segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Hemopa comemora saldo de coletas e apoio de instituições parceiras



A Gerência de Captação de Doadores da Fundação Hemopa comemora o saldo de 242 comparecimentos e 193 coletas na sede do Hemocentro e na Unidade de Coleta da BR 316, no sábado, de 7h30 às 17h. A mobilização de voluntários e de instituições parceiras reforçou estoque estratégico do banco de sangue paraense, que vem enfrentando dificuldades com o registro de queda no número de doação de sangue.
O movimento no sábado, 27, começou desde cedo, a receber doações de sangue de voluntários do grupo de Motociclistas “Carpe Diem”, que ajudou a suprir estoque estratégico do hemocentro. A mobilização é nacional, com sede em São Paulo, e no Pará, a rede de voluntariado foi formada há um ano e possui pouco mais de 20 integrantes. Segundo o coordenador dos motociclistas Carpe Diem paraense, Roberto Sanches, a campanha deverá reunir cerca de dois mil participantes em todo o Brasil. “Participar dessa ação é muito gratificante. Me empenho bastante para conseguir doadores, pois  já precisei de transfusão de sangue tipo B Negativo, e felizmente fui atendido pelo Hemopa com precisão e qualidade”, agradeceu, encorajando parentes e amigos para aderirem ao movimento “Carpe Diem”.
Com a acentuada queda no movimento de doadores, provocada pelo inverno amazônico com intensas chuvas e doenças ocasionais, a equipe da Gerência de Captação do hemocentro, através de sua titular, a assistente social Juciara Farias, adianta algumas ações para reverter esse quadro, entre elas, a realização da campanha “Mulher,beleza e força que doa sangue”, nos dias 5, 7 e 8/03, para estimular o segmento feminino e elevar o número de coletas não apenas na capital, mas na hemorrede estadual. Atualmente, 34% das coletas efetivadas no Estado são do sexo feminino.
De acordo com a assistente social, a mulher tem as mesmas condições físicas de doar sangue que os homens. Porém, os únicos impedimentos temporários específicos do sexo feminino são no período de gravidez e amamentação até meses.
Para a técnica, a participação de mulheres no processo da doação de sangue está bom, mas precisa melhorar. “Já saímos de 13% para 34%, mas podemos aumentar essa adesão, tendo em vista que o Pará tem uma população com mais de 8 milhões de habitantes, sendo que 49, 26% são mulheres”, informou, sugerindo o exercício desse ato solidário. Juciara Farias complementa ainda que da população estimada no Pará, 33% são de mulheres potencialmente doadoras na faixa etária de 16/69 anos.
Juciara Farias relata ainda a necessidade imperativa do fortalecimento da parceria com corpo clínico da rede hospitalar. “É muito importante criar recursos para incentivar a doação de sangue de familiares amigos de usuários internados para não deixar que falte sangue. Todos devem ter esse entendimento. O Hemopa é responsável pela qualidade do produto transfundido e a doação de sangue, de responsabilidade da população”, pontuou.
O ponto alta da campanha será a atuação da “Caravana Solidária”, que é o transporte de pequenos grupos de doadores de instituições parceiras, que são conduzidos até a sede do hemocentro, em micro-ônibus com capacidade para 30 lugares, cedido pelo hemocentro. São elas: Força Sindical da Mulher, Escola Técnica DNA, projeto Mãos que Ajudam, da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias; projeto “Vidas por Vidas”, da Igreja Adventistas; torcedoras do clube do Remo “Azulindas”, escola Mais  Enfermagem, Faculdade Maurício de Nassau, Associação Lady’s Táxi, Empresa de Correios, Comando de Missões Especiais da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros do Pará, Instituto Federal do Pará (IFPA), Instituto Unidos pelo Pará.
Programação Campanha da Mulher
A campanha contará com três dias de ações voltadas para parabenizar e agradecer  às mulheres, com apresentação musical, oferta de serviços de beleza, oficina de customização de camisetas, ilustrações de caricaturas, lanche especial, distribuição de brindes, palestras educativas.
Quem pode doar: Podem doar sangue pessoas com boa saúde, que tenham entre 16 e 69 anos e pesem acima de 50 quilos. Menores de 18 anos podem doar somente com autorização dos pais ou responsável legal. É necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher, a cada três meses. Para fazer o cadastro de doadores de medula óssea, o candidato deve estar bem de saúde, ter entre 18 e 55 anos e portar documento de identidade original e com foto.
Serviço: A Fundação Hemopa fica na Trav. Padre Eutíquio, 2.109, Batista Campos e a Estação de Coleta Hemopa-Castanheira, no térreo do Pórtico Metrópole (BR-316, km 1) e realizam coletas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Alô Hemopa: 0800 280 8118.

Hemopa promove ações e firma parcerias para elevar número de doações de sangue

         
Nesta sábado, 27, a partir das 9h, a Fundação Hemopa receberá doações de sangue de voluntários do grupo de Motociclistas “Carpe Diem”, que vai suprir o estoque estratégico do hemocentro que vem enfrentando dificuldades com a evasão de 40% do número de comparecimento de voluntários, desde o início deste mês. A queda no número de doações vem interferindo no atendimento integral da demanda transfusional da rede hospitalar do Estado, que atualmente é composta por mais de 300 hospitais.
Com sede em São Paulo e no Pará, o grupo de motociclistas foi formado há um ano e possui pouco mais de 20 integrantes. Segundo o coordenador do Carpe Diem paraense, Roberto Sanches, a campanha nacional deverá reunir cerca de dois mil participantes.
Com a acentuada queda no movimento de doadores, provocada pelo inverno amazônico com intensas chuvas e doenças ocasionais, a equipe da Gerência de Captação do Hemocentro, através de sua titular, a assistente social Juciara Farias, adianta algumas ações para reverter esse quadro, entre elas, a realização da campanha “Mulher, beleza e força que doa sangue”, nos dias 5, 7 e 8 de março, para estimular o segmento feminino e elevar o número de coletas não apenas na capital, mas na hemorrede estadual. Atualmente, 34% das coletas efetivadas no Estado são do sexo feminino.
A campanha contará com três dias de ações voltadas para parabenizar e agradecer  às mulheres, com apresentação musical, oferta de serviços de beleza, oficina de customização de camisetas, ilustrações de caricaturas, lanche especial, distribuição de brindes e palestras educativas.
Juciara Farias relata ainda a necessidade imperativa do fortalecimento da parceria com o corpo clínico da rede hospitalar. “É muito importante criar recursos para incentivar a doação de sangue de familiares e amigos de usuários internados para não deixar que falte sangue. Todos devem ter esse entendimento”, pontuou a profissional.
De carona – Outra iniciativa que visa aumentar o estoque de sangue do Hemopa é o início da campanha “Caravana Solidária”, que vai transportar pequenos grupos de doadores de instituições parceiras. Eles serão conduzidos até a sede do hemocentro em um microônibus com capacidade para 30 lugares. São elas: Força Sindical da Mulher, Escola Técnica DNA, projeto “Mãos que Ajudam”, da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias; projeto “Vidas por Vidas”, da Igreja Adventista; torcedoras do clube do Remo “Azulindas”, escola técnica Mais Enfermagem, Faculdade Maurício de Nassau, Associação Lady’s Táxi, Empresa de Correios, Comando de Missões Especiais da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros do Pará, Instituto Federal do Pará (IFPA) e Instituto Unidos pelo Pará.
Quem pode doar: Podem doar sangue pessoas com boa saúde, que tenham entre 16 e 69 anos e pesem acima de 50 quilos. Menores de 18 anos podem doar somente com autorização dos pais ou responsável legal. É necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher, a cada três meses. Para fazer o cadastro de doadores de medula óssea, o candidato deve estar bem de saúde, ter entre 18 e 55 anos e portar documento de identidade original e com foto.

Serviço: A Fundação Hemopa fica na travessa Padre Eutíquio, 2.109, Batista Campos e a Estação de Coleta Hemopa-Castanheira, no térreo do Pórtico Metrópole (BR-316, km 1) e realizam coletas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Alô Hemopa: 0800 280 8118.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Hemopa volta a convocar doadores voluntários para abastecer estoque de sangue

          
A Gerência de Captação de Doadores (Gecad), da Fundação Hemopa, volta a convocar doadores voluntários de sangue para suprir estoque estratégico do hemocentro que registrou queda de 40% no número de comparecimentos e bolsas coletadas, nos dias 20 e 22, que pode prejudicar atendimento pleno, se a situação persistir. O período de intensas chuvas e doenças ocasionadas podem ser uns dos motivos da evasão de candidatos à doação nas unidades da hemorrede estadual.
De acordo com informações da titular da Gecad, a assistente social Juciara Farias, a integração com o corpo clínico da rede hospitalar é de fundamental importância para potencializar a divulgação da necessidade de doação hospitalar que pode ser efetivada por acompanhantes, familiares e amigos de usuários internados. “É uma corrente que não pode ser interrompida. Todos devem tentar doar sangue para garantir o atendimento em quantidade e qualidade aos seus entes queridos. Isso é um compromisso que deve ser assumido por todos”, explicou a técnica.
Atendendo o apelo do hemocentro, o diretor Executivo do Hospital Geral de Tailândia (HGT), na mesorregião do nordeste paraense, José Batista Luz Neto, aproveitou a oportunidade de uma visita na capital, e doou sangue nesta terça-feira, 23, na sede do Hemopa. Doador desde 2008, ele repetiu esse ato solidário para salvar muitas vidas, dando exemplo da importância da integração dos hospitais com o hemocentro. “Temos a plena consciência da importância do ato de doar que é constantemente estimulado no hospital junto aos familiares e acompanhantes de pacientes e, sempre que posso, doo sangue”, disse ele que tem tipo sanguíneo O Positivo. Em seguida ele reuniu com a presidente do Hemopa, dra. Ana Suely Saraiva, para tratar sobre a importância dessa parceria. Com grande fluxo de atendimento, o hospital possui sua própria Agência Transfusional que ano passado realizou 458 transfusões de sangue.
Em apoio à causa, na manhã deste sábado, 27, a sede do hemocentro em Belém, receberá doações de sangue de voluntários do Clube de Motociclistas Carpe Diem. A mobilização é nacional e contará com a adesão de motociclistas paraenses. A Gecad também finalizou campanha em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, comemorado dia 8/03, com o tema “Mulher, beleza e a força que doa sangue”, para os dias 5, 7 e 8/03, na sede do hemocentro, em Batista Campos e na Unidade de Coleta Hemopa Castanheira, na BR 316, Km 01. A programação será variada para atrair antigas e novas doadoras.
Quem pode doar: Podem doar sangue pessoas com boa saúde, que tenham entre 16 e 69 anos e pesem acima de 50 quilos. Menores de 18 anos podem doar somente com autorização dos pais ou responsável legal. É necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher, a cada três meses. Para fazer o cadastro de doadores de medula óssea, o candidato deve estar bem de saúde, ter entre 18 e 55 anos e portar documento de identidade original e com foto.

Serviço: A Fundação Hemopa fica na Tv. Padre Eutíquio, 2.109, Batista Campos e a Estação de Coleta Hemopa-Castanheira, no térreo do Pórtico Metrópole (BR-316, km 1) e realizam coletas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Alô Hemopa: 0800 280 8118.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Hemopa recebe número de doadores abaixo da necessidade de coleta

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Neste sábado (20), a sede da Fundação Hemopa e a Unidade de Coleta do Castanheira receberam pouco mais de 190 voluntários, número que resultou em 140 coletas. Os números estão abaixo da necessidade de 250 bolsas que necessitam ser coletadas diariamente para o hemocentro manter o estoque estratégico e atender com qualidade a demanda transfusional do Estado. A queda se deve ao aumento das incidências de doenças como gripe, resfriado e dengue, comuns no período chuvoso.
O assistente social da Gerência de Captação de Doadores do Hemopa Rian Kleber lembra que para salvar vidas não existe hora. O mais importante é ter a intenção de fazer a doação e procurar o hemocentro. “Doe, independente do motivo, seja pela comemoração de uma data festiva ou pela necessidade de ajudar um conhecido ou alguém que você nem conheça. Espalhe o espírito da solidariedade, incentive a sua família, namorado, colegas de trabalho, amigos. Seja um agente multiplicador desta causa”, diz.
img01As amigas Kawanne Medeiros, 23, e Bruna Queiroz, 22, moram em Batista Campos e prometeram que, caso conseguissem bolsas de monitoria da faculdade onde estudam, doariam sangue juntas. A promessa deu certo. As duas passaram na concorrida prova e neste sábado foram honrar o compromisso. “A Kawanne já era doadora, mas estava um tempo sem doar. Vim pela primeira vez e por duas boas causas, salvar vidas e pagar essa promessa que serviu de incentivo para que conseguíssemos alcançar este objetivo tão almejado”, disse Bruna.
img01A esteticista Aline Costa, 35, tipo sanguíneo A Positivo, doou e teve o apoio do marido, que também é doador, e dos filhos, que ainda não têm idade suficiente para fazer doação, mas querem seguir os passos dos pais em breve. “Sabemos o quanto é importante cada doação. Já precisamos na família e, por isso viemos todos juntos, porque uma pessoa a mais já ajuda muito nessa causa. Quanto mais gente participando, incentivando, mais doadores teremos futuramente”, frisou ela.
“O mais importante é a oportunidade de poder ajudar outras pessoas com este gesto de amor”, definiu a estudante de música Érica Ramos, 22, que foi ao Hemopa acompanhada do esposo, o autônomo Diego Ramos, 25. Moradores de Icoaraci, eles doaram pela primeira vez, mas já conheciam a necessidade da doação graças ao Mãos Que Ajudam, da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, a qual frequentam. Ele contou que sempre se sensibiliza com os apelos do Hemopa na mídia. “Combinamos que, fizesse chuva ou faça sol sábado, iríamos doar. E assim fizemos, para um apoiar e incentivar o outro”, completou.
img01Podem doar sangue pessoas com boa saúde, que tenham entre 16 e 69 anos e pesem acima de 50 quilos. Menor de 18 anos pode doar somente com autorização dos pais ou responsáveis. É necessário portar documento de identidade original com foto. Não precisa estar em jejum. O homem pode doar a cada dois meses, e a mulher, a cada três meses.
Serviço: O Hemopa fica na travessa Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos, e a Estação de Coleta Hemopa Castanheira, no térreo do Pórtico Metrópole (BR-316, km 1). As coletas são de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Mais informações no Alô Hemopa: 0800 280 8118.


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Campanha incrementa estoque de sangue do Hemopa Castanhal



A direção do Hemocentro Regional de Castanhal, no nordeste paraense, agradece parabeniza os 271 voluntários que participaram da campanha “O Carnaval está no Sangue do Paraense, a Solidariedade também. Doe Sangue”, realizada de 01 a 5 deste mês, que resultou em 240 coletas que vão ajudar a salvar a vida de aproximadamente 960 pacientes internados na rede hospitalar e que dependem de transfusão de sangue para sobreviver.

Segundo a responsável pela unidade, a médica Sandra Lobato, das doações efetivadas, 78% foram de natureza voluntária, 57% de repetição e 39% do segmento jovem. “Comemoramos o significativo saldo de doações. Isso não seria possível sem o apoio dos voluntários e a parceria de instituições públicas e privadas, inclusive da mídia local que nos ajuda a estimular esse gesto tão nobre e de amor ao próximo”, enfatizou, ressaltando que o hemocentro é responsável pelo abastecimento transfusional da rede hospitalar de 33 municípios daquela região paraense, com o apoio do Hemonúcleo de Capanema (Henca).

Sandra Lobato não esconde a satisfação com a restauração do estoque estratégico para atendimento integral das solicitações de sangue em quantidade e qualidade. “Estamos em plenas condições de atendimento aos nossos usuários, graças a adesão da campanha pela população local”, disse a médica, adiantando que a programação da campanha em comemoração ao Dia Internacional da Mulher já está sendo finalizada para homenagear esse segmento que atualmente é responsável por 30% das doações efetivadas no Pará.

Serviço: O Hemocentro Regional de Castanhal espera por você na Trav. Floriano Peixoto, Alameda Rita de Cássia,Conj. Maria Alice, casa B-2 e B-3. CEP: 68.740-200
Fone: (91) 3412-4400.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Hemopa segue recomendações da OMS para evitar contágio pelo zika vírus


A Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) vem seguindo à risca as orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS), que junto com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu nota técnica especificando alguns critérios para a prevenção dos riscos, ainda que raros, da transmissão do zika vírus e outras doenças que tem como vetor o mosquito Aedes Aegypti por meio da doação ou transfusão de sangue.

Os cuidados incluem principalmente o rigor na triagem dos doadores. Assim que o candidato à coleta chega ao Hemopa, ele passa por uma entrevista com um técnico para levantamento de todo e qualquer indício de infecção, atual ou anterior (até 30 dias), por zika vírus, como manchas no corpo, dores musculares e nos olhos. Em caso positivo da ocorrência desses sintomas, a pessoa será considerada inapta para doação por um período de 30 dias. Nos casos de suspeita de infecção pelo vírus após a doação, o doador deve acionar o hemocentro em até sete dias. “Nesses casos, nós bloqueamos a bolsa de sangue para que ela não chegue a nenhum paciente. Também procuramos reforçar, junto à classe médica, que verifique a necessidade imperativa da transfusão, pesando-se nessa indicação os riscos e benefícios do processo, para que ele não efetivado desnecessariamente”, reforça o coordenador de hemoterapia do Hemopa, Carlos Victor Cunha.
O Hemopa esclarece ainda que, apesar da enorme preocupação com a transmissão do zika vírus, as pessoas que pensam em doar sangue não precisam descartar essa possibilidade por terem apresentado algum sintoma como febre ou dor, comuns à viroses do período chuvoso, nos últimos dias. “É importante que eles mantenham o propósito da doação, até porque aqui eles serão submetidos à triagem e questionados sobre suas reais condições de saúde. É fundamental que o candidato à doação seja sincero nas suas respostas, pois assim ele nos ajuda a garantir a qualidade do material coletado e maior segurança no processo de transfusão”, reforçou Cunha.
A orientação dada a quem já contraiu o zika vírus é que aguarde no mínimo 30 dias do período de contágio para fazer a sua doação. Nos casos de dengue hemorrágica, o tempo de espera é de seis meses após a cura. O Hemopa tranqüiliza a população sobre os cuidados na triagem dos doadores também para que o estoque de sangue não sofra ainda mais com a queda de comparecimentos voluntários, comuns em períodos de feriados prolongados, como as festas de fim de ano e o Carnaval. Somente nos meses de dezembro e janeiro, o número de doações espontâneas chegou a cair 50%.
Por outro lado, essa redução no estoque técnico ajudou a alertar pessoas como a psicóloga Andréa Amaral, 46 anos. Ela doou sangue pela primeira vez aos 16 anos, mas passou um longo período sem voltar ao hemocentro e agora decidiu retomar a prática, sensibilizada pelas campanhas sucessivas feitas pelo Hemopa e também pelo sentimento de solidariedade. “Como dizia Chico Xavier, temos que fazer o bem sem olhar a quem. Tem tanta gente precisando e podemos ajudar com um simples gesto. Me sinto muito bem em poder contribuir com quem precisa”, ressaltou.
A preocupação permanente da população com a transmissão do zika vírus não impediu a assistente administrativa Ila Araújo de comparecer ao Hemopa pela segunda vez e fazer a sua doação. "O amor ao próximo e a vontade de ajudar foram maiores do que qualquer insegurança”, garantiu.

Syanne Neno
Secretaria de Estado de Comunicação

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Grupos de voluntários se mobilizam e realizam doações de sangue no Hemopa

No primeiro final de semana após o feriado prolongado de carnaval a Fundação Hemopa recebeu diversos grupos da sociedade. Dentre eles os voluntários do grupo “Mãos Que Ajudam”, da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, compareceram em grande número, a meta era coletar mais de 100 bolsas de sangue. Também estiveram no hemocentro calouros do curso de Medicina da Faculdade Metropolitana da Amazônia (Famaz) e os jovens fieis da Igreja da Trindade que já assumiram este compromisso com a causa da doação voluntária de sangue. Todo este movimento rendeu o total de 295 comparecimentos que resultou em 221 coletas.
A titular da Gerencia de Captação de Doadores, Juciara Farias, agradece, comemora o intenso movimento deste sábado e convida as pessoas que ainda não são doadoras ou que estão muito tempo sem doar para organizarem seus grupos, chamar familiares, amigos e comparecer ao Hemopa. “Essa cultura do voluntariado nós queremos estimular para que assim possamos atender com qualidade as demandas transfusionais do Estado, porque a necessidade é ininterrupta e ainda mais nesta época do ano em as doenças e as chuvas aumentam consideravelmente”, disse a assistente social da Gecad.
Para uma das líderes do grupo “Mãos Que Ajudam” que mantém parceria com o hemocentro desde 2002, a pedagoga Dilma Dias, 29, mora no bairro de São Brás e doa há cerca de dez anos. Doar é um gesto muito simples de amor. E ela conhece muito bem essa necessidade, por isso organiza as ações da sua igreja para levantar a bandeira desta causa e principalmente trazer novos doadores. “Eu passei por essa necessidade uns anos atrás e infelizmente meu pai, que se tratava de um câncer faleceu. Mas eu e minha família continuamos doando porque temos consciência de que assim como ele outras pessoas estão por ai precisando de um pouco de sangue para se manter vivo”, declarou.

Segundo o coordenador de Ensino e Pesquisa da Famaz, professor Constantino Alcântara que acompanhou os estudantes de Medicina até Fundação, onde participaram de palestra, Hemotur e alguns doaram. A instituição também já é parceira do Hemopa e, portanto sempre envolve a doação no planejamento acadêmico anual, como hoje o “Trote solidário” organizado pelo Centro Acadêmico da Faculdade que busca recepcionar os alunos e passar uma mensagem positiva de incentivo a doação de sangue. “Muitos são de outros Estados e vem para estudar em Belém onde são bem recebidos e tentar retribuir o gesto ao praticar a doação”, comentou.
O grupo Trindade Jovem da Paróquia da Santíssima Trindade é formado por jovens católicos que desenvolvem várias ações sociais ao longo do ano, dentre as principais que já constam no calendário está à doação de sangue a cada três meses. Um dos integrantes é Lucas Andrade, 19, mora no Marco e doou hoje pela primeira vez. “É uma experiência que eu já tinha vontade a muito tempo de fazer agora consegui e me sinto realizado e feliz em poder ajudar, esta foi só a primeira quero voltar sempre, vou continuar”, afirmou o estudante de Geografia.
Podem doar sangue pessoas com boa saúde, que tenham entre 16 e 69 anos e pesem acima de 50 quilos. Menor de 18 anos pode doar somente com autorização dos pais ou responsáveis. É necessário portar documento de identidade original com foto. Não precisa estar em jejum. O homem pode doar a cada dois meses, e a mulher, a cada três meses.
Serviço: O Hemopa fica na travessa Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos e a Estação de Coleta Hemopa-Castanheira, no térreo do Pórtico Metrópole (BR-316, km 1). Ambas realizam coletas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Mais informações no Alô Hemopa: 0800 280 8118.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Hemopa supera meta de coletas na campanha do Carnaval

Após o término da campanha “O carnaval está no sangue do paraense. A solidariedade também. Doe sangue”, a direção da Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) comemora o saldo positivo no número de coletas realizadas nesse período: 2.259 voluntários, 1.820 doações, com uma média diária de 260 coletas.

A campanha foi realizada de 30 de janeiro a 6 de fevereiro, e superou a meta de 250 doações/dia, em Belém, incluindo a sede do hemocentro e a Unidade de Coleta Hemopa Castanheira, na passarela Pórtico Metrópole, na BR 316, Km 01.
Líder do grupo das “Azulindas”, do clube do Remo, Denise Melo, 36, estimula a doação voluntária de sangue nas torcedoras que seguem o grupo que foi criado há três anos. “Nós sensibilizamos com a situação de baixa no estoque e viemos participar da campanha. Estou à frente do grupo porque acredito e defendo esta causa. A gente acredita em fazer o bem. É isso que eu quero repassar para os outros que ainda não doam”, disse a doadora do tipo sanguíneo O Positivo, que salva vidas há um ano com esse gesto solidário.
As torcedoras que doam sangue há mais tempo incentivam e apoiam principalmente, as candidatas de primeira vez. Elas combinam o dia da doação, assim uma dá força para a outra. Dessa forma o grupo vai ganhando mais adeptos. Fazendo parte do grupo, a pedagoga Jane Almeida, 41, moradora do bairro do Umarizal, em Belém, doou sangue pela primeira vez, atendendo pedidos das colegas e torcedores do “Leão”, em comemoração aos 111 anos do Clube do coração, festejado na última sexta-feira, 5. “Na próxima vez que vier vou trazer meu filho, ele tem 19 anos e pode ser doador. É muito importante dar o exemplo de solidariedade e amor”, declarou.
A assistente social do Hemopa, Cida Salgado, ressaltou que a campanha foi preparada com muito carinho para os usuários. “Agradeço o atendimento dos doadores e, por isso, superamos nossa meta de coletas, restaurando o banco de sangue do hemocentro”, comemorou.
Mal terminou a campanha do carnaval, e as técnicas da Gerência de Captação de Doadores (Gecad) já estão finalizando a programação da campanha em homenagem ao Dia Internacional da Mulher que será realizada nos dias 5, 7 e 8 de março, para incentivar a doação de sangue no segmento feminino que atualmente é responsável por 30% do total de coletas efetivadas no Pará.
Assim como a campanha do carnaval, a próxima ação será promovida também nos municípios de Marabá, Santarém, Castanhal, Abaetetuba, Altamira, Tucuruí, Redenção e Capanema e contou com o imprescindível apoio doa doadores e de instituições parcerias das esferas pública e privada.
Podem doar sangue pessoas com boa saúde, que tenham entre 16 e 69 anos e pesem acima de 50 quilos. Menor de 18 anos pode doar somente com autorização dos pais ou responsáveis. É necessário portar documento de identidade original com foto. Não precisa estar em jejum. O homem pode doar a cada dois meses, e a mulher, a cada três meses.
Serviço: O Hemopa fica na travessa Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos e a Estação de Coleta Hemopa-Castanheira, no térreo do Pórtico Metrópole (BR-316, km 1). Ambas as unidades realizam coletas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Alô Hemopa: 0800 280 8118.


Hospitais Regionais reforçam campanha de prevenção contra acidentes de trânsito





A prevenção foi o principal mote de um trabalho conjunto e simultâneo feito pelos hospitais regionais na semana que antecedeu o feriado de carnaval com o objetivo de conscientizar os foliões e a população em geral para a importância da direção defensiva para um trânsito seguro e sem acidentes. O apoio dessas instituições se faz essencial pelo fato de constituírem a porta de entrada dos casos de traumas provocados por esse tipo de acidente. São os hospitais de Alta Complexidade que recebem grande parte desses pacientes. 
No Hospital Regional do Sudeste do Pará Dr. Geraldo Veloso (HRSP) a campanha de conscientização para redução de acidentes de trânsito foi realizada nos dias 4 e 5, tanto na recepção da unidade como no Shopping Pátio Marabá. Denominada 'Dia D – Atenção, Pare e Siga em Segurança', a ação alcançou quase 300 pessoas, que receberam informações sobre direção segura e as consequências dos acidentes de forma simples e educativa.
Segundo o diretor geral do HRSP, Valdemir Girato, a informação é a melhor maneira de estimular uma atitude consciente. “Nos dois dias da campanha levamos até a população um pouco da realidade que só mesmo quem trabalha dentro de um hospital conhece no que diz respeito às vítimas de acidentes. A partir dessa experiência pudemos expor exemplos e estatísticas dos principais tipos de ocorrências no trânsito, para provar que pequenas atitudes podem evitar grandes tragédias”, ressaltou.
Durante a atividade realizada no shopping, o público foi atraído pelos voluntários da 'risoterapia' e também com um teatro de fantoches, que repassou de forma lúdica algumas dicas de segurança e educação no trânsito, mostrando os tipos mais comuns de acidentes e alertando a população para o perigo de associar bebida e direção.
Já na recepção do hospital, usuários, pacientes e acompanhantes participaram de uma palestra educativa sobre acidentes de trânsito e ficaram a par do elevado número de atendimentos, cirurgias e sessões de fisioterapia realizados nos últimos três anos no hospital.
As campanhas tiveram a parceria do Shopping Pátio Marabá, Departamento Municipal de Trânsito Urbano (DMTU), Fundação Hemopa - Hemocentro Regional de Marabá e Voluntários Anjos da Graça.
Alerta
O mesmo trabalho foi feito pelo Hospital Regional Público da Transamazônica (HRTP), em Altamira, que também promoveu no último dia 4, uma palestra de conscientização sobre as Patologias Evitáveis, em que estão inseridos os acidentes. A ideia foi alertar a sociedade para a importância de adotar atitudes que garantam mais qualidade de vida e segurança.
A ação surgiu a partir da observação do número de leitos ocupados por esses tipos de patologias, que chegam a 70% das vagas disponíveis ao público no HRTP, sendo que o principal motivo desses casos são os acidentes de trânsito. Observou-se, ainda, que o índice de vítimas encaminhadas para instituição tem crescido consideravelmente na região da Transamazônica e Xingu. Esse levantamento foi baseado no atendimento regulado, atendimento emergencial, leitos ocupados, cirurgias e atendimentos especializados às vítimas do trânsito.
Para a diretora de Enfermagem do HRTP, Josieli Pinheiro, o acidente não gera somente a doença física, ele deixa sequelas psicológicas. “Enquanto instituição nos preocupamos em atender os usuários com qualidade e segurança, mas entendemos que nosso papel vai além da assistência intra-hospitalar. Por isso, apresentamos os números relativos a esses acidentes e as consequências físicas, psicológicas e sociais que eles deixam não apenas nas vítimas como em seus familiares”, declarou.
Vítima de acidente de trânsito, M.F.S.C, de 14 anos, conta que estar em um leito de hospital por imprudência dos outros é ainda mais dolorido. “Tive as duas pernas quebradas. Uma delas com fratura exposta depois que um carro avançou a preferencial e bateu na moto em que eu estava de carona. O motorista fugiu sem prestar auxílio. Hoje, sou eu quem está imobilizada e passando por cirurgias delicadas para me restabelecer. Gostaria de deixar um recado a todos, para que sejam conscientes e pensem em suas próprias vidas e na vida dos outros antes de dirigir de forma irresponsável”, explicou a menor.
Regulação
Segundo a chefe da clínica cirúrgica, enfermeira Alnilan Pssmoser, sempre que uma vítima de acidente dá entrada na urgência do hospital, um usuário regulado que está aguardando um leito é obrigado a permanecer na fila de espera, já que esses casos são considerados graves. Atualmente, quase 70% dos leitos da unidade são ocupados por pacientes que sofreram acidentes.
“Se as pessoas soubessem como é exaustivo para o paciente ficar acamado por um longo período, sem poder produzir e levar sua rotina normal, jamais agiriam com imprudência. Nossa intenção é atender todos, regulados e não regulados, porém é nossa obrigação atuar também no sentido de criar uma cultura de paz e educação no trânsito porque isso repercute diretamente no trabalho que desenvolvemos”, argumentou.
Para cada dez pacientes que dão entrada no Hospital Regional Público da Transamazônica, sete são vítimas de acidentes de trânsito. Dos 637 casos atendidos pelo hospital em 2015, 41 vieram a óbito e mais de 100 ficaram com sequelas permanentes.
Conscientização
Os colaboradores do Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA) também receberam informações sobre os riscos da ingestão de bebidas alcoólicas e uso de drogas durante as festas do período carnavalesco. A campanha "Carnaval Seguro: valorize sua vida, previna-se!" foi a primeira ação da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) da instituição em 2016 e contou com palestras ministradas por profissionais da saúde.
Para o diretor geral do hospital, Hebert Moreschi, adotar um comportamento seguro e preventivo é a melhor forma de aproveitar o Carnaval. “Falar de prevenção nesse período é fundamental, já que no ritmo da diversão muita gente descuida desse quesito. E nós, enquanto profissionais de saúde, lidamos com as consequências desse descuido", destacou. 
No dia 5, membros da Cipa percorreram os diversos setores do hospital distribuindo panfletos com orientações sobre prevenção de doenças. A equipe do Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) de Santarém realizou cerca de 60 testes rápidos de Aids e sífilis junto aos colaboradores do HRBA.


Ana Maria Negreiros
Hospital Regional da Transamazônica (Altamira)

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Hermorrede estadual em festa para receber doadores do carnaval

“Sabemos da importância do ato de doar sangue. Eu vim fazer a minha parte e, com a minha doação, estou salvando muitas vidas”. Disse Humberto Humbner, 44 anos, residente no município de Altamira, sudoeste do Pará, atendendo apelo da campanha que também está sendo realizada pelo Hemonúcleo do Hemopa, naquela cidade, desde segunda-feira, 1°, e se estendeu até hoje, 5, assim como as demais sete unidades do hemocentro no interior paraense. Na sede do Hemocentro Coordenador, em Belém, a campanha segue até este sábado, 6, com a meta diária de 250 coletas.
A campanha “O carnaval está no sangue do paraense. A solidariedade também. Doe sangue”, está sendo promovida, simultaneamente nos Hemocentros Regionais de Castanhal, Santarém e Marabá; e nos Hemonúcleos de Tucuruí, Capanema, Redenção, Abaetetuba, e Capanema. A ação tem o objetivo geral de suprir o estoque estratégico para atendimento integral da demanda transfusional de milhares de pacientes internados em mais de 200 hospitais do Estado.
Na sede do hemocentro, até às 12h da última quinta feira (4), foi registrado 131 comparecimentos e 85 coletas. Na Unidade de Coleta Hemopa Castanheira foram contabilizados 48 comparecimentos, que correspondem a 29 bolsas de sangue. De acordo com as informações da assistente social Lilian Bouth, da Gerência de Captação de Doadores (Gecad), durante os quatro dias de campanha em Belém, houve a participação de 1.742 voluntários e 1.420 doações, que corresponde a uma média diária de 298 doações. Nos Hemocentros Regionais e meta é de 200 coletas durante a campanha; e nos Hemonúcleos. 100 coletas.
Em todas as unidades da hemorrede o clima de festa estimula a participação de antigos e novos doadores com vasta programação que inclui distribuição de camisetas, material educativo sobre prevenção de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST´s), cantinho da selfie com adereços carnavalescos, preservativos, lanche especial, entre outros. Tudo isso de acordo com a realidade de cada unidade. Lilian Bouth sugere aos foliões doem sangue antes de cair no cartnaval. “Passe numa unidade do Hemopa mais próximo e faça a alegria do próximo. Doe sangue. Doe vida”.

Quem pode doar: Podem doar sangue pessoas com boa saúde, que tenham entre 16 e 69 anos e pesem acima de 50 quilos. Menores de 18 anos podem doar somente com autorização dos pais ou responsável legal. É necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher, a cada três meses. Para fazer o cadastro de doadores de medula óssea, o candidato deve estar bem de saúde, ter entre 18 e 55 anos e portar documento de identidade original e com foto.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Estudantes de Enfermagem reforçam doação de sangue no Carnaval


Incentivado pela namorada, o motorista Marco Antonio Souza, 41 anos, esteve no Hemopa para doar sangue pela primeira vez. Apesar do porte físico, que lembra o de um jogador de basquete americano, ele não escondia um certo nervosismo por ter de encarar a agulha. Mas bastou o grupo de acadêmicos de Enfermagem da Universidade Federal do Pará entrar na sala de coleta de sangue para o doador de primeira viagem se distrair e encarar a missão com alegria.
Incentivar a doação de sangue levando música, magia e informação aos voluntários do Hemopa é a missão dos ‘Enfermágicos”. Criado pelo estudante do 5º ano de Enfermagem da UFPA, Marcos Trindade, o grupo soube da redução do estoque de sangue do Hemocentro para o Carnaval por meio das redes sociais e decidiu entrar em ação. “Como futuros profissionais de Enfermagem, a gente vivencia em nossas aulas práticas a importância da doação. Parece um gesto simples, mas para o enfermeiro, que é a pessoa que faz a ponte entre o hospital e o Hemopa na solicitação do sangue, o gesto da doação é de fundamental importância”, disse o universitário. 
A visita lúdica dos futuros enfermeiros surtiu efeito imediato. “Essa ação foi um incentivo a mais pra quem veio, como eu, doar sangue pela primeira vez. As músicas e brincadeiras deles me ajudaram a relaxar”, disse o motorista Marco Antônio. A iniciativa do grupo de estudantes foi estimulada pela campanha “O Carnaval está no sangue do paraense. A solidariedade também", que o Hemopa lançou por conta da proximidade deste feriado prolongado que, como tantas festivas, acaba repercutindo na redução do número de comparecimentos de doadores voluntários para manunteção do estoque técnico de sangue.
O Hemopa lançou a campanha no último dia 30 e manterá as ações voltadas à captação complementar até as 17 horas do sábado, dia 6, com o objetivo de suprir o estoque de sangue e assegurar o atendimento transfusional durante o feriado de Carnaval. Nos quatro primeiros dias da campanha, a média foi de 320 doadores, um pouco aquém da meta esperada, que era de 350. “É importante que as pessoas criem o senso de coletividade e possam nos ajudar nesse incentivo à doação de sangue. Seja através da sua igreja, sua academia, sua empresa, seu grupo de amigos, o importante é colaborar com essa causa”, incentiva a assistente social do Hemopa, Lilian Bouth.
As instituições públicas ou privadas interessadas em firmar parceria podem entrar em contato com a Gecad por meio do fone (91) 3224-5048, de segunda a sexta, das 7h30 às 18h, e aos sábados, até as 17 horas.
Syanne Neno
Secretaria de Estado de Comunicação

Hemopa recebe alunos de biomedicina por meio do projeto Empresa Cidadã

                                       

Um grupo de 65 voluntários, entre professores e alunos do curso de Biomedicina da Escola Superior da Amazônia (Esamaz), assistiram a palestra e fizeram o "Hemotur" na Fundação Hemopa, para observar as atividades desenvolvidas na área técnica, onde ocorre o processamento das bolsas coletadas, e conhecer tudo o que acontece desde a entrada até a saída do sangue para a rede hospitalar. A visita é orientada por técnicos da Gerência de Captação de Doadores.
A atividade faz parte do programa “Empresa Cidadã”, desenvolvido pelo hemocentro, que envolve funcionários e clientes de empresas parceiras da área privada, visando o reforço do estoque estratégico de sangue do hemocentro, por meio de iniciativas de responsabilidade social. A assistente social Nilvete Smith repassou as orientações sobre cada uma das etapas para doação sangue e cadastro de medula óssea. “A partir do momento que a gente se depara com a realidade do estado de saúde das pessoas em necessidade, nos sensibilizamos e percebemos que a solidariedade é maior que tudo”, disse.
O titular da Coordenação de Laboratórios do Hemopa, Mauricio Palmeira, também proferiu palestra para o grupo. “A gente tenta formar doadores fieis e multiplicadores, que estejam aptos para doar e ajudar um desconhecido”, afirmou, esclarecendo o que se dá após a doação, isto é, o fracionamento do sangue em plasmas, plaquetas, crioprecipitado e hemácias, além dos exames que são feitos antes do sangue ser liberado para ser transfundido.
A estudante Rafaela Paes, 21, com tipo sanguíneo O Positivo e moradora do município de Barcarena, nordeste do Estado, começou doar sangue durante as campanhas feitas anualmente na Albrás, empresa parceira do Hemopa localizada na cidade, onde o pai dela, que é doador, trabalha. “A palestra foi muito esclarecedora e interessante. Fico feliz em saber que faço parte disso, por isso escolhi a Biomedicina, para fazer a diferença na vida das pessoas”, declarou.
O doador de primeira viagem Thales Progenio,19, sangue tipo A Negativo, saiu de Castanhal, no nordeste do Estado, para participar da ação com a turma do quinto semestre do curso. Ele disse que ficou impressionado com a experiência e a forma como foram abordados os temas e se empolgou para fazero cadastro de medula e a primeira doação voluntária de sangue. “Tenho amigos que doam e sempre me falavam desta causa. Hoje tive a oportunidade de vir com o grupo ao hemocentro coordenador do Estado, que é referência na área, e me sensibilizei por esta causa que tanto precisa de incentivo”, afirmou.
Podem doar sangue pessoas com boa saúde, que tenham entre 16 e 69 anos e pesem acima de 50 quilos. Menores de 18 anos podem doar somente com autorização dos pais ou responsável legal. É necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher, a cada três meses. Para fazer o cadastro de doadores de medula óssea, o candidato deve estar bem de saúde, ter entre 18 e 55 anos e portar documento de identidade original e com foto.

Serviço: A Fundação Hemopa fica na travessa Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos, e a Estação de Coleta Hemopa-Castanheira, no térreo do Pórtico Metrópole (BR-316, km 1). As coletas são feitas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. mais informações: 0800 280 8118.