sexta-feira, 27 de abril de 2012

Hemopa não funcionará para coleta de sangue no feriado do trabalhador

A Fundação Hemopa informa que nesta segunda-feira, 30, funcionará para coleta de sangue de 7h30 às 17h. O serviço de atendimento médico ambulatorial funcionará somente para atendimento de urgência hematológica, de 7h às 18h.
No feriado do Dia do Trabalhador (01/05), o hemocentro funcionará normalmente somente para atendimento transfusional da rede hospitalar.

Quem pode doar sangue: candidatos com boa saúde; idade entre 16 anos completos e 67 anos. Peso acima de 50 kg . Necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. Com a doação são realizados exames para diversas doenças, entre elas: Aids, Sífilis, Doença de Chagas, Hepatites, HTLV I e II, além de tipagem sangüínea. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses. O doador deve estar bem alimentado.

Serviço: O Hemopa espera por você na Tv. Pe. Eutíquio, 2109. Funcionamento para coleta: de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 18h, e aos sábados de 7h30 às 17h. Maiores informações pelo fone: 08002808118


quinta-feira, 26 de abril de 2012

Terapia do riso integra servidores do Hemopa Castanhal.

Após ser lançado na sede do Hemopa, em Belém, , foi a vez do Hemocentro Regional de Castanhal implantar o projeto “Terapia do Riso”, voltado para maior integração e bem estar dos servidores, doadores e pacientes. O lançamento da ação foi com a encenação da “Escolhina do professor Raimundo”, em homenagem ao humorista Chico Anísio, falecido recentemente.

A atividade foi coordenada pela psicóloga Suzana Repolho, que atua no Serviço de Assistência à Saúde do Servidor (SASS), que faz parte da Assessoria de Gestão de Pessoas (Agesp), na sede do Hemocentro em Belém. Segundo ela, a performance dos servidores de Castanhal deu-se de 11 às 13h, na Recepção de Doadores. “A peça ensaiada em cinco minutos resultou em muitas gargalhadas e integração do grupo. Foram momentos de descontração e interação com nossos usuários. Sorrir faz bem ao coração e melhora o humor”, comentou, revelando que o projeto será estendido as demais unidades da hemorrede.

O projeto foi lançado em Belém durante a IX Semana da Saúde, promovida de 09 a 14/04, com vasta programação educativa, preventiva e recreativa que foi encerrada com caminhada ecológica do Parque do Utinga.

Hemopa homenageia trabalhador

Oração do trabalhador

“Jesus, divino trabalhador e amigo dos trabalhadores volvei Vosso olhar benigno para o mundo do trabalho. Nós Vos apresentamos as necessidades dos que trabalham intelectual, moral ou materialmente. Dai-nos a sabedoria, a virtude e o amor que Vos alentou nas Vossas laboriosas jornadas, inspirai-nos pensamentos de fé, de paz e moderação, de economia, a fim de procurarmos, com o pão de cada dia, os bens espirituais, para transformarmos a face da terra, completando assim a obra da criação que Vós iniciastes. E que Vossa luz nos ilumine a nós na busca de melhores leis sociais e ilumine os legisladores a estabelecer uma sociedade de justiça e amor. Amém”

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Militares suprem estoque de sangue em Marabá.





A Fundação Hemopa, através do Hemocentro Regional de Marabá, agradece as doações de sangue dos cerca de 90 militares da 23º Brigada de Infantaria de Selva (Exército), de Marabá, que estão se revezando para doação de sangue nos dias 24, 25 e 27 deste mês. A ação solidária vai reforçar estoque técnico do hemocentro e colaborar para o atendimento satisfatório da demanda transfusional daquela região.

Segundo a assistente social, Sandra Tavares, essa parceria acontece freqüentemente e contribui para o fortalecimento do compromisso do exército com a doação de sangue. “Essas ações estimulam os voluntários a se tornarem doadores de repetição”, agradeceu,

Quem pode doar sangue: candidatos com boa saúde; idade entre 16 anos completos e 67 anos. Peso acima de 50 kg . Necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. Com a doação são realizados exames para diversas doenças, entre elas: Aids, Sífilis, Doença de Chagas, Hepatites, HTLV I e II, além de tipagem sangüínea. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses. O doador deve estar bem alimentado.

O Hemopa Marabá espera por você na Rod. Transamazônica, Quadra 12, S/N.

Entre Av. Hiléia e Av. Amazônia. Bairro: Amapá CEP: 68.502-290

Fone: (94) 3324.1645 / 3324.1810.E-mail: hemopa@skorpionet.com.br

Campanhas externas reforçam estoque de sangue

Nesta quinta-feira (26), das 8h às 16h, Fundação Hemopa estará realizando campanha de coleta externa, em parceria com a Sociedade Civil Educacional Madre Celeste, que adaptará espaço para a coleta de doação de sangue, tendo em vista que as unidades móveis do hemocentro ainda passam por revisão técnica. A campanha se dará no conjunto da Cohab, Gleba III, Rua C, 10-Marambaia. A meta será de 100 doações.

No sábado, haverá campanha em parceria com a Comunidade Evangélica Integrada da Amazônia (CEIA), de 8h às 16h, na Av. Alcindo Cacela, 2131, no bairro de Nazaré. Com a meta de 120 coletas.

Instituições interessadas em compor parcerias para desenvolvimento de ações de incentivo à doação de sangue e cadastramento de doadores de medula ósseas , entrar em contato com a Gerência de Captação de Doadores (Gecad), através do fone: 32250480/32429100- R-205/243, de segunda a sexta-feira, de 8h às 18h; e aos sábados até às 17h

Quem pode doar sangue: candidatos com boa saúde; idade entre 16 anos completos e 67 anos. Peso acima de 50 kg . Necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. Com a doação são realizados exames para diversas doenças, entre elas: Aids, Sífilis, Doença de Chagas, Hepatites, HTLV I e II, além de tipagem sangüínea. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses. O doador deve estar bem alimentado.

Serviço: O Hemopa espera por você na Tv. Pe. Eutíquio, 2109. Funcionamento para coleta: de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 18h, e aos sábados de 7h30 às 17h. Maiores informações pelo fone: 08002808118

Campanha de Vacinação

terça-feira, 24 de abril de 2012

CURSO TÉCNICO GRÁTIS EM HEMOTERAPIA

Servidores públicos que atuam na área hemoterápica têm até o 02/05 p/ efetivar inscrição no curso em “Hemoterapia”, promovido Escola Técnica do Sistema Único de Saúde (SUS) do Pará. São 25 vagas. Aula inaugural dia 04/05. A inscrição é grátis e deve ser feita na secretaria da Escola do Etsus, na rua Cônego Jerônimo Pimentel, 207. Para o Hemopa, estão disponíveis vagas para os seguintes setores: Distribuição de sangue, processamento, imunohematologia, sorologia e hematologia laboratorial.
Mais informações: http://ioepa.dominiotemporario.com/2012/04/11.caderno.04.pdf.

Worskhop debate reações transfusionais

Nesta quinta-feira (26), às 18h30, Fundação Hemopa promoverá o "II Workshop em Transfusão de Hemocomponentes”, no Hotel Crowne Plaza. Durante o evento, serão ministradas palestras sobre "Metodologia de Preparação de Hemocomponentes", pelo farmacêutico, biomédico e consultor da Fresenius, Ricardo Omoto,; e "Diagnóstico e Conduta nas Reações Transfusionais", proferida pela médica Yoko Nukui, que coordena o ambulatório de Transfusão do Hospital das Clínicas a e do curso de Medicina da USP.

A reação transfusional se caracteriza por toda e qualquer intercorrência que ocorra como conseqüência da transfusão sanguínea, durante ou após a sua administração. As reações imediatas são eventos que podem ocorrer podem apesar de toda a segurança no processo com indicação precisa e administração correta do sangue. Daí, a importância que todos profissionais envolvidos na prescrição e administração de hemocomponentes estejam capacitados a prontamente identificar e utilizar estratégias adequadas para resolução e prevenção de novos episódios de reação transfusional.

Segundo a hematologista Saíde Trindade, a ocorrência destas reações está associada a diferentes causas, entre elas, a responsabilidade da equipe hospitalar como erros de identificação de pacientes, amostras ou produtos, utilização de insumos inadequados (equipos, bolsa, etc.), fatores relacionados ao receptor e/ou doador como existência de anticorpos irregulares não detectados em testes pré-transfusionais de rotina.

As reações transfusionais podem ser classificadas em imediatas (até 24 horas da transfusão) ou tardias (após 24 horas da transfusão), imuno¬lógicas e não-imunológicas, conforme apresentado no quadro abaixo:.


A ocorrência destas reações pode associar-se a um ou mais dos seguintes sinais e sintomas como:febre com ou sem calafrios;dor no local da infusão, torácica ou abdominal; alterações agudas na pressão arterial, tanto hipertensão como hipotensão; alterações respiratórias como: dispnéia, taquipnéia, hipóxia, sibilos; alterações cutâneas como: prurido, urticária, edema localizado ou generalizado;náusea, com ou sem vômitos.

A ocorrência de choque em combinação com febre, tremores, hipotensão e/ou falência cardíaca de alto débito sugere contaminação bacteriana, podendo também acompanhar o quadro de hemólise aguda. A falência circulatória, sem febre e/ou calafrios, pode ser o dado mais importante de anafilaxia. A alteração na coloração da urina pode ser o primeiro sinal de hemólise no paciente anestesiado.

São várias as condutas clínicas para essas situações, entre elas, interrupção imediata da transfusão, além de imediata comunicação ao médico responsável pela transfusão;manter acesso venoso com solução salina a 0,9%; verificar sinais vitais e observar o estado cardiorrespiratório; verificar todos os registros, formulários e identificação do receptor. Verificar à beira do leito, se o hemocomponente foi correta¬mente administrado ao paciente desejado; avaliar se ocorreu a reação e classificá-la, a fim de adequar a conduta específica; manter o equipo e a bolsa intactos e encaminhar este material ao serviço de hemoterapia; avaliar a possibilidade de reação hemolítica, TRALI, anafilaxia, e sepse relacionada à transfusão, situações nas quais são necessárias condutas de urgência.

Parte das Informações obtidas no Guia para o Uso de Hemocomponentes/Série A. Normas e Manuais Técnicos, do MS.

Coleta seletiva de sangue é tema de congresso médico

A Fundação Hemopa terá representatividade no XVI Congresso Médico Amazônico”, que será realizado de 21 a 25/04, em Belém, no Hagar, ao participar de mesa redonda, dia 23, de 14h às 15h30, que abordará os temas sobre “Plasmaférese terapêutica” e “Plaquetaférese transfusional”, tendo como palestrantes as médicas Silvia Teixeira. Iê Regina Bentes e a enfermeira Nelma Chaves. A mesa será coordenada pela presidente do Hemopa, Dra. Luciana Maradei.

O atendimento de Plaquetaférese do hemocentro ficou mais ágil com a aquisição de mais uma máquina. O procedimento coleta sangue total e o separa em componentes. Com isso, a máquina de Aférese retém as plaquetas e devolve simultaneamente ao doador, as hemácias, leucócitos e plasma. Em outras palavras: o doador só retira o componente do sangue que o paciente vai precisar. O procedimento é indicado, principalmente, em pacientes com risco de hemorragias. Além de não oferecer riscos de contaminação de doenças ao doador, a Plaquetaférese oferece a vantagem de um único doador retirar 10 unidades de produto mais concentrado, diminuindo a possibilidade de reação adversa no paciente, uma vez que a coleta convencional de sangue utiliza vários doadores para retirar o quantitativo que a Aférese retira de um único indivíduo.

Atualmente o Hemopa possui 94 doadores cadastrados, entre servidores e voluntários externos. Segundo Nelma Chaves, ano passado doaram realizadas 89 coletas, e até março deste ano foram efetivadas 26 doações desse tipo.. “O processo assegura menor exposição para receptor e manutenção do estoque”, destacou, convidando doadores de coleta convencional para experimentar o procedimento que beneficia diretamente aqueles que precisam de transfusão para sobreviver.

Critérios para doação por plaquetaférese é o mesmo para doação de sangue convencional, acrescido de hemograma para pré contagem de plaquetas.
Serviço: O Hemopa espera por você na Tv. Pe. Eutíquio, 2109. O horário de coleta por aférese é de 8h às 13h, de segunda a sexta-feira.Mais informações:08002808118.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

ANIVERSARIANTES DA SEMANA

ABRIL Sede: Belém Lívia da Fonte (23), Carina Campos (23), Jorge Leão (23), Maria Machado (24), Renata Hermes (25), Cristiane de Castro (26), Vanusca Pinto (26), Eduardo Filho (26), Cristiane Pereira (26), Carmen Cordero (27), Edileni Nascimento (27), Marineide Bastos (27), Kleber Miranda (27), Daniel de Lima (28), Sérgio da Cunha (28), Arthur Godinho (29), Maria de Almeida (29), Hegina Gonçalves (29), Abaetetuba: Giovana Rodrigues (27), Maria Costa (27),   Santarém: Anderson Mendonça (29), Tucuruí:   Redenção:  Castanhal: Claudia de Melo (23), Antonio Lameira(26).
Troca de parabéns, entrega de certificados em agradecimento a parceria, elogios, sorteio de brindes e promessa de melhorar cada vez mais o atendimento aos usuários do serviço. Assim foi o clima de comemoração de um ano do Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário (BSCUP) do Hemopa, em parceria com profissionais da Fundação Hospital Santa Casa de Misercórdia do Pará (FHSCMP), no dia 18/04. A comemoração aconteceu no auditório da FHSCMP, onde o hemocentro coleta bolsas de sangue de cordão umbilical bebês nascidos naquela maternidade. A diretora Técnica do hemocentro, Dra. Socorro Ferreira parabenizou e agradeceu o empenho de cada servidor daquela maternidade envolvido no processo. Pela FHSCMP, a Dra. Lizomar Moia, que responde pela Diretoria de Ensino e Pesquisa, também agradeceu a dedicação de todos em prol da população usuária do serviço. Ao final o Hemopa concedeu certificado de parceria as seguintes gerências.Foto: Equipe de técnicas das duas instituições parceiras.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Coleta seletiva de sangue é tema de congresso médico


A Fundação Hemopa terá representatividade no XVI Congresso Médico Amazônico”, que será realizado de 21 a 25/04, em Belém, no Hagar, ao participar de mesa redonda, na tarde do dia 23,que abordará os temas sobre “Plasmaférese terapêutica” e “Plaquetaférese transfusional”, tendo como palestrantes as médicas Silvia Teixeira. Iê Regina Bentes e a enfermeira Nelma Chaves.

O atendimento de Plaquetaférese do hemocentro ficou mais ágil com a aquisição de mais uma máquina. O procedimento coleta sangue total e o separa em componentes. Com isso, a máquina de Aférese retém as plaquetas e devolve simultaneamente ao doador, as hemácias, leucócitos e plasma. Em outras palavras: o doador só retira o componente do sangue que o paciente vai precisar. O procedimento é indicado, principalmente, em pacientes com risco de hemorragias. Além de não oferecer riscos de contaminação de doenças ao doador, a Plaquetaférese oferece a vantagem de um único doador retirar 10 unidades de produto mais concentrado, diminuindo a possibilidade de reação adversa no paciente, uma vez que a coleta convencional de sangue utiliza vários doadores para retirar o quantitativo que a Aférese retira de um único indivíduo.
Atualmente o Hemopa possui 94 doadores cadastrados, entre servidores e voluntários externos. Segundo Nelma Chaves, ano passado doaram realizadas 89 coletas, e até março deste ano foram efetivadas 26 doações desse tipo.. “O processo assegura menor exposição para receptor e manutenção do estoque”, destacou, convidando doadores de coleta convencional para experimentar o procedimento que beneficia diretamente aqueles que precisam de transfusão para sobreviver.

Critérios para doação por plaquetaférese é o mesmo para doação de sangue convencional, acrescido de hemograma para pré contagem de plaquetas.

Serviço: O Hemopa espera por você na Tv. Pe. Eutíquio, 2109. O horário de coleta por aférese é de 8h às 13h, de segunda a sexta-feira.Mais informações:08002808118.

Foto 1- Doador por aférese é acionado para a coleta. Foto 2- Enfermeira Nelma Chaves em procedimento, mostrando a coleta da plaqueta.

Hemopa funcionará neste feriado

A Fundação Hemopa funcionará normalmente para coleta de sangue neste sábado (21), feriado de Tiradentes, para tentar restaurar estoque de sangue que sofreu uma queda de aproximadamente 30% nas coletas, em função das intensas chuvas que dificultam o comparecimento de voluntários na sede do hemocentro. O serviço deve garantir o atendimento transfusional da rede hospitalar que normalmente se eleva em períodos festivos. A meta de doações deste sábado é de 200 coletas.

A persistência da evasão de candidatos à doação pode interferir negativamente no atendimento da rede hospitalar , sobretudo, os estabelecimentos de saúde conveniados com o Sistema Único de Saúde (SUS), entre eles, grandes emergências, maternidades e UTI´, onde se concentram maior número de pacientes. Da insuficiência de doadores, o hemocentro destaca a necessidade daqueles com sangue tipo A e O Negativos, cuja redução chegou a 50%. Diante da situação, a gerência de Captação de Doadores, Juciara Farias, convoca antigos e novos doadores com esse tipo sanguíneo, como também, o cadastro dos mesmos no Clube de Doadores Raros, para aumentar o número de sócios solidários.

Diversas ações estão sendo executadas para recompor o estoque, entre elas, oficinas para Formação de Agentes Multiplicadores junto a comunidade, por meio do Programa de Agentes Comunitários da Saúde (PACS) e Programa Saúde Família (PSF), que colaboram diretamente na captação de doadores, que culmina em realização de campanha de doação na comunidade ou em encaminhamento de voluntários até a sede da instituição.

Nesta sexta-feira (20), está sendo realizada a 12ª Oficinas com agentes do PSF do Tapanã II. Passaram pela capacitação agentes da Pirajá, Benguí, Canal do galo, Cristo Redentor, Mangueirão, Parque Verde, Una, Carmelândia, Sacramenta.

Para aqueles que passarão o feriado em Belém, Juciara Farias faz o apelo para que doem sangue. “Não deixe o feriado passar em branco. Faça uma boa ação e nos ajude a dar esperança de vida para milhares de pacientes internados na rede hospitalar do Estado. Esse compromisso é de todos nós”, ressaltou.

Responsável pela coordenação estadual da Política do sangue, o Hemopa tem a responsabilidade de atender 218 hospitais, através de 48 unidades espalhadas pelo território paraense. Em situação normal, a sede do hemocentro coleta diariamente cerca de 250 doações para atender aproximadamente 300 transfusões, quando o ideal seria ter equilíbrio entre oferta e demanda.

Quem pode doar sangue: candidatos com boa saúde; idade entre 16 anos completos e 67 anos. Peso acima de 50 kg . Necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. Com a doação são realizados exames para diversas doenças, entre elas: Aids, Sífilis, Doença de Chagas, Hepatites, HTLV I e II, além de tipagem sangüínea. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses. O doador deve estar bem alimentado.

Quem pode fazer cadastro de doação de medula óssea: Homem ou mulher saudáveis e com faixa etária de 18 a 55 anos. Necessário portar documento de identidade original e com foto

Serviço: O Hemopa espera por você na Tv. Pe. Eutíquio, 2109. Funcionamento para coleta: de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 18h, e aos sábados de 7h30 às 17h. Maiores informações pelo fone: 08002808118.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Curso técnico gratuito em hemoterapia

Servidores públicos que atuam na área hemoterápica têm até o próximo dia dois de maio para efetivar inscrição no curso em “Hemoterapia”, que será realizado pela Escola Técnica do Sistema Único de Saúde (SUS) do Pará. Serão ofertadas 25 vagas, com aula inaugural prevista para o dia 04/05. A inscrição é grátis e deve ser feita na secretaria da Escola do Etsus, na rua Cônego Jerônimo Pimentel, 207.

Para a Fundação Hemopa, estão disponíveis vagas para os seguintes setores: Distribuição de sangue, processamento, imunohematologia, sorologia e hematologia laboratorial. Os interessados podem obter edital na íntegra:http://ioepa.dominiotemporario.com/2012/04/11.caderno.04.pdf.

Chuvas interferem no comparecimento de doadores




O atendimento transfusional da rede hospitalar do estado pode ficar comprometida com a acentuada queda de 30% no comparecimento de doadores voluntários de sangue, especialmente os tipos Negativos, cuja queda chegou a 50%, especialmente, dos tipos A Negativo e O Negativo. O período chuvoso é um dos fatores que dificultam acesso dos voluntários ao hemocentro, além da proximidade do feriado de “Tiradentes”, dia 21, quando o hemocentro não fucionará para coleta de sangue.

Para reverter o quadro e garantir a restauração do estoque o Hemopa convoca doadores de sangue e intensifica ações estratégicas, entre elas, realização de oficinas para Formação de Agentes Multiplicadores junto do Programa de Agentes Comunitários da Saúde (PACS) e Programa Saúde Família (PSF), que colaboram diretamente na captação de doadores.

Segundo a gerente de Captação de Doadores, a assistente social Juciara Farias, somente este ano, fora, realizadas 11 oficinas com 203 participantes que se desdobraram em duas campanhas externas. Nesta sexta-feira (20), será realizada a 12ª Oficinas com agentes do PSF do Tapanã II. Passaram pela capacitação agentes da Pirajá, Benguí, Canal do galo, Cristo Redentor, Mangueirão, Parque Verde, Una, Carmelândia, Sacramenta.

Sobre a insuficiência no estoque de sangue, a assistente social convoca todas as pessoas potencialmente doadoras. “Com a extensão da faixa etária para doação de sangue, o Pará dispõe de quase 800 mil doadores em potencial, segundo IBGE 2010”, informou, revelando que das coletas efetivadas no Estado, 50% são de jovens, 27% de mulheres e 72% são espontâneas. “Não vamos deixar que a chuva impeça esse gesto solidário. Façam um esforço a mais para salvar vidas”, sugeriu.

Responsável pela coordenação estadual da Política do sangue, o Hemopa tem a responsabilidade de atender 218 hospitais, através de 48 unidades espalhadas pelo território paraense. Em situação normal, a sede do hemocentro coleta diariamente cerca de 250 doações para atender aproximadamente 300 transfusões, quando o ideal seria ter equilíbrio entre oferta e demanda.

Quem pode doar sangue: candidatos com boa saúde; idade entre 16 anos completos e 67 anos. Peso acima de 50 kg . Necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. Com a doação são realizados exames para diversas doenças, entre elas: Aids, Sífilis, Doença de Chagas, Hepatites, HTLV I e II, além de tipagem sangüínea. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses. O doador deve estar bem alimentado.

Quem pode fazer cadastro de doação de medula óssea: Homem ou mulher saudáveis e com faixa etária de 18 a 55 anos. Necessário portar documento de identidade original e com foto

Serviço: O Hemopa espera por você na Tv. Pe. Eutíquio, 2109. Funcionamento para coleta: de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 18h, e aos sábados de 7h30 às 17h. Maiores informações pelo fone: 08002808118.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Pará comemora Dia da Hemofilia



Uma intensa programação educacional e recreativa foi desenvolvida na manhã de hoje (17), na Fundação Hemopa, em comemoração ao Dia Mundial da Hemofilia, que foi marcada por palestras, apresentação do grupo de teatro de “bonecos do Laboratório Beneficente de Belém”, e sorteio de brindes aos mais de 80 participantes entre pacientes e familiares, com a finalidade de divulgar informações sobre a doença, tratamento e maior qualidade de vida.
Comemorado em mais de 100 países, a data foi instituída em homenagem a Frank Schnabel, fundador da Federação Mundial de Hemofilia, que nasceu nesse dia. No Brasil, aproximadamente 12 mil pessoas são portadoras de hemofilia, para quem o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece avanços no diagnóstico e tratamento da doença, como por exemplo, a profilaxia primária e imunotelerância. No Pará, os 620 pacientes com a doença recebem atendimento especializado com equipe multidisciplinar composta por médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, odontólogos, fisiatras, fisioterapeutas e pedagogos.
Segundo a presidente da Federação Brasileira de Hemofilia (FBH), Tania Maria Onzi Pietrobelli, a entidade tem atuado em capacitações de profissionais de todos os Centros de Tratamento DCE Hemofilia (CTH) do Brasil, promovendo simpósios para as diversas especialidades, bem como na estruturação dos comitês técnicos das várias especialidades, para que estejam alinhados com os objetivos da FBH, das associações e que proporcionem o melhor tratamento.
Dado a importância da informação no incentivo à busca do tratamento ideal e de direito, a FBH distribui materiais educativos para associações, pessoas com hemofilia, familiares e profissionais da saúde de todo o País. “Outra ferramenta de grande valia e muito utilizado é o Fale Conosco, disponível no site da FBH, que, além de ser um caminho de informação e comunicação, também nos traz o diagnóstico do tratamento no País”, ressaltou, destacando que paralelamente a essas atividades, a FBH tem incentivado a formação de associações nos Estados.
Há cerca de um ano, a FBH lançou o “Hemofilia no Tom da Vida desenvolvido especialmente para os líderes das Associações Estaduais de Hemofilia de todo o Brasil com a finalidade de treinar e capacitar as Associações para um melhor atendimento aos pacientes e tratadores; Assegurar que todos tenham informação adequada; Desenvolver novos líderes para Associações de Pacientes; Identificar as necessidades dos pacientes hemofílicos; Cadastrar pacientes; Conscientizar o paciente e o familiar da importância da aderência ao tratamento; Estreitar os laços entre associação, CTH e FBH; Fortalecer a comunidade hemofílica frente às três esferas do Governo (Municipal, Estadual e Federal).
Por fim, Tânia Petrobel deseja que esta data seja mais uma oportunidade de promover educação e informação em relação a hemofilia e demais transtornos da coagulação, de maneira que se fortaleça o trabalho em conjunto entre órgãos governamentais para a promoção de tratamento para todos, com qualidade e equidade.
No Pará, a data foi comemorada com ciclo de palestras e ações recreativas de 8h às 12h, no auditório do hemocentro que ficou lotado de pacientes e familiares.. Às 8h30, houve credenciamento e distribuição de pastas e materiais educativos. De 9h às 10h30, ciclo de palestras que abordou os seguintes temas: Fisioterapia, pela Dra. Nelma Salim; Odontologia, pelo dr. Eduardo Pádua; clínica, pela médica Iêda Pinto.
Serviço: O Hemopa espera por você na Tv. Pe. Eutíquio, 2109. O hemocentro disponibiliza atendimento médico hematológico de segunda a sexta-feira, de 7h às 17h. Mais informações: 32429100/08002808118.

Hemopa comemora um ano do BSCUP

Nesta quarta-feira (18), a Fundação Hemopa vai comemorar o primeiro ano de funcionamento de seu Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário (BSCUP), que único na região Norte. A comemoração se dará de 9h às 11h, no auditório da Fundação Hospital de Santa Casa de Misericórdia do Pará (FHSCMP), onde o hemocentro coleta bolsas de sangue de cordão umbilical bebês nascidos naquela maternidade. Os dados dos materiais já fazem parte da lista nacional da Rede Brasilcord, que foi criada pelo Ministério da (MS) para ampliar esse serviço no país e aumentar as chances de quem precisa encontra doador compatível.
Segundo a responsável técnica pelo BSCUP, dra. Ana Luísa Langanke Meireles, a comemoração se dará no auditório da Santa Casa de Misercórdia do Pará, de 9h às 11h, congregando os técnicos das duas instituições parceiras. “Agradecemos e parabenizamos todos os servidores envolvidos no sucesso do procedimento da coleta, que atendeu ao período de validação e hoje o congelamento das unidades coletadas”, ressaltou a médica, destacando o empenho e a parceria da equipe da FHSCMP.
O hemocentro serviço possui equipamento (bioarquivo) com capacidade de armazenamento para 3.600 amostras de sangue de cordão umbilical. “Atualmente estamos com 22 bolsas armazenadas para atendimento. A primeira unidade coletada foi do cordão umbilical de um bebê cuja mãe é de São Domingos do Capim”, revelou a médica, apostando na maior adesão ao programa a partir deste ano.
Atualmente há 11 BSCUP espalhados pelo país, além do Hemopa, outros estão implantados em Fortaleza (CE), Recife (PE), Brasília (DR), Lagoa Santa (MG), Centro (RJ), Ribeirão Preto (SP), Campinas (SP), Curitiba (PR), Florianópolis (SC) e Porto Alegre (RS). De acordo com a programação, no dia primeiro de junho será inaugurado o BSCUP de Brasília e o dia 08 o de Fortaleza.

A Rede Nacional BrasilCord tem o objetivo de coletar sangue umbilical com a maior diversidade possível, para aumentar cada vez mais as chances de encontrar doadores para pacientes que precisam de transplantes de medula óssea. Além de aumentar de 35% para 90% as chances de encontrar doador compatível
De acordo com uma pesquisa realizada pelo Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME), a chance de um brasileiro localizar doador em território nacional é 30 vezes maior em relação à possibilidade de encontrá-lo no exterior, por conta das características genéticas. Além disso, o doador ideal (irmão compatível) só está disponível em cerca de 30% das famílias brasileiras – para 70% dos pacientes é necessário identificar um doador alternativo a partir dos registros de doadores e bancos públicos de sangue de cordão umbilical. Com a ampliação da Rede, as chances de transplante para pacientes que não possuem um doador aparentado aumentam consideravelmente, bem como o número de transplantes a serem realizados, salvando ainda mais vidas.
O MS informa também que em cinco anos toda a diversidade étnica brasileira deverá ser coberta com 20 mil amostras. Desse total, 70% serão coletadas nas regiões Sudeste e Sul. O Norte, Nordeste e Centro-Oeste contribuirão com os 30% restantes.
A demanda por transplantes de medula óssea no país é de três mil pacientes por ano. Desses, 1.100 transplantes são realizados anualmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). No Pará, são cerca de 150 pessoas que esperam na fila.
Quem pode participar do programa: gestantes com idade acima de 18 anos e que tenha, no mínimo, duas consultas pré-natais documentadas; idade gestacional igual ou superior a 35 semanas; bolsa rota (rompida) há menos de 18 horas; trabalho de parto sem anormalidades; e ausência de processo infeccioso e ou doença durante a gestação que possa interferir na vitalidade placentária.
Foto 1- Mãe do primeiro bebê doador sangue de cordão umbilical. Fotos 2 e 3- Técnicas comemoram coleta e entrega do material na sede do Hemopa.

Hemopa comemora Dia Mundial da Hemofilia


Foram os hematomas pelo corpo que levaram a dona de casa Jane Cibele dos Anjos a desconfiar que a filha, de apenas 8 meses, tivesse algum problema de saúde. Os exames confirmaram a suspeita. Jéssica dos Anjos, hoje com 19 anos, é portadora de hemofilia, doença que atinge dez mil brasileiros e mais de 600 pacientes somente no Pará.
A descoberta da doença ainda na infância possibilitou o tratamento e a administração da medicação lhe rendeu uma vida normal. A maior vitória, segundo ela, foi a maternidade, um sonho que até então parecia impossível. “Os médicos diziam que se eu viesse a menstruar, poderia morrer. Tive uma filha de parto cesárea, que hoje tem 1 ano, e aqui estou, viva e feliz”, comemora.
No Pará, dos 32.199 pacientes hematológicos cadastrados na Fundação Hemopa, 620 são pessoas com hemofilia que recebem tratamento especializado por uma equipe multidisciplinar. Nesta terça-feira (17), uma programação especial vai comemorar o Dia Internacional da Hemofilia, instituído com a finalidade de divulgar informações sobre a doença, tratamento e forma de vida saudável que todo portador pode ter se seguir todas as orientações médicas. O Brasil ocupa a terceira posição no ranking mundial da patologia.
A programação do Hemopa inclui ciclo de palestras e ações recreativas de 8 horas ao meio-dia, voltada para pacientes e familiares. Às 8h30, haverá credenciamento e distribuição de pastas e materiais educativos. Em seguida, acontece a programação recreativa, de 10h30 às 11h30, com grupo de teatro de bonecos do laboratório Beneficente de Belém, e sorteio de brindes, além de lanche especial aos participantes.
Doença – A hemofilia é um distúrbio hereditário que se origina de um defeito da coagulação sanguínea, provocando sangramento. O corpo depois de uma lesão depende da coagulação do sangue para parar o sangramento. A coagulação normal previne as equimoses (manchas roxas) e o sangramento dentro dos músculos e articulações, que poderiam ser o resultado de pequenas lesões em consequência das atividades da vida diária.
Isso depende de elementos do sangue que são chamados fatores de coagulação. Se um desses fatores não estiver presente em quantidade suficiente, pode acontecer um sangramento excessivo. Uma pessoa com hemofilia tem menor quantidade ou ausência de alguns fatores da coagulação.
A doença tem dois tipos mais comuns: o A, conhecido como clássico, devido à deficiência Fator VIII (FVIII), e a Hemofilia B, conhecida como Fator Christmas, que ocorre em função de uma deficiência do Fator IX (FIX). A doença afeta quase exclusivamente os homens e atinge todas as populações. É transmitida por mulheres que normalmente não têm problemas de sangramento.
Por ser uma doença hereditária relacionada ao cromossomo X, a hemofilia é transmitida por um homem hemofílico ou por uma mulher portadora do gene com essa informação, aos seus descendentes. A ocorrência no Brasil é de um caso em cada dez mil habitantes.
Os primeiros sintomas hemorrágicos da hemofilia podem ser percebidos desde a infância. Um pequeno traumatismo pode desencadear dor intensa, hematomas, episódios hemorrágicos nos músculos e articulações. Segundo a hematologista e pediatra do Hemopa Saide Maria Sarmento, até mesmo no teste do pezinho é possível identificar a doença.
“No teste do pezinho, muitas vezes o sangramento não para. Isso é um sinal. Os pais também podem observar nos primeiros meses de vida, quando a criança começa a tentar a andar e a cair, e daí se formam hematomas, aumento das articulações. É hora de procurar um especialista”, orienta. O tratamento para hemofilia é oferecido gratuitamente pelo Ministério da Saúde e envolve transfusões de plasma para a reposição do fator da coagulação deficiente.

Foto 1- Paciente Jéssica dos Anjos.Foto 2- Dra. Saide Trindade.
Texto:Danielle Ferreira - Secom
Fone: (91) 3202-0912 / (91) 9117-7020/ 8272-3665
Email: danielleferreira@agenciapara.com.br

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Caminhada ecológica encerra semana da saúde




A Fundação Hemopa encerrou a “ IX Semana da Saúde” com caminhada ecológica no Parque do UtInga, na manhã do sábado passado (14). O evento foi promovido desde o dia 09 deste mês. A ação envolveu funcionários da hemorrede com o objetivo de estimular a importância de bons hábitos de saúde para prevenção de doenças e manutenção do bem estar física e mental. A realização da atividade foi coordenada pela Assessoria de Gestão de Pessoas (agesp) e do Serviço de Assistência à Saúde do Servidor (SASS),
A vasta programação, no dia 11, o evento contou com palestra no auditório do hemocentro sobre “Qual o impacto do estilo de vida na promoção da saúde”, que foi ministrada pela dra. Maria Aparecida Botelho, que é médica do Trabalho do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística- IBGE. Dia 10, houve palestra sobre “Saúde da Mulher”, pela dra. Patrícia Arruda, médica do Trabalho do hemocentro e ginecologista obstetra da Fundação Hospital de Santa Casa de Misericórdia do Pará (FHSCMP).
Dia 11, às 12h, palestra sobre “Saúde Bucal”, proferida pelo odontólogo do Hemopa, Eduardo Pádua. Dia 12, às 13h, os funcionários poderão participaram de oficina sobre saladas, preparada pela profª Cilea Ozela, da Clínica de Nutrição do Centro de Estudos Superiores do Pará (Cesupa).
Dia 13, às 12h, houve lançamento do projeto da “Terapia do Riso”, com a psicóloga Suzana Repolho, lotada no SASS. O evento foi encerrado no dia 14, com “Caminhada Ecológica”, às 7h30, no Parque do Utinga, com participação maciça de servidores e familiares. A titular da Agesp, a assistente social Gisele Nobre da Cunha de Miranda agradece a adesão de todos os funcionários.



Hemopa comemora Dia Mundial da Hemofilia


Nesta terça-feira, 17, a Fundação Hemopa estará unindo-se ao resto do mundo em comemoração ao Dia Internacional da Hemofilia, que foi instituído com a finalidade de divulgar informações sobre a doença, tratamento e forma de vida saudável que todo portador pode ter se seguir todas as orientações médicas. O Brasil ocupa a terceira posição mundial em relação ao número de pacientes com hemofilia. Estima-se que mais de 10 mil brasileiros convivam com a doença. No Pará, dos 32.199 pacientes hematológicos cadastrados, 620 são pessoas com hemofilia que recebem tratamento especializado por uma equipe multidisciplinar.
Para comemorar a data, o Hemopa elaborou programação com ciclo de palestras e ações recreativas de 8h às 12h, voltada para pacientes e familiares. Às 8h30, haverá credenciamento e distribuição de pastas e materiais educativos. De 9h às 10h30, ciclo de palestras que abordará os seguintes temas: Fisioterapia, pela Dra. Nelma Salim; Odontologia, pelo dr. Eduardo Pádua; clínica, pela médica Iêda Pinto.
Em seguida, haverá programação recreativa, de 10h30 às 11h30, com grupo de teatro de “bonecos do laboratório Beneficente de Belém”, e sorteio de brindes, além de lanche especial aos participantes.
Segundo a gerente do Serviço Social de pacientes (Geses), Cristina Socorro Mendes dos Santos, o tratamento especializado garante maior qualidade de vida ao portador da doença. “O Hemopa oferece atendimento que envolve, inclusive, aconselhamento para familiares”, comentou, ressaltando que atualmente o hemocentro atende 620 pacientes com hemofilia, sendo que 355 do tipo de Hemofilia A, 77 do tipo B e 188 de outros tipos.
Um dos casos mais raros no Brasil, a paciente com hemofilia Jéssica dos Anjos, 20 anos, tem muito a comemorar nesta data. A doença se manifestou porque o pai, já falecido, era hemofílico, mas só depois do nascimento da filha, descobriu que a mãe, Jane Cibele dos Anjos, também era portadora. A combinação do material genético dos pais fez com que a criança manifestasse desde cedo os sintomas. Confirmada a doença, Jéssica dos Anjos, recebe atendimento no Hemopa há 19 anos. Hoje, ela está casada e é mãe de uma menina saudável de um ano de três meses.
O que é Hemofilia
A Hemofilia é um distúrbio hereditário que se origina de um defeito da coagulação sangüínea, provocando sangramento. O corpo depois de uma lesão depende da coagulação do sangue para parar o sangramento. A coagulação normal previne as equimoses (manchas roxas) e o sangramento dentro dos músculos e articulações, que poderiam ser o resultado de pequenas lesões em consequência das atividades da vida diária. Isso depende de elementos do sangue que são chamados fatores de coagulação. Se um desses fatores não estiver presente em quantidade suficiente, pode acontecer um sangramento excessivo. Uma pessoa com hemofilia possui menor quantidade ou ausência de alguns fatores da coagulação.
A doença tem dois tipos mais comuns: o tipo A é a mais comum, conhecida como Clássica devido a deficiência Fator VIII (FVIII). A Hemofilia B, conhecida como Fator Christmas, ocorre em função de uma deficiência do Fator IX (FIX).
A doença afeta quase exclusivamente os homens e atinge todas as populações. É transmitido por mulheres que normalmente não possuem problemas de sangramento. Das desordens genéticas, a Hemofilia tem a maior taxa de mutações com aproximadamente 1/3 de novos casos em famílias sem registro anterior. A ocorrência é de um caso em cada 10 mil habitantes.
Os primeiros sintomas hemorrágicos da Hemofilia podem ser percebidos desde a infância, por exemplo, um pequeno traumatismo pode desencadear dor intensa, hematomas, episódios hemorrágicos nos músculos e articulações. Por ser uma doença hereditária relacionada ao cromossomo X, a Hemofilia é transmitida por um homem hemofílico ou por uma mulher portadora do gene com essa informação, aos seus descendentes.
Seguindo os quadros abaixo, baseados em históricos familiares da hemofilia, você irá ver as várias possibilidades de uma criança vir a nascer com hemofilia.

Mãe Normal + Pai com Hemofilia
Todas as filhas serão portadoras do gene e todos os filhos serão normais.
























Mãe Portadora + Pai Normal
Cada gravidez tem a chance de 25% em resultar em uma filha normal e 25% em uma filha portadora do gene, 25% em resultar em um filho Normal e 25% em um filho com Hemofilia























Mãe Portadora + Pai Hemofílico
Cada gravidez tem a chance de 25% em resultar em uma filha normal e 25% em uma filha com Hemofilia, 25% em resultar em um filho Normal e 25% em um filho com Hemofilia






















Mãe Hemofílica + Pai Hemofílico
Todos nascerão com Hemofilia (casos raros)
























Mãe Hemofílica + Pai Normal


























Todas as filhas serão portadoras do gene e todos os filhos serão Hemofílicos
Embora incurável, a Hemofilia é controlável desde que se administre a transfusão do Fator de coagulação do sangue faltante e seja acompanhada por equipe multidisciplinar especificamente treinada. O hemofílico bem atendido pode e deve ter uma vida normal.Pela especificidade das características da Hemofilia como patologia e com o firme propósito de buscar melhores condições de tratamento aos hemofílicos, estes se organizaram no mundo fundando a Federação Mundial de Hemofilia, onde os hemofílicos brasileiros são representados pela Federação Brasileira de Hemofilia: http://www.hemofiliabrasil.org.br/.
Serviço: O Hemopa espar por você na Tv. Pe. Eutíquio, 2109. O hemocentro disponibiliza atendimento médico hematológico de segunda a sexta-feira, de 7h às 17h. Mais informações: 32429100/08002808118.

Hemopa comemora 1º ano do BSCUP


Nesta quarta-feira (18), a Fundação Hemopa vai comemorar o primeiro ano de funcionamento de seu Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário (BSCUP), que único na região Norte. A comemoração se dará de 9h às 11h, no auditório da Fundação Hospital de Santa Casa de Misericórdia do Pará (FHSCMP), onde o hemocentro coleta bolsas de sangue de cordão umbilical bebês nascidos naquela maternidade. Os dados dos materiais já fazem parte da lista nacional da Rede Brasilcord, que foi criada pelo Ministério da (MS) para ampliar esse serviço no país e aumentar as chances de quem precisa encontra doador compatível.
Segundo a responsável técnica pelo BSCUP, dra. Ana Luísa Langanke Meireles, a comemoração se dará no auditório da Santa Casa de Misercórdia do Pará, de 9h às 11h, congregando os técnicos das duas instituições parceiras. “Agradecemos e parabenizamos todos os servidores envolvidos no sucesso do procedimento da coleta, que atendeu ao período de validação e hoje o congelamento das unidades coletadas”, ressaltou a médica, destacando o empenho e a parceria da equipe da FHSCMP.
O hemocentro serviço possui equipamento (bioarquivo) com capacidade de armazenamento para 3.600 amostras de sangue de cordão umbilical. “Atualmente estamos com 22 bolsas armazenadas para atendimento. A primeira unidade coletada foi do cordão umbilical de um bebê cuja mãe é de São Domingos do Capim”, revelou a médica, apostando na maior adesão ao programa a partir deste ano.
Atualmente há 11 BSCUP espalhados pelo país, além do Hemopa, outros estão implantados em Fortaleza (CE), Recife (PE), Brasília (DR), Lagoa Santa (MG), Centro (RJ), Ribeirão Preto (SP), Campinas (SP), Curitiba (PR), Florianópolis (SC) e Porto Alegre (RS). De acordo com a programação, no dia primeiro de junho será inaugurado o BSCUP de Brasília e o dia 08 o de Fortaleza.
A Rede Nacional BrasilCord tem o objetivo de coletar sangue umbilical com a maior diversidade possível, para aumentar cada vez mais as chances de encontrar doadores para pacientes que precisam de transplantes de medula óssea. Além de aumentar de 35% para 90% as chances de encontrar doador compatível
De acordo com uma pesquisa realizada pelo Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME), a chance de um brasileiro localizar doador em território nacional é 30 vezes maior em relação à possibilidade de encontrá-lo no exterior, por conta das características genéticas. Além disso, o doador ideal (irmão compatível) só está disponível em cerca de 30% das famílias brasileiras – para 70% dos pacientes é necessário identificar um doador alternativo a partir dos registros de doadores e bancos públicos de sangue de cordão umbilical. Com a ampliação da Rede, as chances de transplante para pacientes que não possuem um doador aparentado aumentam consideravelmente, bem como o número de transplantes a serem realizados, salvando ainda mais vidas.
O MS informa também que em cinco anos toda a diversidade étnica brasileira deverá ser coberta com 20 mil amostras. Desse total, 70% serão coletadas nas regiões Sudeste e Sul. O Norte, Nordeste e Centro-Oeste contribuirão com os 30% restantes.
A demanda por transplantes de medula óssea no país é de três mil pacientes por ano. Desses, 1.100 transplantes são realizados anualmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). No Pará, são cerca de 150 pessoas que esperam na fila.
Quem pode participar do programa: gestantes com idade acima de 18 anos e que tenha, no mínimo, duas consultas pré-natais documentadas; idade gestacional igual ou superior a 35 semanas; bolsa rota (rompida) há menos de 18 horas; trabalho de parto sem anormalidades; e ausência de processo infeccioso e ou doença durante a gestação que possa interferir na vitalidade placentária.

Foto 1- Mãe com o bebê que fez a primeirta doação de sangue de cordão umbilical. Foto 2- Técnicos do Hemopa chagando ao BSCUP com sangue de cordão umbilical.

terça-feira, 10 de abril de 2012

MS inclui exame para anemia falciforme na lista de procedimentos pré-natais

Saúde
Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O Ministério da Saúde (MS) anunciou a inclusão do exame de eletroforese de hemoglobina na lista de procedimentos pré-natais realizados no Sistema Único de Saúde (SUS). O exame serve para detectar a anemia falciforme, doença mais prevalente em mulheres negras. “Esses são um dos casos importantes que aumentam o risco de mortalidade materna entre mulheres negras. E as gestantes só descobrem durante o pré-natal ou já no momento do parto e não tomam alguns cuidados”, explicou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
A incorporação do exame, de acordo com a pasta, deve gerar um impacto de R$ 12 milhões ao ano em investimentos do programa Rede Cegonha. Outra medida anunciada pelo ministério trata da definição de gestante de alto risco. Segundo Padilha, até então, os profissionais de saúde consideravam apenas condições clínicas apresentadas pelas mulheres durante a gravidez.
“Estamos incorporando o conceito de risco social, exatamente por causa de experiências que construímos em outros municípios”, disse, ao ressaltar, por exemplo, que mulheres negras, adolescentes grávidas, mulheres dependentes químicas e extremamente pobres devem ser consideradas com um alto risco de mortalidade materna.
Edição: Juliana Andrade

Parabéns, servidores Castanhal


No dia 30 de março, O Hemocentro Regional de Castanhal, promoveu homenagem aos servidores aniversariantes do 1º trimestre de 2012.A programação se deu com lanche especial, cartão – mensagem da presidente da Fundação Hemopa, dra. Luciana Maradei, e entrega de brindes pela coordenação do CHR-CAS.

População de Capitão Poço atende apelo de campanha

O Hemocentro Regional de Castanhal, que está sob a responsabilidade técnica da médica Sandra Lobato, realizou campanha externa no dia 31 de março, na cidade de Capitão Poço, registrando excelente resultado com 190 comparecimentos e 161 doações de sangue.
A ação estratégica aconteceu no auditório municipal com apoio da secretaria Municipal de Saúde e da Associação Beneficente Cultural e Musical BANGOC.
Das coletas efetivadas, 43% foram de doadores jovens. 60% do segmento feminino e 88% de voluntários de fizeram a doação pela primeira vez. “Realizei meu sonho de salvar vidas através da doação de sangue, mesmo precisando fazer o trajeto de 52 km de bicicleta, não poderia deixar de comparecer”, afirmou o doador Humbertino Gonçalves Cruz, morador da Vila Juquir, que se emocionou com a adesão de populares à campanha.
Sandra Lobato agradeceu a todos que compareceram a mobilização. “O resultado superou todas as expectativas”, ressaltou, estendendo seus agradecimentos aos agentes Comunitários de Saúde, que após participarem de formação de multiplicadores, desenvolveram um excelente trabalho de conscientização.
Quem pode doar sangue: candidatos com boa saúde; idade entre 16 anos completos e 67 anos. Peso acima de 50 kg . Necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. Com a doação são realizados exames para diversas doenças, entre elas: Aids, Sífilis, Doença de Chagas, Hepatites, HTLV I e II, além de tipagem sangüínea. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses. O doador deve estar bem alimentado.
Quem pode fazer cadastro de doação de medula óssea: Homem ou mulher saudáveis e com faixa etária de 18 a 55 anos. Necessário portar documento de identidade original e com foto
O Hemopa Castanhal espera por você para coleta de sangue de 7h às 13h, de segunda a sexta-feira, na Travessa Floriano Peixoto, Alameda Rita de Cássia, Conj. Maria Alice, casa B-2 e B-3. Fone: (91) 3721.2986 / 3721.4008

Hemopa comemora semana da saúde

A Fundação Hemopa deu início nesta segunda-feira (09), na “IX Semana da Saúde”, que se estenderá até o dia 14/04, com diversas atividades para os funcionários da hemorrede, com o objetivo de estimular a importância de bons hábitos de saúde para prevenção de doenças e manutenção do bem estar física e mental. O evento está sendo promovido por meio da Assessoria de Gestão de Pessoas (Agespe) e do Serviço de Assistência à Saúde do Servidor (SASS),
A programação começou às 11h, com palestra no auditório do hemocentro sobre “Qual o impacto do estilo de vida na promoção da saúde”, que foi ministrada pela dra. Maria Aparecida Botelho, que é médica do Trabalho do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística- IBGE. Dia 10, haverá na sala de estar, palestra sobre “Saúde da Mulher”, pela Dra. Patrícia Arruda, médica do Trabalho do hemocentro e ginecologista obstetra da Fundação Hospital de Santa Casa de Misericórdia do Pará (FHSCMP).

Por volta das 12h, a titular do Núcleo da Qaulidade, a socióloga Ligia Garcia, conduziu homenagem aos servidores que em 2011, participaram do programa de "Auditoria Interna da Qaulidade".

Dia 11, às 12h, na sala de estar, palestra sobre “Saúde Bucal”, que será proferida pelo odontólogo do Hemopa, Eduardo Pádua. Dia 12, às 13h, também na sala de estar, os funcionários poderão participar de oficina sobre saladas, que será realizada pela profª Cilea Ozela, da Clínica de Nutrição do Centro de Estudos Superiores do Pará (Cesupa).

Dia 13, às 12h, no auditório, haverá lançamento do projeto da “Terapia do Riso”, com a psicóloga Suzana Repolho, lotada no SASS. O evento será encerrado no dia 14, com promoção de “Caminhada Ecológica”, às 7h30, no Parque do Utinga, para servidores e familiares. Os interessados em participar dessa atividade devem fazer suas inscrições no SASS: R- 237, de segunda sexta-feira, de 8h às 13h.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Hemopa funcionará parcialmente na Semana Santa.


A Fundação Hemopa convoca doadores voluntários para que façam sua coleta de sangue antes de se deslocarem da capital do Estado para outros destinos, a fim de comemorar a Semana Santa. Na quinta-feira, 05, o serviço de coleta de sangue será de 7h30 às 13h. Na sexta-feira, não haverá coleta. No sábado, as doações serão feitas de 7h30 às 15h. No entanto, o atendimento transfusional funcionará normalmente ou seja, 24h.
Normalmente em feriado prolongados, a hemorrede brasileira se ressente com a insuficiência do número de doações de sangue. No Pará, a redução varia entre 15 e 30%. Porém, a necessidade de solicitações de transfusão na rede hospitalar costuma se elevar na mesma proporção. Por isso, a gerente interina de Captação de Doadores, Lilian Buth, sugere aos que vão passar a Páscoa no interior paraense, que faça sua doação onde houver unidade do Hemopa, ex: Marabá, Castanhal, Santarém, Altamira, Abaetetuba, Tucuruí, Redenção e Capanema.
Ela também enfatizou outra importante informação quanto ao atendimento médico para pacientes hematológicos: “O atendimento só se dará até esta quarta-feira (04). Retomaremos a normalidade a partir da segunda-feira (09)”.
Quem pode doar sangue: candidatos com boa saúde; idade entre 16 anos completos e 67 anos. Peso acima de 50 kg . Necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. Com a doação são realizados exames para diversas doenças, entre elas: Aids, Sífilis, Doença de Chagas, Hepatites, HTLV I e II, além de tipagem sangüínea. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses. O doador deve estar bem alimentado.
Quem pode fazer cadastro de doação de medula óssea: Homem ou mulher saudáveis e com faixa etária de 18 a 55 anos. Necessário portar documento de identidade original e com foto
Serviço: O Hemopa espera por você na Tv. Pe. Eutíquio, 2109. Maiores informações: 08002808118

Páscoa- As origens do termo

A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem.
Entre as civilizações antigas
Historiadores encontraram informações que levam a concluir que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de anos atrás. Principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês de março. Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época das flores. Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera era de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de alimentos.
A Páscoa Judaica
Entre os judeus, esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durantes vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moises, fugiram do Egito.
Nesta data, os judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão.
A Páscoa entre os cristãos
Entre os primeiros cristãos, esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo). O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior al equinócio da Primavera (21 de março).
Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém.
A História do coelhinho da Páscoa e os ovos
A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.
Fonte: www.suapesquisa.com

Pacientes hematológicos festejam a Páscoa



Na manhã desta terça-feira, a Fundação Hemopa está recebendo crianças pacientes portadoras de doenças hematológicas atendidas pelo hemocentro para comemorar a Páscoa. Promovido pela Gerência de Serviço Social (Geses), a festinha se dará até às 12h, na sala de estar. A atividade tem o objetivo de dinamizar ações socioculturais e recreativas atendendo ações do projeto de “Humanização no Atendimento” de usuários, para maior integração entre a instituição e os pacientes/familiares atendidos.
Técnicas da Geses e do grupo de recreação do Sesc/Pa promoverão atividades lúdicas, entre outras. A empresa “Transcurumim” fez a doação de ovos de chocolates que serão distribuídos entre os participantes; além de lanche especial.
No dia 17, quando se comemora o Dia Internacional da Hemofilia, a Fundação Hemopa promoverá ciclo de palestras, no auditório do hemocentro, de 8h às 12h, que vai abordar assuntos de interesse dos pacientes, entre eles: sobre fisioterapia, odontologia e clínica, além de atividades recreativas, sorteio de brindes e distribuição de lanche.