terça-feira, 21 de novembro de 2017

Hemopa incentiva cidadania nas instituições

Como parte da programação da Semana do Doador, realizada pela Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) até o dia 25 de novembro, está sendo promovida a campanha “Instituição Cidadã” para estimular a doação de sangue entre servidores públicos e também entre colaboradores de instituições privadas.
Mais de 40 instituições públicas e privadas paraenses foram convidadas a participarem do movimento. “As que se mostraram interessadas estão recebendo um kit com materiais informativos para ajudar na mobilização interna e na orientação dos candidatos à doação. Esses profissionais vêm ao hemocentro representando suas instituições, mostrando que nesses órgãos há responsabilidade social”, relata a assistente social do Hemopa, Olinda Carvalho.
Olinda conta que, durante todo o ano, a Fundação realiza parceria com instituições da sociedade civil para o estímulo à doação de sangue. “Na semana do doador queremos enfatizar ainda mais essas parcerias. É um momento de festejar e agradecer essas parcerias que são tão importantes para a manutenção do nosso estoque de sangue”.
Foi em caravana que colaboradores do Hospital Público Estadual Galileu (HPEG) chegaram para doar sangue nessa terça-feira, dia 21. O diretor-geral do Hospital, Saulo Mengarda, explica que após o contato do Hemopa e reunião entre diretores e gestores do hospital, foi feito comunicado interno para incentivar a participação de todos os colaboradores. Segundo ele, a campanha está sendo “muito bem recebida. Percebemos que muitas pessoas querem ajudar, o desafio é para que se tornem doadores contínuos, não somente nesta campanha”.
O diretor ressalta ainda que é fundamental que todos entendam seu papel na sociedade e que possam contribuir com o próximo. “A Pró-Saúde, gestora do Hospital Galileu, já é uma parceira do Hemopa, realizando em todos os hospitais que gerencia a campanha de doação. Realizamos ações internas e externas em conjunto. Desejamos sempre contribuir nesta causa tão nobre!”, ressalta Saulo.
O DNA Centro de Educação Profissional foi outra entidade que já promoveu sua caravana. Um dos participantes foi a professora da instituição, Ingrid Fonseca. Para ela, “a doação de sangue é algo que tem uma importância fundamental, que salva vidas e a gente tem conhecimento disso, e ensinamos e agora a gente tenta sensibilizar através da prática. Para que eles possam estar realizando, não só na ação, mas a partir de agora”.
A administradora Sônia Galvão está mobilizando os servidores do Tribunal de Contas do Estado do Pará (TCE-PA) para doarem sangue ao longo da semana. “Nós estamos indo em todas as salas, explicando o que é a doação de sangue. Quando surge alguma dúvida dos servidores e não sabemos responder, entramos em contato com as assistentes sociais do Hemopa que nos explicam tudo direitinho”.
As caminhadas de Sônia pelos setores do tribunal são acompanhadas pelo estagiário de fisioterapia Yuri Sgtowich. Ele conta que a adesão à campanha tem sido grande. “Produzimos uma camisa especial para a ação e, agora, andamos uniformizados pelo TCE. Nós, literalmente, vestimos a camisa da causa. Nossa ideia é criar uma cultura da doação de sangue no TCE e estamos recebendo todo o apoio para isso”, comemora o jovem.
Ainda como parte da Semana do Doador, no dia 24 haverá um encontro para multiplicadores do projeto “Agente da Doação” que vai reunir coordenadores do Programa Estratégia Saúde da Família no auditório do Hemopa. No encerramento, dia 25, o hemocentro preparou um grande “parabéns” para homenagear cada voluntário, além de diversas atrações culturais em uma estrutura montada no pátio do Hemocentro.

Serviço: Qualquer instituição pode participar da campanha “Instituição Cidadã” basta entrar em contato com a Gerência de Captação de Doadores da Fundação Hemopa por meio do telefone 3110-6622 ou pelo e-mail captacao@hemopa.pa.gov.br. As doações de sangue podem ser feitas no hemocentro coordenador que fica na Travessa Padre Eutíquio, bairro de Batista Campos, ou na Estação de Coleta Castanheira, que funciona no térreo de acesso ao Pórtico Metrópole, de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 18h, e aos sábados de 7h30 às 17h.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Bragança recebe campanha de coleta de sangue

O município de Bragança, no nordeste do Pará, recebeu campanha de coleta de sangue promovida pela Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa), por meio do Hemocentro Regional de Castanhal (HRC). Com o tema “Doe sangue, doe vida!” a iniciativa foi realizada nos dias 18 e 19 de novembro e ocorreu na Unidade de Saúde do Taíra. Foram coletadas mais de 300 bolsas de sangue.
A iniciativa nasceu a partir de movimento de entidades do próprio município. O Lions Club, o Clube de Diretores Lojistas (CDL) e a Escola de Enfermagem (FEPE) receberam apoio da Prefeitura de Bragança e solicitaram a campanha. Segundo a gestora do HRC, Sandra Lobato, “tínhamos a meta de coletar 300 bolsas de sangue, mas nossa expectativa foi superada. Foram 417 comparecimentos de voluntários e 341 bolsas coletadas. Estamos muito felizes com o resultado”. Com as coletas efetivadas, o Hemopa poderá atender mais de 1.300 pacientes.
Estimulado pelo sucesso da campanha, o prefeito de Bragança, Raimundo Nonato, autorizou a Secretaria de Saúde a realizar, de forma permanente, mutirões de doadores de sangue para serem encaminhados em transporte do município para doação de sangue no Hemopa. “Essa é uma forma de incentivarmos a nossa população para doar sangue e salvar vidas”, afirma.
“Meu agradecimento vai para todos os voluntários que disponibilizaram um pouco do seu tempo para doar sangue. Um agradecimento especial a toda equipe do Hemocentro de Castanhal por não ter medidos esforços em atender à população com acolhimento humanizado. E também aos parceiros que se uniram por essa causa nobre e nos receberam de braços abertos”, finaliza Sandra Lobato.
Serviço: O Hemocentro Regional Castanhal fica na travessa Floriano Peixoto, Alameda Rita de Cássia, Conjunto Maria Alice, casas B-2 e B-3. O atendimento aos voluntários à doação é de 7h30 às 12h. Mais informações pelo telefone 3412-4400.

Passeio ciclístico abre Semana do Doador

Uma manhã de alegria e conscientização. Assim foi o sábado para mais de 800 pessoas que participaram do II Passeio Ciclístico Pedalando Pela Vida. O evento, promovido pela Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa), marca o início da Semana do Doador, realizada para homenagear todos aqueles que disponibilizam um pouco de seu tempo para doar sangue, já que dia 25 é o Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue. No primeiro dia da programação, houve 379 comparecimento de voluntários, sendo 303 aptos à doação.
O Pedalando Pela Vida percorreu os bairros de Batista Campos, Comércio, Cidade Velha, Jurunas e Cremação, um total de 11,5 quilômetros, e reuniu pessoas de todas as idades. O irmãos Reinaldo e João Trindade, de 8 e 13 anos, eram uma só animação. “Sempre que venho num passeio assim, eu aprendo muitas coisas. Também faz muito bem pra minha saúde”, alegra-se Reinaldo.
O pai dos meninos, o autônomo Saíde Trindade, conta que tinha uma vida sedentária. Quando exames de sangue de rotina mostraram diversas alterações, ele resolveu adotar hábitos mais saudáveis. “Resolvi comer melhor e fazer atividade física. Isso melhorou muito a minha vida. Então passei a incentivar os meninos a fazerem o mesmo. Se todos pensassem no amanhã, o mundo seria muito mais saudável”, fala Saíde que, em boa saúde, passou a doar sangue.
A estudante Vanessa Lima tinha companhia inusitada na cesta da bicicleta: Tom, um cachorro de seis meses de idade. Ela conta que “esse já é o terceiro passeio que ele participa comigo. Soube do Pedalando pela internet e me inscrevi logo. Eu não posso doar sangue, mas minha família inteira doa e sei como isso é importante. Essa mobilização é fundamental para chamar a atenção das pessoas”.
A presidente da Fundação Hemopa, Ana Suely Saraiva, ressalta que a semana do doador é um dos eventos mais importantes da instituição. “É uma oportunidade que nós temos pra fazer um verdadeiro reconhecimento para o doador de sangue. Ele é parte fundamental na nossa missão. Além desse agradecimento, essa semana é fundamental par sensibilizar mais voluntários. Ações como o Pedalando pela Vida chamam a atenção das pessoas para a causa da doação de sangue que é um ato de fazer o bem sem olhar a quem”.
Para que tais iniciativas ocorram é necessário o envolvimento de muita gente, o que incluí a parceria com grupos e instituições, como Serviço Social da Indústria (Sesi), Faculdade Maurício de Nassau, Cruz Vermelha, Secretaria Municipal de Esporta e Lazer (Sejel) e Núcleo de Esporte e Lazer (NEL/SEDUC). Outro parceiro do Pedalando Pela Vida é o Pará Moto Clube. “A doação de sangue virou uma causa do nosso grupo. Nossa van foi até adesiva com o tema para ajudar o Hemopa a atrair mais voluntários”, ressalta o presidente do grupo, Flávio Campos.
Na chegada do passeio ciclístico, houve mais atividade física. O Grupo Top Ritmos ministrou aula de ritmos e também sorteio de brindes disponibilizados por parceiros.
Trote Solidário: Ainda na manhã de sábado, os 145 alunos do curso de formação de oficiais da Polícia Militar 2017 (aprovados em concurso público de 2016) participaram de um trote solidário no Hemopa. O comandante da academia, Ten. Cel. PM Adenilso, relata que houve a conscientização dos integrantes. “Conversamos com eles, mostramos a importância da doação, de como um ato simples pode ajudar muita gente. Todos eles aceitam e quiseram vir doar. A ideia é trabalhar na cabeça deles todas as formas de participação na coletividade e que eles levem isso para toda a vida. Temos que servir e proteger a sociedade; a doação de sangue é uma forma de fazer isso”.
Valdenor Martins foi um dos 145 alunos que participou da iniciativa. “Sou do Maranhão e já tinha doado sangue lá. Achei uma ideia ótima, porque está mostrando um lado bem solidário da gente. As pessoas têm medo de doar. Mas quando doa a primeira vez, todo o medo passa e a gente já fica pesando na próxima doação”, anima-se.
Mesmo já sendo oficial, o tenente Ramiro aproveitou para também fazer seu ato solidário. “Quando entrei na carreira militar, também participei dessa dinâmica. A PM precisa ter esse vínculo com a sociedade. Nós realizamos diversas campanhas solidárias para ajudar entidades que precisam de apoio social. Temos que fazer nossa parte”.

Semana do Doador: A programação em homenagem ao doador segue até o dia 25 de novembro. Ao longo da semana haverá ações de incentivo à doação de sangue. No encerramento, a Fundação preparou um grande “parabéns” para homenagear cada voluntário, além de diversas atrações culturais em uma estrutura montada no pátio do Hemocentro. O Hemopa fica na Travessa Padre Eutíquio, bairro de Batista Campos, e o funcionamento é de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 18h, e aos sábados de 7h30 às 17h.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Sociedade organizada para cobrar gestão pública de qualidade

Em julho deste ano, muitos gestores públicos, assim como a população em geral, foram surpreendidos por artigo do artigo do Decreto 9.094/17 do Governo Federal que revogou o Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização (Gespública), referência nacional na promoção de uma gestão pública de qualidade. Como reação, a sociedade civil organizada decidiu, de forma autônoma, dar continuidade ao trabalho. Nesta sexta-feira, dia 10, foi realizada reunião na Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) para apresentar a Rede para a Gestão Pública de Excelência no Brasil (RGPE/Rede Viva), em substituição ao Gespública.
A reunião contou com a participação de representantes de entidades públicas que faziam parte do Gespública e foi conduzida pela assessora do Núcleo de Gestão da Qualidade da Fundação Hemopa, Lígia Garcia, que era coordenadora regional do Programa no Pará. Ela conta que a revogação se deu num cenário controverso: apesar das exigências para a implantação do modelo de gestão de qualidade ser constante, muitas instituições não seguiram as regras. Como solução, achou-se melhor revogar o Gespública. Segundo ela, “esse decreto estabelece regras gerais para a gestão pública. No seu final, veio a revogação do programa, sem qualquer debate. Ele foi extinto por questões políticas, não por questões técnicas”.
Lígia explica ainda que o Gespública possuía uma rede física e de profissionais estruturada em todo o Brasil. Isso acabou. Mas as ferramentas (metodologias e tecnologias) continuam disponíveis. “Mas não é possível aplicá-las sem a orientação de pessoas habilitadas e capacitadas para isso”. É exatamente aí que entra a Rede Viva.
Os profissionais que faziam parte do Programa se uniram para dar continuidade ao trabalho. Mas com uma importante diferença: “o Gespública trazia a possibilidade de adesão ou não das instituições públicas e privadas. Com a Rede Viva isso é diferente. Agora as instituições públicas são obrigadas a seguir as regras. Ao contrário, é a população quem vai cobrar o não cumprimento”, ressalta Lígia.
Reconhecidamente instituição parceira do Gespública, a Universidade Federal do Pará (UFPA) disponibilizava estrutura física e tecnológica para a implantação das ações do Programa, parceria que será repassada à Rede Viva. A coordenadora de Capacitação da UFPA, Larissa Melo, conta que houve muita evolução na gestão pública com a utilização das ferramentas de qualidade. “É necessário dar continuidade a esse trabalho. Estamos na expectativa de ver se houve mudanças e quais são elas”, exemplifica.

As reuniões de apresentação estão sendo realizadas pelo Brasil para que se possa construir de forma conjunta toda a estrutura da Rede, que tem Núcleo Central com sede em Brasília e terá representações em cada estado brasileiro. Enquanto a Rede Viva não ganha personalidade jurídica, cada estado irá definir uma instituição como “âncora”. No Pará, a escolhida foi a Fundação Hemopa. “É uma satisfação debater um assunto tão importante. Muito se avançou e não podemos retroceder. São as pessoas que fazem as instituições e elas precisam ser contagiadas pelos mecanismos da gestão da qualidade”, ratifica a presidente do Hemopa, Ana Suely Saraiva.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Paysandu comemora conquista de atleta com doação de sangue

“É muito orgulho pra mim”. É com essa frase que Lílian Oliveira define a alegria ao falar do filho mais velho, Matheus Leoni, de 14 anos. O adolescente acabou de ser convocado como titular da Seleção Brasileira de Basquete e o Paysandu, clube no qual Matheus joga desde os sete anos, decidiu comemorar de forma bem solidária: doando sangue. Por isso, nesta terça-feira, dia 7, atletas do basquete, vôlei, das modalidades náuticas e do futebol de base foram convocados para o ato solidário na Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa), em Belém.
A convocação veio após Matheus participar da conquista do Campeonato Sul-Americano sub-14, no início deste mês, na Venezuela. O atleta paraense disputou todos os jogos do campeonato e foi destaque. “Quando soube que estava convocado como titular fiquei muito feliz. É um sonho que estou realizando. É isso que quero fazer pelo resto da minha vida”, explica.
Lílian ressalta que “nós sempre o incentivamos para que praticasse todo o tipo de esporte, mas sempre se encantou pelo basquete. Ele é um menino de ouro, apesar da rotina cansativa de treinos, consegue ser um ótimo aluno da escola também”. A orgulhosa mãe, que também é doadora de sangue, aprovou a celebração da conquista de Matheus no Hemopa.
Para a coordenadora do setor de Responsabilidade Social do Paysandu, Ieda Almeida, a decisão de comemorar no Hemopa resulta de uma longa parceria. “Nós sempre podemos ajudar as pessoas e também sabemos da dificuldade que o Hemopa tem em conseguir doadores de sangue. Nós realmente estamos engajados na causa. Temos um calendário anual de ações para estimular a doação de sangue entre os torcedores e atletas”, conta Ieda.
A gerente de Captação de Doadores do Hemopa, Juciara Farias, evidencia que as mobilizações do Paysandu realmente levam seus torcedores à doação de sangue. “O clube está empenhado em nos ajudar e incentivar, de fato, seus torcedores à doação. A gente espera que isso estimule outros clubes de futebol a fazer o mesmo, a ter essa relação constante com a gente”.
Doação: Para ser um doador de sangue, é necessário ter entre 16 e 69 anos (menores devem estar acompanhados do responsável legal), ter mais de 50 kg, estar bem de saúde e portar documento de identificação original e com foto. Os homens podem doar com intervalo de cada dois meses e as mulheres a cada três meses.

As doações de sangue podem ser feitas no hemocentro coordenador que fica na Travessa Padre Eutíquio, bairro de Batista Campos, ou na Estação de Coleta Castanheira, que funciona no térreo de acesso ao Pórtico Metrópole, de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 18h, e aos sábados de 7h30 às 17h.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Unidade móvel de coleta de sangue no Ophir Loyola

Nesta terça-feira, dia 31, a unidade móvel de coleta de sangue da Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) vai em frente ao Hospital Ophir Loyola, que fica na Avenida Magalhães Barata, número 992. A ação será de 8h às 15h, com expectativa de coletar 80 bolsas de sangue.
As campanhas externas são estratégias que a Fundação Hemopa utiliza para aproximar o voluntário da doação de sangue. Com elas, a instituição vence todas as dificuldades de acesso ao hemocentro. O Hemopa vai até o doador, ao invés dele ir até o Hemopa.
Para ser um doador de sangue, é necessário ter entre 16 e 69 anos (menores devem estar acompanhados do responsável legal), ter mais de 50 kg, estar bem de saúde e portar documento de identificação original e com foto. Os homens podem doar com intervalo de cada dois meses e as mulheres a cada três meses.

Serviço: Nesta terça-feira, dia 31, a unidade móvel de coleta de sangue do Hemopa vai estar em frente ao Hospital Ophir Loyola, que fica na Avenida Magalhães Barata, número 992. A ação será de 8h às 15h, com expectativa de coletar 80 bolsas de sangue.

Parcerias incentivam doação de sangue em Tailândia

A Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) e a empresa Agroplama, no município de Tailândia, no nordeste do Pará, celebraram uma parceria que já deu frutos com a realização de campanha externa de doação de sangue, nos dias 26 e 27. A ação resultou em 400 coletas, que vão ajudar a salvar cerca de 1.600 pessoas. A ação contou com o voluntariado dos colaboradores, familiares, comunidade e candidatos encaminhados pela direção do Hospital Geral de Tailândia (HGT).
O clima nos dois dias de coleta no ambulatório da Agropalma era de solidariedade e descontração. As coletas efetivadas vão contribuir para o reforço do estoque estratégico do hemocentro que abastece a rede hospitalar do estado, que atualmente é composta por mais de 200 hospitais de baixa, média e alta complexidade.
Diante do cumprimento de 100% da meta de coleta estabelecida entre as duas instituições, a gerente de Captação de Doadores, a assistente social Juciara Farias, agradece e parabeniza a direção da empresa, bem como seus colaboradores e a comunidade em geral pela iniciativa. “O Hemopa sente-se honrado com essa mais nova parceria, por meio desse gesto voluntário da doação de sangue. Já estamos aguardando a próxima campanha em 2018”, destacou.
A coordenadora do Departamento de Medicina do Trabalho da Agropalma, a médica Leila Furtado, agradeceu o empenho das duas equipes envolvidas na campanha. “Tudo foi elogiado. Não houve reclamação alguma. Só sobrou muita gente querendo doar e, assim, esperamos a próxima campanha. Estou muito orgulhosa do resultado final da ação”.
O diretor executivo do Hospital Geral de Tailândia, José Neto, doador há mais de 10 anos, também contribuiu com a campanha. “Temos que nos unir nessa causa tão nobre e importante para melhoria da saúde pública em favor da população”.
Carlos Alberto Santarém, gerente geral da Agropalma, agradeceu a participação de todos e chamou atenção para que qualquer pessoa, um dia, pode precisar de uma transfusão de sangue, despertando a importância da solidariedade.
Podem doar sangue: pessoas com boa saúde, que tenham entre 16 e 69 anos e pesem acima de 50 quilos. Menores de 18 anos podem doar somente com autorização dos pais ou responsável legal. É necessário portar documento de identidade original, assinado e com foto, além de estar bem alimentado. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher, a cada três.
Serviço: A Fundação Hemopa fica na travessa Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos, e no acesso ao Pórtico Metrópole, na entrada do shopping Castanheira (BR-316, km 1). As coletas são feitas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Mais informações: 08002808118 e 31106500.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Atenção doadores!

Nesta sexta-feira, dia, 15, a Estação de Coleta Castanheira vai funcionar até ás 14h. O fechamento antecipado é para manutenção do espaço.
No sábado, a unidade retorna ao funcionamento normal, de 7h30 às 17h.

Polícia Militar promove semana de doação de sangue

Durante toda esta semana, a Polícia Militar do Pará promove a campanha “PM Vida” para estimular a doação de sangue entre os militares que fazem parte do Comando de Policiamento da Capital (CPC). Os policiais estão doando sangue na  sede da Fundação Centro de Hemoteraria e Hematologia do Pará (Hemopa) com importante motivação: ajudar as crianças que fazem tratamento no Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo.
A coordenadora de humanização do Hospital, Paula Viana, explica que atualmente o Oncológico atende cerca de 700 crianças com câncer e muitas delas precisam de transfusões de sangue ao longo do tratamento, uma média mensal de 220 bolsas de sangue. “Essa parceria com a PM começou em 2016 e tem se tornado cada vez mais sólida. Eles são um grupo muito mobilizado e nós só temos a agradecer”, ressalta Paula.
No dia 11, uma equipe do hospital esteve no Hemopa para conversar com os policiais e explicar da necessidade das crianças que fazem tratamento na instituição. A campanha deve movimentar mais de 230 PMs ao longo da semana. “Nossa função é servir e proteger o povo. A doação de sangue é uma forma de fazer isso. Esse é o nosso lado social e beneficente”, explica o Ten. Cel. Willams, responsável pelo grupo de militares que doava sangue no hemocentro nesta segunda-feira.
O militar esclarece que a ideia é fazer da doação de sangue uma rotina no dia a dia dos policiais. Segundo o Cel. Willams, “nós realmente estamos muito sensibilizados com a causa. Queremos é, cada vez mais, ampliar o nosso alcance. Vamos levar a ideia para outros comandos e mobilizar ainda mais PMs”.

Para a assistente social do Hemopa, Lílian Bouth, a mobilização de entidades sejam elas públicas ou privadas, faz toda a diferença no hemocentro. “A parceria do hemocentro, tanto com a Polícia Militar e com Oncológico Infantil, é muito importante, principalmente no momento delicado em que estamos passando, com baixa no nosso estoque de sangue”.



segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Hemopa faz campanha durante novena de Perpétuo Socorro

Nesta terça-feira, dia 12, a Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) realiza campanha externa de doação de sangue nas dependências da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, que fica na Rodovia Arthur Bernardes, bairro do Telégrafo. O atendimento aos doadores começa às 8h e vai até às 15h. São esperados 80 doadores.
A campanha contará com uma grande estrutura na paróquia, onde será montada recepção e salas de triagem, de consulta médica e coleta, levando a mesma qualidade e conforto no atendimento efetuado na sede do hemocentro. Neste ano, essa é a quinta campanha realizada pelo Hemopa na Paróquia.
 Esse tipo de campanha é uma estratégia que o Hemopa utiliza para aproximar o voluntário da doação de sangue. Segundo a gerente de captação do Hemopa, Juciara Farias, “com as campanhas externas, vencemos todas as dificuldades de acesso ao Hemopa. Vamos ao doador, ao invés dele vir até nós”.
Para ser um doador de sangue basta ter entre 16 e 69 anos (menores devem estar acompanhados do responsável legal), ter mais de 50 kg, estar bem de saúde e portar documento de identificação original e com foto. Homens podem doar com intervalo de dois meses, mulheres a cada três meses.

Serviço: A campanha de doação de sangue da Fundação Hemopa será nesta terça-feira, dia 12, na Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, que fica na Rodovia Arthur Bernardes, número 459, bairro do Telégrafo. O atendimento aos doadores começa às 8h e vai até às 15h.

Pará é campeão do Norte em cadastros no Redome

Uma verdadeira rede solidária para facilitar a localização de doador e paciente compatíveis para a realização de transplante de medula óssea. Assim é o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome). No Pará, o responsável por esse cadastramento, desde 2002, é a Fundação Centro de Hematologia e Hemoterapia do Pará (Hemopa) que já enviou informações de 116 mil voluntários paraenses, fazendo com que o estado tenha o maior número de doadores inscritos na região Norte.
A médica hematologista e diretora técnica do Hemopa, Ana Luiza Meireles, explica que quando um paciente precisa desse tipo de transplante e não possui irmão ou pais compatíveis, é necessário buscar um doador entre não familiares. “O Redome contém os dados pessoais de voluntários, além da informação genética deles, que através de um sistema informatizado é confrontado com os dados genéticos dos receptores, em busca de algum potencial doador compatível”, informa.
Atualmente, o registro está sob coordenação do Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Rio de Janeiro, e tem mais de 4 milhões de doadores cadastrados, sendo o terceiro maior banco de doadores de medula óssea do mundo e o maior banco com financiamento exclusivamente público.
O transplante de medula óssea é um tipo de estratégica terapêutica proposta para algumas doenças que afetam as células do sangue, como leucemia e linfomas. Consiste na substituição de uma medula óssea doente, ou deficitária, por células normais, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula saudável.
“Quando se fala em transplante de medula óssea,  para um paciente que não possui doador compatível na família, o Redome tem um papel imprescindível nessa procura. Segundo Inca, a chance atual de um paciente encontrar alguém compatível nas análises preliminares cresceu em 64%”, esclarece a médica. Assim, quanto mais pessoas cadastradas, maior a chance de encontrar um doador.
Por isso, o Hemopa trabalha constantemente para conscientizar a população sobre a importância do Redome. O Pará já é campeão da região Norte em relação ao número de doadores cadastrados, com mais de 100 mil voluntários, seguido de Rondônia (92 mil) e Tocantins (37 mil). “Há anos a Fundação vem orientando quanto ao cadastro diariamente, de forma simultânea ao momento da procura pela doação de sangue. Essa rotina, dentre outras ações, foi capaz de alavancar o nosso cadastro. Mas ainda há muito trabalho a ser feito. O Norte está atrás das regiões Sudeste, Sul e Nordeste.”, ressalta Ana Luiza.
De janeiro a junho deste ano, o hemocentro atendeu a 154 solicitações do Redome, ou seja, foram identificadas 154 pessoas, que se cadastraram pelo Hemopa, como compatíveis com pacientes. Sendo que nove dessas amostras foram enviadas para os Estados Unidos (Flórida, Califórnia, Nova Iorque), Espanha, França e Uruguai.
De acordo com a biomédica da Fundação, Kennie Amazonas, o Registro atua articulado com bancos de sangue internacionais. “Isso possibilita que se faça busca de doadores compatíveis no exterior e que outros países também acessam os bancos de sangue brasileiros. Portanto, a busca por doadores para pacientes brasileiros é realizada simultaneamente no Brasil e no exterior, e vice-versa”, explica.
Apesar das mais de 150 indicações de compatibilidade de doadores paraenses, no primeiro semestre foram realizados dois transplantes de medula óssea com doadores do Redome cadastrados pela Fundação Hemopa. Isso ocorre porque o procedimento é muito complexo e depende de outros fatores que não apenas a compatibilidade.
“Para a realização desse transplante, são necessárias três etapas de exames de histocompatibilidade. A primeira ocorre logo quando um voluntário faz sua inscrição do Redome. A amostra de sangue dele passa por um exame chamado de tipificação (HLA) que identifica as características genéticas de cada indivíduo. Quando é identificada uma possível compatibilidade com um paciente, é realizado um segundo exame e, por fim, a tipagem confirmatória”, ressalta a biomédica.
Também de janeiro a junho de 2017, o Hemopa recebeu 69 novos pacientes com possível indicação para transplante de medula óssea. Em média, todos os anos, esse número é de 95 solicitações. Como é possível identificar, “neste ano o número vai superar a estimativa. Provavelmente porque o fluxo no estado está mais eficiente no encaminhamento para o transplante de medula óssea”.
Como é feito o transplante: Muita gente não se cadastra por medo da coleta do sangue para o transplante. Essa é a conclusão de Ana Luiza Meireles em relação ao mito de que o produto é retirado da coluna do doador. “Existem duas formas de captar células progenitoras hematopoiéticas do doador para transferir ao receptor. Um é por meio de um processo muito parecido a doação de sangue, após estímulo feito com medicamentos específicos; outra forma seria por punção direta do osso do quadril, em um procedimento realizado no centro cirúrgico sob anestesia”, informa a médica.
Ela ressalta que o transplante ocorre em centros credenciados pelo Ministério da Saúde e que o risco é mínimo. Logo após o procedimento, o doador já esta apto a retornar à sua residência. “O que é retirado é o tecido líquido que reside dentro dos ossos, conhecido popularmente como ‘tutano’, e calculado, caso a caso, de acordo com o peso do paciente que será transplantado. Este material será preparado para ser infundido no receptor da mesma forma que ocorre uma transfusão de sangue”.

Cadastro: Para participar do Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome) o voluntário deve comparecer ao Hemopa, em Belém ou em um dos hemocentros regionais espalhados pelo estado, e portar documento oficial original com foto. A pessoa deve ter entre 18 e 55 anos, estar em bom estado de saúde e não ter nenhuma doença infecciosa ou incapacitante. O cadastro pode ser feito juntamente com a doação de sangue e será retirada uma pequena amostra do sangue do candidato. É imprescindível que o voluntário mantenha seu o cadastro atualizado.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Convocação de doadores de sangue

A Fundação Hemopa convoca doadores de sangue de todos os tipos negativos e também do O Positivo. Com o estoque em estado crítico, o hemocentro passou a ter dificuldade para o abastecimento de mais de 200 hospitais da Região Metropolitana de Belém, com centenas de pacientes internados e que precisam de transfusão para sobreviver ou melhorar o quadro clínico.
O homocentro coordenador fica na Travessa Padre Eutíquio, 2109, bairro de Batista Campos. As doações também podem ser feitas na Estação Coleta Castanheira que fica do térreo do Pórtico Metrópole, na BR-316, km 1. O horário de funcionamento é de 7h30 às 18h, de segunda a sexta-feira, e de 7h30 às 17h, aos sábados, para as duas unidades.
Para ser um doador de sangue, basta ter entre 16 e 69 anos (menores devem estar acompanhados do responsável legal), ter mais de 50 kg, estar bem de saúde e portar documento de identificação original e com foto.

Novo Repartimento: moradores mobilizados pela doação de sangue

Quase 60 moradores do município de Novo Repartimento deram um verdadeiro exemplo de solidariedade. Na manhã de ontem, dia 31 de agosto, eles percorreram mais de 70 km, em quase duas horas de viagem de ônibus, para ir até o Núcleo de Hemoterapia de Tucuruí (Hentu), para doarem sangue.
A assistente social do setor de captação de doadores do Hemopa Tucuruí, Lucilene Aquime, conta que a iniciativa conta com a parceria da Prefeitura de Novo Repartimento e com o grupo de jovens da Igreja Adventista do município. “As colegas das Secretarias de Saúde e Educação e da igreja são nossas multiplicadoras. Elas falam sobre a doação de sangue para os moradores que estão atendendo prontamente o nosso chamado”, fala.
Essa é a terceira vez que a unidade recebe a caravana de Novo Repartimento. “Promovemos  uma grande divulgação e a prefeitura cede o ônibus. A cada ação, as pessoas estão aderindo mais. Nessa última, quase que o Hemopa não dá conta de tanta gente que levamos. Temos que fazer a nossa parte. Quantas vidas não conseguimos salvar com esse ato?”, comemora a assistente social da Secretaria Municipal de Saúde de Novo Repartimento, Maria Lúcia Pontes.
Na primeira caravana, 17 pessoas participaram. Na segunda, 27. Nessa última, foram 58 doadores. O Hentu garante atendimento transfusional para usuários de Breu Branco, Goianésia, Novo Repartimento, Tucuruí e Pacajá.

Além de Novo Repartimento, a formação de caravanas com moradores e apoio da prefeitura, também ocorre em Breu Branco e Goianésia do Pará. “Essas iniciativas são formidáveis para a manutenção de um estoque de sangue na nossa unidade. São pessoas que têm consciência da importância da doação de sangue e viajam quilômetros e quilômetros para ajudar quem sequer eles conhecem”, ressalta Lucilene.

Site da Fundação Hemopa de cara nova

A Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) lança um novo site, mais moderno e de fácil navegação. O endereço eletrônico www.hemopa.pa.gov.br ganha cara nova a partir desta sexta-feira, 1° de setembro, o que vai agregar qualidade no atendimento dos usuários do hemocentro. A iniciativa é em comemoração alusiva ao aniversário da instituição que, no início de agosto, completou 39 anos.
“Nosso antigo site existia há mais de dez anos e, com o passar do tempo, acabou ultrapassado. O desejo de modernização é para garantir que as pessoas tenham acesso a informação de forma clara, objetiva e com design clean. Agora, com a reestruturação da ferramenta, nossos doadores e pacientes passam a ter acesso aos resultados de exames de forma on line”, explica a gerente de comunicação do Hemopa, Vera Rojas.
O novo portal do Hemopa foi totalmente redesenhado e o layout da página segue os padrões utilizados pela Secretaria de Comunicação do Pará, “tudo para atender, de forma simples e rápida, aos diferentes públicos do hemocentro. Além disso, a ferramenta também reafirma o nosso compromisso com a transparência, através da atualização e divulgação das atividades da Fundação”, ratifica Vera.
Além do site, servidores, doadores, pacientes e parceiros podem ter acesso aos conteúdos do Hemopa pela pelo blog da instituição (fundacaohemopa.blogspot.com.br), além das redes sociais facebook (facebook.com/fundacaohemopa1), twitter (twitter.com/hemopa_pa) e instagram (instagram.com/fundacaohemopa).

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Alerta vermelho no Hemopa convoca doadores de sangue

Anualmente, a Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) tem a complexa missão de crescer o número de novos doadores em 20%. O problema é que, nesse mês de agosto, a demanda por sangue cresceu mais do que o esperado e a quantidade de doações não está acompanhando essa necessidade. Uma realidade que é de todos os tipos de sangue. Nesta sexta-feira, por exemplo, só havia uma bolsa de sangue dos tipos B- e AB+.
“Nos hospitais, diariamente temos centenas de pacientes precisando de sangue pra melhoria do quadro de sua saúde. Mas é necessário que essa demanda seja equivalente ao número de voluntários que, de maneira anônima, exercitam esse gesto de solidariedade. O desafio dos hemocentros brasileiros é o estímulo à doação espontânea e regular”, explica a gerente de Captação de Doadores, a assistente social Juciara Farias.
A gerente ressalta que todos são responsáveis pela questão do sangue. “O envolvimento de todos os seguimentos da sociedade é fundamental, principalmente da rede hospitalar. Muitas cirurgias deixaram de ser feitas no mês de julho, por conta das férias, e foram remarcadas para o mês de agosto. A coparticipação do corpo clínico, dos familiares e amigos de pacientes faz toda a diferença para a manutenção do estoque de sangue suficiente para o atendimento da demanda do estado do Pará”.
Com essa visão de crescimento, a instituição desenvolve uma série de ações, por meio de parcerias, campanhas, mobilização por telefone e redes sociais. Um deles é o Projeto Agente da Doação, uma estratégia utilizada para propagar informações corretas e precisas sobre a doação de sangue. “Reconhecemos o agente comunitário de saúde como referência para a comunidade onde atua. Esses profissionais já dão apoio para tantas campanhas, como vacinação e aleitamento; falar sobre doação de sangue será mais um bem que eles fazem para a sociedade”. Somente nesse mês de agosto, cerca de 200 agentes da Região Metropolitana de Belém serão capacitados.
Outra estratégia é o Caravana Solidária que consiste em , num micro-ônibus, grupo de até 30 voluntários à sede do hemocentro coordenador, em Belém. Há também as campanhas externas, realizadas com a utilização da unidade móvel (ônibus com sala de triagem, consultório e sala de coleta com capacidade de quatro doações simultâneas) ou em parceria com entidades e instituições, que recebem, em suas dependências, toda a estrutura do Hemopa: sala de triagem, de consulta médica e coleta, levando a mesma qualidade e conforto no atendimento efetuado na sede do hemocentro.
Serviço: As doações de sangue podem ser feitas na Travessa Padre Eutíquio, 2109, bairro de Batista Campos. As doações também podem ser feitas na Estação Coleta Castanheira que fica do térreo do Pórtico Metrópole, na BR-316, km 1. O horário de funcionamento é de 7h30 às 18h, de segunda a sexta-feira, e de 7h30 às 17h, aos sábados. Para ter mais informações ou participar de algum dos projetos desenvolvidos pelo Hemopa, é necessário entrar em contato por meio do 0800 280 8118 ou do e-mail captação@hemopa.pa.gov.br.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Expansão de conhecimentos, aprimoramento e atualização de lideranças em competências de gestão. Esses são alguns dos benefícios que virão com o Programa de Desenvolvimento de Líderes (PDL), iniciativa comprometida com a melhoria nos serviços prestados e no atendimento dos diversos públicos da Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa). Os encontros começam nesta segunda-feira, dia 21, e irão envolver os gestores de toda a hemorrede estadual.
O PDL é conduzido pela Assessoria de Gestão de Pessoas (AGESP) da Fundação e tem como objetivo maior formar líderes. “Existem os gestores e existem os líderes. Queremos capacitar nossos gestores e potenciais gestores para serem realmente líderes; e isso será feito de forma contínua. Muitos deles têm conhecimento técnico, mas com pouca competência na gestão de pessoas”, explica Tereza Cruz, titular da AGESP.
Tereza ressalta que todas as ações do programa estão em consonância com o planejamento estratégico do Hemopa, o que inclui a humanização. “O grande desafio de qualquer gestor é exatamente a gestão de pessoas. Alguns deles estão adoecidos pela falta de competência para esse tipo de gestão, para lidar com a diversidade de culturas dentro de uma instituição. E é para resolver esse problema que criamos o PDL”, observa a gerente.
Nesta sexta-feira, dia 18, a presidente da Fundação, Ana Suely Saraiva, ministrará palestra sobre liderança, para marcar o lançamento do programa, que contará com a participação dos gestores de todas as unidades do Hemopa. A capacitação foi estruturada em quatro módulos: líder na gestão de pessoas, líder transformador, líder na gestão pública e líder na entrega de resultados. Suas diferentes temáticas serão ministradas mensalmente, em encontros que variam de uma a cinco vezes ao mês, somando um total de 115 horas de conhecimento.

As temáticas do primeiro módulo iniciam já nesta segunda-feira e vão até o mês novembro com foco no autoconhecimento do gestor na busca do aprimoramento das suas competências. Os outros três módulos serão realizados em 2018 e irão abordar como as mudanças nos processos de trabalho interferem na gestão de pessoas, o aprimoramento do comprometimento na gestão pública e busca de resultados voltada à missão da instituição.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Funcionamento nos dias 14 e 15

A Fundação Hemopa funcionará normalmente nesta segunda-feira, dia 14. Mas, em função do feriado da Adesão do Pará à Independência, na terça-feira, dia 15, não haverá coleta de sangue. Isso vale para toda a hemorrede estadual que é compreendida pelo Hemocentro Coordenador e Unidade de Coleta Castanheira em Belém; os Hemocentros Regionais de Castanhal, Santarém e Marabá; e os Hemonúcleos de Abaetetuba, Altamira, Tucuruí, Redenção e Capanema. No entanto, ressaltamos que  atendimento da demanda transfusional da rede hospitalar é ininterrupto.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Agentes de saúde passam por capacitação no Hemopa

Na manhã desta sexta-feira, dia 4, agentes comunitários de saúde participaram do Projeto “Agente da Doação” realizado pela Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa). A iniciativa da Gerência de Captação de Doadores (GECAD) busca sensibilizar e capacitar esses profissionais para que eles possam atuar como multiplicadores da importância da doação de sangue e, assim, contribuir para a formação de consciências críticas a esse ato, como prática segura e indispensável.
A assistente social do Hemopa, Cláudia Oliveira, explica que o projeto é uma estratégia utilizada pela Fundação para propagar informações corretas e precisas sobre a doação de sangue. “Reconhecemos o agente comunitários de saúde como referência para a comunidade onde atua. Esses profissionais já dão apoio para tantas campanhas, como vacinação e aleitamento; falar sobre doação de sangue será mais um bem que eles fazem para a sociedade”.
Com a oficina, esses profissionais transformaram-se parceiros permanentes da Fundação. “A partir desse encontro, eles se tornam fundamentais para as nossas ações, principalmente quando o hemocentro for realizar uma campanha externa na área de atuação deles. Além disso, por terem contato direto com os pacientes, eles podem identificar pessoas que possivelmente tenham doenças hematológicas e encaminhá-las ao Hemopa”, ressalta a assistente social.
Hoje, o “Agente da Doação” consistiu na realização de duas palestras, a primeira apresentando um panorama geral da doação de sangue (quem pode doar, como é feita a doação, mitos e verdades) e a segunda sobre o cadastro como doador de medula óssea. Ao final, os agentes fizeram um planejamento de como irão fazer divulgação sobre a doação de sangue. O Hemopa irá apoiá-los na execução.
“Esse é um projeto sensacional, exatamente pelo trabalho realizado por esses agentes. Eles falam diretamente com os usuários e a questão da doação de sangue agrega valor ao trabalho diário realizado por ele”, afirma a representante do Núcleo de Educação Permanente da Secretaria Municipal de Saúde de Belém (Sesma), Noêmia Gomes, que acompanhou toda a programação.
A Sesma possui, atualmente, 700 agentes comunitários de saúde que são divididos por oito distritos. Nesse encontro, a oficina atendeu aos agentes do Distrito Administrativo da Sacramenta, que abrange 11 bairros de Belém, incluindo Marambaia, Barreiro, Pedreira, Marco e Umarizal. “Inicialmente faremos quatro encontros nesse mês de agosto, o que deve capacitar cerca de 200 agentes. Mas queremos ampliar essa ação para que a mensagem da doação de sangue chegue a todos os agentes”, ratifica Noêmia.

Os agentes comunitários de saúde Márcio Garcia e Adriany Vieira atuam no bairro da Sacramenta e acreditam que os aprendizados adquiridos durante a oficina serão extremamente úteis no dia a dia deles. “Vamos levar essas informações para a nossa comunidade, inclusive para os outros colegas de trabalho”, salienta Márcio. Para Adriany, “muita gente não doa sangue por puro desconhecimento. As pessoas tem receio por causa de mitos que foram criados em relação à doação de sangue, mas que estamos preparados para desmistificar esse ato”.