quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Hemopa convoca doadores para reverter queda no estoque de sangue

Com menos de 50% do estoque necessário para atender a demanda transfusional dos mais de 200 hospitais em funcionamento no estado, a Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) está convocando doadores de sangue devido à urgência em repor o estoque estratégico do hemocentro, a fim de evitar o atendimento racionalizado, que prioriza os casos de urgência e emergência e adia, por exemplo, o fornecimento de sangue para pacientes de cirurgias eletivas (sem risco de morte).
A acentuada redução no número de coletas atinge unidades do Hemopa na capital e em mais oito municípios, o que prejudica o atendimento a centenas de pacientes internados, a maioria em estado grave. Os doadores devem se dirigir ao hemocentro coordenador, em Belém, à Unidade de Coleta Castanheira, na Rodovia BR-316, KM-01 (térreo do Pórtico Metrópole), e às unidades do Hemopa em Castanhal, Santarém, Marabá, Altamira, Tucuruí, Redenção, Abaetetuba e Capanema.
Segundo a assistente social Lilian Bouth, o período de chuvas intensas e as viroses decorrentes da mudança climática estão entre os fatores que dificultam o acesso dos doadores aos locais de coleta. Em caso de doença, o impedimento é temporário. De acordo com cada caso, o doador é avaliado por profissionais do setor de triagem para saber se está em condições de doar sangue.
Lilian Bouth disse ainda que a queda no número de comparecimentos de doadores vem se intensificando desde o início deste mês. “Temos acionado doadores via telefone, redes sociais e com o apoio da imprensa, mas não tem surtido muito efeito. A evasão de doadores ainda é grande. Apelamos para a responsabilidade social de quem pode doar e salvar vidas. Muitas pessoas estão dependendo desse gesto para viver”, informou a assistente, já renovando a convocação de antigos e novos doadores para a campanha de doação de sangue destinada à demanda do Carnaval, que será realizada de 30 de janeiro a 06 de fevereiro.
“Está no sangue” - A primeira ação estratégica da Fundação Hemopa em 2016 tem como tema “O carnaval está no sangue do paraense. A solidariedade também. Doe sangue”, e será aberta com o “Arrastão da Solidariedade”, incluindo blocos carnavalescos e outras atrações, além de distribuição de camisetas e lanche. “Tudo isso para agradecer esse gesto de amor ao próximo, num período em que muitas pessoas precisam receber sangue”, reiterou Lilian Bouth.
Em sintonia com a sede da Fundação, em Belém, o Hemocentro Regional de Marabá, no sudeste do estado, realizará a campanha de 1º a 5 de fevereiro. No mesmo período será promovida a campanha no Hemocentro Regional de Castanhal, na região nordeste. Nesses dois hemocentros a meta é conseguir 200 coletas cada, nos cinco dias de mobilização. Instituições públicas e privadas também vão incentivar a doação voluntária de sangue.
Em todas as unidades a campanha também contará com programação especial para atrair o maior número de voluntários, ofertando serviços de estética, promovendo o arrastão solidário e distribuindo material educativo sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST/AIS).
Quem pode doar: Pessoas com boa saúde, que tenham entre 16 e 69 anos e pesem acima de 50 quilos. Menores de 18 anos podem doar somente com autorização dos pais ou do responsável legal. É necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses. Para fazer o cadastro de doadores de medula óssea o candidato deve estar bem de saúde, ter entre 18 e 55 anos e portar documento de identidade original e com foto.
Serviço: A Fundação Hemopa fica na Travessa Padre Eutíquio, 2.109, bairro Batista Campos, e a Estação de Coleta Hemopa-Castanheira, no térreo do Pórtico Metrópole (BR-316, KM-01). Ambas recebem doação de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18 h, e aos sábados, das 7h30 às 17 h. Mais informações pelo Alô Hemopa: 0800 280 8118.

Hemopa conta com apoio da rede para atingir meta de doações no Carnaval



Neste sábado, 30, a Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia (Hemopa) dará início a primeira grande campanha estratégica do ano: “O carnaval está no sangue do paraense. A solidariedade também. Doe sangue”, que se estenderá até o dia 6 de fevereiro na capital e nas unidades da instituição localizadas em oito municípios do estado, que assim como na sede do hemocentro, em Belém, enfrentam significativa queda no número de coletas diárias, que varia entre 30% a 50%. A ação será promovida em parceria com instituições públicas e privadas. Em Belém, a meta é de 250 coletas diárias, para atender em quantidade e qualidade a demanda dos cerca de 230 hospitais do Pará.
A mobilização tem o principal objetivo de abastecer o banco de sangue para atendimento no feriadão da festa de Momo, quando aumenta o número de solicitações de sangue, especialmente, nos hospitais de Pronto Socorro Municipal, e os de média e alta complexidade. A coleta e distribuição do sangue no Estado são articuladas entre 44 unidades da hemorrede estadual, em suas várias complexidades, que corresponde a uma cobertura transfusional de mais de 90%. Mas, isso exige esforço e fortalecimento da parceria de vários segmentos, entre eles, do corpo clínico da rede hospitalar para sensibilizar familiares, acompanhantes e amigos de usuários internados.
Usuário do Sistema Único de Saúde (SUS), o paciente Enoque Nunes Cavalcante, 64 anos, sentiu na pele a importância do abastecimento do estoque de sangue, ao precisar e receber transfusão, durante atendimento médico no Hospital Geral de Tailândia (HGT),  a mais de 250 km de Belém. Ele deu entrada no hospital no dia 17 em estado grave, vitima de fratura exposta no membro inferior esquerdo. Após passar por cirurgia, hoje ele passa bem e aguarda recuperação. “Sou privilegiado em receber sangue de qualidade e sem demora aqui no hospital. Agradeço as pessoas que doam sangue e salvam vidas. Estou muito satisfeito com atendimento e agradeço também toda equipe de profissionais”, diz. Com Agência Transfusional (AT) própria, em 2015, o HGT garantiu o atendimento de 604 transfusões em 434 pacientes.  A AT funciona 24 horas e agiliza atendimento em tempo hábil.
Incentivo - De acordo com o diretor técnico do HGT, Antônio Venturieri, o incentivo à doação voluntária de sangue é uma prática junto aos colaboradores, usuários, acompanhantes, e intensificada em períodos festivos. “A parceria com o Hemopa é fundamental para o êxito do atendimento. Como não temos unidade de coleta em Tailândia, orientamos a doação de sangue no Hemonúcleo de Abaetetuba ou em Belém”, afirma o médico, reforçando convite para adesão à campanha do carnaval.
Com o perfil de assistência de média e alta complexidade, o Hospital Regional Público do Leste (HRPL), em Paragominas, no nordeste paraense, realizou ano passado mais 1,7 mil cirurgias e mais de três mil atendimentos em urgência/emergência, que correspondeu ao atendimento de quase 700 transfusões em pacientes internados no hospital, principalmente, os que passam por procedimentos em traumatologia, cirurgia geral e neurocirurgia. “Nossa atuação incentiva a prática habitual da doação, através da intervenção de nossos técnicos junto aos usuários, acompanhantes, familiares, amigos e a comunidade em diversas ações educativas realizadas”, observa o diretor técnico do hospital, João Lucídio, estimulando o agendamento da doação, pelo menos duas vezes ao ano.
Com significativa demanda transfusional, o Hospital Regional Público do Marajó (HRPM), em Breves, no sudoeste do arquipélago do Marajó, também incentiva o ato solidário entre os públicos interno e externo. Segundo o diretor técnico do hospital, Pedro Luiz Leite Soares, todos os dias são atendidos vários casos de acidentes, principalmente de motos, cirurgias e queimaduras que exigem transfusão de sangue. O serviço também atende portadores de anemias e outras doenças clínicas, bebês prematuros que também precisam receber sangue com frequência. Ele afirma que a demanda é sempre alta, especialmente em períodos festivos, como o carnaval, por exemplo.
“Por isso, o HRPM mantém uma importante e estratégica parceria com o Hemopa. Nossa AT atende as necessidades do Hospital Regional e ainda é responsável por suprir os hospitais municipais da região, que devido a sua localização e dificuldades logísticas, são completamente dependentes desse serviço”, explicou o médico, estimulando a doação voluntária que é um ato simples, tranquilo e seguro.
Belém - Enquanto isso, na sede do Hemopa, em Belém, a paciente Ana Carolina da Silva, 9, e sua mãe, a dona de casa Sheila Rodrigues, retornam para uma consulta de rotina. A menina começou tratamento este ano após ser diagnosticada com Anemia Falciforme (doença genética e hereditária que se caracteriza por uma alteração nos glóbulos vermelhos). A irmã de Ana, com 11 anos, também foi diagnosticada com a doença e desde os quatro anos realiza tratamento hemocentro. Ambas dependem de transfusão de sangue para sobreviver, já que a Anemia Falciforme é uma doença crônica. Essas duas meninas fazem parte dos mais de 13 mil pacientes ativos atendidos pelo Hemopa, e que nunca deixam de sensibilizar parentes e amigos para  a causa da doação de sangue. “Devo a vida de minhas filhas aos doadores. Só posso dizer muito obrigada”, diz emocionada mãe das pacientes.
De acordo com a gerente de Captação de Doadores do Hemopa, a assistente social Juciara Farias, o hemocentro vem registrando uma média de 50% de redução no comparecimento de candidatos à doação de sangue. “Estamos contando com a adesão da sociedade à campanha para nos ajudar a atingir e meta de 300 coletas na abertura da campanha, por exemplo”, comentou, apostando na superação da meta diária de doações para formar reserva no estoque do hemocentro. Segundo ela, em 2015, durante a campanha do carnaval foi registrado a participação de 2.348 voluntários, que resultou em 1.879 coletas, que ajudaram a salvar 7.516 pacientes.
Campanha - Com uma programação variada, a abertura da campanha, a partir das 9h, contará com arrastão do "Bloco da Solidariedade" nas imediações do Hemopa, com a participação da Associação Carnavalesca "Xodó da Nega", Bloco de carnaval do bairro do Telégrafo, Grupo Boi Veludinho, Grupo de Palhaços Tio Babaloo, desfile com blogueiras de moda. Na sede do hemocentro será oferecido cantinho da selfie para o doador postar em suas redes sociais, oficina de customização de camisetas, além de lanche especial para repor as energias.
Juciara Farias não tem dúvidas de que o sucesso da campanha dependerá das parcerias, especialmente, da rede hospitalar ao incentivar a doação de sangue entre familiares e amigos de usuários internados. A ação estratégica  será realizada na sede do hemocentro Coordenador, em Belém; na Unidade Hemopa Castanheira, na BR 316; e nos municípios de Castanhal, Marabá, Santarém, Abaetetuba, Altamira, Tucuruí, Redenção e Capanema.
Quem pode doar: Podem doar sangue pessoas com boa saúde, que tenham entre 16 e 69 anos e pesem acima de 50 quilos. Menores de 18 anos podem doar somente com autorização dos pais ou responsável legal. É necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher, a cada três meses. Para fazer o cadastro de doadores de medula óssea, o candidato deve estar bem de saúde, ter entre 18 e 55 anos e portar documento de identidade original e com foto.
Serviço: A Fundação Hemopa fica na Trav. Padre Eutíquio, 2.109, Batista Campos e a Estação de Coleta Hemopa-Castanheira, no térreo do Pórtico Metrópole (BR-316, km 1). Ambas as unidades realizam coletas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Alô Hemopa: 0800 280 8118.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Estudantes visitam a Fundação Hemopa e doam sangue

                         

A Fundação Hemopa recebeu na manhã deste sábado, 23, a visita de aproximadamente 40 alunos, de turmas do 3° ano do Ensino Médio da Escola Estadual Orlando Bittar, localizada no bairro de Nazaré, em Belém. A visita é uma iniciativa do professor de biologia da instituição Moreira Junior, com o objetivo de mostrar aos alunos as instalações do hemocentro para compreenderem melhor a importância da doação de sangue. A visita ocorreu através do programa “Doador do Futuro”, que visa conscientizar jovens da rede de ensino público e privado, para estimular a doação voluntária de sangue
Desde 1994, a Fundação Hemopa realiza o projeto. Atualmente, os adolescentes são responsáveis por cerca de 50% das coletas feitas no Estado, nos últimos anos. O “Doador do Futuro” é uma prática contínua, coordenada pelas assistentes sociais da Gerência de Captação de Doadores (Gecad). O projeto inclui palestras informativas e o “Hemotur”, que visa transformar o público jovem em agente multiplicador de doação de sangue.
“Durante todo o ano a visita à Fundação já é agendada no calendário de ações da escola. Onde acontecem várias programações e são produzidas ações direcionadas para responsabilidade social. Hoje o objetivo principal é sensibilizar e orientar professores e alunos para a causa da doação voluntária de sangue”, explicou a assistente social Lilian Bouth, que recepcionou os visitantes e apresentou a instituição. A visita também serviu para que os alunos reflitam sobre a importância da contribuição de cada cidadão para manter o estoque de sangue do Hemopa.

A técnica ainda aproveitou para destacar a importância dessas parcerias, principalmente neste período chuvoso, no qual aumentam as incidências de viroses, dengues e outras doenças e as doações diminuem. "Esta ação não termina hoje, no próximo sábado outros alunos estarão conosco para abertura da campanha do Carnaval. Aproveitamos para convidar a sociedade para vir com a gente salvar vidas e ainda se divertir", convidou.
A estudante Ingrid Ferreira, de 17 anos, mora no bairro da Terra Firme e mesmo sendo muito jovem já está na sua terceira doação. Ela conta que recebeu incentivo em casa e quando pequena sonhava ter idade suficiente para poder doar, até que por meio da campanha conheceu o Hemopa e com a autorização de seu pai, que é ex-doador, pode realizar seu sonho. “Eu esperei até que consegui doar e hoje meu pai, que me deu esse exemplo em casa, veio me trazer aqui. Me sinto muito bem porque estou ajudando, se todos tivessem essa consciência e fizessem a sua parte muitas vidas seriam salvas”, apontou a estudante.

Para o professor de sociologia Renato Luh, a atividade foi bastante produtiva. “Essa ação solidária voltada para a doação gerará nesses jovens o sentimento de responsabilidade social, é uma aula de cidadania na prática e permite que os nossos alunos desenvolvam uma consciência solidária. Como aprendemos hoje, não é pensar em doar sangue só para alguém da família, mas sim pra todos que precisam, pois a doação é universal e quando você doa está proporcionando mais vida a alguém”, ressaltou.
Doação: Qualquer pessoa saudável, com idade entre 16 e 69 anos (menores de 18 anos devem estar acompanhados dos pais ou do responsável legal) e pese acima de 50 quilos pode doar sangue. É necessário portar documento de identidade original e com foto, e estar bem alimentado. O homem pode doar a cada dois meses, e a mulher a cada três meses.
Para fazer o cadastro de doador de medula óssea a pessoa deve estar bem de saúde, ter entre 18 e 55 anos e portar documento de identidade original e com foto.
Serviço: O Hemopa fica na travessa Padre Eutíquio, 2.109, no bairro de Batista Campos. A Estação Castanheira fica no acesso ao Pórtico Metrópole, pelo shopping Castanheira (BR-316, km 1). As coletas são feitas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Contatos pelo e-mail captacao@hemopa.pa.gov.br e no Alô Hemopa (0800-2808118).

sábado, 23 de janeiro de 2016

Militares da Rotam doam sangue através do projeto social para hospitais infantis

                           


Militares da Ronda Ostensiva Tática Metropolitana (Rotam), da Polícia Militar (PM), doaram sangue na manhã desta quinta-feira, 21, na sede da Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa). A ação faz parte do projeto social “Luz da Vida”, que foi criado pela unidade para estimular a doação voluntária de sangue. O projeto ainda terá outras atividades, como visita periódica em hospitais infantis, levando alegria e descontração para os pequenos usuários internados em hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS). A mobilização contará com a doação de 72 militares até amanhã, 22.
A campanha dos policiais da Rotam teve apoio do Hemopa, que disponibilizou a “Caravana Solidária”, um microônibus que transporta pequenos grupos de candidatos à doação de sangue até a sede do hemocentro. O grupo desta quinta-feira contou com 37 voluntários. Nesta sexta-feira serão mais 35, a partir das 9h.
A agenda do projeto “Luz da Vida” já tem data para a próxima investida> Será uma visita no Hospital Hospital Oncológico Pediátrico Otávio Lobo, neste sábado, 23, a partir das 9h. A visita contará com militares que usarão parte de seu dia de folga para levar mais alegria e solidariedade às crianças internadas, com a interação de palhaços e a participação do “Rotacop”, para mostrar que a polícia, além de garantir a segurança, preza pelo bem estar da comunidade, através do voluntariado. Essas visitas serão realizadas um sábado por mês.
De acordo com o Coronel Rayol, que é doador há 24 anos, o projeto surgiu justamente a partir de uma visita ao Hospital Oncológico Pediátrico Otávio Lobo, atendendo o pedido de um pequeno paciente que tinha o sonho de conhecer os militares da Rotam. “Ao conhecer aquela realidade, nos solidarizamos com a causa, percebendo a necessidade de elevar o número de doações de sangue”, disse, ressaltando que o projeto nasceu dessa constatação. “A nossa tropa de heróis da Rotam abraça essa causa e assume essa parceria para que essas crianças se sintam amparadas por nós, pois estamos juntos nessa luta para tornar a vida delas bem melhor”, enfatizou o militar com tipo de sangue O Positivo.
Bastante satisfeito em participar desse projeto, o tenente José Rogério da Silva Holanda, 26, somou mais uma doação de sangue, desde que começou em 2008, quando entrou para a Escola de Cadetes, e participou do trote solidário. Hoje, quase dez anos depois, ele veio participar da campanha para ajudar não apenas as crianças do Hospital Otávio Lobo, mas todos aqueles que precisam de sangue para sobreviver. “Esse é um momento especial que pra gente pode parecer pouco. Mas, para quem precisa faz toda a diferença, principalmente se tratando de crianças”, disse o doador com tipo sanguíneo A Positivo.
Doador regular desde 2013, o soldado Reinanderson, 24, morador da ilha de Outeiro, doava sangue para pessoas que nem conhecia, sem imaginar que um dia poderia ser um receptor. Ao sofrer um acidente em 2014, ele experimentou o outro lado moeda: precisou de transfusão de sangue de pessoas que nunca saberá suas identidades. “O nosso lema é servir e proteger, e isso é uma forma de colocar em prática esta mensagem, e ajudar a sociedade não apenas no policiamento, mas com uma ação solidária como esta”.
Para a gerente de Captação de Doadores, a assistente social Juciara Farias, o “Luz da Vida” tem o objetivo de sensibilizar os militares dessa unidade operacional, bem como as demais, para importância do gesto da doação de sangue. “É uma atitude extremamente louvável. Eles estão mostrando as várias formas de salvar vidas que os policiais empreendem. Cada voluntário dessa campanha representa um paciente, uma pessoa que depende da solidariedade para a manutenção da vida”.
Juciara Farias aproveita a oportunidade para convidar a população a participar da campanha “O carnaval está no sangue do paraense. A solidariedade também. Doe sangue”, que será realizada de 30 de janeiro a 6 de fevereiro em Belém. A ação também será promovida nas unidades dos hemocentros nos municípios de Altamira, Tucuruí, Redenção, Capanema, Abaetetuba, Santarém, Marabá e Castanhal, com datas distintas e de acordo com suas respectivas realidades. Mas, todas as ações serão encerradas na semana que antecede o carnaval, para suprir estoque estratégico e garantir atendimento da demanda transfusional do feriadão de Momo.
Quem pode doar: Podem doar sangue pessoas com boa saúde, que tenham entre 16 e 69 anos e pesem acima de 50 quilos. Menores de 18 anos podem doar somente com autorização dos pais ou responsável legal. É necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher, a cada três meses. Para fazer o cadastro de doadores de medula óssea, o candidato deve estar bem de saúde, ter entre 18 e 55 anos e portar documento de identidade original e com foto.
Serviço: A Fundação Hemopa fica na Trav. Padre Eutíquio, 2.109, Batista Campos, e a Estação de Coleta Hemopa-Castanheira, no térreo do Pórtico Metrópole (BR-316, km 1). As coletas são realizadas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Alô Hemopa: 0800 280 8118.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Hemopa intensifica campanha de doação de sangue para o Carnaval

Com a proximidade do Carnaval e o aumento em torno de 40% das demandas hospitalares, proporcionado pelos excessos nos dias de folia, a Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará ( Hemopa) se preocupa com a queda no estoque de sangue do hemocentro. Por causa das constantes viroses ocasionadas pelo período chuvoso, as pessoas precisam esperar a recuperação para se submeter à doação. A espera é ainda maior para quem já teve o Zika vírus ou a Chikungunya. Nesses casos, a pessoa precisa aguardar 30 dias depois da cura para voltar a doar sangue. Por causa dessas viroses e epidemias, o centro de hemoterapia teve uma redução de 50% no comparecimento de doadores que, se persistir, vai interferir no atendimento da demanda hospitalar. A média diária de doadores vem sendo de 150 pessoas, quando o ideal é 300.
Por enquanto, a queda no estoque de sangue não chegou ao maior hospital do Estado no atendimento de urgência e emergência. O Hospital Metropolitano costuma atender uma média de duas mil pessoas por mês, a maioria vítimas de acidentes de carro. Durante todo o ano de 2015, o hospital fez 25.839 atendimentos de urgência e emergência. Mas a demanda mensal de 600 bolsas de sangue continua sendo atendida. “A diminuição no número de pessoas que procura o Hemopa para doar sangue nos preocupa porque se essa situação se estender, os reflexos serão sentidos no Metropolitano”, disse o diretor do hospital, Rogério Kuntz.
Para evitar que a queda no movimento dos doadores de sangue comprometa o atendimento nos hospitais do Pará, o Hemopa vai lançar a campanha “O Carnaval está no sangue do paraense. A solidariedade também. Doe sangue”. Ela será promovida do dia 30 de janeiro até o dia 6 de fevereiro. Na abertura do evento, a meta será de 400 coletas e de 250 nos outros dias. A campanha será estendida, inclusive, à Unidade Hemopa Castanheira, na BR 316, e aos municípios de Castanhal, Marabá, Santarém, Abaetetuba, Altamira, Tucuruí, Redenção e Capanema.

Durante a campanha, os voluntários vão dispor de lanche especial, cantinho para tirar selfie, bloco da solidariedade, desfile com blogueiras de moda, oficina de customização de camisetas e distribuição de material educativo sobre AIDS, DSTs, entre outros. “Nossa estratégia é a educação permanente destinada à sociedade. Todos precisam promover o tema da doação de maneira coletiva, enquanto responsabilidade social”, disse a gerente de capacitação do Hemopa, Juciara Farias.
Família e amigos dos pacientes também são orientados a estimular a doação de sangue. Foi através de um pedido de sua madrinha, que a estudante Leidiane Moreira, 24 anos, esteve no Hemopa na manhã desta terça-feira, 19, para doar sangue pela primeira vez.” Eu e mais 5 amigas estamos aqui para doar sangue a uma amiga de minha madrinha, que estava com leucemia. Hoje, depois que chegamos aqui, soubemos que ela faleceu, mas agora vou doar para outras pessoas que necessitem do meu sangue, que é raro: o B negativo”, disse a estudante.
Apesar da queda na frequência de doadores, o Hemopa continua recebendo um público fiel. O motorista Rosivaldo Santos, 44 anos, costuma doar sangue  de 3 em 3 meses e parece desafiar as viroses, comuns nessa época. “Tenho uma saúde de ferro e quase nunca deixei de doar sangue por causa de gripe. Fico muito feliz de estar aqui, cumprindo minha rotina de doador, apesar de as pessoas estarem vindo menos”, diz.
A Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia reforça que qualquer pessoa em bom estado de saúde, com idade entre 16 e 69 anos, pode doar sangue. A pessoa deve pesar acima de 50 quilos, estar bem alimentado e apresentar documento de identidade original na sede do Hemopa, na Av. Padre Eutíquio, 2109.

Syanne Neno
Secretaria de Estado de Comunicação

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Novas campanhas entre amigos ajudam a aumentar estoque de sangue do Hemopa

“Sou um possível herói, doador de sangue e de medula óssea”. É o tema da campanha que vai reunir um grupo de aproximadamente 30 amigos, na sede da Fundação Hemopa, na manhã deste sábado, 16, para doar sangue e efetivar cadastro de doador de medula óssea.
A mobilização se dará com passeio de bicicleta e caminhada, cuja concentração será às 7h, na frente do prédio do hemocentro, na rua Serzedelo Corrêa, com saída prevista às 7h30, com percurso de três quilômetros nas mediações do Hemopa.
Aqueles com a prática de exercício mais intensa, durante o percurso, optarão pelo cadastro de medula óssea. Com tipo de sangue A Positivo, a biomédica Daniela Araújo salva vidas há mais de 20 anos, e aposta na adesão do movimento para suprir estoque de sangue do hemocentro.

A gerente de Captação de Doadores do Hemopa, a assistente social Juciara Farias já está comemorando a campanha. “Agradecemos a parceria que será de grande importância para restaurar estoque estratégico do hemocentro que vem enfrentando dificuldades com a redução de aproximadamente 50% do comparecimento de doadores. Isso também está acontecendo nas unidades do interior do Pará”, informou, convidando a população antes de cair na folia, doar sangue e salvar muitas vidas.
Campanhas - Desde o dia 11, a sede da Fundação Hemopa, em Belém, recebeu voluntários da campanha “Empresário contábil, você que estende a mão ao negócio, estenda o braço a quem precisa, doe sangue” para homenagear o dia do Empresário contábil, comemorado no dia 12 de janeiro. A ação organizada pelo Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis (Sescon) se encerrou nesta sexta-feira (15) e envolveu funcionários, familiares e empresas associadas e afiliadas no Pará. As doações da campanha, assim como as demais, vão suprir o banco de sangue que tem a responsabilidade de abastecer integralmente as solicitações transfusionais da rede hospitalar.

Juciara Farias ressalta que as novas parcerias são fundamentais para atender satisfatoriamente as demandas de solicitações de sangue, tendo em vista a dificuldade de acesso aos serviços, devido ao período de intensas chuvas e a proximidade do feriadão do carnaval, quando boa parte da população desloca-se para outras cidades ou estados. “Desproporcionalmente, o comparecimento de voluntários afeta a qualidade do atendimento, além do aumento das intercorrências hospitalares provocadas pelos excessos na festa de momo. Por trás da maioria dos acidentes, tem sempre a necessidade de uma bolsa de hemocomponentes”, destacou a técnica.
Carnaval - A assistente social Juciara Farias aproveita a oportunidade para informar que a campanha do carnaval será realizará de 30 de janeiro a 6 de fevereiro. Sob o tema “O carnaval está no sangue do paraense. A solidariedade também. Doe sangue”, a campanha será realizada na sede da Fundação, em Belém, na Unidade de Coleta Castanheira, na BR 316, Km 01, e nos municípios de Altamira, Abaetetuba, Tucuruí, Redenção, Capanema, Castanhal, Marabá e Santarém.
Podem doar sangue pessoas com boa saúde, que tenham entre 16 e 69 anos e pesem acima de 50 quilos. Menores de 18 anos podem doar somente com autorização dos pais ou responsável legal. É necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses. Para fazer o cadastro de doadores de medula óssea, o candidato deve estar bem de saúde, ter entre 18 e 55 anos e portar documento de identidade original e com foto.
Serviço: A Fundação Hemopa fica na travessa Padre Eutíquio, 2.109, Batista Campos e a Estação de Coleta Hemopa-Castanheira, no térreo do Pórtico Metrópole (BR-316, km 1) e realizam coletas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Alô Hemopa: 0800-280-8118. 


Ophir Loyola inaugura primeiro laboratório de biologia molecular do Norte

A região Norte ganhou o primeiro Laboratório de Biologia Molecular voltado à assistência hospitalar. A nova estrutura foi inaugurada nesta quinta-feira (14), no Centro de Alta Complexidade em Oncologia Hospital Ophir Loyola, em Belém. O laboratório será essencial na assistência e, atualmente, é o único na região a fornecer análises de biomarcadores tumorais validados por sociedades científicas, que podem ser utilizados como ferramentas de diagnóstico, prognóstico e monitoramento da terapia utilizada por pacientes com câncer.
A ala especializada possui alta tecnologia para a classificação de leucemias - doenças que tem como principal característica o acúmulo de células jovens anormais na medula óssea, que substituem as células sanguíneas normais. E vai identificar as alterações genéticas responsáveis pelo aparecimento dos tumores e fornecerá informações necessárias para montar esquemas de quimioterapia para obter resultados mais precisos no tratamento de pacientes com câncer.
As diferenças genéticas dos tumores dos pacientes com um mesmo tipo de câncer provocam diferentes respostas ao tratamento, aumento no tempo de tratamento e no risco ao paciente, além de elevar os custos do Estado. O diagnóstico molecular vai proporcionar uma avaliação mais precisa e mais precoce, um prognóstico mais seguro, um direcionamento terapêutico, redução do tempo de tratamento e dos custos e aumento na expectativa de vida e de cura.
Para a implantação do laboratório, o hospital recebeu repasses de recursos de ações trabalhistas pelo Ministério Público do Trabalho do Pará (MPT- PA). A decisão ocorreu após uma visita do procurador do trabalho, Dr. José Carlos Azevedo, ao hospital durante o primeiro semestre de 2014. Na ocasião, ele conheceu a ala pediátrica, onde a maioria das crianças fazia tratamento contra leucemia. No espaço físico e equipamentos foram investidos mais de 1 milhão de reais para atender aos padrões e portarias estabelecidos pelo Ministério da Saúde com apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
Para o secretário de Estado de Saúde, Vitor Mateus, a implatação do laboratório através da parceria entre HOL e MPT-PA, é um ganho significativo para todos. “Estamos proporcionando à população do Pará um laboratório que vai permitir melhorar o controle e aumentar a eficiência em relação à questão do câncer. Isso proporciona para os profissionais e pacientes um avanço extraordinário, com isso teremos menos tempo de tratamento e podemos ajustar melhor as drogas em razão dos marcadores tumorais que serão feitos no laboratório, e consequentemente diminuir os custos do Estado”.
O diretor geral do Ophir Loyola, Luiz Cláudio Chaves, também destacou que o laboratório representa um grande avanço ao tratamento oncológico por meio da medicina personalizada, que permite o direcionamento clínico e o tratamento quimioterápico específico para cada paciente. “Os ganhos obtidos com a inauguração de um laboratório deste nível serão tanto quantitativos como qualitativos, permitindo maior rotatividade de leitos. Os pacientes vão contar com as técnicas de biologia molecular que unem rapidez, confiabilidade e precisão no diagnóstico”, ressaltou Chaves.
Residência - Na oportunidade, Luiz Chaves também anunciou a aprovação da primeira Residência Médica em Hematologia e Hemoterapia do Pará pelo Ministério da Educação, que envolverá o HOL, o Hospital Octávio Lobo e o Hemopa, instituições responsáveis pelo atendimento de doenças hematológicas. “O hospital é referência em Ensino e Pesquisa e vai reparar a carência nessa área, além de oferecer mais oportunidade de qualificação para os residentes de medicina, que contarão com apoio do laboratório o desenvolvimento de pesquisa científica", informou.
Doutor em Genética, Rommel Burbano explica que a implantação da biologia molecular é de extrema importância para a assistência à oncologia, porque permitirá indicar qual a terapia mais adequada para um determinado paciente de acordo com a alteração genética que o mesmo apresentar no seu DNA tumoral.
Burbano esclarece que os padrões genéticos e bioquímicos de um determinado tipo de câncer permitem identificar o desenvolvimento da doença em cada indivíduo. “Essa personalização da assistência será possível por meio de marcadores genéticos que trazem informações cruciais para prevê se o paciente terá uma boa resposta ao tratamento”.
Atualmente, a medicina utiliza da biotecnologia e da genômica para fornecer assistência global ao paciente. No novo sistema, as modalidades terapêuticas deixarão de ser aplicadas para grupo de pacientes com determinada tipo de cânceras características de um indivíduo passarão a ser analisadas de forma isolada. Por exemplo, uma pessoa está no grupo de pacientes com leucemia linfóide aguda, no qual existem vários subtipos dessa leucemia, porém esse paciente não fará quimioterapia de grupo e, sim, receberá os compostos químicos de forma individualizada, conforme a alteração particular que apresentar à análise da biologia molecular.
Tecnologia - O laboratório possui um termociclador e um sequenciador genômico de última geração, este último capaz de realizar o genoma completo do paciente, em seis horas. Os testes de alta tecnologia trarão resultados precisos em três horas. Inicialmente, ele será voltado exclusivamente para as leucemias e, posteriormente, será estendido aos tumores sólidos, com uma capacidade de mais de 100 testes diagnósticos e de monitoramento por dia.
Na área de ensino, pesquisa e extensão, o laboratório vai incentivar a pesquisa e produção científica com os resultados obtidos ao contribuir com o trabalho de pesquisadores, residentes e dos médicos que vivenciam a realidade do câncer na instituição. “Não serão pesquisados apenas prontuários, mas como se originaram as alterações clínicas. As ferramentas de monitoramento e a análise genética abrem um banco de dados bem maior de pesquisa, contribuindo para a disseminação de informações e o planejamento das ações de saúde pública”, explicou Alberto Ferreira, chefe do Departamento de Ensino e Pesquisa.
A apresentação do novo empreendimento reuniu Secretários Especiais, diretores de hospitais públicos e privados e hematologistas de todo Estado. A mesa oficial foi composta por Luiz Cláudio Chaves, diretor geral do Hospital; Vitor Mateus, secretário de Estado de Saúde Pública; Alex Bolonha Melo, secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e  Educação Técnica e Tecnológica;  Hideraldo Machado, procurador chefe do Ministério do Trabalho e José Carlos Azevedo, procurador do Ministério do Trabalho; Alberto Ferreira, ex- diretor do HOL e chefe do Departamento de Ensino e  Pesquisa, e Manuel Ayres, pesquisador emérito da Universidade Federal do Pará (UFPA) e ex-secretário de Saúde. Ao final, receberam placas de homenagem o MPT e o doutor Manuel Ayres pela contribuição com áreas de Genética e Biomedicina no Pará.
Leila Cruz Hospital Ophir Loyola

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

HEMOPA COM CAMPANHA DO CARNAVAL

A primeira campanha estratégica de doação de sangue da Fundação Hemopa, de 2016, já tem data marcada:30/01a 6/02, será realizada a ação “O Carnaval está no sangue do paraense. A solidariedade também. Doe sangue”, que terá a meta de 500 coletas na abertura do evento, e de 250 doações, no decorrer da campanha que vai reforçar estoque estratégico para atendimento da demanda transfusional da festa de momo, quando as solicitações hospitalares aumentam em torno de 40%. 
A campanha será realizada na sede do hemocentro Coordenador, em Belém; na Unidade Hemopa Castanheira, na BR 316; e nos municípios de Castanhal, Marabá, Santarém, Abaetetuba, Altamira, Tucuruí, Redenção e Capanema. Então, antes de cair na folia, doe sangue!.
Uma vasta programação está sendo finalizada para receber os doadores voluntários de sangue: cantinho da selfie, bloco da solidariedade; desfile com blogueiras de moda, oficina de customização de camisetas, distribuição de material educativo sobre AIS/DST’s, lanche especial, entre outros.

Quem pode doar: Podem doar sangue pessoas com boa saúde, que tenham entre 16 e 69 anos e pesem acima de 50 quilos. Menores de 18 anos podem doar somente com autorização dos pais ou responsável legal. É necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher, a cada três meses. Para fazer o cadastro de doadores de medula óssea, o candidato deve estar bem de saúde, ter entre 18 e 55 anos e portar documento de identidade original e com foto.
Serviço: A Fundação Hemopa fica na Trav. Padre Eutíquio, 2.109, Batista Campos e a Estação de Coleta Hemopa-Castanheira, no térreo do Pórtico Metrópole (BR-316, km 1) e realizam coletas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Alô Hemopa: 0800 280 8118.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Hemopa convoca população para abastecer estoque crítico nesta terça-feira


Nesta terça-feira, 12, dia em que Belém completa 400 anos, a sede da Fundação Hemopa, no bairro de Batista Campos, estará de portas abertas, das 7h30 às 17h, para receber os voluntários dispostos a aliar o gesto solidário de doar sangue às comemorações do aniversário da capital paraense. A iniciativa ajudará a restaurar estoque de sangue do hemocentro, que está abaixo de 50% de sua capacidade de atendimento. Como presente para Belém, o Hemopa espera receber cerca de 400 coletas.
“É uma forma simbólica e muito representativa de demonstrar seu amor à Belém e ao seu próximo”, destaca assistente social Juciara Farias, titular da Gerência de Captação de Doadores, agradecendo ainda as parcerias para promoção da doação de sangue, especialmente, neste período do mês, quando o volume de coletas está bem abaixo do normal, em virtude das intensas chuvas e elevação dos casos de doenças ocasionadas pelo “inverno amazônico”.
Ainda no dia 12, paralelamente, o hemocentro também estará recebendo, membros do Sindicato Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis do Pará (Sescon/Pa), que estão realizando a campanha  “Empresário contábil, você que estende a mão ao negócio, estenda o braço a quem precisa: doe sangue”, até o dia 15 deste mês.
Conforme a programação do Sescon/Pa, a terça-feira, 12, será o dia “D” para celebrar a data da categoria, comemorada junto com o aniversário de Belém. De acordo com a gerente sindical Jaciara Patrícia Neves Sousa, diretores, gerentes e demais membros, familiares e amigos devem reunir-se na sede do Hemopa para festejar o Dia do Contabilista com muita solidariedade, doando sangue
Carnaval – Com o início da folia carnavalesca, a gerente Juciara Farias também aproveita para convidar os potenciais doadores de sangue para campanha “O Carnaval está no sangue do paraense. A solidariedade também. Doe sangue”, que será promovida do dia 30 deste mês até o dia 6 de fevereiro. Na abertura do evento, a meta será  de 500 coletas, e de 250 doações, no decorrer da campanha. A ação tem a finalidade de reforçar o estoque estratégico para atendimento da demanda transfusional da festa de momo, quando as solicitações hospitalares aumentam em torno de 40%, devido o aumento das intercorrências hospitalares, provocadas pelos excessos do período festivo.
A assistente social antecipa que a campanha do carnaval será estendida à Unidade Hemopa Castanheira, na BR 316; e nos municípios de Castanhal, Marabá, Santarém, Abaetetuba, Altamira, Tucuruí, Redenção e Capanema. “Então, antes de cair na folia, doe sangue”, pede a titular da Gecad.
Durante a campanha, os voluntários vão dispor de lanche especial, cantinho da selfie, bloco da solidariedade; desfile com blogueiras de moda, oficina de customização de camisetas, distribuição de material educativo sobre AIS/DST’s,  entre outros.
Devido o expediente ser facultado nas repartições públicas do Estado nesta terça-feira, a Gecad informa que o serviço não funcionará somente na Unidade de Coleta do Castanheira, na Br 316, KM 01.
Quem pode doar sangue: Qualquer pessoa bem de saúde, com idade entre 16 e 69 anos. Menores de 18 anos podem doar somente com autorização dos pais ou representante legal. O candidato deve pesar acima de 50 quilos É necessário apresentar documento de identidade original e com foto, e estar bem alimentado.
Serviço: O Hemopa fica na Trav. Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos.

Contabilistas doam sangue para comemorar Dia do Empresário Contábil



Nesta segunda feira, 11, a sede da Fundação Hemopa, em Belém, receberá voluntários da campanha “Empresário contábil, você que estende a mão ao negócio, estenda o braço a quem precisa: doe sangue”, que será realizada pelo Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis (Sescon). A ação que se estenderá até o dia 15, envolverá funcionários, familiares e empresas associadas e afiliadas no Pará. A meta da campanha será de 50 doações, ao longo da semana.
As doações da campanha reforçarão o estoque de sangue do hemocentro que vem sofrendo uma redução de 57% desde segunda-feira 4. Para a assistente social Lilian Bouth, da Gerência de Captação de Doadores (Gecad), o período chuvoso é um dos principais motivos para a significativa queda do número de comparecimento de voluntários. “Isso vale para as demais unidades da hemorrede estadual, cuja estimativa de redução do número de doadores é aproximado”, disse, afirmando que a mesma situação ocorre na Unidade do Hemopa Castanheira, que registrou na média de apenas 68 doações nesse mesmo período.
De acordo com o presidente do Sescon, José Eduardo da Silva, essa parceria com o hemocentro paraense foi idealizada para festejar o Dia do Empresário Contábil, comemorado na próxima terça-feira, 12. “Elegemos a data de nossa categoria para incentivar a doação de sangue e colaborar para salvar muitas vidas que dependem desse gesto simples e solidário para sobreviver”, disse.                                 
Nesse dia, José Eduardo convida funcionários e demais dirigentes sindicais para aderir à mobilização e contribuir com a elevação do número de doações. Para se ter ideia, desde o dia 4, a média diária de coleta é de 143 doações, quando a média normal é de 250 doações. No entanto, o ideal seria de 300, observa Lilian Bouth. “O período chuvoso sempre provoca redução no volume do voluntariado, devido as dificuldades de acesso até nossas unidades de coletas. Solicitamos mais empenho de nossos doadores. Muitas vidas dependem desse gesto”, comentou a técnica.
A gerente sindical Jaciara Patrícia Neves Sousa, está bem otimista quanto a adesão da campanha. “Estamos sensibilizando nossos funcionários, associados e demais empresas afiliadas. Estamos certos de cumprir nossa meta de doações”, afirmou, sugerindo que os doadores enviem suas respectivas fotos no ato da doação para o seguinte endereço: eventos@sescon-pa.org.br, para posterior divulgação na fanpage do SESCON-PA.
A assistente social ressalta que a campanha dará suporte para campanha de doação de sangue do carnaval que a Fundação Hemopa realizará de entre 30 de janeiro e 6 de fevereiro, para manter estoque estratégico, visando atendimento integral da demanda transfusional da rede hospital, no período de folia no Pará.
Quem pode doar: Podem doar sangue pessoas com boa saúde, que tenham entre 16 e 69 anos e pesem acima de 50 quilos. Menores de 18 anos podem doar somente com autorização dos pais ou responsável legal. É necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher, a cada três meses. Para fazer o cadastro de doadores de medula óssea, o candidato deve estar bem de saúde, ter entre 18 e 55 anos e portar documento de identidade original e com foto.
Serviço: A Fundação Hemopa fica na Trav. Padre Eutíquio, 2.109, Batista Campos e a Estação de Coleta Hemopa-Castanheira, no térreo do Pórtico Metrópole (BR-316, km 1) e realizam coletas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Alô Hemopa: 0800 280 8118.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Hemopa participa de mesa redonda em congresso nacional


A titular da Gerência de Lavagem e Esterilização (Geles) do Hemopa, a enfermeira Kati Seixas, participou do Congresso Brasileiro de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (Hemo 2015), com atuação na mesa redonda sobre “Boas práticas em Hemoterapia”, onde abordou o tema “Produção Mais Limpa (P+L) na Fundação HEMOPA- Relato da experiência”, da Coordenação Geral de Sangue e Hemoderiavdos (CGSH/TECLIM-UFBA). Participaram dessa mesa também o prof. Dr. Asher Kiperstok (TECLIM/UFBA), Dr. João Batista Silva Jr. (ANVISA/MS), Patrícia Araújo e os moderadores Ricardo Haddad (Hemocentro de Ribeirão Preto) e Eduardo Gosparoto Roveri (Hemocentro UNICAMP).

Histórias de superação mostram a importância de políticas públicas

Casados há 27 anos, Azenati e Amilton Rabelo vão começar 2016 com a certeza de poder realizar um sonho antigo: morar em casa própria. O casal está entre as 58.961 famílias já contempladas pelo programa Cheque Moradia, do governo do Estado. A nova residência já está sendo construída e quando estiver pronta vai abrigar também os três filhos, um deles casado.
Antes do benefício, todos compartilhavam uma casa de altos e baixos feita de madeira, pequena e com pouca estrutura. Agora a família Rabelo pode alimentar a esperança de viver com mais conforto e em melhores condições. “O Cheque Moradia permitiu que a gente realizasse esse sonho. Finalmente vamos poder ter uma casa decente”, comemora Azenati, que trabalha vendendo açaí para ajudar o marido, mestre de obras. 
O ano também começa com um gosto diferente para o metalúrgico aposentado Sérvulo Belo, de 56 anos. No início de 2015 ele foi diagnosticado com câncer de próstata e desde então direcionou seus esforços para uma única missão: se curar. “Sou acostumado a fazer exames preventivos periodicamente. Foi em um deles que descobri a doença, felizmente ainda em estágio inicial”, relembra.
Do diagnóstico à alta do tratamento passaram-se seis meses. Foi próximo do Natal, mais precisamente no dia 23 de dezembro, que Sérvulo entrou na sala de cirurgia do Hospital Ofir Loyola, em Belém, e ganhou uma nova oportunidade. “No início foi um choque muito grande. Pra muita gente, câncer está associado à morte. Mas pra mim não, eu penso diferente. Assim que soube, fui atrás do que precisava para vencer essa doença”, conta.
Ao lado da esposa e dos três filhos, Sérvulo vê no ano novo uma oportunidade de fazer tudo diferente. Segundo ele, o câncer o fez renascer e para 2016 as metas já foram estabelecidas: fazer atividade física, mudar a alimentação e continuar o tratamento até ter a certeza de que o câncer desapareceu. 
Quem também colocou a saúde no topo da lista dos pedidos para 2016 foi a pequena Ana Luiza Monte Palma Monteiro, de 11 anos. No ano passado, ela conseguiu fazer o tão esperado transplante de medula óssea para tratar a anemia falciforme de que é portadora desde bebê.
A doença foi descoberta quando ela tinha apenas 11 meses de vida. Elizangela Monteiro, mãe da menina, conta que aos seis meses Ana Luiza passou a apresentar sintomas como palidez e inchaço pelo corpo. Preocupada, procurou os médicos que a diagnosticaram com o problema. Desde então, começou a luta da família. Moradores de Bragança, eles se mudaram para Belém onde tiveram um acompanhamento intensivo do Hemopa.
No dia 30 de janeiro de 2015, Ana Luiza finalmente passou por um transplante para receber a medula da irmã mais velha, Maria Luana, de 14 anos. “Fiquei muito feliz de poder ter tido a chance de ajudar a salvar a vida dela”, conta a jovem.
Com a nova perspectiva que ganhou, a família comemora a chegada de 2016 com o sentimento de gratidão e fé renovada. Superados os momentos de tensão e medo, o que eles desejam agora é vida nova. Por tudo o que viveram e tiveram que enfrentar, seu Luiz, dona Elizangela, Ana Luiza e Maria Luana são unânimes na escolha do primeiro dos votos de Ano Novo estendido a todos: saúde!

Bianca Teixeira
Secretaria de Estado de Comunicação

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Hemopa distribui brinquedos e alimentos para pacientes


No dia 23/12 a Fundação Hemopa, por meio da Gerencia de Serviço Social (Geses), antecipou Natal de centenas de pacientes com a realização da “VIII Gincana da Solidariedade”, que arrecadou 1.620 itens de alimentos não perecíveis e 710 brinquedos, doados por servidores, e entregues durante a confraternização que contou com lanche especial e apresentação do palhaço Pé de Pato, do contador de histórias Henrique Lobato, além da participação especial do tecladista João Paulo e dos personagens Cinderela, Superman, Pinóquio, duendes, fadas, e claro o Papai Noel, todos servidores do Hemopa. O evento foi organizado pela Coamb.


Segundo a titular da Geses, a assistente social Cristina dos Santos, a ação fez parte da programação natalina do hemocentro, que por sua vez, faz parte do calendário anual de atividades socioculturais e recreativas, realizada por meio do Programa de Humanização do Hemopa. “Nós agradecemos aos nossos servidores que contribuíram com essas pessoas, que mais do que pacientes, são seres humanos necessitados de muitas coisas, por isso nos esforçamos para proporcionar este pequeno momento de alegria feito especialmente para eles.”
O assistente administrativo Gilson Gomes, 42, é pai do paciente com Hemofilia, Enzo Gabriel, de cinco anos que é atendido pelo Hemopa desde oito meses de idade e participa feliz de todas as ações promovidas pelo hemocentro. “Sempre fico satisfeito em vir, este é um evento aconchegante, onde todo mundo se encontra, tem a oportunidade de se ver e confraternizar. E uma maneira de saber que podemos contar com  o Hemopa e nos sentimos gratos por isso”, declarou.

O publicitário Acácio Barbosa trabalha com animação há 12 anos e doa um pouco do seu tempo e alegria para entreter as crianças se caracterizando como palhaço Pé de Pato. “Isso é muito pouco do que pode ser feito, mas me sinto realizado em ajudar, pois isto é algo que alegra e acalanta um pouco o que elas passam. E ganhar este sorriso não tem preço, principalmente neste momento do ano.”

A Fundação Hemopa fica na Travessa Padre Eutíquio, 2.109, Batista Campos e a Estação de Coleta Hemopa-Castanheira, no térreo do Pórtico Metrópole (BR-316, km 1) e realizam coletas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Alô Hemopa: 0800 280 8118.

Confraternização de servidores com programação variada

A presidente da Fundação Hemopa, Ana Suely Leite Saraiva, abriu a confraternização dos servidores dia 17/12, que reuniu ainda familiares, doadores, pacientes e a comunidade. Posteriormente, o evento foi conduzido pela assistente social Lurdes Almeida, do Serviço de Assistência à Saúde do Servido (SASS). Os presentes tiveram a oportunidade de assistir a apresentação do “V Recital do Coral de Vozes do Hemopa”, com a participação especial do especial do Coral da Igreja Assembleia de Deus.
Logo em seguida, houve a apresentação do “V Auto de Natal”, que trouxe a montagem da peça “Quem Sequestrou Papai Noel?”, incentivando a reflexão sobre a importância da tolerância, respeito e união, para a boa convivência entre pessoas diferentes. Há cinco anos as peças encenadas pelos servidores do Hemopa no auto, são escritas e dirigidas por Lurdes Almeida.
A programação contou também “Ferinha de Artesanato”, dias 21 e 22/12, com exposição de diversos produtos. A Feirinha Natalina que acontece há aproximadamente dez anos no Hemopa, organizada pela Assessoria de Gestão de Pessoas –Agesp, por meio do Serviço de Atendimento a Saúde  do Servidor (Sass), compõe a programação de confraternização de final de ano dos servidores. Os participantes são servidores e familiares que viram nesta ação a oportunidade de compra e venda de artigos em sua maioria artesanais e diferenciado.

A assistente social do Sass e uma das organizadoras do evento, Suzana Repolho, explicou que foram abertas 15 vagas para expositores. “Mas, devido à grande procura, tivemos que abrir mais vagas. Este ano vendemos itens personalizados, de gêneros variados tais como: perfumaria, gastronomia, vestuário, artesanato, entre outros além de facilidades no pagamento.”

A servidora da Fundação, Dulciléia Martins, atualmente lotada na Gerencia de Distribuição de Produtos Hemoterapicos(Gedih) e comenta a importância socioeconômica da ação que humaniza e valoriza a produção dos servidores e ainda gera renda não só para ele mas para seus familiares que também podem participar. ”Participei da feira e adorei, comprei vários produtos, pois os preços estão ótimos. Parabéns a todos os envolvidos.”

Uma das mesas mais requisitadas era da expositora e servidora Ierecê Souza que sempre participa do evento e este ano trouxe familiares que ajudaram a contribuir com venda com uma quantidade e diversidade maior de objetos. “Tivemos muitas opções aqui durante esses dois dias, trouxrmos muitos produtos para que todos pudessem ter a oportunidade de presentear e serem presenteados também”, disse.

A Fundação Hemopa fica na Travessa Padre Eutíquio, 2.109, Batista Campos e a Estação de Coleta Hemopa-Castanheira, no térreo do Pórtico Metrópole (BR-316, km 1) e realizam coletas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Alô Hemopa: 0800 280 8118.