quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Hemopa recebe visita de universitários e estreita relacionamento com a sociedade


Na manhã desta quarta-feira, 29, a Fundação Hemopa recebeu a visita técnica de 52 alunos dos cursos de Gestão de Recursos Humanos, Gestão Hospitalar e Gestão Comercial, da Faculdade Maurício de Nassau, que participaram de palestra ministrada pela assessora de Gestão de Pessoas do hemocentro, a psicóloga Tereza Anaisse, que falou sobre o “Plano de Gestão de Pessoas do Hemopa”. Eles foram recepcionados no auditório da instituição.

Tereza Anaisse Palestra para os universitários
Durante sua apresentação, ela enfatizou os valores do Hemopa: comprometimento, integração, humanização e respeito, abordando a importância do gerenciamento de pessoal dentro das organizações, da origem do conceito aos dias atuais . ‘’É uma troca de experiências fantástica. Eles podem ver como é o Hemopa de perto e perceber que os valores do hemocentro são aplicados e que isso influencia diretamente no serviço prestado’’, diz Tereza Anaisse.

Logo após, a assistente social Nazaré Veríssimo ministrou palestra sobre a importância da participação da sociedade civil organizada no processo da doação voluntária de sangue e cadastramento de doadores de medula óssea.

A titular da Gerência de Captação de Doadores, a assistente social Juciara Farias, ressalta que instituições públicas ou privadas interessadas em compor parceria com o Hemopa, deve entrar em contato pelo 32245048, de segunda a sexta-feira, de 8h às 18h; e aos sábados até às 17h.

Eliane ficou satisfeita com a visita
Para a universitária Eliene Lopes Sampaio, 32, aluna do 5° período do curso de Gestão Hospitalar, é possível fazer serviço público de qualidade. “Visitamos os  Hospitais Metropolitano e Barros Barreto e, agora, o Hemopa. Estamos vendo de perto a boa estrutura e a eficiência no fluxo das atividades. É uma experiência enriquecedora’’, afirmou. Os alunos estiveram acompanhados pelo professor Edson Corrêa.

Quem pode doar sangue: Candidatos com boa saúde; idade entre 16 anos completos e 69 anos. Menores de 18 anos somente com autorização dos pais ou responsáveis. Peso acima de 50 kg. Necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses. O doador deve estar bem alimentado.

Serviço:

O Hemopa funciona na Trav. Padre Eutíquio, 2109. Horário para coleta: de segunda-feira à sexta-feira, de 7h30 às 18h, e aos sábados de 7h30 às 17h. Alô Hemopa: 0800-280-8118.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Sespa realizará simpósio relacionado aos cuidados com a pessoa com estomia


Como parte da celebração em torno do Dia Nacional do Ostomizado, 16 de novembro, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), por meio da Unidade de Referência Especializada (URE) Presidente Vargas, programa para o dia 11 de novembro o primeiro Simpósio do Serviço de Atenção à Pessoa com Estomia, que acontecerá no auditório da Unidade de Ensino Assistência de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (UEAFTO) do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS) da Universidade do Estado do Pará (Uepa). 

Com o tema “Cinco anos de conquistas e desafios”, o simpósio terá em sua programação conferências, painéis, debates, mesa redonda, apresentações orais e sessão pôster associados aos procedimentos de estomia e ostomia. 

Segundo a equipe que organiza o evento, será uma oportunidade de interessados no assunto debaterem e conhecerem aspectos sobre atendimento qualificado e profissional à reabilitação dos usuários de ostomia, com ênfase na orientação para o autocuidado, prevenção de complicações e o fornecimento de equipamentos e adjuvantes de proteção e segurança. 


Para as inscrições, a coordenação do evento dispõe do e-mail a seguir: eventosservicoostomia@gmail.com. Informações também podem ser obtidas pelos fones (91) 3230-5111, (91) 3242-2024 e (91) 8925-0336.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Gêmeos globais firmam parceria para doação de sangue

Nesta terça-feira, 28, às 10, a sede da Fundação Hemopa receberá uma visita inusitada. Trata-se dos gêmeos paraenses e atores globais Diego e Tiago Honci que estão abraçando a causa da promoção da doação voluntária de sangue. Em visita a capital paraense, eles aproveitarão a oportunidade de conhecer o hemocentro, que em fevereiro deste ano, desencadearam uma campanha estimulando o ato da doação nas redes sociais e que acabou viralizando, ganhando adesão de anônimos e famosos.
Eles serão recebidos por técnicos da Gerência de Captação de Doadores (Gecad) que realizarão “Hemotur”, que é uma visita por vários setores da instituição, sobretudo, no ciclo do sangue, mostrando o processo desde a captação do doador até a distribuição do sangue para a rede hospitalar. Para a gerente do setor, a assistente social Juciara Farias, a parceria com os atores é de fundamental importância para a formação de opinião positiva sobre esse ato solidário e que salva muitas vidas.
“Precisamos compor, constantemente, novas parceria para colaborar nessa missão de elevar o número de coletas em nosso estado, que atualmente, recebe uma média diária de 200 coletas para atendimento de cerca de 300 transfusões”, comentou, admitindo, no entanto, que o hemocentro, assim como a hemorrede brasileira enfrenta eventuais crises com evasão de doadores.
Segundo ela, Diego e Tiago estarão disponíveis para fotografar e distribuir autógrafos aos presentes na sala de coleta. “Eles estão bem receptíveis à causa de responsabilidade social da doação voluntária  de sangue no Pará e no Brasil”, afirmou, sugerindo a parceria com mais personalidades paraenses para ampliar cada vez mais o número do voluntariado.
Quem pode doar sangue: Qualquer pessoa com boa saúde; idade entre 16 anos completos e 69 anos e peso acima de 50 kg. Menores de 18 anos só podem doar com autorização dos pais ou responsáveis. Necessário apresentar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum, ao contrário, o doador precisa estar bem alimentado. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três.

Serviço: O Hemopa funciona na Travessa Padre Eutíquio, 2109. Horário para coleta, de segunda-feira à sexta-feira, de 7h30 as 18h; aos sábados, de 7h30 às 17h. Alô Hemopa: 0800 280 8118. www.hemopa.pa.gov.br

Hemopa não coletará sangue dia 27 e faz campanha interna neste sábado

A Fundação Hemopa, atendendo decreto estadual, que facultou o expediente da próxima segunda-feira, 27, não funcionará para coleta de sangue neste dia. No entanto, ressalta que o atendimento transfusional da rede hospitalar estará em pleno funcionamento durante 24 horas. Para compensar o dia sem coletas, a Gerência de Captação de Doadores (Gecad) programou campanha interna, neste sábado, 25, de 8h às 15, em parceria com a Igreja Adventista, através do projeto “Vida por Vidas”, que tem a meta de 150 doações voluntárias de sangue.
Segundo a titular da Gecad, a assistente social Juciara Farias, a programação de campanha externa deste mês encerra-se no dia 31, com ação estratégica no Hospital de Aeronáutica de Belém, de 8h às 15h, na Avenida Almirante Barroso. Com essas duas últimas, foram um total de 11 campanhas em outubro na unidade móvel na Avenida Presidente Vargas.
Nos dias 7 e 8 deste mês, o trabalho foi levado ao Banco do Brasil, na Avenida Presidente Vargas, de 8h às 15h; na Escola Profissionalizante DNA, na Cidade Nova II, no Coqueiro/Ananindeua; no Shopping Castanheira, na BR-316; no Hospital de Clínicas Gaspar Viana, na Travessa Alferes Costa, de 8h às 16h; na Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), na Avenida Perimetral, sendo que em alguns lugares foi realizado mais de um dia de campanha, por isso o total de 11.
“Essas parcerias são muito importantes para o nosso estoque de sangue. Só assim podemos salvar muito mais vidas”, comentou a técnica, agradecendo o voluntariado de nosso estado. Um deles é o jovem Alexandre de Abreu Lima, 18 anos, estudante, que fez sua primeira doação esta semana, para a sua avó, que passará por uma cirurgia. “A sensação de doar sangue é ótima, simples e salva muitas vidas”, ressaltou, prometendo que se tornará um doador regular.
Quem pode doar sangue: Candidatos com boa saúde; idade entre 16 anos completos e 69 anos. Menores de 18 anos somente com autorização dos pais ou responsáveis. Peso acima de 50 kg. Necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses.
Serviço: A Fundação Hemopa fica na Travessa Padre Eutíquio, 2109, e realiza coleta de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Mais informações pelo fone 0800 280-8118.

Hemopa promove workshop sobre Doença Falciforme

Com destaque para a necessidade do diagnóstico precoce, buscando melhor tratamento e orientação das pessoas com Doença Falciforme, teve início na manhã desta quinta-feira (23) o Workshop de Doença Falciforme e Sobrecarga de Ferro: Uma Nova Visão. O evento se estende até sexta-feira (24), reunindo mais de 100 participantes, entre profissionais e acadêmicos de saúde, além de pacientes que debatem aspectos gerais da doença, desde o acesso à informação até a oferta de tratamentos especializados disponíveis.
O ortopedista e traumatologista Gildásio Daltro, que ministrou palestra sobre “Terapia Celular no Tratamento das Lesões Ósseas na Anemia Falciforme”, também defendeu a disseminação do conhecimento nas unidades básicas de saúde, para que se tenha maior rapidez no diagnóstico e atendimento às pessoas com a doença. Há dez anos ele coordena uma bem-sucedida pesquisa com células tronco, que chega a 95% de êxito, fazendo com que com pacientes deixem de usar bengalas e muletas, parem de sentir dor e voltem a caminhar normalmente.
“São mais de 300 pessoas já tratadas, todas com excelente resultado, mas para isso, a atenção básica deve funcionar, com todos os envolvidos tendo consciência do agravo e que o tratamento só será eficaz se a lesão estiver no início. Para isso, devem ser feitos exames físicos e por imagem. O procedimento é minimamente invasivo, e o paciente passa de 48 a 72 horas no hospital, com o uso de bengala por 21 a 30 dias. Após isso, a vida segue normal”, declarou o doutor em cirurgia, que chefia uma equipe de composta por dez multiprofissionais.
A presidente do Hemopa, Luciana Maradei, deu boas-vindas aos cerca de 100 participantes do evento, entre acadêmicos, profissionais e especialistas paraenses e de outros Estados brasileiros. “Aproveite essa oportunidade de ensinar e aprender sobre doença falciforme, tendo em vista que a grande incidência da doença, na população brasileira, já provoca sérios problemas de saúde pública no Brasil”, alertou a médica, informando que atualmente o país tem um cadastro com 3,5 mil pessoas com o mal. No Pará, esse registro chega a 711 pessoas, nas mais diversas variações da doença, que precisam de cuidados e atendimento médicos especiais.
Luciana Maradei informou ainda que o workshop será transmitido aos profissionais dos Hemocentros Regionais de Marabá, Castanhal e Santarém, e Hemonúcleos de Abatetutba, Altamira, Tucuruí, Redenção e Capanema. “É necessário mostrar a importância do primeiro atendimento de pessoas com doença falciforme, enfatizando que o diagnóstico precoce é essencial para a melhor qualidade de vida dessas pessoas. A prevenção ainda é melhor alternativa”, ressaltou, destacando que o Hemopa faz ação preventiva em doadores identificados com traços falciformes, que recebem aconselhamento genético, juntamente com suas respectivas famílias.
Em seguida, o secretário de Estado de Saúde Pública, Hélio Franco, lembrou que a saúde pública do Pará enfrenta muitas dificuldades devido às dimensões geográficas e com uma população de aproximadamente um milhão de ribeirinhos. Para ele, o processo educacional é muito importante em seus vários aspectos da área da saúde.
“Temos que acabar com o analfabetismo, porque há casos na saúde que dependem de outras políticas”, disse o secretário, apontando ainda o alto índice de acidentes de trânsito que provocam perdas para as famílias das vítimas e custos ao Estado, que acaba provocando sérios problemas sociais. Ele disse ainda que a Sespa está criando o Grupo de Trabalho de Doenças Raras, e certamente o Hemopa participará desse grupo.
Programação – A programação da manhã foi encerrada com a palestra “Transfusão Crônica em Pediatria”, com a médica pediatra e hematologista da Fundação Hemopa Fernanda Guedes. À tarde, o Hemopa ofereceu consultas médicas para 30 pessoas com doença falciforme, em que são avaliadas lesões ósseas e úlceras de perna, além de roda de conversa com psicólogas e pacientes.
O segundo dia do evento contará com a mesa redonda Abordagem Multiprofissional no Acompanhamento da Úlcera de Perna em DF e palestras como Sobrecarga de Ferro; A saúde Bucal na Qualidade de Vida da Pessoa com DF; O Uso da Medicina Tradicional Chinesa na DF, além da oficina de Úlceras de Perna em DF, entre outras.
O Workshop de Doença Falciforme e Sobrecarga de Ferro: Uma Nova Visão conta com a participação de representantes da Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade Estadual do Pará (Uepa), Hospital Universitário João de Barros Barreto, Universidade Federal da Bahia, Hospital Adventista de Belém, Ministério da Saúde e tem o patrocínio da Novartis.

Serviço: o ambulatório de pacientes funciona na sede da Fundação Hemopa, na Travessa Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos, de segunda-feira a sexta-feira, das 7h às 17h. Alô Hemopa: 0800-2808118/ www.hemopa.pa.gov.br.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Projeto de sustentabilidade é destaque em encontro da qualidade do Hemopa


Projeto de Produção Mais Limpa (P+L), da Coordenação Geral de Sangue e Hemoderivados (CGSH), do Ministério da Saúde (MS), que há um ano foi implantado na Fundação Hemopa, foi um dos destaques no segundo e último dia do ‘’3° Encontro da Qualidade’’, realizado no auditório do hemocentro ontem, 22. Na oportunidade, a enfermeira Kati Seixas falou os benefícios do projeto que visa tornar racional o uso de insumos, reduzir desperdícios, minimizar a geração de resíduos e diminuir os impactos ambientais com o controle eficiente do uso de água e energia, adequando os processos gerados pela instituição à legislação ambiental.

De acordo com ela,o projeto adota estratégia sócio-ambiental  integrada aos processos e produtos oferecidos na Fundação.  ‘’A implantação deste projeto no Hemocentro Coordenador, em Belém, vai nos permitir a obtenção de indicadores de eficiência e qualidade. É um diferencial do hemocentro que vai refletir nos serviços ofertados à população e na relação da instituição com a comunidade’’, explicou a enfermeira que é responsável pelo Programa de Gestão de Resíduos de Serviço de Saúde (PGRSS) do hemocentro.

A excelência de gestão praticada pelo Hemopa foi decisiva como critério de seleção para a sua inclusão no P+L, junto ao Programa Nacional de Qualificação da Hemorrede, que coordena o Projeto de Capacitação e Qualificação Técnica da Hemorrede Pública em Gestão Ambiental. A adesão da fundação ao projeto aconteceu em novembro do ano passado, com um curso de capacitação destinado aos servidores da instituição.


“3° Encontro da Qualidade”, que o objetivo de dar continuidade à busca constante do desenvolvimento da gestão, focado na atualização e disseminação de novas tecnologias sustentáveis no setor público, reuniu mais de 100 participantes, entre especialistas locais e nacionais que debateram temas relevantes e de forma globalizada sobre os aspectos sociais, políticos, econômicos, estruturais, geográficos, legais e sustentáveis pertinentes à gestão da qualidade. 

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Terapia alternativa para tratamento da doença falciforme será mostrada no Hemopa

Pesquisadores do Hospital das Clínicas da Universidade Federal da Bahia (HC/UFBA) desenvolveram um tratamento contra lesões ósseas em pacientes com Doença Falciforme (DF), com o uso de células-tronco. A pesquisa tem alcançado excelentes resultados, e o novo tratamento já beneficiou 60 pessoas de vários Estados. O ortopedista Gildásio Daltro, coordenador da pesquisa, mostrará o êxito desse trabalho na palestra sobre “Terapia Celular no Tratamento das Lesões Ósseas na Anemia Falciforme”, durante o “Workshop de Doença Falciforme e Sobrecarga de Ferro: Uma Nova Visão”, que a Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) realizará nos próximos dias 23 e 24 (quinta e sexta-feira), no auditório do hemocentro, das 8 às 17 h, em Belém.
O evento, voltado a profissionais e acadêmicos de saúde, contará com palestras e mesas redondas proferidas por profissionais do hemocentro e de outros Estados. Além da programação científica, o workshop proporcionará consultas para cerca de 30 usuários com lesões ósseas e úlceras de perna, com médicos da UFBA, totalizando mais de 12 horas de atividades, beneficiando cerca de 120 participantes.
Na pesquisa, os médicos retiram células-tronco mesenquimais (originárias de indivíduos adultos e que podem ser usadas para sua recuperação) do osso da bacia do próprio paciente, que se transformam facilmente em tecidos diferentes, e injetam nas áreas atingidas, principalmente no fêmur. A técnica é eficaz na maioria dos casos de necrose em estágio inicial.
Resultados - Em entrevista à TV Universitária da UFBA, o ortopedista Gildásio Daltro garante que o grau de eficácia está em torno de 93% a 95% nos pacientes que se submetem ao tratamento. Segundo ele, em 30 dias as pessoas com Doença Falciforme praticamente abandonam a bengala, a dor desaparece 48 horas depois, e o caminhar é retomado próximo ao normal.
A hematologista Saide Maria Sarmento Trindade, titular da Coordenação de Atendimento Ambulatorial (Coamb) do Hemopa, explica que o workshop será uma grande oportunidade de traçar um painel sobre a DF no Pará e no restante do Brasil. “Apresentaremos o trabalho desenvolvido na Fundação pelos especialistas da equipe multiprofissional do ambulatório, o uso dos protocolos do Ministério da Saúde (MS), além das terapias alternativas como a laserterapia e a medicina tradicional chinesa, que auxiliam no tratamento das pessoas com DF. Tudo para oferecer bem estar e qualidade de vida aos pacientes”, ressalta Saide Trindade.
Em tratamento há mais de 30 anos, Arcilena Carvalho Santiago, 41 anos, moradora do Conjunto Paar, em Ananindeua (Região Metropolitana de Belém), recebe mensalmente infusão de sangue tipo A Positivo fenotipado (caracterizado pela presença ou ausência de antígenos, responsáveis pela reação de incompatibilidade  nas hemácias). Ela participará da Oficina de Úlcera de Perna, e afirma que “a iniciativa do Hemopa é muito importante, não só para quem trabalha aqui, como para o próprio paciente. Sempre podemos aprender coisas novas, e isso é interessante para médicos e pacientes. Tenho visto todo mundo muito engajado no evento”, conta.
Cadastro - Saide Trindade reforça que disseminar o conhecimento sobre a DF é o objetivo do evento, tendo em vista que tanto no meio profissional quanto no acadêmico existe uma grande lacuna de informação sobre todos os aspectos da doença. De acordo com a médica, atualmente, o hemocentro possui um cadastro de 13.418 pacientes ativos. Desses, 711 são portadores de Doença Falciforme, incluindo homens e mulheres, com maior prevalência na faixa etária de 21 a 30 anos.
A DF é uma das doenças genéticas hereditárias mais comuns no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, 3,5 mil crianças brasileiras nascem, a cada ano, com a doença, e outras 200 mil com o traço falciforme.
A doença é causada por uma modificação no gene (DNA) que, em vez de produzir a hemoglobina A, produz em seu lugar outra hemoglobina diferente chamada S. Esta mutação ocorreu no continente africano e apresenta altas incidências na África, Arábia Saudita e Índia, sendo mais comum na população afrodescendente. Para diagnosticar a DF, o principal exame é o “Teste do Pezinho”, na fase neonatal. Acima de seis meses de idade a doença é diagnosticada pelo exame de eletroforese de hemoglobina.
Os principais sintomas da DF são: anemia crônica, icterícia (cor amarelada na parte branca dos olhos), mãos e pés inchados e muita dor nos punhos e tornozelos (frequente até os três anos de idade), e crises de dores em músculos, ossos e articulações. A partir do diagnóstico é necessário acompanhamento médico.
Por isso, as pessoas com DF devem ser encaminhadas para atendimento especializado por equipe multiprofissional, composta por hematologista, nutricionista, psicólogo, fisiatra, enfermeiro, pedagogo, fisioterapeuta, odontólogo, assistente social, técnicos e auxiliares. O evento conta com o patrocínio da Novartis.

Serviço: O ambulatório de pacientes funciona na sede da Fundação Hemopa, na Travessa Padre Eutíquio, 2109, de segunda-feira a sexta-feira, de 7h às 17h. Alô Hemopa: 08002808118, www.hemopa.pa.gov.br.

Hospital de Clínicas inicia campanha de captação de sangue e medula óssea

Doar sangue é salvar vidas, e é com esse lema que a XIX Campanha de Doação de Sangue e Medula Óssea da Fundação Hospital de Clínicas Gaspar Vianna (FHCGV) continua nesta quarta-feira (22), de 8 às 18h. Iniciada na manhã desta terça (21), a campanha este ano tem como tema "Doe sangue, doe vida. Eu curto e compartilho esta ideia!", fazendo um chamado a voluntários, funcionários e o público interessado em praticar essa boa ação, que tem como intuito principal a manutenção do estoque de sangue da Fundação Hemopa.
Até a tarde de terça-feira, 116 doadores participaram da campanha e 18 se cadastraram para a doação de medula óssea. O objetivo é alcançar, até o fim do dia 22, a meta de 250 bolsas de sangue e 50 novos cadastros de doadores de medula óssea.
Obenilson Araújo, 37 anos, é um doador frequente nessa campanha. O motorista do gabinete da instituição já pratica a ação há 18 anos e se sente realizado a cada vez que doa novamente. "Faço a doação para salvar vidas. A gente não sabe o dia de amanhã. Um dia eu também posso precisar. Eu me sinto bem doando, fico feliz em estar fazendo o bem e exercendo o principal objetivo da campanha, que é salvar vidas", ressaltou.
Segundo a médica hematologista Iê Bentes, gerente da Agência Transfusional da FHCGV, todo mês são feitas cerca de 500 transfusões de sangue por pacientes da instituição. “Nossa missão é despertar a solidariedade e a cidadania das pessoas. Lembrando ainda que um doador consegue salvar até quatro vidas”, informou. Os fins de semana e feriados prolongados são os períodos com maior carência no estoque de sangue, segundo a médica.
A diretora presidente da FHCGV, Ana Lydia Cabeça, também participou da doação. Em seu segundo ano consecutivo, ela diz que a sensação é sempre de dever cumprido. “A gente sente que o nosso dever foi cumprido em ajudar ao próximo. Faço a doação por solidariedade, porque temos que fazer a nossa parte. Não precisamos esperar um motivo exato para doar, pois sempre existe alguém que está precisando”, ressaltou.
Durante campanhas como essa, o público é informado sobre os mitos que envolvem a doação de sangue e dados sobre quem pode ou não doar. Informações de que o ato não é prejudicial à saúde nem há riscos de contaminação são de grande importância. Nesses períodos, ações de incentivo às doações são feitas na FHCG. Nos dois dias da campanha, estão sendo feitos trabalhos de sensibilização junto aos servidores, usuários e acompanhantes quanto à importância e necessidade de doar sangue e medula óssea.
Uma gincana entre os servidores do hospital também foi organizada para incentivar ainda mais a captação. Além disso, os três setores da instituição que mais enviarem doadores receberão como prêmio um troféu e cestas de chocolates. A campanha é uma iniciativa da Agência Transfusional da FHCGV, em parceria com a Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa). A coleta está sendo feita entre os dias 21 e 22 de outubro, de 8 até 18 horas.
Para se tornar um candidato à doação regular de sangue é preciso ter entre 18 e 69 anos de idade (menores de 18 anos devem comparecer acompanhados dos pais ou reponsável legal), pesar, no mínimo, 50 quilos e cadastrar-se em um banco de sangue devidamente credenciado, preenchendo honesta e minuciosamente os formulários de saúde.
Informações importantes sobre a doação:
- Para doar sangue não é necessário estar em jejum, mas sim bem alimentado;
- A doação não acarreta nenhuma reação física e não há nenhum risco de contrair Aids ou outra doença qualquer, pois a agulha usada é descartável.
O impedimento temporário para doar sangue acontece nas seguintes situações:
- Gravidez/ amamentação: espera de três meses após o parto
- Acupuntura ou piercing: doze meses de espera
- Tatuagem: espera de doze meses
Aborto: espera de três meses
- Parto normal: espera de 90 dias. Em caso de cesariana a espera é de 180 dias
Gripe: esperar sete dias a partir da cura
- Dengue: esperar quatro semanas após a cura
Serviço: XIX Campanha de Doação de sangue e medula óssea. Dias: 21 e 22, das 8h às 18h, na área do estacionamento da Fundação Hospital de Clínicas Gaspar Vianna (Travessa Alferes Costa, s/n, entre Visconde de Inhaúma e Marques de Herval).

Felipe Gillet
Ascom do Hospital de Clínicas Gaspar Vianna

Hemopa debate desenvolvimento da gestão no 3º Encontro de Qualidade

Com o objetivo de dar continuidade à busca pelo desenvolvimento da gestão, com enfoque na atualização e disseminação de novas tecnologias sustentáveis no setor público, foi aberto na manhã desta terça-feira (21) o “3° Encontro da Qualidade”, no auditório do hemocentro, pela médica Luciana Maradei, presidente da Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa). O encontro, que se estenderá até quarta-feira (22), reúne mais de 100 participantes, entre especialistas locais e nacionais, que debatem temas relevantes sobre os aspectos sociais, políticos, econômicos, estruturais, geográficos, legais e sustentáveis relativos à gestão da qualidade.
Luciana Maradei, na solenidade de abertura, entregou ao ambientalista Camilo Viana, 88 anos, o prêmio “Árvore da Vida”, instituído para destacar personalidades que contribuem para a melhoria da qualidade de vida, divulgando tendências, acarretando discussões e reflexões, e produzindo opiniões que valorizam o estilo de vida, padrões e ambiente saudáveis.
Camilo Viana, que estava acompanhado pelo neto, Flávio Lozado Viana, ficou emocionado com a homenagem. “Tenho o privilégio de estar aqui recebendo esse troféu, de uma instituição conceituada no Pará e no Brasil. Temos que defender o Brasil e a Amazônia, sempre”, disse o ambientalista, que está escrevendo a letra do Hino da Amazônia brasileira, junto com um amigo.
Em seguida, a cantora lírica Dione Colares apresentou peças de autoria do compositor e pianista paraense Waldemar Henrique, como Tambatajá, Vitória Régia e Uirapuru. A apresentação contou com a participação de cinco crianças, que fazem atendimento no hemocentro.
Certificação internacional - Após a apresentação, Luciana Maradei ministrou a palestra “Evolução do Sistema de Gestão da Qualidade da Fundação Hemopa”, evidenciando a importância da manutenção do sistema da qualidade, visando alcançar a excelência na gestão. “Temos que evoluir, sempre”, frisou, mostrando as práticas do hemocentro, instituição que recentemente conquistou certificação nacional e internacional, que será emitida até novembro deste ano pela Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH) e American Association of Blood Banks (AABB) - associação internacional integrada por profissionais e instituições relacionadas a atividades transfusionais e terapia celular, incluindo transplante. Desde 1957, a AABB mantém rigorosos padrões para desempenho de atividades médica, técnica e administrativa, pesquisa, educação, legislações e outras atividades no âmbito da Hemoterapia. Essa conquista se reflete diretamente no atendimento oferecido aos usuários, o qual prima pela segurança e qualidade nos processos internos e externos do Hemopa.
Segundo Luciana Maradei, aprender e ter atitudes diferenciadas são alguns dos desafios da Gestão de Qualidade. Na Fundação Hemopa, o sistema foi implantado em 1994 e, ao longo dos anos, amadureceu e refinou seus processos, atingindo um patamar de excelência de gestão reconhecido dentro e fora do Brasil.
Segundo ela, a gestão da qualidade, especialmente no serviço público, tem a necessidade imperativa de manter um alto padrão para atender as demandas da sociedade, a partir dos princípios universais da dignidade humana, propondo diariamente a busca de novas soluções, que variam de acordo com os desafios apresentados.
“Gestão pública voltada para resultados” foi o tema da palestra proferida pelo especialista em Gestão Pública e Qualidade em Serviços, Paulo Daniel Barreto Lima, enfatizando que o “resultado no setor público não é medido pelo lucro financeiro, mas pelo ganho no serviço percebido pelo cidadão”. Para ele, a meta física e financeira deve gerar resultado social.
A programação da manhã foi encerrada com a apresentação da administradora Círia Pimentel, que falou sobre “Gestão Pública em Saúde”, representando o secretário de Estado de Saúde Pública, Helio Franco.
O 3º Encontro da Qualidade reúne representantes do Ministério da Cultura, Ministério da Fazenda, Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan) e instituições privadas que apresentarão cases sobre o desenvolvimento da gestão de qualidade, em suas respectivas áreas de atuação.
Programação - Durante os dois dias do encontro, os participantes assistem a palestras ministradas por Paulo Daniel, mestre em Administração pela Universidade de Brasília UnB, e autor do livro “A excelência em gestão pública: A trajetória e a estratégia do Gespublica”; Haley Maria de Almeida de Sousa, especialista em Gestão Pública, consultora Ad Hoc do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, com qualificação nas áreas do planejamento estratégico e gestão, e que fará parte da comissão de realinhamento da Carta de Serviços 2014 da Fundação; Humberto Xavier, arquiteto e urbanista da Gestão de Infraestrutura da  Coordenação Geral de Sangue e Hemoderivados (CGSH); Sonia Maria Nunes de Barros, assessora da hemorrede do Hemocentro do Rio de Janeiro (Hemorio); Iane Hermes Marques, da Superintendência Administrativa e Financeira do Ministério da Fazendo; Kati Seixas, enfermeira da Fundação Hemopa, e Napoleão de Alencar Almeida, diretor financeiro da Unicred (cooperativa de crédito).
O evento contará ainda com exposições de produções sustentáveis no Pará e apresentação do Coral do Hemopa.

Mais informações estão disponíveis o site www.hemopa.pa.gov.br, ou pelo fone: (91) 3241-1299.

Hemopa Castanhal lança aplicativo para auxiliar na captação de doadores

Depois do Hemocentro Coordenador, em Belém, será a vez do Hemocentro Regional de Castanhal (HRC) aderir ao projeto Hemoliga, que é uma importante ferramenta de interação social na promoção da doação voluntária de sangue. O lançamento desse novo serviço à região Nordeste do Estado será nesta quarta-feira (22), às 10h, na sede do hemocentro, durante entrevista coletiva à imprensa sobre a importância do aplicativo, que estará disponível para smartphones e tablets, nas plataformas IOS e android. Quem tem acesso à internet em dispositivos móveis, também poderá acessar o aplicativo na versão web, no site www.hemoliga.com.br.
O projeto inovador já foi lançado nos hemocentros do Rio Grande do Norte (Hemonorte), Amazonas (Hemoam), Fundação Pró Sangue (SP), em Belém, na cidade de Marília (SP), minas Gerais (Hemoninas) e agora no município de Castanhal. No Pará, inicialmente o serviço estará disponível para o DDD 91. Até o fim deste ano, o Hemoliga estará atendendo os demais códigos paraenses.
Segundo Thiago Luccas, um dos quatro amigos e doadores idealizadores do projeto, o Hemoliga surgiu a partir da necessidade que eles sentiram em relação à doação de sangue. “Sentimos falta de informações sobre agendamento da nova doação, estoque de sangue, endereços e outros locais de coleta”, diz, ressaltando que o projeto não vai resolver todos os problemas da hemorrede brasileira. “Viemos somar ações para elevar o número de doações e, especialmente, incentivar a doação regular, a partir do repasse de informações sobre a próxima doação, datas e locais de novas campanhas”, explica.
Funcionário do Hemopa e doador de sangue, o estudante de jornalismo Sérgio Moraes aprovou o novo aplicativo. ''O Hemoliga é um aliado do Hemopa na captação de doadores, além de ser mais um canal de informação sobre o hemocentro, seus serviços e ações. O usuário pode saber o que ele quiser sobre o processo da doação de sangue no Estado, a qualquer hora e em qualquer lugar. Isso faz com que o usuário fique mais próximo da fundação”, acredita.
Segundo Thiago Luccas, o êxito dessa nova tecnologia aliada da doação de sangue depende de alguns fatores: atualização dos dados das ações pelo Hemopa, cadastramento do registro das doações, que é feita pelo próprio voluntário, e o compartilhamento das informações contidas no Hemoliga, que podem e devem ser compartilhadas para todas as redes sociais.
Para a gerente responsável pelo hemocentro, Sandra Lobato, o Hemoliga representa um importante auxílio na captação de novos doadores, além de contribuir significativamente para o incentivo da prática da doação regular, que é o objetivo da hemorrede brasileira. “O Hemoliga vai potencializar o estímulo a esse ato voluntário com repasse constante de várias informações sobre o processo com datas e locais de campanhas, próxima doação, nível do estoque de sangue e eventos”, observa.

Serviço: o Hemopa Castanhal fica na Travessa Floriano Peixoto, Alameda Rita de Cássia, Conjunto Maria Alice, casas B-2 e B-3. Telefones: (91) 3721-2986 e 3721-4008.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Hemopa de Marabá realiza campanha em parceria com o Hospital Regional do Sudeste

“Seja para quem for, seja um doador”. Esse é o tema da 23ª Campanha de Doação de Sangue que o Hemocentro Regional de Marabá (HRM) realizará, em parceria com o Hospital Regional Público do Sudeste do Pará "Dr. Geraldo Veloso" (HRPSP), a partir desta segunda-feira (20), até a próxima sexta-feira (24). As coletas serão realizadas no hemocentro e na terça-feira (21), também no próprio hospital, com meta de 120 doações de sangue. O objetivo é difundir entre o corpo clínico do hospital, familiares, amigos de pacientes e a comunidade em geral, a importância da doação na reposição do estoque técnico do HRM.
Este ano já ocorreram duas outras edições da campanha, nos meses de março e junho. A assistente social da Captação de Doadores do Hemopa de Marabá, Roberta Duarte Oliveira, ressalta que da diretoria aos demais colaboradores do HRPS, todos estão integrados na realização e consequente sucesso da ação. “A mobilização atinge em média 70% de participação do contingente do hospital. Esse alcance se deve ao fato de já existir a cultura da doação de sangue no Regional, o que nos faz envolver outras unidades de saúde da região nessa consciência partilhada da doação”, frisa a assistente social.
Segundo a enfermeira e coordenadora de Humanização do HRPS, Karla Emanuelle Silva Luz, durante esses anos todos, o hospital tem valorizado e estimulado a campanha de doação de sangue. “Somos sabedores que a demanda do HRPS é grande, por isso queremos que nossos colaboradores e usuários participem dessa ação de responsabilidade social, que é de todos. Por meio de um trabalho integrado, buscamos contribuir para o aumento da captação de doadores voluntários, o que beneficia todo o sudeste do Pará”, informa a enfermeira.
O Hospital Regional é referência de alta e média complexidade, atende 22 municípios do sul e sudeste do Pará e realiza em média 20 transfusões de sangue ao mês. Já o Hemocentro Regional de Marabá atende 38 municípios da região sudeste do Estado, com média mensal de 600 doações.
Quem pode doar sangue: Candidatos em bom estado de saúde; com idade entre 16 anos completos e 69 anos (menores de 18 anos, devem comparecer com autorização dos pais ou responsável legal). Precisa pesar mais que  50 kg. Necessário portar documento de identidade original com foto e assinatura. Não precisa estar em jejum, o doador deve estar bem alimentado. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses.
Serviço:
O Hemocentro Regional de Marabá (HRM) fica na Rod. Transamazônica, Quadra 12, S/N, entre Av. Hiléia e Av. Amazônia. Bairro Amapá. Marabá-PA. Horário de funcionamento para coleta de 7h30 às 12h30. Fone: (94) 3312-9150/3324-1096 (Distribuição). Alô Hemopa: 08002808118. www.pa.gov.br.

O Hospital Regional Público do Sudeste do Pará fica na Rodovia PA 150, S/N (altura do Km 07), Nova Marabá. Marabá-PA. Fone: (94) 3323-3588.

domingo, 19 de outubro de 2014

Campanha do HC faz coleta de sangue e cadastro de doadores de medula óssea

“Doe sangue, doe vida. Eu curto e compartilho esta ideia!”. Esse é o tema da XIX Campanha de Doação de Sangue e Medula Óssea da Fundação Hospital de Clínicas Gaspar Vianna (FHCGV), realizada por meio da Agência Transfusional da instituição e em parceria com a Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa). A coleta será realizada durante os dias 21 e 22 de outubro, de 8h às 18h.
Toda a estrutura necessária para captação de sangue e cadastro de novos doadores de medula óssea será montada na área do estacionamento do hospital. O objetivo da campanha é a manutenção do estoque de sangue da Fundação Hemopa. Nesta edição a meta é conseguir 240 bolsas de sangue em cada dia e cadastrar ao menos 50 novos doadores de medula óssea.
Segundo a médica hematologista Iê Bentes, gerente da Agência Transfusional da FHCGV, cerca de 500 transfusões de sangue são realizadas por pacientes da instituição todo mês. “Lembrando que um doador consegue salvar até quatro vidas. Nossa missão é despertar a solidariedade e a cidadania das pessoas”, ressaltou Iê Bentes. A médica lembra que a falta de sangue é sentida principalmente nos finais de semana e feriados prolongados. “O sangue correndo nas veias significa a manutenção da vida”, enfatiza a médica.
Nos dois dias da campanha será realizado um trabalho de sensibilização junto aos servidores, usuários e acompanhantes, quanto à importância e necessidade de doar sangue e medula óssea. Uma gincana entre os servidores do hospital também foi organizada para incentivar ainda mais a captação. Além disso, os três setores da instituição que mais enviarem doadores receberão como prêmio um troféu e cestas de chocolates.
Mitos
Doar sangue é um procedimento simples, sem riscos à saúde. Entretanto, ao longo dos anos, mitos se formaram entre a população, dificultando a coleta. Durante as campanhas, como esta realizada pela FHCGV, o público é informado sobre todas as etapas que compõem a doação de sangue e a necessidade que este ato de solidariedade tem para a preservação da vida humana.
Para doar sangue não é necessário estar em jejum, Não acarreta nenhuma reação física e não há nenhum risco de contrair Aids ou outra doença qualquer, pois a agulha utilizada é descartável.
Para se tornar um doador regular de sangue é preciso: estar em bom estado de saúde, ter entre 18 e 69 anos de idade (menores de 16 e 17 anos devem comparecer com os pais ou responsável legal); pesar, no mínimo, 50 quilos; cadastrar-se em um banco de sangue devidamente credenciado; preencher honesta e minuciosamente os formulários de saúde e apresentar documento de identidade original com foto assinatura.
O impedimento temporário para doar sangue acontece nas seguintes situações: parto normal e amamentação (é necessária a espera de três meses após o parto); em caso de cesariana (seis meses); acupuntura, piercing ou tatuagem (12 meses de espera); aborto (espera de três meses). Também é necessária a espera de sete dias a partir da cura para gripe e de quatro semanas após a cura da dengue.
Serviço: “XIX Campanha de Doação de sangue e medula óssea”. Dias: 21 e 21 de outubro. Horário: a partir das 8 até às 18h.
Local: Área do estacionamento da Fundação Hospital de Clínicas Gaspar Vianna. Travessa Alferes Costa, s/n, entre Visconde de Inhaúma e  Marques de Herval.


Felipe  Gillet
Hospital de Clínicas Gaspar Vianna

Jovens adventistas doam sangue em Capanema

O Núcleo de Hemoterapia de Capanema (Henca), no nordeste paraense, realiza neste domingo (19), das 8 às 17 horas, uma campanha de doação de sangue e cadastro de doadores de medula óssea, em parceria com a Igreja Adventista do 7º Dia, com os jovens integrantes do projeto Vida por Vidas. A meta é conseguir 100 coletas, atraindo novos doadores e atendendo voluntários que não podem doar durante a semana, bem como formar novos agentes multiplicadores da doação de sangue.
Esse é o terceiro ano consecutivo que a campanha será realizada em Capanema, sempre com grande mobilização dos moradores, informa a assistente social Luiza Helena Santana, do Henca. “Temos um histórico com boa participação dos jovens adventistas, e a média de 100 comparecimentos. Além disso, os comerciários, servidores públicos de Capanema e moradores das localidades vizinhas também abraçaram a campanha. Também distribuiremos camisas, preservativos e material informativo de saúde para todos os doadores”, disse a técnica.
Luiza Santana destacou que, na divulgação do evento, são utilizados os meios convencionais, as redes sociais e o Hemoliga. Lançado no início deste mês no Estado, o aplicativo disponibiliza informações sobre estoque, campanhas, endereço e a data da próxima doação para os voluntários que usam smartfone com sistema Android e IOS. O download pode ser feito pelo site www.hemoliga.com.br
O Henca coleta por mês 200 bolsas de hemocomponentes, e é responsável pelo atendimento a 250 leitos, espalhados por nove hospitais, nos municípios de Bragança, Capanema, Ourém, Salinópolis e Viseu, que juntos realizam uma média de 260 transfusões mensais.
Criado em 2005, o projeto Vida por Vidas já foi alvo de premiação, em 2006, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), e conta com a adesão de mais de 300 mil voluntários no planeta.
Para fazer a doação, o candidato precisa se dirigir ao Henca, preencher o cadastro e passar pela triagem clínica. Se for considerado apto, fará a doação. Os critérios básicos exigidos são: estar bem de saúde e alimentado, ter entre 16 e 69 anos (menores de 16 e 17 anos devem comparecer com os pais ou responsável legal); ter peso a partir de 50 kg. É preciso apresentar um documento de identificação original e com foto.
Para fazer o cadastro de doação de medula óssea, o candidato deve estar bem de saúde, ter entre 18 e 55 anos e apresentar documento de identidade original e com foto.
Serviço: O Núcleo de Hemoterapia de Capanema fica na Rodovia BR 308, KM-0, s/n, bairro São Cristóvão (próximo à unidade do Corpo de Bombeiros). Fomes: (94) 3411-1453. Alô Hemopa: 08002808118. Mais informações estão disponíveis no site www.hemopa.pa.gov.br

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Hemopa participa de oficina de captação de doadores na Santa Casa

Nesta sexta-feira (17), a partir das 8h30, técnicas da Gerência de Captação de Doadores (Gecad) da Fundação Hemopa participam de Oficina de Captação de Doadores promovida pela direção da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará, com o objetivo de ampliar a rede de agentes multiplicadores de estímulo ao voluntariado da doação de sangue.
A titular da Gecad, Juciara Farias, ministrará palestra sobre “O papel do Serviço Social na hemoterapia”, que evidenciará a importância da atuação desse profissional no contexto da saúde pública na área do sangue, destacando abordagens sobre a prevenção e a promoção do serviço.
Juciara Farias vai falar sobre o ciclo do sangue, que abrange desde a captação do voluntário e doação de sangue até a distribuição do produto na rede hospitalar no Estado, que atualmente é composta por cerca de 220 hospitais públicos e privados. Somente na capital, esses estabelecimentos demandam uma média diária de 300 solicitações transfusionais, enquanto a média diária de coleta varia entre 200 a 250 unidades.
“Esse desequilíbrio de quantitativo entre a demanda e a oferta precisa ser ajustado com a elevação do número de doadores. O corpo clínico dos hospitais tem papel fundamental para reverter esse quadro, ao promover a doação de sangue entre familiares e amigos de usuários internados ou atendidos”, observa a gerente, afirmando que as parcerias são fundamentais para o êxito das ações.
Conscientização – O agente de serviços gerais Maicon Rogério Araújo Monteiro, 29, foi ao Hemopa doar sangue. Ele perdeu um filho de 8 meses de idade, tem um irmão portador de necessidade visual e uma irmã que teve câncer. Apesar de disso tudo, encontrou tempo para ajudar o próximo e comemorou idade nova no hemocentro, onde fez a primeira doação de sangue. “Vim celebrar a vida. No lugar de ganhar presente, vim dar um presente para quem precisa. Trabalho na área de saúde e conheço a angústia de quem precisa de sangue”, disse.
Maicon disse que pretende se tornar um doador de repetição e afirmou que vai estimular parentes e amigos ao ato solidário. “Vou começar por casa, com meus pais e irmãos. Tenho certeza que meu gesto aqui impedir que a vida de alguém termine prematuramente. Foi tudo perfeito, do atendimento à segurança da doação”, disse.
Podem doar sangue pessoas com boa saúde, que tenham entre 16 e 69 anos e pesem acima de 50 quilos. Menores de 18 anos doam somente com autorização dos pais ou responsáveis. É necessário portar documento de identidade original com foto. O doador deve estar bem alimentado. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher, a cada três meses.

O Hemopa funciona na Travessa Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos. O horário para coleta é de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 18h, e aos sábados, de 7h30 às 17h. Alô Hemopa: 0800-280-8118. www.hemopa.pa.gov.br

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Hemopa de Marabá promove mais uma campanha de doação de sangue

O Hemocentro Regional de Marabá, no sudeste paraense, realiza a partir desta quarta-feira (15) até sexta (17) a campanha de doação voluntária de sangue, com o tema “Unidos pela Vida. Unidos pela fé. Doe sangue”. A meta é coletar 90 bolsas de sangue, para suprir o estoque estratégico do hemocentro, aproveitando a mobilização na cidade em função do Círio de Nossa Senhora de Nazaré, que acontecerá em Marabá no próximo domingo (19).
O Hemocentro de Marabá garante atendimento transfusional para a rede hospitalar de 37 municípios do sul e sudeste do Pará. Segundo a técnica responsável pelo serviço de captação de doadores da unidade, a assistente social Roberta Duarte, o hemocentro tem uma média mensal de 650 coletas de bolsas de sangue e atende cerca de 640 solicitações de transfusão. O Hemocentro Regional de Marabá também dispõe de atendimento hematológico, beneficiando mensalmente cerca de 140 pessoas.
“Reforçamos o convite para antigos e novos doadores da nossa região, que podem mostrar seu amor à Virgem de Nazaré salvando vidas, com esse simples e nobre gesto da doação voluntária de sangue”, ressaltou Roberta Duarte, enfatizando que a doação é um processo rápido, simples, indolor e seguro.
Assim como as demais unidades da hemorrede estadual e nacional, o Hemocentro de Marabá também enfrenta eventuais dificuldades com a redução do número de doadores. Mas a unidade participa também de ações de responsabilidade social, visando incentivar a doação voluntária. O doador Rafael Sá, com tipo sanguíneo “O Negativo”, foi acionado pelo Hemocentro em caráter de urgência, para atender um paciente internado no Hospital Regional de Marabá. Ele decidiu iniciar uma campanha, desafiando amigos a se tornarem doadores. “Ao aceitar o desafio, o voluntário posta uma foto no ato da doação, desafiando mais três amigos, e assim, sucessivamente”, explicou Roberta Duarte.
O doador de sangue deve ter boa saúde, mais de 50 kg e estar na faixa etária de16 anos completos a 67 anos. É necessário portar documento de identidade original e com foto, e estar alimentado no momento da doação. O homem pode doar a cada dois meses, e a mulher a cada três meses.

Serviço: O Hemocentro de Marabá fica na Rodovia BR-230 (Transamazônica), Quadra 12, s/n, entre as avenidas Hiléia e Amazônia, no bairro Amapá. Fone: (94) 33129150 / 08002808118. www.hemopa.pa.gov.br

sábado, 11 de outubro de 2014

Campanhas externas do Hemopa começam

A Fundação Hemopa coletou 101 de bolsas de sangue nos dois primeiros dias de campanhas externas do mês de outubro. A unidade móvel do hemocentro foi levada à frente do Banco do Brasil, na Avenida Presidente Vargas, onde permanceceu nos dias 7 e 8, para a captação de doadores e reforço do estoque técnico que atende a rede pública e privada de hospitais do Estado.

O ferreiro armador Gilson Silva da Gama, 28, passava pela avenida quando viu a unidade móvel do hemocentro e aproveitou para realizar o desejo que tinha de se tornar doador de sangue. "Eu já estava planejando ir ao Hemopa, mas vi o ônibus deles aqui e decidi aproveitar a oportunidade. Pensei que a doação era complicada, mas não, é bem tranquila e rápida. Além do mais, saber que estamos ajudando a salvando alguém com um gesto tão simples não tem preço", contou Gilson.

"Muitas pessoas precisam das doações de sangue para viver. Eu tinha medo de doar, mas hoje criei coragem e vim. E foi bem mais tranquilo do que eu imaginava. Aproveitar a unidade móvel é uma boa ideia para quem mora longe do Hemopa", reforçou a vendedora Josilene do Rosário Miranda, 21, que doou sangue pela primeira vez.

O calendário de campanhas externas prossegue no Castanheira Shopping Center nos dias  15, 16, 29 e 30; no Hospital de Clínicas Gaspar Vianna, dias 21 e 22; na UFRA, dia 23; na Unidade de Saúde de Santa Izabel do Pará, dia 25, e no Hospital da Aeronáutica, dia 31.

Quem pode doar sangue: Candidatos com boa saúde, acima de 50 quilos, idade entre 16 (completos) e 69 anos. Menores de 18 anos só podem efetuar a doação com autorização dos pais ou responsáveis. É necessário apresentar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum, ao contrário, o doador deve estar bem alimentado. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três.

Serviço: O Hemopa funciona na Travessa Padre Eutíquio, nº 2109. Horário para coleta: de segunda-feira a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Mais informações pelo Alô Hemopa: 0800 280 8118.

Hemopa não coletará sangue na segunda-feira e desenvolve ações externas



 A Gerência de Captação de Doadores (Gecad) da Fundação Hemopa, informa que nesta segunda-feira, 13, o serviço de coleta de sangue não funcionará, devido ao ponto facultativo nos órgãos públicos estaduais. No entanto, o serviços de atendimento transfusional à rede hospitalar pública e privada permanecerá normal.
O descentraliza coleta para aumentar número doações
Para que o estoque de sangue do hemocentro não sofra com insuficiência de doações, o Hemopa mantém calendário de campanhas externas, cujas coletas, anualmente, correspondem ao total de 10% das coletas efetuadas mensalmente na sede do hemocentro. No dias 7 e 8, foi realizada ação na  Av. Presidente Vargas, de 8h às 15h, em frente ao prédio do  Banco do Brasil, que rendeu 101 bolsas de sangue, que vai ajudar a atender cerca de 404 pacientes adultos, tendo em vista que a unidade de sangue coletada é fracionada em quatro hemocomponentes: plasma, concentrado de plaquetas, concentrado de hemácias e crioprecipitado que são transfundidos de acordo com cada caso do paciente. O concentrado de hemácias, por exemplo, tem como principal função combater anemias graves, sangramentos intensos, pacientes acidentados, ou pacientes que realizam quimioterapia, entre outras situações.
A promoção de campanhas externas realizada pelo Hemopa tem a finalidade de facilitar o acesso do serviço aos voluntários potencialmente doadores. Foi o caso, por exemplo, do ferreiro armador Gilson Silva da Gama, 28, que aproveitou a oportunidade  e doou na  unidade móvel do hemocentro que estava na Av. Presidente Vargas, realizando um antigo sonho. “Eu estava me planejando para ir ao Hemopa, mas vi o ônibus de coleta de sangue e realizei meu desejo. Pensei que a doação era complicada, mas, não. É bem tranquila e rápida, além do mais, saber que estamos salvando alguém com um gesto tão simples não tem preço’’, contou Gilson.
Joselene aproveitou a unidade e fez sua primeira doação
‘’Muitas pessoas precisam das doações de sangue para viver.”.
Para a vendedora Joselene do Rosário Miranda, 21, aproveitar a unidade móvel é uma boa ideia para quem mora longe do Hemopa. Ela também aproveitou a oportunidade e doou sangue, nesse caso, pela primeira vez.
O calendário de campanhas externas
Dias 15, 16,29 e 30, em espaço interno do Pórtico Metrópole do Castanheira Shopping Center nos dias  15, 16, 29 e 30, que está sendo adequado para oferecer o serviço, agora com bem mais conforto e espaço distribuídos em  60 metros aos voluntários.
Dias 21 e 22, em parceria com a direção do Hospital de Clínicas Gaspar Via. Dia 23, na Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA). Dia 25, na Unidade de Saúde de Santa Izabel do Pará. Dia 31, será a vez da direção do Hospital da Aeronáutica dar sua contribuição com a doação de  sangue.
haverá campanha em parceria com Castanheira Shopping
Quem pode doar sangue: Candidatos com boa saúde; idade entre 16 anos completos e 69 anos. Menores de 18 anos somente com autorização dos pais ou responsáveis. Peso acima de 50 kg. Necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses. O doador deve estar bem alimentado.
Serviço:  O Hemopa funciona na Travessa Padre Eutíquio, 2109. Horário para coleta: de segunda-feira à sexta-feira, de 7h30 às 18h, e aos sábados de 7h30 às 17h. Alô Hemopa: 0800-280-8118.