quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Hemopa capacita cerca de 140 profissionais da saúde


Dra. Luciana Maradei da as boas vinda aos
participantes da Capacitação
A Fundação Hemopa realizou “Capacitação em Doença Falciforme e outras Hemoglobinopatias”, na última quarta-feira (27), de 8h ás 18h, no auditório do hemocentro. A ação teve o objetivo de Atualizar os conhecimentos de profissionais da área de saúde para o diagnóstico precoce e da terapêutica adequada dos casos de doença falciforme e outras hemoglobinopatias para a redução do índice da morbimortalidade no Estado do Pará.
Cerca de 140 profissionais das mais variadas áreas da saúde participaram da  Capacitação. O evento foi oficialmente aberto pela presidente do Hemopa, dra. Luciana Maradei, que agradeceu a presença de todos participantes e destacou a importância do hemocentro e do evento para a sociedade. O evento contou com a presença da Farmacêutica e Bioquímica, Ana Stella Goldback, responsável pela Coordenação Geral de Sangue e Hemoderivados (CGSH) do Ministério da Saúde (MS) e do Programa Nacional de Triagem Neonatal, que palestrou sobre: “Diagnóstico Precoce das Hemoglobinopatias”. “Uma capacitação tem que ser capaz de motivar multiplicadores. E isso, o Hemopa está conseguindo fazer muito bem”, disse ela, se referindo aos quase 140 inscritos que estavam presentes na capacitação. Participou também do evento a hematologista dra. Mikito Murao do hemocentro de Minas Gerais, que palestrou sobre: “Atenção Integral da Doença Falciforme, a realidade do Brasil”. “É muito importante que os profissionais da saúde saibam o que é a doença, e como cuidar. É um trabalho continuo de sensibilização”, disse a hematologista.
Da esquerda para direta: dra. Ana Stella Goldback (MS)
e dra. Mikito Murao (Hemominas)
Essa é a segunda fase do projeto que ano passado capacitou 535 profissionais da área de saúde da capital e interior do Estado, que vai impactar diretamente na melhoria do atendimento, tendo em vista que boa parte dos usuários passarão a ter assistência médicas em seus próprios municípios, agilizando o serviço e descongestionando o atendimento na sede do hemocentro.
Segundo a coordenadora de Atendimento Ambulatorial do Hemopa, dra. Saide Trindade, dos 13.330 pacientes cadastrados no hemocentro, 606 são portadores da doença. Eles recebem tratamento com equipe multiprofissional composta por médicos, enfermeiros, fisiatras, fisioterapeutas, assistentes sociais, psicólogos, odontólogos, pedagogos e farmacêuticos, que garante atendimento especializado, proporcionando melhor qualidade de vida aos que dependem dos serviços.

A capacitação conta com recursos do Ministério da Saúde (MS), através do convênio nº 673/2009. Assim como ano passa, a capacitação também será realizada nas unidades da hemorrede localizadas nos municípios de Castanhal, Altamira, Santarém, Redenção, Marabá, Tucuruí e Abaetetuba, até maio deste ano.

Serviço: O Hemopa espera por você na Tv. Pe. Eutíquio, 2109. Funcionamento para coleta: de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 18h, e aos sábados de 7h30 às 17h. Maiores informações pelo fone: 08002808118

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Hemopa promove Capacitação para profissionais da saúde

A Fundação Hemopa estará realizando “Capacitação em Doença Falciforme e outras Hemoglobinopatias”, nesta quarta-feira (27), de 8h ás 18h, no auditório do hemocentro. A ação tem o objetivo de Atualizar os conhecimentos de profissionais da área de saúde para o diagnóstico precoce e da terapêutica adequada dos casos de doença falciforme e outras hemoglobinopatias, cujo público alvo abrange médico, fisioterapeuta, psicólogo, enfermeiro, dentista, farmacêutico e assistente social, reduzindo o índice da morbimortalidade no Estado do Pará. Essa é a segunda fase do projeto que ano passado capacitou 535 profissionais da área de saúde da capital e interior do Estado, que vai impactar diretamente na melhoria do atendimento, tendo em vista que boa parte dos usuários passarão a ter assistência médicas em seus próprios municípios, agilizando o serviço e descongestionando o atendimento na sede do hemocentro.
Segundo a coordenadora de Atendimento Ambulatorial do Hemopa, dra. Saide Trindade, dos 13.330 pacientes cadastrados no hemocentro, 606 são portadores da doença. Eles recebem tratamento com equipe multiprofissional composta por médicos, enfermeiros, fisiatras, fisioterapeutas, assistentes sociais, psicólogos, odontólogos, pedagogos e farmacêuticos, que garante atendimento especializado, proporcionando melhor qualidade de vida aos que dependem dos serviços.

A capacitação que conta com recursos do Ministério da Saúde (MS), através do convênio nº 673/2009. Este ano, a capacitação também será realizada nas unidades da hemorrede localizadas nos municípios de Castanhal, Altamira, Santarém, Redenção, Marabá, Tucuruí, Abaetetuba, até maio deste ano.

PROGRAMAÇÃO:                                                
8h às 8h30 - ABERTURA - Boas Vindas - (Presidente da Fundação HEMOPA). 8h30 às 9h, Atenção Integral da Doença Falciforme, a realidade do Brasil – Dra.Mitiko Murao. 9h às 9h30, Diagnóstico Precoce das Hemoglobinopatias – Dra. Ana Stela Goldbeck. 9h30 às 10h, Fluxo de Atendimento a Pessoa com Traço Falciforme e Doença Falciforme – Dra. Saide Maria Sarmento Trindade.
10h às 10h15 – Intervalo - cooffe break
10h15 às 11h15, Protocolo de atendimento da doença falciforme I – Dra. Socorro Cardoso- HEMOPA: Síndrome Toráxica Aguda; Seqüestro Esplênico; Infecções; Hiperesplenismo; AVC na Doença Falciforme.
11h15 às 12h - Protocolo de Atendimento na Pessoa com Doença Falciforme II – Dra. Ieda Pinto - HEMOPA: Alterações Ósseas; Priapismo; Gestação; Cirurgia.
12h às 14h – Intervalo
14h ás 15h30 - Atendimento Multiprofissional na Doença Falciforme I –
Atendimento de Enfermeiros, Georgeane Maria de Araújo. Saúde Buca l, Elza Alves Verrissimo. Atendimento Fisioterápico, Roberta Bentes de Melo Paz.
15h30 às 15h45 - Intervalo
15h45 às17h15 - Atendimento Multiprofissional II
Atendimento Farmacêutico, Hugo José Régis de Almeida. Atendimento Psicológico, Liene do socorro da Silva Nunes. Atendimento Social, Vera Suely Moraes Ferreira.
17h15 às 18h - Tratamento na Pessoa com Doença Falciforme – Dra. Saide Trindade – HEMOPA: Transfusão Crônica; Hidroxuréia; Quelação de Ferro; Transplante de Medula Óssea.
Anemia falciforme

É uma das doenças hereditárias mais comuns no Brasil. Ela é causada por uma modificação (mutação) no gene (DNA) que, em vez de produzir a hemoglobina A, produz uma hemoglobina chamada S. Se uma pessoa recebe um gene do pai e outro gene da mãe, que produzem a hemoglobina S, ela possui um padrão genético chamado SS, causador da anemia falciforme. Essa mutação genética, que produz a hemoglobina S, proliferou há muitos séculos no continente africano e, por isso, essa doença é muito presente no nosso país, cuja população tem em sua base de constituição os povos africanos.

Nas pessoas com anemia falciforme, as hemácias, em determinadas situações, assumem a forma de “meia lua” ou “foice”, (daí o nome falciforme), que não oxigenam o organismo de maneira satisfatória, porque tem dificuldade de passar pelos vasos sangüíneos, causando má circulação, muitas dores e diversos outros problemas.

As pessoas com anemia falciforme (SS) apresentam sintomas muito diversificados. Enquanto algumas podem apresentar sintomas brandos, outras, tem sintomas graves, como crises de dores ósseas, e na barriga, infecções repetidas e anemia grave. A intensidade das crises varia conforme a idade da pessoa e a presença de outros tipos de hemoglobinas associadas com a hemoglobina S. Os bebês têm mais infecções e dores, com inchaço nas mãos e nos pés. Nas crianças maiores, as dores ocorrem mais nas pernas, nos braços e no abdome.

Traço falciforme

Se uma pessoa receber de um dos pais o gene para hemoglobina S e do outro o gene para hemoglobina A, ela não terá a doença, e sim o traço falciforme (AS). Portanto, essa pessoa não precisa de tratamento porque a doença não se desenvolverá. Caso tenha filhos ou filhas com outra pessoa que também herdou o traço, existe a possibilidade de ela ter uma criança com anemia falciforme (SS).

A médica faz um alerta que as pessoas diagnosticadas com doença falciforme devem ser cadastradas nos Programas Estaduais de Atenção Integral e tratadas de acordo com as normas do Ministério da Saúde (MS). As pessoas diagnosticadas com traço falciforme têm direito a orientação e informação genética na rede pública de saúde, conforme instrução do MS. Para se informar mais sobre o tratamento e a orientação sobre o traço falciforme, procure o posto de saúde mais próximo. Mais informações: 3241.1299/32429100/R- 327/08002808118.

ABHH alerta: sangue de cordão umbilical não é seguro de saúde

 Em nota, ABHH manifesta sua preocupação quanto ao armazenamento do sangue de cordão umbilical para uso autólogo em bancos privados.
A Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), entidade sem fins lucrativos cuja missão é representar a comunidade de profissionais da área de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular, manifesta por meio de nota oficial sua preocupação quanto ao armazenamento do sangue de cordão umbilical para uso autólogo (células-tronco do sangue de cordão do próprio indivíduo transfundido para ele mesmo), em casos que não haja indicação médica.
Não existe justificativa para armazenar o sangue de cordão umbilical para uso autólogo. No Brasil, os bancos privados de sangue de cordão têm alimentado um comércio baseado em propaganda enganosa, uma vez que vendem a ideia de que com esse ato é possível garantir qualidade de vida e salvamento em casos de doenças no futuro. Sangue de cordão não é seguro de vida. Apenas em caso de alto risco genético para doenças como anemias hereditárias (talassemia e doença falciforme, por exemplo).
A leucemia, por exemplo, principal causa de câncer em crianças, é a mais citada como argumentação dos bancos privados junto aos pais, como forma de prevenção à saúde. Mas a utilização do próprio sangue de cordão para o transplante desta criança será inútil. Trabalhos na literatura médica demonstram que a carga genética para a leucemia já se encontra presente desde o nascimento e pode ser detectada já no teste do pezinho.
Portanto, em vez de a família pagar a taxa para coletar as células durante o parto, seu congelamento e manutenção, ela pode, se precisar no futuro, acionar a rede pública para realizar o transplante com células de outro doador - já que a compatibilidade necessária para o transplante de células-tronco do sangue de cordão umbilical é menor do que a requerida pelo transplante de medula óssea.
No Brasil não há regulamentação para o uso do sangue de cordão umbilical e placentário para fins terapêuticos. A Comunidade Europeia é contra o armazenamento privado, sendo a prática proibida em muitos de seus países. Enquanto isso, os bancos privados de sangue de cordão umbilical brasileiros mudaram a estratégia. Agora querem convencer que o congelamento é necessário porque, no futuro, este sangue pode se utilizado em Medicina Regenerativa.
A utilização de sangue de cordão, apesar de ser uma excelente fonte de obtenção de células-tronco, neste tipo de terapia celular ainda se encontra em fase experimental e não deve ser realizada cobrança para estas coletas, já que não há respaldo científico, nem indicações clínicas precisas que deem suporte para este tipo de procedimento. Para se ter uma ideia, o sangue ainda conserva suas propriedades até 20 anos após a coleta, após esse período a “qualidade” desse sangue é reduzida.
Entretanto, em caso de doação de células-tronco para uso alogênico (doador aparentado ou não aparentado) é um gesto altruísta e que salva vidas, além de não ter custo algum para o doador. O país já possui bancos de armazenamento de sangue de cordão umbilical e placentário, como a Rede BrasilCord, lançada pelo Ministério da Saúde em 2004, para o atendimento de pacientes que necessitam de células-tronco e que aguardam transplante de medula óssea.
O material é coletado por equipes treinadas, em maternidades conveniadas aos bancos públicos, sob rígidos critérios de seleção de gestantes.As mães assinam um termo de consentimento informado para efetivar a doação aos bancos públicos. Além disso, para ser aceita como doadora de sangue de cordão a mãe passa por uma anamnese semelhante ao doador de sangue, além de uma investigação sobre doenças familiares e maternas, que possam inviabilizar a utilização da bolsa.
Atenciosamente,
Diretoria da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular
Visite o novo portal da ABHH – www.abhh.org.br

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Calouros da UEPA participam de trote solidário

Prof.Robson Domingues conduz a primeira aula
A Fundação Hemopa deu início às ações estratégicas do “Trote pela vida”, ao receber calouros do curso de medicina da Universidade do Estado do Pará (UEPA), na manhã desta sexta-feira (22), com aula inaugural no auditório do hemocentro.
Durante a visita, os calouros assistiram aula  inaugural sobre “Anatomia”, ministrada pelo professor, Robson Domingues, no auditório da Fundação. Em seguida, ele foram recepcionados pela presidente do Hemopa, dra. Luciana Maradei, que deu as boas vidas e falou sobre a importância dessa nova etapa na vida dos calouros.
Logo depois, as atividades foram retomadas com palestra sobre a importância da participação de todos os segmentos da sociedade no processo da doação voluntária de sangue e cadastramento de doadores de medula óssea, ministrada pela gerente  de Captação Doadores, Juciara Farias.
Dra. Luciana Maradei recebe calouros da UEPA
Ao encerrar a palestra, a técnica conduziu os visitantes no “Hemotur”, que é um passeio orientado mostrando os produtos e serviços oferecidos pelo Hemopa aos seus usuários. Ao final da visita, que começou pelo terceiro anda e encerrou no térreo, mais precisamente na sala de Coleta,  alguns universitários  doaram sangue e outros efetivaram cadastro para doação de medula óssea.
Segundo Lucas Galhardo, 20, presidente do Centro Acadêmico de Medicina da UEPA, todos os anos o diretório dos estudantes organiza o trote solidário. “Além de receber importantes informações sobre assuntos acadêmicos, com a aula inaugural, recebemos orientações para estimular a doação de sangue e de medula óssea, culminando no voluntariado de muitos colegas”, disse, acrescentando que eles também fazem o pedágio solidário, para arrecadar dinheiro e doar para instituições de caridade.
Caloura faz sua 1ª doação 
A caloura, Suzana Klautau, 19, ficou muito feliz ao poder realizar um antigo sonho de salvar vidas com sua doação de sangue, tendo em vista que alguns anos atrás não pode efetivar esse gesto solidário, por causa idade. Entre os calouros alguns veteranos, solidários com a causa da doação de sangue, aguardavam para doar novamente. Outros se candidataram pela primeira vez. É o caso da estudante do 7º período, Judy Sábio, 23, que fez sua doação de sangue com direito a plateia de seus colegas.
Veterana Judy Sábio aguardando para doar
Bastante otimista, a titular da Gecad, a assistente social Juciara Farias, aposta na coleta de sangue e cadastro de medula óssea da comunidade acadêmica da UEPA. “Os jovens são grandes incentivadores de ações de responsabilidade social. Eles estão abraçando essas causas em favor do bem estar da população. Nós agradecemos cada coleta de bolsa de sangue e cadastro de medula. Muitos pacientes serão salvos com essas iniciativas”, destacou.
Atualmente o segmento jovem é responsável por mais de 50% das coletadas na hemorrede estadual. O programa “Trote pela Vida” existe desde 1994 para estimular a prática solidária entre os novos universitários de estabelecimentos de ensino superior da rede pública e privada do estado.
Quem pode doar sangue: candidatos com boa saúde; idade entre 16 anos completos e 67 anos. Peso acima de 50 kg. Necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. Com a doação são realizados exames para diversas doenças, entre elas: Aids, Sífilis, Doença de Chagas, Hepatites, HTLV I e II, além de tipagem sangüínea. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses. O doador deve estar bem alimentado.
Quem pode fazer cadastro de doação de medula óssea: Homem ou mulher saudável e com faixa etária de 18 a 55 anos. Necessário portar documento de identidade original e com foto. A novidade do Hemopa é que os doadores podem obter o resultado desses exames pela internet, através do site www.hemopa-pa.gov.br, em até 30 dias.
 Serviço: O Hemopa espera por você na Tv. Pe. Eutíquio, 2109. Funcionamento para coleta: de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 18h, e aos sábados de 7h30 às 17h. Maiores informações pelo fone: 08002808118.

Curso capacitará profissionais da área da saúde, grátis

 Não perca a oportunidade, no dia 27 deste mês, a Fundação Hemopa estará realizando “Capacitação em Doença Falciforme e outras Hemoglobinopatias”, no auditório do hemocentro. As vagas são limitadas. As inscrições são grátis, através do email: -->cursos.agesp@hemopa.pa.gov.br -->Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. -->
A ação tem o objetivo de Atualizar conhecimentos de profissionais da área de saúde para o diagnóstico precoce e da terapêutica adequada dos casos de doença falciforme e outras hemoglobinopatias, cujo público alvo abrange médico, fisioterapeuta, psicólogo, enfermeiro, dentista, farmacêutico e assistente social, reduzindo o índice da morbimortalidade no Estado do Pará.
Essa é a segunda fase do projeto que ano passado capacitou 535 profissionais da área de saúde da capital e interior do Estado, que vai impactar diretamente na melhoria do atendimento, tendo em vista que boa parte dos usuários passarão a ter assistência médicas em seus próprios municípios, agilizando o serviço e descongestionando o atendimento na sede do hemocentro.
A capacitação que conta com recursos do MS, através do convênio nº 673/2009, este ano, será realizada nas unidades da hemorrede localizadas nos municípios de Castanhal, Altamira,Santarém, Redenção, Marabá, Tucuruí, Abaetetuba , até maio deste ano.
Segundo a coordenadora de Atendimento Ambulatorial do Hemopa, dra. Saide Trindade, dos 13.330 pacientes cadastrados no hemocentro, 606 são portadores da doença. Eles recebem tratamento com equipe multiprofissional composta por médicos, enfermeiros, fisiatras, fisioterapeutas, assistentes sociais, psicólogos, odontólogos, pedagogos e farmacêuticos, que garante atendimento especializado, proporcionando melhor qualidade de vida aos que dependem dos serviços.
Aguardando sangue, as pacientes e colegas Maelma Furtado, 21 anos, e Letícia Ferreira, 15 anos, ambas portadoras de anemia falciforme, são pacientes do hemocentro e dependem da solidariedade alheia a vida inteira. Elas recebem tratamento com especialistas, mas dependem diretamente de doadores de sangue para sobreviver. “O atendimento destinado aos pacientes é muito bom. Seguimos o tratamento direitinho, mas a solidariedade dos doadores nos permite melhor qualidade de vida”, afirmaram as duas.
O conteúdo programático do curso contará com os seguintes temas: Atenção integral da doença falciforme, a realidade do Brasil, Diagnóstico precoce das hemoglobinopatias, Fluxo de atendimento à pessoa com traço falciforme e doença falciforme, Atendimento Multiprofissional na doença falciforme I, Saúde bucal, Atendimento farmacêutico, Atendimento social, Atendimento psicológico, Atendimento Multiprofissional I , Atendimento de enfermeiros, Atendimento Fisioterápico, Protocolo de atendimento da doença falciforme I, Crise Álgica, Sequestro esplênico, Infecções, Hiperesplenismo, Protocolo de atendimento na pessoa com doença falciforme II, Alterações ósseas, Priapismo, Gestação, Cirúrgico, Tratamento na pessoa com doença falciforme, Transfusão crônica, Hidroxuréia, Quelação de ferro, Transplante de medula óssea, AVC na doença falciforme.
O evento será estendido para a hemorrede estadual, com o seguinte cronograma: Dias 29 e 30/08: Castanhal. Dias 12 e 13/09: Abaetetuba.Dias18 e 19/09:Tucuruí.Dias 26 e 27/09: Altamira. Dias 03 e 04/10: Capanema. Dias 17 e 18/10: Marabá. Dias 21 e 22/11 Santarém. A data para ação em Redenção ainda está sendo definida.
Anemia falciforme
É uma das doenças hereditárias mais comuns no Brasil. Ela é causada por uma modificação (mutação) no gene (DNA) que, em vez de produzir a hemoglobina A, produz uma hemoglobina chamada S. Se uma pessoa recebe um gene do pai e outro gene da mãe, que produzem a hemoglobina S, ela possui um padrão genético chamado SS, causador da anemia falciforme. Essa mutação genética, que produz a hemoglobina S, proliferou há muitos séculos no continente africano e, por isso, essa doença é muito presente no nosso país, cuja população tem em sua base de constituição os povos africanos.
Nas pessoas com anemia falciforme, as hemácias, em determinadas situações, assumem a forma de “meia lua” ou “foice”, (daí o nome falciforme), que não oxigenam o organismo de maneira satisfatória, porque tem dificuldade de passar pelos vasos sangüíneos, causando má circulação, muitas dores e diversos outros problemas.
As pessoas com anemia falciforme (SS) apresentam sintomas muito diversificados. Enquanto algumas podem apresentar sintomas brandos, outras, tem sintomas graves, como crises de dores ósseas, e na barriga, infecções repetidas e anemia grave. A intensidade das crises varia conforme a idade da pessoa e a presença de outros tipos de hemoglobinas associadas com a hemoglobina S. Os bebês têm mais infecções e dores, com inchaço nas mãos e nos pés. Nas crianças maiores, as dores ocorrem mais nas pernas, nos braços e no abdome.
Traço falciforme
Se uma pessoa receber de um dos pais o gene para hemoglobina S e do outro o gene para hemoglobina A, ela não terá a doença, e sim o traço falciforme (AS). Portanto, essa pessoa não precisa de tratamento porque a doença não se desenvolverá. Caso tenha filhos ou filhas com outra pessoa que também herdou o traço, existe a possibilidade de ela ter uma criança com anemia falciforme (SS).
A médica faz um alerta que as pessoas diagnosticadas com doença falciforme devem ser cadastradas nos Programas Estaduais de Atenção Integral e tratadas de acordo com as normas do Ministério da Saúde (MS). As pessoas diagnosticadas com traço falciforme tem direito a orientação e informação genética na rede pública de saúde, conforme instrução do MS. Para se informar mais sobre o tratamento e a orientação sobre o traço falciforme, procure o posto de saúde mais próximo.Mais informações: 3241.1299/32429100/R- 327/08002808118.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Núcleo de Ensino e Pesquisa realiza vídeo aulas


O Núcleo de Ensino e Pesquisa (Nepes) da Fundação Hemopa realizará nos dias 26 e 27 deste mês, vídeo aulas, na sala de aula do Nepes, localizado no 2º andar do hemocentro.
Dia 26, de 15h às 16h30 (Horário de Brasília), vídeo aula: “Hemovigilância e Notificações”, que será ministrada pela Dra. Geni Neumann. Dia 27, de 09h às 10h30, vídeo aula: “Como constituir um grupo de avaliadores internos?”, ministrada pela Dra. Lilianne Reis.

As inscrições podem ser feitas através do e-mail institucional: nepes_hemopa@hemopa.pa.gov.br. Para mais informações: (91) 32429100 – Ramais: 361/317 – Nepes.

Serviço: O Hemopa espera por você na Tv. Pe. Eutíquio, 2109. Funcionamento para coleta: de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 18h, e aos sábados de 7h30 às 17h. Maiores informações pelo fone: 08002808118

Unama faz campanha para cadastro de medula óssea

Juciara Farias incentiva esse ato de amor ao próximo
Prossegue até esta sexta-feira (22), campanha para cadastramento de doadores de medula óssea, em parceria com a Universidade da Amazônia (Unama). No primeiro dia de mobilização, ontem (20), foram efetivados 54 novos cadastros. A ação tem o objetivo de elevar o número de inscrições no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome) e aumentar as chances de pacientes encontrarem doadores compatíveis não aparentados.
Nesta quinta-feira (21), a ação está sendo realizada no campus de 14h às 21h, no Campus da Unama Senador Lemos, na Av. Senador Lemos. Dia 22, de 14h às 21h, será no Campus Unama BR, na  Rodovia BR-316. A meta é de 60 cadastros dia. Essa é a primeira campanha do ano e envolve alunos, corpo docente e comunidade atendida pela instituição de ensino superior.

Segundo a assistente social Juciara Farias, desde 2002, quando a Fundação Hemopa já efetivou 86.842 cadastros de doadores de medula óssea, que junto com os demais hemocentros brasileiros somam quase 3 milhões de inscrições. Desta forma, com as informações do receptor, que não disponha de doador aparentado, busca-se no REDOME um doador cadastrado que seja compatível com ele e, se encontrado,articula-se a doação.
Com uma pequena coleta de sangue você pode salvar vidas
Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o Brasil tornou-se o terceiro maior banco de dados do gênero no mundo, ficando atrás apenas dos Registros dos Estados Unidos (5 milhões de doadores) e da Alemanha (3 milhões de doadores). A evolução no número de doadores ocorreu devido aos investimentos e campanhas de sensibilização da população, promovidas pelo Ministério da Saúde e órgãos vinculados, como o INCA. Essas campanhas mobilizaram hemocentros, laboratórios, ONGs, instituições públicas e privadas e a sociedade em geral. Desde a criação do REDOME, em 2000, o SUS já investiu R$ 673 milhões na identificação de doadores para transplante de medula óssea. Os gastos crescerem 4.308,51% de 2001 a 2009.
De acordo com Juciara Farias, no Pará cerca de 150 pacientes aguardam pelo transplante. “Quanto mais voluntários efetivarem seus cadastros, mais chances essas pessoas terão em encontrar um doador fora do circulo família, o que já é uma grande desafio”, comentou, convidando a sociedade em geral a aderir à campanha parceira da Unama.
Como é feito o acesso ao REDOME?
O processo é simples e totalmente informatizado. O médico responsável inscreve as informações do paciente, incluindo o resultado do exame de histocompatibilidade - HLA - (exame que identifica as características genéticas de cada indivíduo), no sistema do REREME - Registro Nacional de Receptores de Medula Óssea. Imediatamente, a busca é iniciada. Quando são identificados possíveis doadores compatíveis, a informação é logo transmitida ao médico, que junto com a equipe do REDOME, analisa os melhores doadores, faz a escolha, e é dado início aos procedimentos de doação. O doador é, então, convocado a realizar os testes confirmatórios e fazer a doação. A retirada das células para a doação é feita no hospital habilitado mais próximo da residência do doador. Assim que retiradas, as células são transportadas até o centro onde o será feito o transplante.
Todo mundo pode ajudar. Para isso é preciso ter entre 18 e 55 anos de idade e gozar de boa saúde. Para se cadastrar, o candidato a doador deverá procurar o Hemopa, de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 18h, e aos sábados, até às 17h. Durante a entrevista, o candidato esclarece dúvidas a respeito do procedimento e, em seguida, coleta uma amostra de sangue (10 ml) para a tipagem de HLA (características genéticas importantes para a seleção de um doador). Os dados do doador são inseridos no cadastro do REDOME e, sempre que surgir um novo paciente, a compatibilidade será verificada. Uma vez confirmada, o doador será consultado para decidir quanto à doação. O transplante de medula óssea é um procedimento seguro, realizado em ambiente cirúrgico, feito sob anestesia geral, e requer internação de, no mínimo, 24 horas. Saiba mais.
“É muito importante enfatizar que o candidatos á doação de medula óssea deve manter seu cadastro atualizado sempre que possível. Mais infomações:REDOME: (21) 3207-5299 / 3207-5214
Telefone do REREME.: (21) 3207-5233 / e-mail: redome@inca.gov.br

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Santa Casa do Pará comemora 363 anos no domingo

Atendimento de referência na região Norte
A Santa Casa do Pará, maior maternidade do Norte do país, hospital que atende 100% o Sistema Único de Saúde (SUS), e tem como referência maior a área materno-infantil, completa no próximo dia 24 de fevereiro (domingo), 363 anos de existência com importantes serviços à população. Para comemorar a data, a Fundação Santa Casa vai realizar dois momentos: na sexta-feira (22) haverá um culto ecumênico no auditório do hospital e um café da manhã para os servidores. Às 18h haverá o ato de Parabéns com a distribuição do bolo de aniversário.
Além disso, no domingo, a partir das 8h30, na Praça Brasil, no bairro do Umarizal, serão oferecidos serviços à comunidade, como corte de cabelo, emissão de certidão de nascimento (1ª e 2ª vias), Carteira do Trabalho, CPF, Carteira de Identidade com fotos ¾, vacinas contra hepatite, teste de glicemia, pressão arterial e informações sobre aleitamento materno, além de uma programação cultural com apresentações de artistas regionais.
O Hemopa parabeniza pelos 363 de bons serviços
A direção da Fundação Santa Casa entende que, por tratar-se de um hospital público, deve estar sempre em integração com todas as instituições que zelam pela saúde dos usuários do SUS. Neste sentido, o evento está recebendo o apoio da Casa Civil do Governo do Estado do Pará, Polícia Civil, Defensoria Pública, Secretaria de Estado de Assistencia Social (Seas), Instituto de Artes do Pará (IAP), Pro PAZ, Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater), Sespa, Hemopa, Sesma, Corpo de Bombeiros, Fundação Curro Velho, Prefeitura Municipal de Belém (PMB), Serviço Social da Indústria (Sesi), Celpa e Instituto Embelleze.

Texto:
Samuel Mota - Santa Casa
Fone: (91) 4009-2258 / (91) 8128-9832
Email: samota@estadao.com.br

Hemopa e Unama com campanha de cadastro de medula óssea


A Fundação Hemopa em parceria com a Universidade da Amazônia (Unama) estará promovendo nos dias 20, 21 e 22 desse mês, campanha de cadastro de medula óssea, nos campus da Alcindo Cancela, Senador Lemos e BR.

Com o objetivo de sensibilizar e conquistar novos doadores para o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), e esclarecer as dúvidas sobre o assunto, o Hemopa realizará campanha nos referidos dias e lugares: Dia 20/02, de 14h às 21h, Unama Alcindo Cacela, Av. Alcindo Cacela, 287- Umarizal. Dia 21/02, de 14h às 21h, Unama Senador Lemos. Av. Senador Lemos. Dia 22/02, de 14h às 21h, Unama BR, Rodovia BR-316. Previsão de 60 novos cadastros por dia em cada campus. Apenas cadastro de medula óssea.

Só em 2012, o Hemopa realizou 11.248 novos cadastros de medula óssea. E desde 2002 o hemocentro já cadastrou cerca de 87.000 doadores voluntários no Redome. Segunda a assistente social da Gerencia de Captação de Doadores, Jucirá Farias, esse é o reflexo da solidariedade do paraense. “Esse ano vamos trabalhar para melhorar o atendimento, e sensibiliza cada vez mais a sociedade sobre a importância do cadastro de medula óssea”. Disse a assistente social.

Quem pode fazer cadastro de doação de medula óssea: Homem ou mulher saudável e com faixa etária de 18 a 55 anos. Necessário portar documento de identidade original e com foto
Serviço: O Hemopa espera por você na Tv. Pe. Eutíquio, 2109. Funcionamento para coleta: de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 18h, e aos sábados de 7h30 às 17h. Maiores informações pelo fone: 08002808118

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Doar sangue aos sábados pode ser um programa de final de semana

Se, por algum motivo, você não teve a oportunidade de doar sangue durante a semana, a Fundação Hemopa espera por sua doação, aos sábados, de 7h30 às 17h. O serviço é disponibilizado somente no Hemocentro Coordenador, em Belém. Venha doar e traga um parente ou amigo. A ação tem a finalidade de manter estoque de sangue para o início da semana, com uma média que varia entre 100 e 150 coletas.
De acordo com a gerente de Captação de Doadores, a assistente social Juciara Farias, a finalidade de abrir aos sábados é transformar esse dia como um programa de responsabilidade social, aos finais de semana. “Você pode vir doar e trazer um filho ou sobrinho para mostrar que doação de sangue não é um bicho-de-sete-cabeças”, sugeriu, reforçando que o ato de doar sangue não faz mal à saúde. ‘Não dói e não transmite doenças. O material é todo descartável”, afirmou.
Muitos mitos cercam o ato da doação de sangue. As mulheres, por exemplo, explica Juciara Farias, têm as mesmas condições de doar que os homens. Os únicos impedimentos temporários são os períodos de gestação e amamentação. “Se todas as pessoas potencialmente doadoras agendassem , pelo menos, duas coletas ao ano, não faltaria sangue na hemorrede brasileira”, destacou, mostrando a importância de encarar a doação de sangue como um ato de cidadania, de cuidado com a saúde coletiva, até porque, segundo ela, a própria sociedade é a usuária do serviço.
“Infelizmente ainda não inventaram um produto que substitua o sangue. Dependemos de voluntários, de pessoas para que outras possam sobreviver”, disse, apontando a co-responsabilidade social no processo da doação voluntária de sangue. “Ninguém pode ficar indiferente”.
Quem pode doar sangue: candidatos com boa saúde; idade entre 16 anos completos e 67 anos. Peso acima de 50 kg . Necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. Com a doação são realizados exames para diversas doenças, entre elas: Aids, Sífilis, Doença de Chagas, Hepatites, HTLV I e II, além de tipagem sangüínea. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses. O doador deve estar bem alimentado. O resultado dos exames dos doadores podem ser obtidos on line, através do site: WWW.hemopa.pa.gov.br, em 30 dias após a coleta do sangue.
Para cadastro de doação de medula óssea: Está bem de saúde e ter entre 18 e 55 anos. Necessário portar documento de identidade original e com foto.
Serviço: O Hemopa espera por você na Tv. Pe. Eutíquio, 2109. Funcionamento para coleta: de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 18h, e aos sábados de 7h30 às 17h. Maiores informações pelo fone: 08002808118.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Hemorrede atendeu demanda transfusional do feriadão do carnaval

 A Fundação Hemopa agradece os 2.298 comparecimentos de voluntários durante a campanha “O carnaval está no sangue. A solidariedade também. Doe sangue”, que foi realizada de 4 a 9 deste mês.Do comparecimento, 81% efetivaram a coleta de sangue, que vai atender mais de 7.476 pacientes adultos. O saldo da campanha foi considerado muito positivo ao atender satisfatoriamente a demanda transfusional do feriadão do carnaval.
O Hemopa agradece todos os doadores que salvaram vidas
A mobilização aconteceu simultaneamente nos municípios de Marabá, Santarém, Castanhal, Abaetetuba, Altamira, Tucuruí, Redenção e Capanema. Todas as unidades atingiram a meta de doações e atenderam a necessidade transfusional de suas respectivas regiões. A campanha realizada na hemorrede estadual contou com o imprescindível apoio doa doadores e de instituições parcerias das esferas pública e privada.
A diretora Técnica do Hemopa, dra. Socorro Ferreira, agradece a cada colaborador. “Apesar de todas as dificuldades com o período de intensas chuvas no Estado, nossos doadores atenderam o apelo e salvaram milhares de vidas. Isso é compensador. Parabéns pela grande demonstração de solidariedade dos paraenses que doaram sangue em todo o Estado”.
membros da associação "A Partilha" apoiaram a campanha
De plantão na triagem clínica do último sábado (9), Socorro Ferreira não escondeu a surpresa ao constatar o comparecimento de 356 doadores. “Não esperávamos o grande número de voluntários. Foi reconfortante presenciar o exemplo de cidadania e de amor ao próximo num sábado gordo de carnaval. Todos eles salvaram vidas, antes de cair na folia”, exemplificou, estendendo seu agradecimento a todos os doadores do período da campanha. Ela não esqueceu de agradecer o apoio da imprensa local que foi decisivo para o êxito da campanha.
O hemocentro tem a responsabilidade de abastecer 218 hospitais conveniados com o Sistema Único de Saúde (SUS), entre eles, grandes emergências, maternidades e UTI´s, que corresponde a cobertura transfusional de aproximadamente 98%. Atualmente o Hemopa comemora junto à população o aumento do índice de doações efetivadas no Pará que passou de 1.7% para 2.2%, quando a média nacional é de 1.9%.
A médica finalizou ressaltando que a necessidade de manter o banco de sangue com número adequado de bolsas de sangue não se esgota com as festas do carnaval. “Todos os dias tem paciente precisando de transfusão para sobreviver”, disse, sugerindo agendamento para doação de sangue.
Milhares de pacientes foram beneficiados com as doações
Quem pode doar sangue: candidatos com boa saúde; idade entre 16 anos completos e 67 anos. Peso acima de 50 kg . Necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. Com a doação são realizados exames para diversas doenças, entre elas: Aids, Sífilis, Doença de Chagas, Hepatites, HTLV I e II, além de tipagem sangüínea. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses. O doador deve estar bem alimentado. O resultado dos exames dos doadores podem ser obtidos on line, através do site: WWW.hemopa.pa.gov.br, em 30 dias após a coleta do sangue.
Para cadastro de doação de medula óssea: Está bem de saúde e ter entre 18 e 55 anos. Necessário portar documento de identidade original e com foto.
Serviço: O Hemopa espera por você na Tv. Pe. Eutíquio, 2109. Funcionamento para coleta: de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 18h, e aos sábados de 7h30 às 17h. Maiores informações pelo fone: 08002808118.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Hemopa espera por mais doações de sangue


Ainda não atingimos a meta de 300 doações.Nos ajude.

A Fundação Hemopa prossegue com campanha “O carnaval está no sangue do paraense. A solidariedade também. Doe sangue”, desde o dia 4/02. Em Belém, a ação encerra neste sábado (9). Até às 12h de hoje, o hemocentro só havia coleta 970 bolsas. Muito abaixo das 1.800 previstas, com a meta de 300 doações/dia, estabelecida pelos organizadores da campanha. As chuvas intensas estão sendo apontadas como um dos fatores que dificultam acessos doa doadores ao Hemopa.
Nas unidades da hemorrede, localizadas nos municípios de em Marabá, Castanhal, Santarém, Abaetetuba, Altamira, Tucuruí,Capanema e Redenção, vai até hoje (8). Na capital paraense, o contabiliza 1.265 voluntários. Nem todas alcançaram a meta de coletas.Por isso, a campanha deve prosseguir até final do mês.

Para a assistente social, Rosicleide Lima, da Captação de Doadores, a ação deve ganhar mais voluntários até o sábado. No entanto, ela ressalta que o hemocentro não vai coletar sangue nos dias 11 e 12, retornando as atividades normais a partir das 13h, da quarta-feira de “cinzas”. Ela também observa que a necessidade de elevar o número de coletas não se esgota com o feriadão do carnaval. “Sempre tem alguém precisando de transfusão para sobreviver”, disse, sugerindo agendamento anual para doação de sangue. Isso iria dar um novo fôlego ao estoque estratégico do Pará.
Atualmente, o hemocentro tem uma média diária de 250 coletas para cerca de 300 atendimentos transfusionais em 218 hospitais conveniados com o Sistema Único de Saúde (SUS), entre eles, grandes emergências, maternidades e UTI´s, que corresponde a cobertura transfusional de aproximadamente 98%.
De acordo com suas informações, ano passado, a campanha do carnaval, no período de 11 a 18/02, resultou em 2.686 comparecimentos.

Muitas pessoas precisam de sua doação de sangue

Nos dias atuais, a população doadora de sangue no Brasil é de 1.9%. Na Região Norte é de 1.5%. Hoje o Pará comemora a elevação de 1.7% para 2.2%, superando a média nacional.
Quem pode doar sangue: candidatos com boa saúde; idade entre 16 anos completos e 67 anos. Peso acima de 50 kg . Necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. Com a doação são realizados exames para diversas doenças, entre elas: Aids, Sífilis, Doença de Chagas, Hepatites, HTLV I e II, além de tipagem sangüínea. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses. O doador deve estar bem alimentado. O resultado dos exames dos doadores podem ser obtidos on line, através do site: WWW.hemopa.pa.gov.br, em 30 dias após a coleta do sangue.
Para cadastro de doação de medula óssea: Está bem de saúde e ter entre 18 e 55 anos. Necessário portar documento de identidade original e com foto.
Serviço: O Hemopa espera por você na Tv. Pe. Eutíquio, 2109. Funcionamento para coleta: de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 18h, e aos sábados de 7h30 às 17h. Maiores informações pelo fone: 08002808118.


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Hemopa Redenção com baixo estoque de sangue

Faça parte dessa corrente solidária, doe sangue
A campanha de doação de sangue no município de Redenção, que começou no dia 4 e vai até esta sexta-feira, 8, está com índice muito baixo de coletas de sangue: apenas 23 comparecimento e 18 doações em 3 dias. “O carnaval está no sangue do paraense. A solidariedade também. Doe sangue”. É o tema da ação que visa abastecer estoque de sangue da unidade para atender satisfatoriamente as solicitações de transfusão dos hospitais daquele município.
Quem pode doar sangue: candidatos com boa saúde; idade entre 16 anos completos e 67 anos. Peso acima de 50 kg. Necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. Com a doação são realizados exames para diversas doenças, entre elas: Aids, Sífilis, Doença de Chagas, Hepatites, HTLV I e II, além de tipagem sangüínea. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses. O doador deve estar bem alimentado.  Os resultados doa exames já podem ser obtidos via on line, através do site:WWW.hemopa.pa.gov.br, após 30 dias da coleta de sangue.
O Hemonúcleo de Redenção (Henre) fica na Av. Santa Tereza, S/N. Bairro: Centro. CEP: 68.550-000. Mais informações: (94) 3424.4099/3051. / E-mail: captação.redencao@hemopa.pa.gov.br.08002808118.

Hemopa de Abaetetuba conta com apoio de parceiros

Assim como nas demais unidades da hemorede eatadual, o Hemonúcleo de Abaetetuba (Henab), encerra campanha “O carnaval está no sangue do paraense.A solidariedade também. Doe sangue”, que começou no dia 4/02, e está com uma média daria de 42 coletas.A meta será de 200 doações no período.
Doadores e instituições parceiras participam da ação
A responsável pelo serviço de Captação de Doadores do Henab, a assistente social Marléa Sobrinho está mobilizando toda a sociedade local, inclusive, instituições parcerias. “Estamos formando estoque de sangue para atender as solicitações transfusionais de pacientes internados na rede hospitalar do município e localidades vizinhas”, explicou, mostrando a necessidade da adesão de todos na campanha.
Quem pode doar sangue: Qualquer pessoa saudável, com idade entre 18 e 65 anos e peso acima de 50 quilos é um doador em potencial. O candidato deve estar bem alimentado. É necessário apresentar documento oficial original e com foto. Com a doação são realizados exames para diversas doenças, entre elas: Aids, Sífilis, Doença de Chagas, Hepatites, HTLV I e II, além de tipagem sangüínea. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses. Para doar sangue não é preciso estar em jejum. O doador deve estar bem alimentado.
Serviço: O Hemopa Abaetetuba espera por você na Av. Santos Dumont, S/N.Fone: (91) 37511394/4031. Funcionamento para coleta de sangue: de segunda a sexta-feira, de 8h às 12h. Atendimento transfusional:24h.

Hemopa de Altamira contabiliza doações

O Hemonúcleo de Altamira (Henal), continua com a campanha “O carnaval está no sangue do paraense. A solidariedade também. Doe sangue”, até amanhã (4), mantendo uma média diária de 28 doações, para manter estoque de sangue para atendimento da demanda do feriadão do carnaval.
Bastante satisfeito, o responsável técnico da unidade, o médico Francisco Renée Campos de Araújo, agradece as coletas e ressalta a importância da participação de voluntários de todos os segmentos sociais. “Dependemos da parceria de todos para assegurar assistência de qualidade aos nossos usuários”, explicou.

As doações vão reforçar estoque de sangue da unidade

Quem pode doar sangue: candidatos com boa saúde; idade entre 16 anos completos e 67 anos. Peso acima de 50 kg. Necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. Com a doação são realizados exames para diversas doenças, entre elas: Aids, Sífilis, Doença de Chagas, Hepatites, HTLV I e II, além de tipagem sangüínea. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses. O doador deve estar bem alimentado. Os resultados doa exames já podem ser obtidos via on line, através do site:WWW.hemopa.pa.gov.br, após 30 dias da coleta de sangue.
Serviço: O Henal espera por você na Av.Brig.Edurado Gomes, S/N- Esplanada do Xingu. Funcionamento para coleta: de segunda a sexta-feira, de 7h às 13h. Maiores informações pelo fone: 08002808118, de 2ª a 6ª feira, de 7h30 às 18h; e aos sábados até às 17h. Emaisl:captação.ltamira@hemopa.pa.gov.br.

Campanha em Capanema reforça estoque de sangue


Com uma doação podemos atender até quatro pacientes.

Em campanha desde o dia 4 deste mês, o Hemonúcleo de Capanema (Henca), está mantendo uma boa média de 25 coletas/dia, para cumprir a meta de 100 doações, em todo o período da campanha, que vai até esta sexta-feira.

“O carnaval está no sangue do paraense. A solidariedade também. Doe sangue”. É o tema da mobilização que acontece em todas as unidades do Hemopa, no interior do Estado. Assim como na sede do hemocentro em Belém, a ação visa garantir o atendimento transfusional do feriadão do carnaval, quando a demanda reduz em torno de 25%.
O dr. Jaques Neves, responsável técnico pelo Henca, considera o movimento de voluntários muito bom. “A população sempre nos atende e faz com que o serviço sempre seja de qualidade”, ressaltou.
Quem pode doar sangue: candidatos com boa saúde; idade entre 16 anos completos e 67 anos. Peso acima de 50 kg. Necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. Com a doação são realizados exames para diversas doenças, entre elas: Aids, Sífilis, Doença de Chagas, Hepatites, HTLV I e II, além de tipagem sangüínea. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses. O doador deve estar bem alimentado. Os resultados doa exames já podem ser obtidos via on line, através do site:WWW.hemopa.pa.gov.br, após 30 dias da coleta de sangue.
Serviço: Hemopa Capanema espera por você na BR 308, KM zero, S/N - Bairro São Cristóvão - Capanema /PA, de 7h30 às 12h. Mais informações: (91) 3462-2744/2329 ou 8002808118, de 2ª a 6ª, de 8h às 18h, e aos sábados até às 17h.

Hemopa em Marabá convoca doadores para campanha

Faça a alegria de outras pessoas.Doe sangue
A direção do Hemocentro Regional de Marabá, que começou campanha “ O carnaval está no sangue do paraense.A solidariedade também.Doe sangue”, dia 4/02, convoca voluntários do município e localidades vizinhas para participar da ação estratégica que até ontem, 06/02, havia comparecido apenas 50 pessoas. A meta é de 250 coletas, para suprir estoque da unidade e atender a demanda transfusional do Sul do Pará.
Segundo a assistente social da Captação de Doadores, Roberta Duarte, a campanha vai até esta sexta-feira, 8. Ela comenta que o movimento ainda precisa melhorar. “Estamos recebendo nossos doadores com lanche especial e muito carinho”, comentou, reforçando convocação para instituições parcerias, antigos e novos doadores para alcançar a meta de coletas.
Quem pode doar sangue: Qualquer pessoa saudável, com idade entre 18 e 65 anos e peso acima de 50 quilos é um doador em potencial. O candidato deve estar bem alimentado. É necessário apresentar documento oficial original e com foto. Com a doação são realizados exames para diversas doenças, entre elas: Aids, Sífilis, Doença de Chagas, Hepatites, HTLV I e II, além de tipagem sangüínea. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses. Para doar sangue não é preciso estar em jejum. O doador deve estar bem alimentado.
Serviço: O Hemopa Marabá espera por você na Rod. Transamazônica, Quadra 12, S/N.Entre Av. Hiléia e Av. Amazônia. Bairro: Amapá .Fone: (94) 3324.1645 / 3324.1810.E-mail: mailto:hemopa@skorpionet.com.br.%2008002808118, de 2ª a 6ª, de 8h às 18h, e aos sábados até ás 17h.

Hemopa Castanhal com bloco solidário

A campanha “O carnaval está no sangue do paraense. A solidariedade também. Doe sangue”, que está sendo realizada pelo Hemocentro Regional de Castanhal até amanhã (8), já alcançou 50% da meta de 250 doações. Dos 131 voluntários que aderiram à campanha 31% são mulheres, 69% doações de repetição e 35% do segmento jovem.

A campanha vai até esta sexta-feira,8. Doe sangue.

Segundo a responsável técnica pela unidade, dr. Sandra Lobato, a ação estratégica será encerrada com desfile do “Bloco da Solidariedade”, às 18h, na Vila do Apeú. Até o momento 80 pessoas entre funcionários, doadores e familiares confirmaram inscrição. “A participação no bloco é aberta parta todos que levam alegria para quem precisa, através da doação de sangue”, disse, reforçando convite para adesão à campanha e ao bloco de carnaval.
A programação da campanha será encerrada com o desfile do "Bloco da Solidariedade", dia 08, na Vila do Apeú, que contará com a participação de funcionários, doadores e familiares. A responsável técnica pelo hemocentro, a médica Sandra Lobato, conta com a adesão de todos no bloco solidário. “Tenho certeza que não faltará alegria e amor ao próximo em nossa campanha”, comentou.
A responsável pelo Serviço de Captação de Doadores do hemocentro, a assistente social Adinaura de Castro, agradece as coletas efetivadas e lembra que a doação de sangue não é fator de impedimento de diversão. “Temos certeza do cumprimento de nossa meta para garantir atendimento transfusional às nossas necessidades de nossa rede hospitalar”, comentou.
Quem pode doar sangue: candidatos com boa saúde; idade entre 16 anos completos e 67 anos. Menores de 18 anos, somente com autorização dos pais ou responsáveis. Peso acima de 50 kg . Necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. Com a doação são realizados exames para diversas doenças, entre elas: Aids, Sífilis, Doença de Chagas, Hepatites, HTLV I e II, além de tipagem sangüínea. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses. O doador deve estar bem alimentado.
Serviço: O Hemopa Castanhal espera por você para coleta de sangue de 7h às 13h, de segunda a sexta-feira, na Travessa Floriano Peixoto, Alameda Rita de Cássia, Conj. Maria Alice, casa B-2 e B-3. Fone: (91) 3721.2986 / 3721.4008.Ou ainda:08002808118.