimula a doação de sangue por meio da ação Motociclista Sangue Bom, que normalmente é realizada no mês de novembro, mas foi adiantada em virtude das poucas doações. A mobilização também foi feita junto aos motoclubes Semeadores da Amazônia, Malas do Asfalto, Feras do Asfalto, Tebanos, Medievais da Amazônia e Araras de Aço.
Danilo Lima, 39, presidente do PMC há dois anos, é doador de sangue tipo A Positivo há alguns anos e efetivou sua oitava doação. “Fizemos contato com os demais grupos e todos atenderam imediatamente enviando participantes. A importância é grande. Temos consciência de que a doação de sangue salva vidas, por isso ajudamos”, afirma Danilo Lima, que também é cadastarado como doador de medula óssea.
A comerciante do bairro de Canudos, Ivanete Alves de Araújo, 46, fez parte do voluntariado que atendeu ao apelo do PMC. Ela é presidente do Feras do Asfalto, motoclube que reúne apenas mulheres e fez sua quinta doação. Do tipo sanguíneo O Positivo, ela é doadora há mais de dois anos. “É gratificante e não tem preço. Fico realmente muito emocionada. É muito bom fazer o bem”, declara a motociclista.
Desde a primeira edição, as ações realizadas pela Dínamo, empresa de instalações e manutenções elétricas, já contabilizaram mais de 200 doações. Esta é a primeira campanha de 2015 e integra o cronograma de responsabilidade social e qualidade de vida da Dínamo.
Há seis meses em Belém, o técnico em Segurança do Trabalho da empresa, o baiano Jorge dos Santos Franco, 26, doa sangue há mais de cinco anos. “A importância deste ato está em ajudarmos aquele que não estamos vendo. Muitos só agem quando conhecem alguém que precisa, mas não sabemos quando isso vai acontecer. Vi várias reportagens e muitas pessoas precisam”, opina o voluntário.
O eletricista da Dínamo, Marcílio Almeida Costa, 32, é doador há 15 anos. De uma família de doadores voluntários, ele iniciou na doação de sangue para ajudar um vizinho que estava hospitalizado. “Ajudar o próximo é um gesto de amor. Saber que vou ajudar a salvar vidas é uma das coisas mais importantes”, assegura o jovem.
Para a assistente da Gerência de Captação de Doadores (Gecad) do Hemopa, Aparecida Salgado, a organização da sociedade civil é de fundamental importância para a causa da doação voluntária de sangue. “Destacamos o papel de cada um desses grupos na mobilização, sensibilização e orientação de voluntário, que muito tem contribuído com a missão institucional da Fundação Hemopa. É uma via de mão dupla, a sociedade comparece para doar e o hemocentro devolve um produto de qualidade para quem precisa”, informa a servidora.
Integrantes do grupo Terço dos Homens da Paróquia São Geraldo Magela, do bairro Distrito Industrial, em Ananindeua, os amigos do grupo Doador de Vidas, os voluntários do Instituto Áster e os torcedores do Corinthians, pela campanha Sangue Corithiano, que encerra hoje, também compareceram à sede do Hemopa e contribuíram com a doação voluntária de sangue.
Pode doar sangue qualquer pessoa com boa saúde, que tenha entre 16 e 69 anos e pese acima de 50 quilos. É necessário portar documento de identidade original e com foto e deve estar bem alimentado. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três. Adolescentes de 16 e 17 anos só podem doar com a autorização dos pais ou de um representante legal.
Para fazer o cadastro de doadores de medula óssea, o candidato deve estar bem de saúde, ter entre 18 e 55 anos e portar documento de identidade original e com foto.

Serviço:
A Fundação Hemopa fica na Trav. Padre Eutíquio, 2109, e realiza coleta de segunda-feira a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. A Estação de Coleta Hemopa-Castanheira fica no térreo da passarela Pórtico Metrópole, no acesso ao Castanheira Shopping, no Km 1 da BR-316, e funciona de segunda-feira a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Mais informações pelo Alô Hemopa: 0800 280-8118.

sábado, 18 de abril de 2015

Hemopa terá horário diferenciado para coleta de sangue no feriadão

O serviço de coleta de sangue da sede da Fundação Hemopa funcionará, excepcionalmente, de 7h30 às 17h, na próxima segunda-feira, 20. No dia 21, feriado de Tiradentes, o expediente será facultado. A Unidade de Coleta Hemopa Castanheira, no térreo do Pórtico Metrópole, na BR-316, Km 01, não funcionará nos dias 20 e 21. No entanto, o atendimento transfusional permanecerá em funcionamento 24h. A meta de coleta no dia 20 será de 250 doações.
O hemocentro ainda enfrenta significativa redução de aproximadamente 50% no comparecimento de doadores, por conta do período chuvoso, que dificulta o acesso ao serviço, além do aumento de casos de viroses, que inabilitam temporariamente a doação de sangue.
Para a gerente de Captação de Doadores, a assistente social Juciara Farias, o papel do corpo clínico da rede hospitalar é decisivo para sensibilização de familiares e amigos de pacientes. “A doação deveria ser proporcional ao atendimento transfusional. Mas, infelizmente, não é”, ressaltou, afirmando que tem hospital de grande porte que realiza uma média mensal de 1.500 procedimentos transfusionais, mas que não encaminha nem 20% de voluntários para suprir estoque de sangue.
O crescimento do número de leitos, de cirurgias e de transplante de órgãos também é apontado pela técnica como fator que provoca a maior necessidade de transfusão. “Temos que conseguir o equilíbrio entre a demanda e a oferta. E isso não cabe somente ao hemocentro, mas sobretudo, à população potencialmente doadora”, observou, enfatizando que ao Hemopa cabe garantir um produto final com qualidade, mas o sangue só pode ser disposto pelo voluntariado.
Diante das dificuldades enfrentadas eventualmente por candidatos à doação, quando do acesso aos serviços na sede do Hemocentro, Juciara Farias informa que o Hemopa oferece a “Caravana Solidária”, que é um micrôonibus com capacidade para 30 pessoas, que pode ser devidamente agendado para assegurar transporte para grupos de doadores. “Pode ser grupo de amigos ou famílias ou colegas de trabalho. Atendemos a sociedade civil organizada interessada em salvar vidas com a doação de sangue”.
Os interessados em compor essa parceria devem entrar em contato com o Hemopa pelo telefone 3224-5048, de segunda a sexta-feira, de 8h às 18h; e aos sábados até as 17h.
Campanhas
Neste sábado, 18, a sede do Hemopa receberá voluntariado do Pará Moto Clube e da empresa Dínamo, durante todo o dia. As ações têm o objetivo de reforçar o estoque de sangue do hemocentro, visando as necessidades transfusionais do feriado prolongado de Tiradentes.
Pode doar sangue qualquer pessoa com boa saúde, que tenha entre 16 e 69 anos e pese acima de 50 quilos. É necessário portar documento de identidade original e com foto e deve estar bem alimentado. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três. Adolescentes de 16 e 17 anos só podem doar com a autorização dos pais ou de um representante legal.
Para fazer o cadastro de doadores de medula óssea, o candidato deve estar bem de saúde, ter entre 18 e 55 anos e portar documento de identidade original e com foto.

Serviço:
A Fundação Hemopa fica na Trav. Padre Eutíquio, 2109, e realiza coleta de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. A Estação de Coleta Hemopa-Castanheira fica no térreo da passarela Pórtico Metrópole, que dá acesso ao Castanheira Shopping, na BR-316, e funciona de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17 h. Mais informações pelo Alô Hemopa: 0800 280-8118.