terça-feira, 30 de junho de 2015

HRSP promove campanha de doação voluntária de sangue

O Hospital Regional Público do Sudeste (HRSP), em Marabá, em parceria com a Fundação Hemopa e a Unimed Sul do Pará, promove de 29 de junho a 3 de julho mais uma campanha de doação voluntária de sangue com coletas nas dependências do próprio hospital no dia 30, no horário de 8h as 17h. Nos demais dias, as coletas serão feitas no hemocentro, das 7h30 às 12h30.
As atividades de incentivo à doação de sangue já estão incorporadas na rotina do HRSP, com campanhas realizadas três vezes por ano, desde a inauguração da unidade. Esta será a 25ª mobilização feita com o intuito de colaborar com o estoque de sangue do hemocentro fornecedor e possibilitar que cada vez mais pacientes possam ser beneficiados nas suas indicações de transfusões sanguíneas, tanto no HRSP como nos demais hospitais de Marabá e região.
A organização da campanha conta com o apoio do Grupo de Mobilização de Doadores “Amigos de Sangue”, composto por colaboradores dos diversos setores do hospital, Grupo de Trabalho e Humanização, Serviço Social e SAU (Serviço de Atendimento ao Usuário).
A participação de colaboradores, inclusive coordenadores e diretores, costuma representar mais de 50% das bolsas coletadas nas campanhas, o que demonstra o envolvimento de todos, não apenas na assistência aos pacientes, mas também na participação ativa em ações de responsabilidade social.
“O HRSP convida a comunidade em geral a participar de mais essa campanha, que tem por meta a efetivação de 100 coletas. Isso possibilitará melhorias no estoque de hemocomponentes da Fundação Hemopa para o período das férias de julho, quando é comum a redução nos estoques pelo baixo comparecimento de doadores”, informa a médica Socorro Leão, que integra a equipe de Apoio Técnico do Hemopa e preside a Agência Transfusional do Hospital Regional.
Quem pode doar sangue
Para doar basta estar bem de saúde, ter peso mínimo de 50kg, estar alimentado, apresentar documento oficial de identidade e ter entre 18 e 69 anos. Candidatos entre 16 e 18 anos devem estar acompanhados de responsável legal para autorizar a doação e o limite para a primeira doação é de 60 anos.

Chagas Filho
Hospital Regional do Sudeste do Pará (Marabá)

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Transplante de medula óssea em pacientes com doença falciforme é alternativa de cura

O autônomo Raimundo Xavier Dias, 37 anos, passou por Transplante de Medula Óssea (TMO), há dois anos e meio, no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP), tendo uma das irmãs como doadora. “Foi uma grande felicidade. No meu caso, o transplante era a última alternativa de cura”, conta ele, que por mais de 20 anos fez tratamento de Doença Falciforme (DF), na Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa).
Terceiro transplantado de medula óssea do Estado, hoje, Raimundo Dias ainda faz acompanhamento, mas a sua vida mudou radicalmente, principalmente com relação à qualidade. “Até chegar ao transplante, vivia com crises de dor, necessitando de transfusões de sangue. Agora não. Posso dizer que levo uma vida normal, inclusive com a busca de novas oportunidades”, afirma.
A ideia de expandir horizontes e proporcionar mais qualidade de vida às pessoas com DF é um dos focos da programação educativo-cultural, que o hemocentro realizará neste sábado, 27, para 20 pacientes, maiores de 12 anos e acompanhantes, na praça Batista Campos, Portal da Amazônia e Mangal das Garças, a partir das 8h, em ação pelo Dia Mundial de Conscientização Sobre a Doença Falciforme, celebrado na última sexta-feira, 19.
Na praça e no Portal, a equipe multiprofissional da Coordenação de Atendimento Ambulatorial (Coamb) do Hemopa vai entregar panfletos informativos sobre a doença. O encerramento da programação será no Mangal das Garças, onde os pacientes e acompanhantes poderão contemplar e visitar os espaços do local.
Os participantes serão estimulados também a postarem momentos da ação nas redes sociais, com placas de autorretrato criadas especificamente para o evento, usando a hashtag #doençafalciforme. Durante o percurso entre um ponto turístico e outro, jogos de perguntas e respostas sobre a doença, tratamento e cuidados serão feitos pela equipe multiprofissional no ônibus. Quem responder às perguntas corretamente ganhará brindes.
“Nossa intenção é disseminar informação sobre a doença e os tratamentos disponíveis, bem como sensibilizar população e usuários para adesão ao tratamento sistemático, promovendo a qualidade de vida”, informa a titular da Coamb, Saide Trindade. Segundo a hematologista, a data, estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU), objetiva a eliminação de preconceitos, bem como o fortalecimento dos direitos das pessoas com a doença.
A médica assegura que entre estes direitos está inclusão da DF no rol de doenças tratadas com os procedimentos de rotina do TMO. “Estamos no aguardo da publicação da portaria, o que deve acontecer ainda este ano. Somos um país miscigenado e por isso, a doença tornou-se um problema de saúde pública. O TMO é uma opção terapêutica com possibilidade de cura. É fundamental termos e oferecê-la como terapia apropriada a cada um dos pacientes”, defende.
No País, só é possível submeter ao transplante uma pessoa com DF em casos que estiverem dentro de um protocolo de estudo, por ser considerado ainda um procedimento experimental. O procedimento já beneficia pacientes com doenças oncohematológicas, como linfomas, leucemias e mielomas. As células doentes são substituídas, evitando expor o paciente aos riscos de transfusões contínuas. Segundo pesquisa da Universidade Estadual de São Paulo, em Ribeirão Preto, está consolidado que a sobrevida é de 95% em pacientes com DF já submetidos a transplante.
Segundo a coordenadora da Coamb do Hermopa, até agora foram transplantados cinco pacientes do Estado do Pará, com sucesso, tendo como doadores aparentados 100% compatíveis. Todos os procedimentos foram realizados no Hospital de Clinicas De Ribeirão Preto.
O Hemopa faz acompanhamento de 711 pacientes no Estado, com maior prevalência na faixa etária de 21 a 30 anos. Dentro das ações da Coamb para os pacientes com a patologia, Saide Trindade destaca a capacitação realizada em Belém, Castanhal, Marabá, Altamira, Santarém e Redenção, com profissionais da saúde para repassar informação do diagnóstico precoce e atendimento nos eventos agudos, como também conhecimento dos protocolos de tratamentos preconizados.
Com grandes expectativas, Raimundo Dias agradece a oportunidade que teve através do TMO. “Sofri muitas limitações, mas sabia até onde podia ir. Espero que mais pessoas conheçam e que estes eventos aconteçam outras vezes”, disse. Ele ainda estimula que os cidadãos atentem para o gesto solidário de doar. “A doação voluntária de sangue não dói. Uma só pessoa pode salvar muitas vidas. Não falta para quem doa e ajuda outras pessoas. É um ato de amor”, completa.
Dados - A DF é uma das doenças hereditárias mais comuns no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, todos os anos 3,5 mil crianças brasileiras nascem com a patologia, e outras 200 mil com o traço falciforme. A doença é mais comum na população afrodescendente. Para diagnosticar a doença, o principal exame na fase neonatal é o teste do pezinho. Oferecido pela Rede Básica de Saúde, tem a necessidade de realização a partir do terceiro ao sétimo dia de vida. Acima de seis meses de idade, o diagnóstico é feito pelo exame de eletroforese de hemoglobina, disponível também no SUS.
Os principais sintomas são: anemia crônica, icterícia (cor amarelada na parte branca dos olhos), mãos e pés inchados, dor nos punhos e tornozelos (frequente até os 2 anos de idade) e crises de dores em músculos, ossos e articulações. Quando as crises de dor são frequentes, é necessário acompanhamento médico.

O ambulatório de pacientes funciona na sede da Fundação Hemopa, na travessa Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos, de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h. Mais informações pelo Alô Hemopa: 0800-2808118.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Hospital Regional do Sudeste promove 25ª campanha de doação de sangue

Na semana de 29 de junho a 03 de julho, o Hospital Regional do Sudeste do Pará “Dr. Geraldo Veloso”, sediado em Marabá, promoverá mais uma campanha de doação voluntária de sangue, em parceria com a Fundação Hemopa e Unimed-Sul do Pará, com coletas nas dependências do hospital no dia 30/06, das 8h às 17h. Nos demais dias as coletas serão efetivadas na sede do hemocentro, das 7h30 às 12h30.
A realização de atividades de incentivo à doação de sangue já estão incorporadas na rotina do Hospital que atualmente atende mais de um milhão de habitantes de aproximadamente 22 municípios do sul e sudeste paraense com as mais diversas especialidades em saúde. A mobilização é realizada três vezes ao ano, e desde a inauguração do hospital, essa é a 25ª edição campanha sempre com o objetivo de colaborar com o estoque de sangue do Hemocentro Regional que tem a responsabilidade de abastecer a rede hospitalar de 17 municípios daquela região, além de possibilitar que cada vez mais pacientes possam ser beneficiados nas suas indicações de transfusões sanguíneas, tanto no HRSP como nos demais hospitais de Marabá e região.
Para o responsável técnico do Hemocentro Regional de Marabá (HRM), dr. Fernando Monteiro, a campanha é de suma importância para a restauração do banco de sangue. “Agradecemos e parabenizamos as parcerias que incrementam a coleta de sangue e despertam o hábito da doação de sangue. Contamos com a participação maciça dos cidadãos da região”, ressaltou.
Monteiro evidenciou a importância dessas parcerias informando saldo dos serviços em 2014, que registrou saldo de 8.172 comparecimentos e resultou em 7.172 bolsas coletadas. Desse total, 4.291 coletas foram do sexo masculino. Dos tipos de doação, a de repetição  foi predominante com 3.316 doações.
A organização da campanha conta com o Grupo de Mobilização de Doadores “Amigos de Sangue” composto por colaboradores dos diversos setores do hospital, Grupo de Humanização, Serviço Social e SAU-Serviço de Atenção aos Usuários sempre com o apoio das diretorias do HRSP. A participação de colaboradores, inclusive coordenadores e diretores, sempre representam mais de 50% das bolsas coletadas nas campanhas demonstrando o envolvimento de todos, não apenas na assistência aos pacientes, mas também na participação ativa em ações de responsabilidade social.
O HRSP convida a comunidade em geral a participar doando sangue ou encaminhando doadores a fim de atingir a meta de 100 coletas que possibilitará melhorias no estoque de hemocomponentes da Fundação Hemopa para as próximas férias de verão quando é comum a redução de aproximadamente 20% no estoque estratégico da unidade de coleta.
Para doar basta estar bem de saúde, ter peso mínimo de 50kg, estar alimentado, apresentar documento oficial e com foto, ter entre 18 e 69 anos de idade. Candidatos menores de 18 anos devem estar acompanhados de responsável legal para autorizar a doação e o limite para a primeira doação é de 60 anos.
Serviço: O Hemocentro Regional de Marabá (HRM) fica na Rod. Transamazônica, Quadra 12, S/N, entre Av. Hiléia e Av. Amazônia. Bairro Amapá. Marabá-PA. Horário de funcionamento para coleta das 7h30 às 12h30. Fone: (94) 3312-9150/9155. Alô Hemopa: 08002808118.

O Hospital Regional Público do Sudeste do Pará fica na Rodovia PA 150, S/N (altura do Km 07), Nova Marabá. Marabá-PA. Fone: (94) 3323-3588.

Hemopa Castanhal abre para coleta de sangue neste sábado

Neste sábado, 27, o Hemocentro Regional de Castanhal (HRC), no nordeste paraense, abrirá excepcionalmente para funcionamento de coleta de sangue com a realização da campanha interna pela “5ª Maratona internacional de doação de sangue” realizada pela “Embaixada Mundial de Ativista pela Paz”, em parceria com o “Instituto Áster”, de 7h às 17h.
Com a meta de 70 coletas de bolsas de sangue, a mobilização tem a finalidade de formar estoque técnico para suprir integralmente as solicitações transfusionais deste período festivo, quando o número do comparecimento de voluntários no hemocentro costuma cair em torno de 20%. A campanha também tem a finalidade atender a necessidade de pacientes internados na localidade para os tipos sanguíneos A Negativo e AB Negativo.
Segundo a responsável técnica pela unidade, Dra. Sandra Lobato, as doações da campanha também servirão de reforço para início do veraneio, que caracteriza por mais um período de evasão de candidatos à doação, em função das férias, quando boa parte da população se desloca para outras cidades do estado e do país. “Abriremos excepcionalmente neste sábado para receber você, doador de sangue”, disse.
A médica aproveita a oportunidade para destacar que ano passado, a unidade recebeu 7.353 voluntários que resultou em 5.812 bolsas coletadas. Dessas, 2.802 foram do tipo espontâneas e 1.835 foram de doadores de primeira vez. Do total de coleta, 3.957 foram de homens, que ainda mantém a predominância. “Agradecemos cada gesto de solidariedade. Por isso, meus parabéns aos doadores e aqueles que tentaram efetivar a doação e por algum motivo não conseguiram. A sensibilização para a causa é muito importante. Se você não teve condições de doar, não tem problema. Tente outras vezes e não esqueça: sempre traga algum familiar ou amigo”, fica da dra Sandra Lobato, que lembra o apoio das lojas Kathylea à campanha de sábado.
Quem pode doar sangue: candidatos com boa saúde; idade entre 16 anos completos e 69 anos. Peso acima de 50 kg . Necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. O doador deve estar bem alimentado.
Serviço: O HEMOPA Castanhal espera por você de 07 às 17h, na Rua Floriano Peixoto, Alameda Rita de Cássia, em frente ao Líder. Mais informações: 91- 3412.4403.

Pontos turísticos recebem ação do Hemopa sobre doença falciforme



A Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) faz neste sábado (27), a partir das 8h, evento em pontos turísticos de Belém para informar a população sobre a doença falciforme. A programação, alusiva ao Dia Mundial de Conscientização Sobre a Doença Falciforme, celebrado no último dia 19, ocorre na Praça Batista Campos, Portal da Amazônia e Mangal das Garças, com a participação de 20 pacientes, maiores de 12 anos, e os acompanhantes.
“Escolhemos locais com grande circulação de pessoas para levarmos informação sobre sinais e sintomas da patologia e ainda promovermos a saúde e qualidade de vida das pessoas com a doença, tendo em vista que o preconceito proveniente do desconhecimento ainda é grande”, explica a titular da Coordenação de Atendimento Ambulatorial do Hemopa, Saide Trindade.
A hematologista ressalta que o acompanhamento da saúde, a integração e a socialização são pilares fundamentais para a manutenção do bem estar dos pacientes. “Temos um compromisso com a promoção da saúde e o biopsicossocial das pessoas com doença falciforme. Por isso a ideia de proporcionar um momento lúdico, em que os participantes se sintam integrantes e atuantes na sociedade e no processo de tratamento como um todo”, diz.
A equipe multiprofissional do hemocentro, composta por médico, enfermeiro, técnico em enfermagem, fisioterapeuta, psicólogo, assistente social, pedagogo e odontólogo, vai entregar folderes informativos sobre doença falciforme na Praça Batista Campos e no Portal da Amazônia. Os participantes serão estimulados também a postarem momentos da ação nas redes sociais, com placas de autorretrato criadas especificamente para o evento, usando a hashtag #doençafalciforme.
O encerramento da programação será no Mangal das Garças, onde os pacientes e acompanhantes poderão contemplar e visitar os espaços do local. A intenção é proporcionar o contato com a natureza e a apreciação de um ambiente diferenciado, reforçando que a pessoa com doença falciforme pode conviver com a patologia e, ao mesmo tempo, participar de atividades culturais e de lazer.
Durante o percurso entre um ponto turístico e outro, jogos de perguntas e respostas sobre a doença, tratamento e cuidados serão feitos pela equipe multiprofissional no ônibus. Quem responder às perguntas corretamente ganhará brindes.
Atualmente, o Hemopa faz o acompanhamento de 711 pacientes com doença falciforme no Estado, com maior prevalência na faixa etária de 21 a 30 anos. A patologia é uma das doenças genéticas hereditárias mais comuns no Brasil e, segundo o Ministério da Saúde, 3,5 mil crianças brasileiras nascem, a cada ano, com a doença, e outras 200 mil com o traço falciforme.
Para diagnosticar a doença na fase neonatal, o teste do pezinho, oferecido pela Rede Básica de Saúde, deve ser feito a partir do terceiro ao sétimo dia de vida. Acima de 6 meses de idade, o diagnóstico é feito pelo exame de eletroforese de hemoglobina, no Sistema Único de Saúde (SUS).
Os principais sintomas da doença são: anemia crônica, icterícia (cor amarelada na parte branca dos olhos), mãos e pés inchados, dor nos punhos e tornozelos –frequente até os 3 anos de idade – e em músculos, ossos e articulações. A partir do diagnóstico é necessário acompanhamento médico. O evento de sensibilização tem o apoio da Novartis e da empresa Transcurumim.
Serviço: o ambulatório de pacientes do Hemopa funciona na sede da fundação, na Travessa Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos, de segunda-feira a sexta-feira, das 7h às 17h. Alô Hemopa: 0800-280811.

Comitê transfusional de Marabá destaca segurança transfusional



Garantir a segurança transfusional em todas as suas etapas de atendimento na região é um dos principais objetivos da atuação do Comitê Transfusional do Hemocentro Regional de Marabá (HRM) que reunião pela segunda vez, este ano, com destaque para a atualização dos contratos de assistência hemoterápica e reafirmar a obrigatoriedade legal do contrato para o fornecimento de sangue aos hospitais e Agências Transfusionais, através de orientações práticas e teóricas  para o cumprimento das normas legais.
Criado em 2011, o Comitê Transfusional do Hemocentro Regional de Marabá tem importante papel para debater e indicar as formas mais adequadas de implementar os procedimentos de hemoterapia, de acordo com a realidade de cada município e serviço de saúde atendido, beneficiando com transfusões seguras os pacientes que recebem hemocomponentes na região.
Membro do comitê, a Dra Socorro Leão, do Hemocentro Regional, participou da última reunião deste semestre, juntamente com representantes da hemovigilância de hospitais de Marabá e de vários municípios atendidos pelo hemocentro como Parauapebas, Jacundá, Curionópolis, Eldorado dos Carajás, Rondon do Pará, Bom Jesus do Tocantins, Canãa dos Carajás e Abel Figueiredo.
Responsável pela coleta e distribuição do sangue na região, em 2014, o hemocentro de Marabá, coletou um total de 7.172 doações de sangue, sendo que 6.202 do tipo espontâneas e 970 de reposição. Desse mesmo total, 2.698 de primeira vez; 4.291 do sexo masculino e 2.881 de mulheres. A estatística mostra ainda que 3.495 dos doadores são jovens (18/29anos) e 3.677 de pessoas com idade acima de 29 anos.
Quem pode doar sangue - Candidatos com boa saúde; idade entre 16 anos completos e 69 anos, e peso acima de 50 kg. Menores de 18 anos podem doar somente com autorização dos pais ou responsável legal. É necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum ao contrário, recomenda-se uma boa alimentação antes da doação. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três.
Serviço: O Hemocentro Regional de Marabá (HRM) fica na Rod. Transamazônica, Quadra 12, S/N, entre Av. Hiléia e Av. Amazônia. Bairro Amapá. Marabá-PA. Horário de funcionamento para coleta das 7h30 às 12h30. Fone: (94) 3312-9150/9155. Alô Hemopa: 08002808118.

terça-feira, 23 de junho de 2015

Campanha junina do Hemopa recebeu mais de 2 mil voluntários

 O Hemopa recebeu 2.187 voluntários durante a campanha junina “13 é Santo Antônio. 24 é São João. 29 é São Pedro. E todo dia é do doador. Doe sangue”, no período de 13 a 19 deste mês. Foram 1.672 coletas feitas em Belém e na unidade Hemopa Castanheira, na BR-316, no térreo do Pórtico Metrópole. Foram 365 comparecimentos por dia, superando a meta de 200 candidatos diários à doação. A campanha teve média diária de 279 coletas.
O significativo saldo de comparecimento vai suprir a demanda transfusional da época, quando a necessidade de transfusão na rede hospitalar do Estado aumenta em torno de 30% por conta dos excessos cometidos nos períodos festivos. A gerente de Captação de Doadores do Hemopa, Juciara Farias, diz que a superação da meta de comparecimento e do número de doações de sangue deve-se aos voluntários e às parcerias. “As parcerias são fundamentais para o sucesso da campanha. O apoio da imprensa também foi decisivo, ao gerar estimulo para esse ato solidário que salva vidas”, afirma.
A campanha teve o apoio das seguintes instituições: Igreja Adventista do 7° Dia, através do Projeto Vida por Vidas; Agentes da Comunidade, do grupo de evangelização da Igreja Universal; Cooperativa de Táxi Easy, que incluiu informações sobre a campanha no aplicativo de smartphone; Centro Aprendiz de Ananindeua; Movimento da Igreja Católica Terço dos Homens; Guarda de Nossa Senhora de Nazaré; Escola Profissionalizante DNA; Ativistas da Paz; Academia Físico Forma; Instituto Aster; Grupo Reggae Somando; Universidade Paulista; e Chicleteiro tem Sangue Bom.
A campanha também ocorreu nos municípios de Castanhal, Marabá, Santarém, Abaetetuba, Altamira, Tucuruí, Redenção e Capanema, mas com datas distintas. No último sábado (20), o Hemopa promoveu campanha externa em parceria com a Escola João Paulo II, no Conjunto Cidade Nova VI, em Ananindeua, que resultou em 138 comparecimentos, 73 coletas e 42 cadastros de doadores de medula óssea. No mesmo dia, na sede do hemocentro, houve campanha interna em parceria com a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Santos dos Últimos Dias, que contribuiu com 98 comparecimentos e 57 coletas.
Pode doar sangue qualquer pessoa com boa saúde, que tenha entre 16 e 69 anos e pese acima de 50 quilos. É necessário portar documento de identidade original e com foto e estar bem alimentado. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher, a cada três. Menores de 18 anos só podem doar com a autorização dos pais ou de um representante legal.
Serviço: o Hemopa fica na Travessa Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos, e funciona para coleta de sangue de segunda-feira a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. A Estação de Coleta Hemopa Castanheira funciona no mesmo horário e fica no térreo da passarela Pórtico Metrópole, no acesso ao shopping Castanheira, no km 1 da BR-316. Mais informações pelo Alô Hemopa: 0800-280 8118.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Campanha junina do Hemopa tem saldo positivo de coletas

A campanha de doação de sangue junina da Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) registrou até esta quinta-feira (18) 1.696 comparecimentos de voluntários e 1.297 coletas de bolsas de sangue, o que revela a média diária de 339 atendimentos e 260 coletas. Iniciada no último sábado, a ação se encerra nesta sexta-feira (19), às 18h, na sede do hemocentro, no bairro Batista Campos e na Estação de Coleta Hemopa Castanheira, em Belém.
A publicitária Carolinne Eliasquevici decidiu dar sua contribuição à campanha estratégica, comemorando o aniversário de 23 anos no Hemopa. Nesta sexta-feira (19), ela compareceu ao hemocentro acompanhada de familiares e amigos que foram doar sangue como presente. “Tive a ideia ao ver o e-mail que meu noivo recebeu do HemoRio convidando para doar no dia do aniversário e levar seis amigos. Fiz a divulgação nas minhas rede sociais e me surpreendi com a receptividade de todos e também com o grande número de pessoas, que por algum motivo não podem doar. Isso reforça minha atitude e a necessidade dos voluntários virem aqui”, disse.
O noivo da publicitária, o engenheiro Murilo Soares Santos, 26, serviu de inspiração para a noiva. “Até então, havia feito duas doações no HemoRio, no Rio de Janeiro. Lá eles têm esse programa de aniversário solidário, em que nos convidam a doar com amigos. Hoje é minha primeira doação aqui no Hemopa. Não poderia deixar de vir prestigiar esse gesto tão nobre da Carolinne. O importante de tudo isso é ajudar o próximo”, frisou.
Estudante do curso técnico de Registro de Informação em Saúde, Ilane Viana dos Santos, 30, não conhecia a aniversariante pessoalmente. “Uma amiga me mostrou a postagem dela nas redes sociais. Achei interessante, estava próximo ao Hemopa, resolvi doar e parabenizá-la. Uma corrente do bem que deu super certo. Que bom que ela teve esse tipo de atitude espontânea e pode estimular outras pessoas a ajudar”, declarou a voluntária, que entrou para o cadastro de doadores de medula óssea.
Segundo a titular da Gerência de Captação de Doadores do Hemopa, Juciara Farias, cada vez mais jovens têm demonstrado interesse por atividades de voluntariado, notadamente a doação de sangue. “Temos recebido muitos voluntários que vêm comemorar o aniversário no Hemopa. Isso representa mais pessoas atuando na causa da doação voluntária de sangue e nos ajudando na captação e multiplicação do pensamento solidário. Só temos a agradecer”, assinalou.
Neste sábado (20), o Hemopa organiza campanha de coleta externa de sangue na Escola João Paulo II, no Conjunto Cidade Nova VI, em Ananindeua, das 8h às 15h. A sede do hemocentro recebe, a partir das 13h, os voluntários do projeto Vida por Vidas, da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Santos dos Últimos Dias. As duas ações têm a meta de 100 coletas.
Pode doar sangue qualquer pessoa com boa saúde, que tenha entre 16 e 69 anos e pese acima de 50 quilos. É necessário portar documento de identidade original e com foto e estar bem alimentado. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher, a cada três. Menores de 18 anos só podem doar com a autorização dos pais ou de um representante legal.

O Hemopa fica na Travessa Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos, e funciona para coleta de sangue de segunda-feira a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. A Estação de Coleta Hemopa Castanheira funciona no mesmo horário e fica no térreo da passarela Pórtico Metrópole, no acesso ao shopping Castanheira, no km 1 da BR-316. Mais informações pelo Alô Hemopa: 0800-280 8118.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Hemopa realiza ação pelo Dia Mundial de Conscientização da Doença Falciforme

“O Hemopa está sempre presente em momentos importantes da minha vida. Quando me formei vim aqui; durante a gravidez. Meu pedido de noivado foi aqui, enquanto fazia transfusão e hoje, dia do meu casamento”. Revela a publicitária Naiá Jacob, 26, que faz acompanhamento de Doença Falciforme (DF) na Fundação Hemopa desde muito nova. A jovem é um dos alvos da ação educativo-cultural que o hemocentro promoverá dia 27, na Praça Batista Campos, Portal da Amazônia e Mangal das Garças, das 8h às 12h, pelo Dia Mundial de Conscientização da Doença Falciforme, celebrado nesta sexta-feira, 19.
Mãe do pequeno Lucas de 5 anos, a publicitária procurou o Hemopa em crise e fez uso de soro e sangue tipo B Positivo. Atualmente, a paciente faz uso da Hidroxureia, medicamento que constitui um dos mais importantes avanços no tratamento das pessoas com DF. “Aumenta muito a qualidade de vida, diminui as crises de dor e necessidade de transfusão. Considero o tratamento que recebo aqui, muito bom. Percebo a preocupação do órgão em capacitar os profissionais, pois todos conhecem muito bem a patologia”, declara.
Naiá Jacob concorda que as pessoas com DF têm muitos direitos garantidos, mas sonha com a construção de um hospital que atenda, principalmente, pessoas vindas do interior, que não tem estrutura e informação. A ideia é compartilhada pela mãe da jovem, Jonise Nunes. “Muito já foi feito. Só o fato de podermos falar da doença ajuda a quebrar o preconceito. Sempre quis que minha filha levasse uma vida normal e conhecesse seus limites. Nunca a impedi de fazer nada”, assegura emocionada a mãe de Naiá.
O evento do hemocentro reunirá 40 participantes, entre pacientes a partir de 12 anos e acompanhantes, em atividades informativas, lúdicas e culturais. Com isso, o Hemopa contribui para maior integração social das pessoas com DF, além de melhorar a qualidade de vida dos pacientes e garantir a adesão ao tratamento e melhor prognóstico.
Cristina Santos, titular da Gerência de Serviço Social de pacientes da Fundação Hemopa, informa que a equipe multidisciplinar da Coordenação de Atendimento Ambulatorial está envolvida neste dia de sensibilização, não só para trabalhar o paciente, mas também a sociedade de uma forma geral. “A ação acontecerá em três momentos: o educativo na praça, o informativo no Portal e o cultural no Mangal. Vamos distribuir folders e faremos brincadeiras no ônibus que levará os participantes de um local ao outro. Tudo com foco na socialização dos pacientes”, garante.
Para a psicóloga do ambulatório de pacientes, Gecila Rubim, o principal objetivo da ação é disseminar o conhecimento acerca da patologia, assim como diminuir o preconceito ainda existente. “Isso traz autoestima e a possibilidade as pessoas com DF se verem como agentes participativos na sociedade”, pondera.
Cadastro - O Hemopa possui cadastro de 13.418 pacientes ativos. Desses, 711 são portadores de DF, incluindo homens e mulheres, na faixa etária de 21 a 30 anos. A patologia é uma das doenças genéticas hereditárias mais comuns no Brasil e segundo o Ministério da Saúde, 3,5 mil crianças brasileiras nascem, a cada ano, com a doença, e outras 200 mil com o traço falciforme.
O principal exame para diagnosticar a doença é o “Teste do Pezinho”, na fase neonatal. Acima de seis meses de idade a doença é diagnosticada pelo exame de eletroforese de hemoglobina.
Os principais sintomas são: anemia crônica, icterícia (cor amarelada na parte branca dos olhos), mãos e pés inchados e muita dor nos punhos e tornozelos, frequente até os três anos de idade e crises de dores em músculos, ossos e articulações. A partir do diagnóstico é necessário acompanhamento médico.
Por isso, as pessoas devem ser encaminhadas para atendimento especializado por equipe multiprofissional, composta por hematologista, nutricionista, psicólogo, fisiatra, enfermeiro, pedagogo, fisioterapeuta, odontólogo, assistente social, técnicos e auxiliares. O evento conta com o apoio da Novartis e da empresa Transcurumim.

Serviço: O ambulatório de pacientes funciona na sede da Fundação Hemopa, na Travessa Padre Eutíquio, 2109, de segunda-feira a sexta-feira, das 7h às 17h. Alô Hemopa: 0800280811.

Campanha junina de doação de sangue do Hemopa supera meta

Com o registro diário de 267 coletas de bolsas de sangue, número que supera a meta estipulada de 200 doações, a campanha “13 é Santo Antônio. 24 é São João. 29 é São Pedro. E todo dia é dia do doador. Doe Sangue”, da Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa), prossegue até sexta-feira (19), na sede do hemocentro e na Estação de Coleta Hemopa Castanheira, das 7h30 às 18h, de segunda a sexta-feira, e das 7h30 às 17h, aos sábados.
Nesta quarta-feira (17), a ação recebeu o apoio de 20 voluntários integrantes do Arraial do Pavulagem-Batalhão da Estrela. A atividade foi viabilizada pela Caravana Solidária, serviço que o Hemopa oferece ao voluntariado para facilitar o acesso à doação de sangue da comunidade na sede do hemocentro.
Segundo Lilian Bouth, assistente social da Gerência de Captação de Doadores do Hemopa, o comparecimento de voluntários tem sido bastante expressivo. “A população está atendendo ao chamado e tem feito com que ultrapassemos a meta planejada”, diz, lembrando que a campanha continua. Ela reforça que a iniciativa do Arraial do Pavulagem é importante, “pois nos permite atender com segurança a demanda tranfusional na quadra junina”.
Componente do grupo folclórico há 15 anos, o arte educador Clayderson Luis de Freitas Freire, 37, fez a primeira doação. “Havia algum tempo que queríamos fazer uma ação dessas com os participantes das nossas oficinas, mas nunca houve oportunidade. Até que hoje, para ajudar o pai de um amigo nosso, isso foi possível. É aí que está a importância desse ato de amor”, afirmou.
A nutricionista Dyanara de Almeida Oliveira, 28, tem o tipo sanguíneo O Negativo e doa sangue desde 2007. “Sempre tive vontade, mas tinha medo. Até que fiz uma promessa para passar no vestibular. Convidei uma amiga e doei. Depois foi tranquilo. Hoje estou aqui com o Pavulagem, me sinto imensamente feliz. Atuo na área da saúde e sei o quanto é necessário as pessoas virem aqui e ajudarem. É um ciclo, pois não sabemos quando precisaremos”, assegurou.
Na Caravana Solidária, o transporte dos voluntários é feito em um micro-ônibus com capacidade para até 30 pessoas, que podem ser doadores da sociedade civil organizada ou de instituições públicas ou privadas. A última campanha mobilizou colaboradores do Hospital Galileu. Os interessados em formar grupos para doar sangue podem entrar em contato pelos telefones (91) 3224-5048 e 3242-9100, ramais 205 e 243, ou pelo e-mail: captacao@hemopa.pa.gov.br, de segunda a sexta-feira, de 8h às 18h, e aos sábados, até às 17h. O  transporte tem de ser agendado previamente.
Pode doar sangue qualquer pessoa com boa saúde, que tenha entre 16 e 69 anos e pese acima de 50 quilos. É necessário portar documento de identidade original e com foto e estar bem alimentado. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher, a cada três. Menores de 18 anos só podem doar com a autorização dos pais ou de um representante legal.

O Hemopa fica na Travessa Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos, e funciona para coleta de sangue de segunda-feira a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. A Estação de Coleta Hemopa Castanheira funciona no mesmo horário e fica no térreo da passarela Pórtico Metrópole, no acesso ao shopping Castanheira, no km 1 da BR-316. Mais informações pelo Alô Hemopa: 0800280 8118.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

RESULTADO FINAL DO EDITAL Nº 001/2015 SELEÇÃO PARA BOLSA ESTÁGIO DA FUNDAÇÃO HEMOPA

A Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) torna público o Resultado 
Final/Aprovados no Processo seletivo para bolsa estágio, apurado de acordo com os critérios divulgados 
no Edital 001/2015 Seleção para Bolsa Estágio da Fundação HEMOPA, publicado no Diário Oficial do Estado 
do Pará nº 32885, de 14 de maio de 2015, p. 17-18.
Curso/ Nome
Situação
IES
CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO / ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO/ SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E AFINS
ALEXANDRE MACIEL ALENCAR DE MELO
Aprovado
IESAM
COMUNICAÇÃO SOCIAL/Jornalismo
SÉRGIO ROBERTO MAIA DE MORAES
Aprovado
FEAPA
CONTABILIDADE
JOÃO LEANDRO MIRANDA PACHECO
Aprovado
Estácio-FAP
DIREITO
MONISE ANDRESSA PORTILHO SILVA
Aprovada
UNAMA
ENFERMAGEM
DEIVID RAMOS DOS SANTOS
Aprovado
UEPA
FISIOTERAPIA
CECÍLIA DO SOCORRO SOUSA DA SILVA
Aprovada
UNAMA