sábado, 31 de outubro de 2015

Workshop discutiu formas de tratamento para pessoas com Doença Falciforme

"Minha vida mudou depois do transplante. Hoje sou uma nova pessoa. Antes não tinha qualidade de vida. Vou aonde quero, faço o que quero, com poucas limitações, bem menos que antes”, relatou Raimundo Dias, 38, nascido com a Doença Falciforme, diagnosticada tardiamente, aos 14 anos, depois de ter perdido três irmãos com sintomas semelhantes. O autônomo, pacientes e acompanhantes, estudantes e profissionais da área da saúde participaram do II Workshop de Hemoglobinopatias e Doença Falciforme (DF) com Sobrecarga de Ferro: Novas Perspectivas – Transplante de Medula Óssea (TMO), promovido pela Fundação Hemopa em parceria com a Novartis e encerrado nesta sexta-feira (30).
Durante os três dias do evento, os participantes assistiram a palestras e mesas redondas e puderam participar do I Encontro Paraense de Pessoas com Doença Falciforme e da I Oficina de Autocuidado em Doença Falciforme. O destaque foi o trabalho feito pela hematologista Belinda Simões, da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto, que de forma experimental já havia feito 29 transplantes de medula óssea em pessoas com DF, cinco destes em paraenses. A pesquisa é pioneira, pois a portaria do Ministério da Saúde que autoriza a patologia a ser tratada com TMO só foi publicada em julho deste ano.
Segundo a médica, existem no mundo inteiro mil pacientes transplantados; no Brasil são 40. “O TMO cura a pessoa com DF e é o único tratamento curativo que existe atualmente, mas há riscos e não é indicado para todos os pacientes. Existe uma indicação muito clara: pacientes que apresentem uma situação grave, com um irmão doador”, afirmou.
Depois de 25 anos de acompanhamento no Hemopa, várias transfusões de sangue e uma úlcera de perna, Raimundo Dias, o terceiro transplantado do Estado, soube por uma colega também paciente da possibilidade de transplante. “Busquei ajuda médica para verificar se me enquadrava nos critérios e poderia ter acesso ao procedimento médico que possibilitaria a minha cura. Até que em 2013, o processo ocorreu, tendo uma irmã minha como doadora. É uma vida nova”, comentou.
Para a titular da Coordenação de Atendimento Ambulatorial do Hemopa, Saide Trindade, a importância do workshop está em disseminar o conhecimento e divulgar informações sobre a doença e as possibilidades de tratamento. “Nossas expectativas são as melhores, pois com a validação da portaria do Ministério da Saúde os pacientes que se enquadrarem nos critérios serão encaminhados para o procedimento e terão vida com qualidade, dessa vez livre de dor”, disse. No próximo ano o hemocentro fará a Jornada Norte de Hematologia e Hemoterapia.

O evento foi encerrado pela diretora técnica do Hemopa, Ana Luisa Meireles. “As expectativas foram superadas. Existe entre a equipe uma parceria muito clara, com iniciativas e metas para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes atendidos aqui”, disse ela. O ambulatório de pacientes funciona na sede da Fundação Hemopa, na Travessa Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos, de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h. Mais informações pelo telefone 0800-2808118.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Pará é o terceiro no ranking de população com Doença Falciforme

A dificuldade de acesso à assistência básica de saúde, profissionais de saúde desatualizados e diagnóstico tardio são alguns dos principais entraves para a melhoria da qualidade de vida de pessoas com Doença Falciforme no Brasil, que tem uma população variante entre 20 mil e 30 mil pessoas. Com predominância em afro-descendentes, é a doença genética mais comum no país. O Pará ocupa o terceiro lugar em incidência, com um caso para 3,4 mil nascidos. O Estado da Bahia lidera o ranking, com um caso entre 650 habitantes.
Essas e outras informações foram repassadas no II Workshop de Hemoglobinopatias e Doença Falciforme (DF) com Sobrecarga de Ferro: Novas Perspectivas – Transplante de Medula Óssea (TMO), promovido pela Fundação Hemopa em parceria com a Novartis. O evento, que se estende até sexta-feira (30), foi conduzido na manhã desta quinta-feira pela presidente do hemocentro paraense, Ana Suely Leite Saraiva, que agradeceu pela presença de mais de 150 participantes, entre especialistas, acadêmicos, pacientes e acompanhantes.
“Esse evento foi resultado do sucesso alcançado pelo workshop do ano passado, e que também propiciou que avançássemos este ano para o I Encontro Paraense de Pessoas com Doença Falciforme e a I Oficina de Auto Cuidado em Doença Falciforme”, observou. Ela fez uma breve reflexão do quanto a assistência para DF avançou no país, considerando que o primeiro relato científico da doença ocorreu em 1910, e nos últimos dez anos, as ações já podem ser planejadas em consonância com a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com a Doença Falciforme.
Ana Suely lembrou que, no começo, era um cenário típico de uma doença negligenciada e com ações isoladas de grupos de especialistas. “Hoje, as dificuldades ainda existem, porém conseguimos caminhar vencendo-as, buscando a adesão à ampliação da assistência pelos municípios e Estados. Precisamos nos manter coesos, integrados, persistentes e, sobretudo, comprometidos para a implementação da Política Nacional em todas as esferas de governo”, disse.
A presidente do Hemopa disse que o evento vai cumprir a missão de informar e esclareceu aos profissionais de saúde, bem como aos pacientes e familiares, sobre os vários aspectos multiprofissionais e avanços no tratamento da Doença Falciforme e da Talassemia.
Organizados pela Coordenadoria de Atendimento Ambulatorial (Coamb), os debates do workshop seguiram, entre eles, com a temática sobre o Programa Nacional de Hemoglobinopatias, ministrada por Cândida Queiroz, do Ministério da Saúde, que ressaltou a necessidade do diagnóstico precoce da DF, acompanhamento com equipe de saúde e suporte social para reduzir os agravos e complicações da doença. “Infelizmente ainda há muitas pessoas  sem acesso a esses serviços”.
Diante do cenário, a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas com Doença Falciforme tem o objetivo de mudar a história natural da Doença Falciforme no Brasil, reduzindo as taxas de morbidade e  mortalidade,  promovendo maior sobrevida com qualidade de vida às pessoas com essa doença; orientando as pessoas com traço falciforme e informando a população em geral, instituindo algumas ações como a Triagem Neonatal (Teste do Pezinho), no recém-nascido, oferecido na Unidade de Saúde mais próxima ao local de moradia. E a partir dos quatro anos, realização de exame de eletroforese de Hemoglobina para detecção da doença; inclusão do serviço no Rede Cegonha, entre outros.
“Todos os Estados têm pelo menos um centro de referência para atender doença falciforme com atenção especializada. O Ministério da Saúde apoia a formação dos trabalhadores do SUS, em todo o Brasil, mas cabe aos estados e municípios se organizarem”, ressaltou Cândida Queiroz.
Nesta sexta-feira (3), haverá as palestras “Panorama das Hemoglobinopatgias no Pará”, pela médica Saide Maria Sarmento Trindade, que é a titular da Coamb; “Conhecendo as Talessias”, pela hematologista e hemoterapeuta Fernanda Guedes de Carvalho; “Ações da CGSH às pessoas com Talssemia”, por Silma Melo, bióloga e responsável pela Área de Assessoramento Técnico às Talassemias do Ministério da Saúde; “Diagnóstico Molecular das Talassemias”, por Greice de Lemos Cardoso Costa, do Laboratório de Genética Humana e Médica da Universidade Federal do Pará (UFPA); e “Espaço Associação Brasileira de Talassemia (Abrasta)”. O evento será encerrado pela diretora técnica do Hemopa, Ana Luisa Meireles. Em seguida, haverá apresentação cultural de Jorginho Gomes.

Serviço: o ambulatório de pacientes funciona na sede da Fundação Hemopa, na Travessa Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos, de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h. Mais informações pelo telefone 0800-2808118.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Encontro no Hemopa debate os avanços no tratamento da doença falciforme

O pequeno Jobert Ribeiro, 7 anos, não teve doença falciforme detectada logo ao nascer. Somente depois de um ano, com idas e vindas em unidades básicas de saúde, ele foi encaminhado para diagnóstico da doença na Fundação Hemopa, onde começou o tratamento. Hoje a mãe do menino, a dona de casa Maria Ester Ribeiro, agradece pela qualidade de vida do filho. Ambos participaram da I Oficina de Autocuidado em Doença Falciforme e do I Encontro Paraense de Pessoas com Doença Falciforme, nesta quarta-feira (28).
Os encontros antecedem o II Workshop de Hemoglobinopatias e Doença Falciforme com Sobrecarga de Ferro: Novas Perspectivas – Transplante de Medula Óssea (TMO), que vai até sexta-feira (30), no auditório do hemocentro. O garoto faz o acompanhamento pelo Hemopa. “Ele está indo muito bem, desde que começou o tratamento e medicação adequada, que vêm influenciando diretamente para a manutenção da qualidade de vida. Mesmo com algumas pequenas restrições, ele melhora a cada dia. Faço questão de participar desses eventos e seguir as orientações, porque é importante para ficar atualizada e cuidar melhor do meu filho”, afirmou Maria Ester.
Para a enfermeira Giseli Cardoso, responsável pela Gerência de Enfermagem do Hemopa, o evento desta quarta foi um sucesso. “Conseguimos atingir o objetivo, provocar maior interação entre as pessoas com doença falciforme, fazendo com que elas se conheçam, sensibilizando para a importância do autocuidado”, afirmou.
A expectativa é que os usuários com atendimento em hematologia participem do workshop para prestigiar todas as atividades relacionadas, tendo em vista que a programação toda é voltada para eles. “Esse evento é inédito no Estado. Os pacientes e acompanhantes tiveram oportunidade de debater e trocar experiências e conhecimentos de assuntos relacionados à inserção deles na sociedade”, explica a enfermeira.
Organizado pela Coordenação de Atendimento Ambulatorial do Hemopa, em parceria com a empresa farmacêutica Novartis, o workshop de Hemoglobinopatias e Doença Falciforme com Sobrecarga de Ferro: Novas Perspectivas – Transplante de Medula Óssea espera a participação de mais de 100 pessoas, entre profissionais, acadêmicos, pacientes e acompanhantes, que assistirão a palestras e mesas redondas, apresentadas por profissionais do Pará e do Brasil, com destaque para a hematologista Belinda Simões, da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto.
Programação – Nesta quinta-feira (29), o ciclo de palestras começa com Cândida Queiroz, que vai falar sobre o Programa Nacional de Hemoglobinopatias, do Ministério da Saúde. A hematologista Belinda Pinto Simões vai debater sobre transplante de medula óssea em pessoas com doença falciforme. Haverá ainda mesa redonda sobre pré e pós Transplante de Medula Óssea, com a assistente social do Hemopa Cristina Santos. Outro tema a ser abordado é a importância da preparação psicológica para o transplante de medula óssea, com a psicóloga do Hemopa Liene Nunes
A programação segue com o tema “Resultados e avaliação com Doppler Transcraniano em Doença Falciforme no Pará”, com Fernando Mendes, neurologista do Hospital João de barros Barreto e a médica e assessora de Ensino e Pesquisa do Hemopa, Socorro Cardoso. “Estudo imunohematológico em hemoglobinopatias” será abordado pela biomédica Regiane Siqueira, da Fundação Hemopa, e “Aconselhamento Genético em hemoglobinopatias”, pelo médico geneticista Luiz Heredero, que atua no laboratório de Genética Humana da Universidade Federal do Pará (UFPA). A programação do dia será encerrada com o tema “A importância da consulta de enfermagem em hemoglobinopatias”, com a gerente de Enfermagem do Hemopa Gisele Cardoso.

Serviço: O ambulatório de pacientes funciona na sede da Fundação Hemopa, na Travessa Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos, de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h. Mais informações pelo telefone 0800-2808118.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Transplante de medula óssea em pacientes com Doença Facilforme é discutido em Workshop no Hemopa


A Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) realiza o II Workshop de Hemoglobinopatias e Doença Falciforme (DF) com Sobrecarga de Ferro: Novas Perspectivas – Transplante de Medula Óssea (TMO), nos dias 28, 29 e 30 de outubro, no auditório do hemocentro. Entre os temas, destaque para o transplante de medula óssea em pacientes com Doença Falciforme, que recentemente foi aprovado pelo Ministério da Saúde (MS). Anteriormente a essa portaria ministerial, autorizando o procedimento, foram realizados 29 transplantes no Brasil, sendo cinco deles em paraenses que, estão em processo de cura.
Este ano o evento agregará também o I Encontro Paraense de Pessoas com Doença Falciforme e a I Oficina de Autocuidado em Doença Falciforme. Organizado pela Coordenação de Atendimento Ambulatorial (Coamb) do Hemopa, em parceria com a empresa farmacêutica Novartis, a atividade conta com mais de 120 participantes inscritos, entre profissionais, acadêmicos, pacientes e acompanhantes, que assistirão à palestras e mesas redondas, apresentadas por profissionais do Estado e do Brasil, entre eles a hematologista Belinda Simões, do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto, onde desenvolve importante trabalho de TMO em pessoas com DF.
“Não é caro fazer transplante. Caro é o que se gasta com sangue, hospitalização e cuidados. Isso é caro. Além do custo social: o indivíduo deixa de ir à escola, pois falta o tempo inteiro, não consegue emprego, porque a cada semana precisa ser internado. Esse custo o transplante resolve”, defendeu a médica em recente entrevista a um canal no Youtube, apelando principalmente aos pediatras para que deixem de ter medo e encarem o procedimento como possibilidade real de cura dos pacientes.
Saide Trindade, titular da Coamb, informa que o workshop promove a educação continuada em saúde e traz como novidades esse ano, além do TMO, temas como talassemia (uma desordem hereditária que pode causar anemia). “Teremos dois eventos pré workshop, a I Oficina de Autocuidado em DF e o I Encontro Paraense de Pessoas com DF. Com isso, pretendemos integrar as pessoas com DF e sensibilizá-las quanto à importância da adesão ao tratamento”, comenta.
Em 2014, além das palestras, o evento contou com Oficina de Úlcera de Perna e Roda de Conversa, com profissionais do Hemopa. Os pacientes também passaram por consultas com especialistas da Universidade Federal da Bahia, para avaliar a possibilidade de tratamento com terapia celular nas pessoas com necrose asséptica decorrente da DF, uma das doenças hereditárias mais comuns no Brasil.
Números - Segundo dados do MS, todos os anos 3,5 mil crianças brasileiras nascem com a patologia, e outras 200 mil com o traço falciforme. No Pará, o hemocentro possui um cadastro de 13.418 pacientes ativos. Desses, 711 são portadores de DF. A doença é mais comum na população afrodescendente. Para diagnosticá-la, o principal exame na fase neonatal é o teste do pezinho. Oferecido pela Rede Básica de Saúde, tem a necessidade de realização a partir do terceiro ao sétimo dia de vida. Acima de seis meses de idade, o diagnóstico é feito pelo exame de eletroforese de hemoglobina, disponível também no SUS.
Os principais sintomas são: anemia crônica, icterícia (cor amarelada na parte branca dos olhos), mãos e pés inchados, dor nos punhos e tornozelos (frequente até os 2 anos de idade), crises de dores em músculos, ossos e articulações e aumento do baço, podendo evoluir à forma mais grave, comprometendo o Sistema Nervoso Central.
O ambulatório de pacientes funciona na sede da Fundação Hemopa, na travessa Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos, de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h. Mais informações pelo Alô Hemopa: 0800-2808118.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Estoque do Hemopa sofre redução antes do feriado

Neste sábado, 24, foram coletadas 97 bolsas de sangue provenientes de doações voluntárias feitas na sede e na unidade Castanheira do Hemopa. Esse número está bem abaixo da média considerada ideal para a manutenção do estoque estratégico e atendimento da demanda hospitalar, que é de 200 bolsas.
Por conta dessa retração, a Fundação Hemopa faz um alerta e conclama mais uma vez a sociedade a se mobilizar em prol da doação de sangue, considerando principalmente a proximidade de mais um feriado prolongado, quando o banco de sangue do Hemopa costuma sofrer uma redução de até 50% no número de comparecimentos de voluntários, o que fatalmente compromete o atendimento de centenas de pacientes que precisam de sangue no Estado.
Para Juciara Farias, gerente de captação do Hemopa, há uma necessidade premente de se buscar o maior número de doadores de sangue, seja por meio das campanhas externas, feitas com a colaboração da rede de parceiros, seja com a captação de voluntários para as ações regulares no hemocentro, de forma a garantir o suprimento seguro do estoque para atender a demanda durante o período dos feriados, deste e do próximo final de semana.
Os profissionais da área da saúde que trabalham na rede hospitalar tem sido importantes aliados nesse processo, pela moblização de doadores junto aos acompanhantes e familiares de pacientes. “Trabalhamos 100% com voluntariado, essa grande missão só pode ser cumprida com esforço conjunto. Precisamos que todos assumam a co-responsabilidade com o atendimento da saúde pública, principalmente no que tange à causa da doação de sangue”, ressalta a assistente social.
Um exemplo disto é um grupo de mulheres que pelo segundo ano se mobiliza em torno de ações em apoio à campanha Outubro Rosa, realizada pelas instituições de saúde em todo o País com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama. Cerca de 50 mulheres de reuniram na Praça da República para distribuir informações, lanches e camisas para incentivar a doação de sangue e cadastro de medula óssea. “O objetivo é estimular as pessoas a virem doar não só em outubro, mas nos outros meses também, pois sabemos que sangue é algo necessário sempre, e essa causa é de todos”, declara a pedagoga Bibi Alves, 62, coordenadora do grupo.
Critérios – Pode doar sangue qualquer pessoa com boa saúde, que tenha entre 16 e 69 anos e pese acima de 50 quilos. É necessário portar documento de identidade original e com foto e estar bem alimentado. O homem pode doar a cada dois meses, e a mulher a cada três. Adolescentes de 16 e 17 anos só podem doar com a autorização dos pais ou de um representante legal.

Funcionamento do Hemopa sede e Castanheira durante o feriado
Dia 26, o expediente para coleta de sangue será, excepcionalmente, de 13h às 18h. No dia 30, não haverá serviço de coleta de sangue. No dia 31, o expediente será normal: de 7h30 às 17h. No dia 2 de novembro, pelo feriado de Finados, não haverá coleta de sangue. A partir do dia 3/11, o serviço será normalizado. No entanto, a Gerência de Captação de Doadores ressalta que o serviço de atendimento transfusional é ininterrupto.
Serviço: A Fundação Hemopa fica na Travessa Padre Eutíquio, 2109. A Estação de Coleta Hemopa-Castanheira fica no térreo da passarela Pórtico Metrópole, que dá acesso ao Castanheira Shopping, na BR-316.


sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Torcedores do Remo e Paysandu doam sangue em Capanema

O Hemonúcleo de Redenção faz campanha de doação voluntária de sangue com os torcedores do Remo e do Paysandu, visando reforçar estoque estratégico de sangue para atendimento da demanda transfusional da rede hospitalar local. A mobilização tem o tema “Re x Pa pela Vida na Região Caetés" e conta com a parceria dos admiradores dos times. Ao final da campanha, serão sorteadas camisas dos clubes aos doadores. A ação, iniciada último dia 16, vai até 29 de dezembro.

Podem doar sangue candidatos com boa saúde, que tenham entre 16 e 69 anos, pesem acima de 50 quilos e portem documento de identidade com foto. Menores de 18 anos podem doar somente com autorização dos pais ou responsáveis. Não precisa estar em jejum. O Hemopa de Capanema fica na Rodovia BR-308, km Zero, s/n, no bairro São Cristóvão, em Capanema. Funciona de 7h30 ao meio-dia, de 2ª a 6ª, de 8h às 18h, e aos sábados, até as 17h. Mais informações pelos telefones (91) 3462-2744 e 3462-2329 ou 0800-2808118.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Captadores da rede hospitalar traçam estratégias para atendimento transfusional

Na manhã de ontem, 22, o auditório da Fundação Hemopa recebeu cerca de 100 profissionais da rede hospitalar da Região Metropolitana de Belém (RMB) durante o “Encontro de Captadores da Rede Hospitalar”, evento que visa otimizar as estratégias de captação de doadores de sangue no ambiente clínico. Atualmente 24% dos doadores são encaminhados pelos hospitais, mas a meta de novos encaminhamentos foca, pelo menos, 50% para melhorar cada vez mais o atendimento transfusional de milhares de pacientes internados em cerca de 100 hospitais da RMB.

A ação faz parte do programa de Educação em Saúde à promoção da doação voluntária de sangue entre familiares e amigos de usuários internados, que é desenvolvida, em caráter permanente, no Estado, atingindo as unidades do hemocentro nos municípios de Castanhal, Marabá, Santarém, Redenção, Capanema e Abaetetuba.

‘’Este assunto tem sido um foco da Coordenação de Hemoterapia da Fundação Hemopa. O Hemocentro desenvolve atividades de captação de doadores de sangue todos os anos durante o ano todo. A população doadora do Pará ainda é de apenas 2% do total, quando o recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é de 3-5% para fazer frente à demanda de sangue pelos serviços de saúde’’, explica o coordenador de hemoterapia do Hemopa Dr. Carlos Vitor Cunha.

O médico ainda que explica que no mundo cerca de 70% das solicitações de sangue para atendimento transfusional são feitas de forma equivocada, segundo estudos, e que para superar isto o hemocentro promove atividades educativas voltadas para o uso racional do sangue para otimizar o atendimento hemoterápico com o atual estoque disponível. ‘’A responsabilidade pelo reabastecimento do estoque é de toda a rede de atendimento à saúde, seja pública ou privada, da atenção básica à alta complexidade. Focar familiares de pacientes que não precisem de sangue, assim como funcionários e amigos e familiares destes; e, ainda, buscar transformar um doador de reposição, que está doando sangue somente porque um parente, amigo ou conhecido precisa, em um doador voluntário de repetição que doa sangue como ato de cidadania e solidariedade’’, complementa.

Hospital de Clínicas Gaspar Vianna já adota estratégias de captação

A captação de doadores de sangue no Hospital de Clínicas Gaspar Vianna é feita entre familiares e conhecidos do paciente desde a internação e antes de qualquer procedimento cirúrgico deste, além disso os servidores do órgão são conscientizados ao longo do ano para que colaborem quando necessário. É o que explica o jornalista e assessor de comunicação do hospital Felipe Gillet, que explica a rotina do hospital. ‘’O HC é referência em Cardiologia e Nefrologia, nossa maior demanda é com pacientes crônicos que muitas vezes são politransfundidos, ou seja, recebem várias bolsas de hemocomponentes (concentrado de hemácias, plasma, plaquetas e crioprecipitado)’’.

Para Felipe o evento é fundamental para que profissionais de diversas áreas e instituições possam organizar planos de ação objetivando sensibilizar os demais profissionais, usuários e comunidade em geral na tentativa de inserir uma cultura de solidariedade e, principalmente, de responsabilidade social. ‘’A demanda transfusional aumenta com o número de cirurgias e atendimento de urgência, mas a quantidade de doações não acompanha o mesmo ritmo. Eventos como este ajudam a formar multiplicadores na captação de doadores e manter o estoque do Hemopa de forma satisfatória, o que evita o agravamento do quadro clinico do paciente, o tempo de internação, a suspensão de cirurgias eletivas e os atendimentos de urgência não ficam prejudicados.

A Fundação Hemopa fica na Travessa Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos, e no acesso ao Pórtico Metrópole, na entrada do shopping Castanheira (BR-316, km 1). As coletas são feitas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Mais informações pelo Alô, Hemopa: 0800-280-8118.

Expediente para coleta de sangue da Fundação Hemopa
A Fundação Hemopa informa que na próxima segunda-feira, 26, o expediente para coleta de sangue será, excepcionalmente, de 13h às 18h. No dia 30, não haverá serviço de coleta de sangue. No dia 31, o expediente será normal: de 7h30 às 17h. No dia 2/11, pelo feriado de Finados, não haverá coleta de sangue. A partir do dia 3/11, o serviço será normalizado. No entanto, a Gerência de Captação de Doadores ressalta que o serviço de atendimento transfusional é ininterrupto.
 

Hemopa busca estratégicas para elevar número de doações encaminhadas pela rede hospitalar

Na manhã desta quinta-feira, 22, de 8h as 12h, a Fundação Hemopa reunirá cerca de 80 profissionais da rede hospitalar da Região Metropolitana de Belém (RMB), atuantes nos mais diversos setores dos hospitais, durante “Encontro de Captadores da rede hospitalar”, para fortalecer a parceria e buscar novas estratégicas para elevar o número de encaminhamentos de doações de sangue hospitalar dos atuais 24% para, pelo menos, 50%, e assim melhorar cada vez mais o atendimento transfusional de milhares de pacientes internados em cerca de 100 hospitais da RMB.
Essa ação faz parte do programa de Educação em Saúde à promoção da doação voluntária de sangue entre familiares e amigos de usuários internados, que é desenvolvida, em caráter permanente, no Estado, atingindo as unidades do hemocentro nos municípios de Castanhal, Marabá, Santarém, Redenção, Capanema e Abaetetuba.
De acordo com a gerente de Captação de Doadores do Hemopa, a assistente social Juciara Farias, o programa mobiliza e capacita os diversos grupos que atuam na área hospitalar, inclusive, os que fazem parte do Comitê de Humanização, Comitê Transfusional, acadêmicos, entre outros, com a finalidade de disseminar as informações claras e objetivas sobre a temática do sangue.
“Nesse contexto, os profissionais de comunicação dessas instituições têm papel fundamental para potencializar a divulgação dessas informações fazendo com elas se transformem em notícias para atrair a atenção de antigos e novos doadores”, ressaltou Juciara Farias, contando com a participação de todos os convidados para o evento, que certamente será decisivo para a formação de opinião positiva sobre o assunto.
Doador de sangue há dois anos, o geólogo Luiz Fernando Freitas Rodrigues, 26, veio ao hemocentro doar sangue à uma amiga internada no hospital Ophir Loyola. Ele conta que sempre se prontifica a ajudar quem precisa. “Já doei para um amigo e agora vim para uma amiga. As outras doações foram espontâneas, para desconhecidos”, revelou, sentindo-se feliz por saber que o dia 25 de novembro é o Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue. “A homenagem é justa. Fiquei muito feliz em saber que temos uma data para celebrar este ato, já que nossa vida só faz sentido quando fazemos sentido na vida de alguém”, destacou. 
A Fundação Hemopa fica na Travessa Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos, e no acesso ao Pórtico Metrópole, na entrada do shopping Castanheira (BR-316, km 1). As coletas são feitas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Mais informações pelo Alô Hemopa: 0800-2808118.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015


Alunos do CTEM de Castanhal doam sangue no hemocentro
Nesta quinta-feira, 22, de 7h às 13h,o Hemocentro Regional de Castanhal, no nordeste paraense, promoverá campanha de estímulo à doação voluntária de sangue em parceria com Centro de Tecnologia e Ensino Múltiplo (CTEM). A ação será realizada na se3de do hemocentro com o objetivo de reforçar estoque estratégico de sangue para atendimento satisfatório da rede hospitalar daquela região. A campanha tem a meta de 50 coletas.
A mobilização contará com a participação do corpo docente, alunos, familiares e a comunidade em geral.
Quem pode doar sangue: candidatos com boa saúde; idade entre 16 anos completos e 69 anos. Menores de 18 anos somente com autorização dos pais ou responsáveis.Peso acima de 50 kg . Necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. O doador deve estar bem alimentado.
Serviço: O HEMOPA Castanhal espera por você de 07 às 13h, na Rua Floriano Peixoto, Alameda Rita de Cássia, em frente ao Líder. Mais informações: 91- 3412.4403.
 

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Unidade de saúde do Benguí reforça estoques de sangue e leite humano

Cerca de 100 doadores voluntários compareceram à Unidade Básica de Saúde (UMS) do Benguí II, em Belém, para participar, nesta sexta-feira (16), do “Dia Vermelho e Branco”, campanha promovida em parceria com o Hemopa e Santa Casa para estimular a doação de leite humano e de sangue.
“É muito gratificante perceber que, após 37 anos de Fundação Hemopa, encontramos gestores que se sensibilizam pela causa da doação de sangue e que encontram, junto às comunidades em que atuam, espaço e apoio para promover ações como esta”, disse a presidente do Hemopa, Ana Suely Saraiva. O objetivo da ação é contribuir para a manutenção dos estoques dos bancos de sangue do hemocentro e de leite humano Santa Casa.
“É essa a diferença que precisamos fazer para nossa comunidade. Trazer de fora para dentro a mobilização em prol da solidariedade, da melhoria da qualidade do atendimento e da saúde no nosso Estado para garantir a qualidade de vida da população”, disse o gerente da unidade, Roberto Macedo.
Para presidente da Santa Casa, Rosangela Monteiro, a campanha e a inauguração da sala de apoio à amamentação são atividades de extrema importância para as mães, bebês e famílias da comunidade do Benguí e do entorno, visto que fortalecem a importância do aleitamento materno exclusivo para as mulheres e crianças, além de ajudar os bebês prematuros que nascem na Santa Casa. "Precisamos que essa ação seja disseminada nas outras unidades e em todas as prefeituras, pois quem ganha com isso são os bebês, as mães, é todo o sistema de saúde", frisou.
A programação na UMS teve apresentação de danças regionais e música – com o Quinteto de Sopro da Escola de Música da Universidade Federal do Pará (UFPA) – e o apoio do jogador do Paysandu Yago Pikachu, que é padrinho da campanha e esteve presente na unidade distribuindo camisas e autógrafos.
A estudante de fonoaudiologia Cristiana Brasil, esposa do atleta, também abraçou a causa e fez a primeira doação de leite humano. “Tenho uma bebê que nasceu prematura e sei o quanto é importante o leite materno para o desenvolvimento da criança, por isso recebi de braços abertos o convite e vim doar, para ajudar a outras crianças que necessitem”, disse.
A vigilante Andressa Souza, 34, moradora do bairro do Benguí, é doadora voluntária de sangue tipo B Positivo. Ela soube da ação ao ir para uma consulta na unidade e não perdeu a oportunidade de fazer a doação. “Achei muito bom eles virem até nós. Isso facilita, já que todo mundo leva uma vida corrida, mas é sempre bom reservar um tempo para fazer o bem ao próximo”, afirmou.
A animação também tomou conta do Hemocentro Regional de Marabá na manhã desta sexta-feira (16), onde ocorreu uma programação especial em comemoração ao Dia das Crianças, com arte em pintura facial nas crianças feita pelo Instituto Hosana Lopes. Houve ainda animação com palhaços do Grupo de Teatro Anjos da Graça e distribuição de brinquedos e lanches.
Para doar sangue é necessário estar em boas condições de saúde, ter entre 16 e 69 anos – desde que a primeira doação tenha sido feita até os 60 anos –, pesar no mínimo 50 quilos, estar alimentado e descansado (ter dormido pelo menos seis horas nas últimas 24 horas) e apresentar documento original com foto emitido por órgão oficial. Menores de 18 anos doam apenas com autorização do responsável. O homem pode doar a cada dois meses, e a mulher, a cada três.
Em Belém, a Fundação Hemopa fica na Travessa Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos, e no acesso ao Pórtico Metrópole, na entrada do shopping Castanheira (BR-316, km 1). As coletas são feitas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h.
Em Marabá, o Hemopa fica na Rodovia Transamazônica, Quadra 12, s/n, entre avenidas Hileia e Amazônia, no bairro Amapá. Telefones: (94) 3324-1645, 3324-1810 e 0800-2808118. A Unidade de Saúde Benguí II está localizada na Passagem Maciel, s/n, e funciona de segunda a sexta-feira, de 7h às 17h.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Campanhas impulsionam doações em Outubro



Nesta sexta-feira (16), de 8h às 14h, a Fundação Hemopa realizará campanha externa de doação de sangue e cadastro de doadores de medula óssea, além de doação de leite humano. Esta é uma parceria com a Fundação Santa Casa de Misericórdia e a Unidade Municipal de Saúde (UMS) Benguí II onde ocorrerá a campanha que busca coletar 100 bolsas de sangue, 30 cadastros, 25 litros de leite humano e 100 vidros com tampas de plástico enroscável para armazenamento do leite. O objetivo é contribuir para manutenção dos estoques dos bancos destas Fundações ao promover esta ação conjunta de valorização à vida.
Segundo a gerente de captação do Hemopa, Juciara Farias a campanha promove o tema da doação voluntária de sangue e leite humano na comunidade do bairro do Benguí com o envolvimento dos seguintes públicos: agentes de saúde, CRAS - Centro de Referência de Assistência Social, Conselho Tutelar, República do Emaús, igrejas locais, escolas do entorno, familiares de pacientes, funcionários das UMS I e II. A campanha anterior ocorrida em agosto do ano passado resultou em 116 comparecimentos de doadores e 23 novos cadastros. Diante de significativos resultados, a assistente social Juciara Farias parabeniza e agradece as instituições parceiras, e, sobretudo, o voluntariado dessas ações.                                          
Este ano a novidade é a doação de leite humano, pois a UMS também é um posto de coleta que auxilia a Santa Casa, o objetivo é se solidarizar com as causas e ajudar os pacientes que precisam desses dois líquidos preciosos, explica o gerente da Unidade Dr. Roberto Macedo. “Nós sensibilizamos e mobilizamos toda comunidade para aderir a campanha e vir ajudar. Tiramos as dúvidas, descartamos os mitos, eliminamos tudo que impressa as pessoas de realizar sua doação” explica o médico que já foi doador e hoje se tornou um agente multiplicador.
Campanhas
Nesta sexta-feira (16) o Hemopa Capanema - Henca receberá um grupo de voluntários do município de Tracuateua para uma nova doação. Esta ação faz parte do Projeto "Parceria pela Vida", que capacita os Agentes Comunitários de Saúde, por meio do Programa Agente da Doação para captação de doadores de sangue, cadastro de medula óssea.
E de 27 de Outubro a 16 de novembro teremos campanha com os participantes do Movimento Católico JUSANT - Juventude de Santa Terezinha no município.

Para doar sangue é necessário estar em boas condições de saúde, ter entre 16 e 69 anos – desde que a primeira doação tenha sido feita até os 60 anos –, pesar no mínimo 50 quilos, estar alimentado e descansado (ter dormido pelo menos seis horas nas últimas 24 horas) e apresentar documento original com foto emitido por órgão oficial. Menores de 18 anos doam apenas com autorização do responsável. O homem pode doar a cada dois meses, e a mulher, a cada três.
A Fundação Hemopa fica na Travessa Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos, e no acesso ao Pórtico Metrópole, na entrada do shopping Castanheira (BR-316, km 1). As coletas são feitas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h.
A Unidade de Saúde Benguí II está localizada na Passagem Maciel S/N, no Benguí e funciona de segunda a sexta-feira de 7h às 17h.

O Hemopa Capanema espera por você na BR 308, KM zero, S/N - Bairro São Cristóvão - Capanema /PA. Funcionamento para coleta de sangue: 7h30 às 12h30. Mais informações: Alô Hemopa 8002808118.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Hemopa elege seu Servidor Nota 10

Lucila foi eleita a ''Servidora Nota 10'' do Hemopa em 2015.
‘’Fico feliz em ter sido escolhida. Fazer parte desta família me enche de orgulho. Espero continuar sempre correspondendo com as expectativas e de, claro, ganhar o prêmio geral’’, comenta aos risos Lucila Figueiredo Cardoso , servidora do Hemopa há 28 anos e eleita a ‘’servidora nota 10’’ do hemocentro em 2015. O concurso ocorre em nível estadual e a solenidade de premiação está marcada para o dia 27 deste mês.

Podem concorrer servidores públicos efetivos, estatutários não estáveis e empregados públicos da administração pública do Estado do Pará, que compreende 62 órgãos. Entre os critérios para a eleição do vencedor, destacam-se assiduidade, produtividade, disciplina, iniciativa e responsabilidade. Este ano a premiação será de R$ 20.000.

No ano passado, a representante do hemocentro foi a servidora Régia Lúcia Silva Vasconcelos, lotada na Gerência de Administração de Pessoas (Geape). ‘’Sentir que somos valorizados é importante. Esse incentivo nos motiva e nos faz muito bem’’, lembra Régia.

Na fundação, Lucila concorreu com outros três servidores da hemorrede. O processo de avaliação dos inscritos foi feito por uma comissão instituída pela portaria 539/2015, de 13 de agosto de 2015, formada por quatro servidores, atendendo o regulamento do concurso.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Hemopa participa de evento do MS para qualificação transfusional

A Fundação Hemopa participou de oficina sobre “Qualificação do Ato Transfusional” promovida pelo Ministério da Saúde, esta semana, no Hangar Centro de Convenções, com o objetivo de sensibilizar e capacitar profissionais que atuam na prescrição de transfusão, instalação e acompanhamento do ato transfusional nos estabelecimentos de saúde, visando a qualificação do procedimento e a notificação de reações transfusionais, além de fomentar a interação entre os estabelecimentos de saúde que realizam transfusão, tais como as agências transfusionais, os serviços produtores de hemocomponentes e os órgãos de vigilância sanitária.
Segundo a facilitadora do MS, Maria de Fátima Fernandes (SP), a oficina cumpriu seu papel ao apresentar a proposta, o material técnico e pedagógico do Projeto de qualificação do ato transfusional à hemorrede paraense.Uma diversidade de médicos e enfermeiros de hospitais e instituições públicas e privadas participaram do evento, contribuindo decisivamente para o crescimento profissional.
Apesar das avaliações ainda não estarem concluída, a percepção dos mentores e organizadores da oficina é que houve um profundo envolvimento dos participantes nas discussões, demonstrando aceitação no material apresentado, evidenciando a certeza da formação de mais agentes multiplicadores dessa proposta em todo estado do Pará.
A direção do Hemopa agradece e parabeniza o MS pela iniciativa, bem como os organizadores e os participantes do encontro, que reuniu especialistas como Carlos Alberto Dias Pinto (RJ),  Delson Morilo Langaro (SC),  Maria de Fátima Alves Fernandes (SP), Carlos Victor Cunha (PA), Socorro Ferreira (PA), Rosanna Novello (RJ) e Thalita Motta Gago (DF).

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Campanha de doação de sangue em Barcarena atinge a meta de mil coletas

A 17ª campanha de doação de sangue promovida pelas empresas Albras e Hydro Alunorte, em parceria com a Fundação Hemopa, bateu a meta de mil coletas em pouco mais de dois dias, na cidade de Barcarena, a 321Km de Belém, somando um total de 24.954 . Com o tema “Uma atitude de amor que cabe em um abraço”, a campanha foi realizada no período de 30/09 até às 12h do dia 02 deste mês.
Considerada a maior campanha externa em parceria com o hemocentro, a ação estratégica envolve funcionários, terceirizados, familiares e à comunidade em geral. Bastante satisfeita com o saldo da mobilização a presidente do Hemopa, Ana Suely Leite Saraiva, parabeniza e agradece mais um ano de parceria em promoção à doação voluntária de sangue. “Agradeço a cada voluntário, mesmo aqueles que por algum motivo não doaram, porque tão valiosa quanto a coleta é a intenção de salvar vidas com esse ato solidário”, comentou, estendendo os parabéns para todos os profissionais envolvidos nessa ação cujo resultado deverá ajudar cerca de quatro mil pacientes.
O resultado da campanha representa significativo suporte para o estoque estratégico do hemocentro que tem a responsabilidade de abastecer a demanda transfusional da rede hospitalar paraense que é composta por mais de 200 hospitais. “É uma campanha muito oportuna porque vai reforçar o estoque num período festivo que a cidade, quando normalmente enfrentamos uma redução de até 30% no número de comparecimento do voluntariado”, informou gerente de Captação de Doadores, a assistente social Juciara Farias.
O mecânico da Hydro Alunorte, Wilson Sousa da Silva, repete esse ato há quatro anos. "Para mim é um ato de solidariedade e ajuda o próximo. Faço isso sempre que eu posso, é importante para mim. Incentivo meus colegas a doar, principalmente quem nunca fez, porque depois que você doa pela primeira vez, é muito significativo. Cria um ânimo inexplicável de não querer deixar a campanha passar de jeito nenhum".
Membro da comunidade e residente na Vila dos Cabanos, Renata Dias Sousa participa da campanha há uma década. “Eu doo sangue três vezes por ano. Resolvi doar porque sei que várias pessoas precisam e muitas pessoas da minha família já precisaram. O Hemopa sempre faz campanhas e acredito que as pessoas precisam estabelecer uma consciência permanente de que o próximo precisa desse apoio”.
Sem esconder a satisfação de fazer parte dessa ação, o gerente geral de Saúde, Segurança, Meio Ambiente e Segurança Patrimonial da Albras, Braz Mileo, ressalta a importância dessa mobilização de incentivo à doação. "Essa campanha já faz parte do nosso calendário anual e a cada realização, temos a certeza de que vale a pena. Para quem conhece a Hydro, sabe que a empresa tem uma grande preocupação em cuidar das pessoas. Estamos à disposição sempre". Braz Mileo, gerente geral de Saúde, Segurança, Meio Ambiente e Segurança Patrimonial da Albras.
Sem imaginar a coincidência, Luís Carlos, mecânico da Albras foi o doador de número 10000. "Doo sempre que posso e com foco na ideia de salvar vidas doando meu sangue. Fazendo minha parte para colocar esse estoque em dia".
Serviço: A Fundação Hemopa fica na Trav. Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos, e no acesso ao Pórtico Metrópole, na entrada do shopping Castanheira (BR-316, km 1). As coletas são feitas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Mais informações pelo Alô Hemopa: 0800-2808118.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Jovens aprendizes estimulam doação de sangue no Hemopa

Com o tema “Por que doar sozinho se podemos doar juntos?”, 60 jovens aprendizes realizaram nesta quinta-feira, 1°, na sede da Fundação Hemopa, em Belém, o Dia de Cooperar, campanha de incentivo à doação de sangue e ao cadastro de doadores de medula óssea. A iniciativa que faz parte do Programa Aprendiz Cooperativo, da Amazônia Recursos Humanos, conta com o apoio do Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (OCB/Sescoop/Pa) e se estenderá até o fim deste mês.
Segundo a titular da Gerência de Captação de Doadores (Gecad) do Hemopa, Juciara Farias, a estratégia é o desdobramento de uma palestra para formação de agentes multiplicadores e sensibilização dos voluntários. “Trata-se de um exemplo de estímulo à causa da doação por jovens formadores de opinião. Isso vai trazer um incremento para o estoque de sangue do hemocentro. Ainda mais nesse período em que observamos uma redução no número de comparecimentos” destacou.
Elizabete Santos, 51, coordenadora e professora do programa, explica que a doação de sangue integra pelo segundo ano consecutivo a gincana solidária do curso de auxiliar administrativo. “Sabemos da grande demanda que o Hemopa tem neste período do Círio. Além disso, para os nossos jovens é uma oportunidade de criarmos consciência e formarmos uma geração compromissada com a doação voluntária de sangue”, afirmou.
A aprendiz Lohanne Freitas, 19, doou sangue pela segunda vez e disse que seria interessante que a ação acontecesse mais vezes ao ano. “Esse é um dos bens mais preciosos que temos e ainda não inventaram nada para substituir. Por isso temos que fazer nossa parte e cooperar”, comentou.
Horário - No fim de semana do Círio, o Hemopa funcionará excepcionalmente no sábado (10), das 7h30 às 12h; na segunda-feira (12), feriado de Nossa Senhora Aparecida, não haverá expediente, mas o atendimento transfusional é ininterrupto. A rotina do hemocentro voltará ao normal na terça-feira (13), das 7h30 às 18h.
Campanhas - Dentro das ações de reforço do estoque de sangue para outubro, o Hemopa recebeu as campanhas dos voluntários da Guarda de Nossa Senhora de Nazaré, da Igreja Batista e da Igreja Assembleia de Deus, na sede do hemocentro, em Belém. Neste sábado, 03, um grupo de voluntários da Casa Ronald McDonald virá à Fundação para realizar doação voluntária de sangue. Já no próximo dia 16, o hemocentro realizará campanha externa de coleta de sangue na Unidade de Saúde Bengui II, com a meta de 120 coletas, das 8h às 16h. As iniciativas fazem parte do trabalho que a Gerência de Captação de Doadores do hemocentro realiza com várias instituições públicas e privadas.
Pode doar sangue qualquer pessoa com boa saúde, que pese acima de 50 quilos e tenha entre 16 e 69 anos. Menores de 18 anos devem estar acompanhados dos pais. É necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum – ao contrário, o doador deve estar bem alimentado. Para fazer o cadastro de doadores de medula óssea, basta ser saudável e ter entre 18 e 55 anos. É necessário portar documento de identidade original e com foto.

Serviço: A Fundação Hemopa fica na Travessa Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos, com acesso pela Avenida Serzedelo Corrêa. A coleta de sangue é feita de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Mais informações pelo telefone 0800 280 8118.

Campanha de doação de sangue em Barcarena se encerra nesta sexta-feira (2)


O primeiro dia da campanha “Uma atitude de amor que cabe em um abraço”, promovida pelas empresas Albras e Hydro Alunorte, na cidade de Barcarena, resultou em 372 doações de sangue. A ação que conta com a parceria da Fundação Hemopa está em sua 17ª edição e este ano tem a desafiadora meta de coletar mil bolsas de sangue, no período de 30/9 a 2/10.
A campanha foi aberta oficialmente às 8h de ontem (30), no ambulatório da Albras, e contou coma presença de representantes das instituições envolvidas. Para o coordenador de Hemoterapia do Hemopa, Carlos Victor Cunha, a campanha é de suma importância para suprir o banco de sangue, especialmente nas festividades do Círio de Nossa Senhora de Nazaré, quando a cidade recebe milhares de turistas.
Entre os doadores do primeiro dia de campanha, estava o jovem Leonardo Costa, de 17 anos, que não ficou nervoso na hora de doar sangue. “Têm muitas pessoas que precisam e é gratificante salvar pessoas. É um privilégio receber toda a estrutura e apoio do Hemopa aqui na nossa cidade, então é uma oportunidade que não podemos deixar escapar”, afirma.
Quem levou o estudante do convênio para doar foi o próprio pai, Nelson Ferreira, empregado da Albras, que de todos os anos da campanha, só não pôde ir a um. “É um momento muito importante, eu me sinto muito feliz de ajudar e trago minha família para mostrar o que é cidadania e ajudar os outros”, conta.
Durante a abertura da campanha, Giuliano Siqueira, diretor industrial interino da Hydro Alunorte, agradeceu a parceria com a Fundação Hemopa. “Cada vez mais precisamos de campanhas como esta, com propósito social. O caminho é sempre o mesmo: se fortalecer e se unir. A doação de sangue representa o maior bem que podemos dar, que é a vida”, disse.
A enfermeira do Trabalho da Albras, Rubya Silva, aposta na superação da meta de coletas de sangue. “Convido todos a participar da campanha porque nós realmente precisamos reforçar o estoque do Hemopa. Esse ato significa algo muito importante para a sociedade e para o nosso estado. Estamos esperando pelos doadores de braços abertos e estamos na esperança de superar a nossa meta de mil bolsas. Todas as equipes das empresas estão mobilizadas para conseguirmos isso", ressaltou.
"Acredito que do ponto de vista social foi uma das iniciativas mais representativas e fortes do compromisso da empresa com a comunidade da região e até do próprio Pará, porque sabemos que o Hemopa tem alcance estadual. Então esse sangue daqui está salvando vidas em todo o estado. É uma campanha com um mérito imenso, porque salva vidas e isso é a nossa essência no planeta", destacou o gerente da área de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da Albras, José Etrusco Barreto.
Para doar, basta se dirigir à sede da Albras, localizada na Rodovia PA-483, em Barcarena, onde o Hemopa montou toda a estrutura para coleta. Os doadores podem comparecer no horário das 7h30 às 17h nesta quinta-feira (1), e no horário das 7h30 às 12h no dia 2.
Para doar sangue é necessário estar em boas condições de saúde, ter entre 16 e 69 anos – desde que a primeira doação tenha sido feita até os 60 anos. Menores de 18 anos doam apenas com autorização do responsável. Pesar no mínimo 50 quilos, estar alimentado e descansado (ter dormido pelo menos seis horas nas últimas 24 horas) e apresentar documento original com foto emitido por órgão oficial. O homem pode doar a cada dois meses, e a mulher, a cada três.
Serviço da 17ª Campanha de Doação Voluntária de Sangue da Albras e Hydro Alunorte
Data: Até o dia 02/10
Horário: 7h30 às 12h
Transporte para doadores de Vila dos Cabanos
Saída: 9h da Av. Batista Campos (em frente ao Bradesco)
Retorno: 11h, saindo da fábrica e fazendo a rota inversa até o Bradesco.

Rota: Av. Batista Campos (Bradesco) – Av. Dom Romualdo Coelho – Rua 11 de Agosto (APAE) – Av. Francisco Vinagre – Av. Con. Jeronimo Pimentel – Rua 11 de Junho (Halley) – Av. Padre Casemiro de Souza – Chegada na Albras.