quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Atenção doadores!

Nesta sexta-feira, dia, 15, a Estação de Coleta Castanheira vai funcionar até ás 14h. O fechamento antecipado é para manutenção do espaço.
No sábado, a unidade retorna ao funcionamento normal, de 7h30 às 17h.

Polícia Militar promove semana de doação de sangue

Durante toda esta semana, a Polícia Militar do Pará promove a campanha “PM Vida” para estimular a doação de sangue entre os militares que fazem parte do Comando de Policiamento da Capital (CPC). Os policiais estão doando sangue na  sede da Fundação Centro de Hemoteraria e Hematologia do Pará (Hemopa) com importante motivação: ajudar as crianças que fazem tratamento no Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo.
A coordenadora de humanização do Hospital, Paula Viana, explica que atualmente o Oncológico atende cerca de 700 crianças com câncer e muitas delas precisam de transfusões de sangue ao longo do tratamento, uma média mensal de 220 bolsas de sangue. “Essa parceria com a PM começou em 2016 e tem se tornado cada vez mais sólida. Eles são um grupo muito mobilizado e nós só temos a agradecer”, ressalta Paula.
No dia 11, uma equipe do hospital esteve no Hemopa para conversar com os policiais e explicar da necessidade das crianças que fazem tratamento na instituição. A campanha deve movimentar mais de 230 PMs ao longo da semana. “Nossa função é servir e proteger o povo. A doação de sangue é uma forma de fazer isso. Esse é o nosso lado social e beneficente”, explica o Ten. Cel. Willams, responsável pelo grupo de militares que doava sangue no hemocentro nesta segunda-feira.
O militar esclarece que a ideia é fazer da doação de sangue uma rotina no dia a dia dos policiais. Segundo o Cel. Willams, “nós realmente estamos muito sensibilizados com a causa. Queremos é, cada vez mais, ampliar o nosso alcance. Vamos levar a ideia para outros comandos e mobilizar ainda mais PMs”.

Para a assistente social do Hemopa, Lílian Bouth, a mobilização de entidades sejam elas públicas ou privadas, faz toda a diferença no hemocentro. “A parceria do hemocentro, tanto com a Polícia Militar e com Oncológico Infantil, é muito importante, principalmente no momento delicado em que estamos passando, com baixa no nosso estoque de sangue”.



segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Hemopa faz campanha durante novena de Perpétuo Socorro

Nesta terça-feira, dia 12, a Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) realiza campanha externa de doação de sangue nas dependências da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, que fica na Rodovia Arthur Bernardes, bairro do Telégrafo. O atendimento aos doadores começa às 8h e vai até às 15h. São esperados 80 doadores.
A campanha contará com uma grande estrutura na paróquia, onde será montada recepção e salas de triagem, de consulta médica e coleta, levando a mesma qualidade e conforto no atendimento efetuado na sede do hemocentro. Neste ano, essa é a quinta campanha realizada pelo Hemopa na Paróquia.
 Esse tipo de campanha é uma estratégia que o Hemopa utiliza para aproximar o voluntário da doação de sangue. Segundo a gerente de captação do Hemopa, Juciara Farias, “com as campanhas externas, vencemos todas as dificuldades de acesso ao Hemopa. Vamos ao doador, ao invés dele vir até nós”.
Para ser um doador de sangue basta ter entre 16 e 69 anos (menores devem estar acompanhados do responsável legal), ter mais de 50 kg, estar bem de saúde e portar documento de identificação original e com foto. Homens podem doar com intervalo de dois meses, mulheres a cada três meses.

Serviço: A campanha de doação de sangue da Fundação Hemopa será nesta terça-feira, dia 12, na Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, que fica na Rodovia Arthur Bernardes, número 459, bairro do Telégrafo. O atendimento aos doadores começa às 8h e vai até às 15h.

Pará é campeão do Norte em cadastros no Redome

Uma verdadeira rede solidária para facilitar a localização de doador e paciente compatíveis para a realização de transplante de medula óssea. Assim é o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome). No Pará, o responsável por esse cadastramento, desde 2002, é a Fundação Centro de Hematologia e Hemoterapia do Pará (Hemopa) que já enviou informações de 116 mil voluntários paraenses, fazendo com que o estado tenha o maior número de doadores inscritos na região Norte.
A médica hematologista e diretora técnica do Hemopa, Ana Luiza Meireles, explica que quando um paciente precisa desse tipo de transplante e não possui irmão ou pais compatíveis, é necessário buscar um doador entre não familiares. “O Redome contém os dados pessoais de voluntários, além da informação genética deles, que através de um sistema informatizado é confrontado com os dados genéticos dos receptores, em busca de algum potencial doador compatível”, informa.
Atualmente, o registro está sob coordenação do Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Rio de Janeiro, e tem mais de 4 milhões de doadores cadastrados, sendo o terceiro maior banco de doadores de medula óssea do mundo e o maior banco com financiamento exclusivamente público.
O transplante de medula óssea é um tipo de estratégica terapêutica proposta para algumas doenças que afetam as células do sangue, como leucemia e linfomas. Consiste na substituição de uma medula óssea doente, ou deficitária, por células normais, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula saudável.
“Quando se fala em transplante de medula óssea,  para um paciente que não possui doador compatível na família, o Redome tem um papel imprescindível nessa procura. Segundo Inca, a chance atual de um paciente encontrar alguém compatível nas análises preliminares cresceu em 64%”, esclarece a médica. Assim, quanto mais pessoas cadastradas, maior a chance de encontrar um doador.
Por isso, o Hemopa trabalha constantemente para conscientizar a população sobre a importância do Redome. O Pará já é campeão da região Norte em relação ao número de doadores cadastrados, com mais de 100 mil voluntários, seguido de Rondônia (92 mil) e Tocantins (37 mil). “Há anos a Fundação vem orientando quanto ao cadastro diariamente, de forma simultânea ao momento da procura pela doação de sangue. Essa rotina, dentre outras ações, foi capaz de alavancar o nosso cadastro. Mas ainda há muito trabalho a ser feito. O Norte está atrás das regiões Sudeste, Sul e Nordeste.”, ressalta Ana Luiza.
De janeiro a junho deste ano, o hemocentro atendeu a 154 solicitações do Redome, ou seja, foram identificadas 154 pessoas, que se cadastraram pelo Hemopa, como compatíveis com pacientes. Sendo que nove dessas amostras foram enviadas para os Estados Unidos (Flórida, Califórnia, Nova Iorque), Espanha, França e Uruguai.
De acordo com a biomédica da Fundação, Kennie Amazonas, o Registro atua articulado com bancos de sangue internacionais. “Isso possibilita que se faça busca de doadores compatíveis no exterior e que outros países também acessam os bancos de sangue brasileiros. Portanto, a busca por doadores para pacientes brasileiros é realizada simultaneamente no Brasil e no exterior, e vice-versa”, explica.
Apesar das mais de 150 indicações de compatibilidade de doadores paraenses, no primeiro semestre foram realizados dois transplantes de medula óssea com doadores do Redome cadastrados pela Fundação Hemopa. Isso ocorre porque o procedimento é muito complexo e depende de outros fatores que não apenas a compatibilidade.
“Para a realização desse transplante, são necessárias três etapas de exames de histocompatibilidade. A primeira ocorre logo quando um voluntário faz sua inscrição do Redome. A amostra de sangue dele passa por um exame chamado de tipificação (HLA) que identifica as características genéticas de cada indivíduo. Quando é identificada uma possível compatibilidade com um paciente, é realizado um segundo exame e, por fim, a tipagem confirmatória”, ressalta a biomédica.
Também de janeiro a junho de 2017, o Hemopa recebeu 69 novos pacientes com possível indicação para transplante de medula óssea. Em média, todos os anos, esse número é de 95 solicitações. Como é possível identificar, “neste ano o número vai superar a estimativa. Provavelmente porque o fluxo no estado está mais eficiente no encaminhamento para o transplante de medula óssea”.
Como é feito o transplante: Muita gente não se cadastra por medo da coleta do sangue para o transplante. Essa é a conclusão de Ana Luiza Meireles em relação ao mito de que o produto é retirado da coluna do doador. “Existem duas formas de captar células progenitoras hematopoiéticas do doador para transferir ao receptor. Um é por meio de um processo muito parecido a doação de sangue, após estímulo feito com medicamentos específicos; outra forma seria por punção direta do osso do quadril, em um procedimento realizado no centro cirúrgico sob anestesia”, informa a médica.
Ela ressalta que o transplante ocorre em centros credenciados pelo Ministério da Saúde e que o risco é mínimo. Logo após o procedimento, o doador já esta apto a retornar à sua residência. “O que é retirado é o tecido líquido que reside dentro dos ossos, conhecido popularmente como ‘tutano’, e calculado, caso a caso, de acordo com o peso do paciente que será transplantado. Este material será preparado para ser infundido no receptor da mesma forma que ocorre uma transfusão de sangue”.

Cadastro: Para participar do Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome) o voluntário deve comparecer ao Hemopa, em Belém ou em um dos hemocentros regionais espalhados pelo estado, e portar documento oficial original com foto. A pessoa deve ter entre 18 e 55 anos, estar em bom estado de saúde e não ter nenhuma doença infecciosa ou incapacitante. O cadastro pode ser feito juntamente com a doação de sangue e será retirada uma pequena amostra do sangue do candidato. É imprescindível que o voluntário mantenha seu o cadastro atualizado.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Convocação de doadores de sangue

A Fundação Hemopa convoca doadores de sangue de todos os tipos negativos e também do O Positivo. Com o estoque em estado crítico, o hemocentro passou a ter dificuldade para o abastecimento de mais de 200 hospitais da Região Metropolitana de Belém, com centenas de pacientes internados e que precisam de transfusão para sobreviver ou melhorar o quadro clínico.
O homocentro coordenador fica na Travessa Padre Eutíquio, 2109, bairro de Batista Campos. As doações também podem ser feitas na Estação Coleta Castanheira que fica do térreo do Pórtico Metrópole, na BR-316, km 1. O horário de funcionamento é de 7h30 às 18h, de segunda a sexta-feira, e de 7h30 às 17h, aos sábados, para as duas unidades.
Para ser um doador de sangue, basta ter entre 16 e 69 anos (menores devem estar acompanhados do responsável legal), ter mais de 50 kg, estar bem de saúde e portar documento de identificação original e com foto.

Novo Repartimento: moradores mobilizados pela doação de sangue

Quase 60 moradores do município de Novo Repartimento deram um verdadeiro exemplo de solidariedade. Na manhã de ontem, dia 31 de agosto, eles percorreram mais de 70 km, em quase duas horas de viagem de ônibus, para ir até o Núcleo de Hemoterapia de Tucuruí (Hentu), para doarem sangue.
A assistente social do setor de captação de doadores do Hemopa Tucuruí, Lucilene Aquime, conta que a iniciativa conta com a parceria da Prefeitura de Novo Repartimento e com o grupo de jovens da Igreja Adventista do município. “As colegas das Secretarias de Saúde e Educação e da igreja são nossas multiplicadoras. Elas falam sobre a doação de sangue para os moradores que estão atendendo prontamente o nosso chamado”, fala.
Essa é a terceira vez que a unidade recebe a caravana de Novo Repartimento. “Promovemos  uma grande divulgação e a prefeitura cede o ônibus. A cada ação, as pessoas estão aderindo mais. Nessa última, quase que o Hemopa não dá conta de tanta gente que levamos. Temos que fazer a nossa parte. Quantas vidas não conseguimos salvar com esse ato?”, comemora a assistente social da Secretaria Municipal de Saúde de Novo Repartimento, Maria Lúcia Pontes.
Na primeira caravana, 17 pessoas participaram. Na segunda, 27. Nessa última, foram 58 doadores. O Hentu garante atendimento transfusional para usuários de Breu Branco, Goianésia, Novo Repartimento, Tucuruí e Pacajá.

Além de Novo Repartimento, a formação de caravanas com moradores e apoio da prefeitura, também ocorre em Breu Branco e Goianésia do Pará. “Essas iniciativas são formidáveis para a manutenção de um estoque de sangue na nossa unidade. São pessoas que têm consciência da importância da doação de sangue e viajam quilômetros e quilômetros para ajudar quem sequer eles conhecem”, ressalta Lucilene.

Site da Fundação Hemopa de cara nova

A Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) lança um novo site, mais moderno e de fácil navegação. O endereço eletrônico www.hemopa.pa.gov.br ganha cara nova a partir desta sexta-feira, 1° de setembro, o que vai agregar qualidade no atendimento dos usuários do hemocentro. A iniciativa é em comemoração alusiva ao aniversário da instituição que, no início de agosto, completou 39 anos.
“Nosso antigo site existia há mais de dez anos e, com o passar do tempo, acabou ultrapassado. O desejo de modernização é para garantir que as pessoas tenham acesso a informação de forma clara, objetiva e com design clean. Agora, com a reestruturação da ferramenta, nossos doadores e pacientes passam a ter acesso aos resultados de exames de forma on line”, explica a gerente de comunicação do Hemopa, Vera Rojas.
O novo portal do Hemopa foi totalmente redesenhado e o layout da página segue os padrões utilizados pela Secretaria de Comunicação do Pará, “tudo para atender, de forma simples e rápida, aos diferentes públicos do hemocentro. Além disso, a ferramenta também reafirma o nosso compromisso com a transparência, através da atualização e divulgação das atividades da Fundação”, ratifica Vera.
Além do site, servidores, doadores, pacientes e parceiros podem ter acesso aos conteúdos do Hemopa pela pelo blog da instituição (fundacaohemopa.blogspot.com.br), além das redes sociais facebook (facebook.com/fundacaohemopa1), twitter (twitter.com/hemopa_pa) e instagram (instagram.com/fundacaohemopa).

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Alerta vermelho no Hemopa convoca doadores de sangue

Anualmente, a Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) tem a complexa missão de crescer o número de novos doadores em 20%. O problema é que, nesse mês de agosto, a demanda por sangue cresceu mais do que o esperado e a quantidade de doações não está acompanhando essa necessidade. Uma realidade que é de todos os tipos de sangue. Nesta sexta-feira, por exemplo, só havia uma bolsa de sangue dos tipos B- e AB+.
“Nos hospitais, diariamente temos centenas de pacientes precisando de sangue pra melhoria do quadro de sua saúde. Mas é necessário que essa demanda seja equivalente ao número de voluntários que, de maneira anônima, exercitam esse gesto de solidariedade. O desafio dos hemocentros brasileiros é o estímulo à doação espontânea e regular”, explica a gerente de Captação de Doadores, a assistente social Juciara Farias.
A gerente ressalta que todos são responsáveis pela questão do sangue. “O envolvimento de todos os seguimentos da sociedade é fundamental, principalmente da rede hospitalar. Muitas cirurgias deixaram de ser feitas no mês de julho, por conta das férias, e foram remarcadas para o mês de agosto. A coparticipação do corpo clínico, dos familiares e amigos de pacientes faz toda a diferença para a manutenção do estoque de sangue suficiente para o atendimento da demanda do estado do Pará”.
Com essa visão de crescimento, a instituição desenvolve uma série de ações, por meio de parcerias, campanhas, mobilização por telefone e redes sociais. Um deles é o Projeto Agente da Doação, uma estratégia utilizada para propagar informações corretas e precisas sobre a doação de sangue. “Reconhecemos o agente comunitário de saúde como referência para a comunidade onde atua. Esses profissionais já dão apoio para tantas campanhas, como vacinação e aleitamento; falar sobre doação de sangue será mais um bem que eles fazem para a sociedade”. Somente nesse mês de agosto, cerca de 200 agentes da Região Metropolitana de Belém serão capacitados.
Outra estratégia é o Caravana Solidária que consiste em , num micro-ônibus, grupo de até 30 voluntários à sede do hemocentro coordenador, em Belém. Há também as campanhas externas, realizadas com a utilização da unidade móvel (ônibus com sala de triagem, consultório e sala de coleta com capacidade de quatro doações simultâneas) ou em parceria com entidades e instituições, que recebem, em suas dependências, toda a estrutura do Hemopa: sala de triagem, de consulta médica e coleta, levando a mesma qualidade e conforto no atendimento efetuado na sede do hemocentro.
Serviço: As doações de sangue podem ser feitas na Travessa Padre Eutíquio, 2109, bairro de Batista Campos. As doações também podem ser feitas na Estação Coleta Castanheira que fica do térreo do Pórtico Metrópole, na BR-316, km 1. O horário de funcionamento é de 7h30 às 18h, de segunda a sexta-feira, e de 7h30 às 17h, aos sábados. Para ter mais informações ou participar de algum dos projetos desenvolvidos pelo Hemopa, é necessário entrar em contato por meio do 0800 280 8118 ou do e-mail captação@hemopa.pa.gov.br.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Expansão de conhecimentos, aprimoramento e atualização de lideranças em competências de gestão. Esses são alguns dos benefícios que virão com o Programa de Desenvolvimento de Líderes (PDL), iniciativa comprometida com a melhoria nos serviços prestados e no atendimento dos diversos públicos da Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa). Os encontros começam nesta segunda-feira, dia 21, e irão envolver os gestores de toda a hemorrede estadual.
O PDL é conduzido pela Assessoria de Gestão de Pessoas (AGESP) da Fundação e tem como objetivo maior formar líderes. “Existem os gestores e existem os líderes. Queremos capacitar nossos gestores e potenciais gestores para serem realmente líderes; e isso será feito de forma contínua. Muitos deles têm conhecimento técnico, mas com pouca competência na gestão de pessoas”, explica Tereza Cruz, titular da AGESP.
Tereza ressalta que todas as ações do programa estão em consonância com o planejamento estratégico do Hemopa, o que inclui a humanização. “O grande desafio de qualquer gestor é exatamente a gestão de pessoas. Alguns deles estão adoecidos pela falta de competência para esse tipo de gestão, para lidar com a diversidade de culturas dentro de uma instituição. E é para resolver esse problema que criamos o PDL”, observa a gerente.
Nesta sexta-feira, dia 18, a presidente da Fundação, Ana Suely Saraiva, ministrará palestra sobre liderança, para marcar o lançamento do programa, que contará com a participação dos gestores de todas as unidades do Hemopa. A capacitação foi estruturada em quatro módulos: líder na gestão de pessoas, líder transformador, líder na gestão pública e líder na entrega de resultados. Suas diferentes temáticas serão ministradas mensalmente, em encontros que variam de uma a cinco vezes ao mês, somando um total de 115 horas de conhecimento.

As temáticas do primeiro módulo iniciam já nesta segunda-feira e vão até o mês novembro com foco no autoconhecimento do gestor na busca do aprimoramento das suas competências. Os outros três módulos serão realizados em 2018 e irão abordar como as mudanças nos processos de trabalho interferem na gestão de pessoas, o aprimoramento do comprometimento na gestão pública e busca de resultados voltada à missão da instituição.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Funcionamento nos dias 14 e 15

A Fundação Hemopa funcionará normalmente nesta segunda-feira, dia 14. Mas, em função do feriado da Adesão do Pará à Independência, na terça-feira, dia 15, não haverá coleta de sangue. Isso vale para toda a hemorrede estadual que é compreendida pelo Hemocentro Coordenador e Unidade de Coleta Castanheira em Belém; os Hemocentros Regionais de Castanhal, Santarém e Marabá; e os Hemonúcleos de Abaetetuba, Altamira, Tucuruí, Redenção e Capanema. No entanto, ressaltamos que  atendimento da demanda transfusional da rede hospitalar é ininterrupto.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Agentes de saúde passam por capacitação no Hemopa

Na manhã desta sexta-feira, dia 4, agentes comunitários de saúde participaram do Projeto “Agente da Doação” realizado pela Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa). A iniciativa da Gerência de Captação de Doadores (GECAD) busca sensibilizar e capacitar esses profissionais para que eles possam atuar como multiplicadores da importância da doação de sangue e, assim, contribuir para a formação de consciências críticas a esse ato, como prática segura e indispensável.
A assistente social do Hemopa, Cláudia Oliveira, explica que o projeto é uma estratégia utilizada pela Fundação para propagar informações corretas e precisas sobre a doação de sangue. “Reconhecemos o agente comunitários de saúde como referência para a comunidade onde atua. Esses profissionais já dão apoio para tantas campanhas, como vacinação e aleitamento; falar sobre doação de sangue será mais um bem que eles fazem para a sociedade”.
Com a oficina, esses profissionais transformaram-se parceiros permanentes da Fundação. “A partir desse encontro, eles se tornam fundamentais para as nossas ações, principalmente quando o hemocentro for realizar uma campanha externa na área de atuação deles. Além disso, por terem contato direto com os pacientes, eles podem identificar pessoas que possivelmente tenham doenças hematológicas e encaminhá-las ao Hemopa”, ressalta a assistente social.
Hoje, o “Agente da Doação” consistiu na realização de duas palestras, a primeira apresentando um panorama geral da doação de sangue (quem pode doar, como é feita a doação, mitos e verdades) e a segunda sobre o cadastro como doador de medula óssea. Ao final, os agentes fizeram um planejamento de como irão fazer divulgação sobre a doação de sangue. O Hemopa irá apoiá-los na execução.
“Esse é um projeto sensacional, exatamente pelo trabalho realizado por esses agentes. Eles falam diretamente com os usuários e a questão da doação de sangue agrega valor ao trabalho diário realizado por ele”, afirma a representante do Núcleo de Educação Permanente da Secretaria Municipal de Saúde de Belém (Sesma), Noêmia Gomes, que acompanhou toda a programação.
A Sesma possui, atualmente, 700 agentes comunitários de saúde que são divididos por oito distritos. Nesse encontro, a oficina atendeu aos agentes do Distrito Administrativo da Sacramenta, que abrange 11 bairros de Belém, incluindo Marambaia, Barreiro, Pedreira, Marco e Umarizal. “Inicialmente faremos quatro encontros nesse mês de agosto, o que deve capacitar cerca de 200 agentes. Mas queremos ampliar essa ação para que a mensagem da doação de sangue chegue a todos os agentes”, ratifica Noêmia.

Os agentes comunitários de saúde Márcio Garcia e Adriany Vieira atuam no bairro da Sacramenta e acreditam que os aprendizados adquiridos durante a oficina serão extremamente úteis no dia a dia deles. “Vamos levar essas informações para a nossa comunidade, inclusive para os outros colegas de trabalho”, salienta Márcio. Para Adriany, “muita gente não doa sangue por puro desconhecimento. As pessoas tem receio por causa de mitos que foram criados em relação à doação de sangue, mas que estamos preparados para desmistificar esse ato”.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Hemopa: 39 anos doando vidas

No início, um centro de coleta. Hoje, referência nacional e internacional no processamento do sangue e no tratamento de doenças hematológicas. A Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) completa 39 anos nesta quarta-feira, dia 2 de agosto. Nessas quase quatro décadas, a instituição priorizou seus investimentos na garantia da qualidade e modernidade de seus serviços, tendo, de um lado, a solidariedade de seus doadores e a necessidade de seus pacientes e, do outro, a utilização de tecnologias avançadas e rigor na triagem e exames do sangue que garantem a segurança nos procedimentos de transfusão.
A presidente da instituição, Ana Suely Saraiva explica que o hemocentro é responsável pela coordenação da Política Estadual de Sangue do Pará e abastece mais de 200 hospitais no estado.  “Nosso trabalho é garantir não somente a segurança do paciente que irá receber uma transfusão, como também a proteção da saúde do doador. Cada servidor tem um comprometimento que vai além de cumprir com o seu papel de servidor público. É uma cultura que já está enraizada e isso ajuda muito com que as nossas metas e resultados sejam alcançados com primor e zelo, com respeito pela vida do outro”, comenta.
Todos os anos, o Hemopa coleta uma média de 100 mil bolsas de sangue. Algumas delas vieram dos braços do porteiro Ismael Monteiro de Souza, de 64 anos. No mês de agosto, juntamente com o aniversário do hemocentro, ele comemora outra data muito importante “Dia 8 completo 45 anos como doador de sangue. Comecei quando tinha 19, por conta das Forças Armadas e não parei mais. É uma coisa que me faz muito bem como ser humano. Nas minhas contas, já foram quase 180 bolsas de sangue coletadas de mim”, comemora com um largo sorriso no rosto de quem já salvou mais de 700 vidas.
Ismael é frequentador assíduo do hemocentro. Além das quatro doações de sangue anuais, ele constantemente está no local participando de campanhas para ajudar na conscientização sobre a importância da doação de sangue, principalmente entre os jovens. “Falo pra eles que tem muitas pessoas precisando da gente. Com uma bolsa de sangue podemos salvar até quatro vidas. E não basta vir uma vez, tem que ser uma atitude constante, que faça parte da vida deles”, ressalta o doador.
Mas o Hemopa não apenas coleta, processa, armazena, irradia e distribui o sangue para a rede hospitalar do estado. A instituição também disponibiliza serviços de atendimento médico para pacientes portadores de doenças hematológicas, por meio da equipe multidisciplinar com médicos, biomédicos, farmacêuticos bioquímicos, odontológicos, fisioterapeutas, fisiatras, enfermeiras, técnicos de enfermagem, assistentes sociais, psicólogos e pedagogos.
Os irmãos Marcelo e Marlon são pacientes da Fundação. Os meninos têm 16 e 13 anos, respectivamente, e são portadores da doença falciforme. “O meu mais velho vivia com uma febre alta e muitas marcas roxas pelo corpo. Com sete anos, ele foi internado, muito mal, com uma anemia muito profunda, e o médico mandou a gente pra cá pro Hemopa pra fazer uma transfusão e aqui descobrimos o que ele realmente tinha. Logo depois, meu o caçula começou a apresentar os mesmos sintomas do irmão”, relata Roseni Pereira, pai dos meninos.
A doença falciforme é hereditária e se caracteriza por alteração dos glóbulos vermelhos do sangue, o que faz com que a membrana das células sanguíneas se rompa mais facilmente, causando uma anemia profunda. A família vive no município do Acará, a mais de 100 Km do Hemopa, onde  precisa vir, em média, a cada dois meses, para que os garotos façam transfusão de sangue. Apesar das dificuldades, Roseni diz que é um homem feliz por saber que os filhos estão recebendo o tratamento adequado. “Se não fossem essas pessoas, que doam o próprio sangue, não sei o que seria da vida deles”.
Para possibilitar que esses pacientes sejam sempre bem atendidos, a Fundação faz o compartilhamento do conhecimento na área do sangue, com a realização de palestras, cursos, oficinas de capacitação, com atenção especial aos profissionais que atentem na atenção básica, primária. “Também oferecemos residência multiprofissional, na área da enfermagem, fisioterapia, biomedicina e farmácia bioquímica; e a residência médica”, ressalta Ana Suely.
Mas, além do ciclo do sangue e do atendimento aos pacientes, o Hemopa também realiza exames pré-transplantes no Laboratório de Imunogenética, responsável pelo apoio laboratorial do Programa de Transplantes do Estado; e possui o único Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário (BSCUP) da Região Norte, com capacidade para armazenar 3,6 mil amostras no seu bioarquivo.
Outro importante serviço é o cadastramento de doadores voluntários de medula óssea, que funciona desde 2002, e de lá pra cá, o hemocentro já enviou quase 120 mil cadastros ao Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), que fica no Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Rio de Janeiro, onde a lista é consultada toda vez que um paciente precisa encontrar um doador não aparentado.
História: Na década de 1970, já existiam bancos de sangue em alguns hospitais paraenses, onde a doação era renumerada. Naquela época, o Governo Federal iniciou a implantação do Programa Nacional do Sangue para estimular a criação de hemocentros estaduais e transformou a doação em voluntária, altruísta e não remunerada, direta ou indiretamente.
“O primeiro banco de sangue público no Brasil foi inaugurado em Pernambuco. O segundo foi, em 2 de agosto de 1978, aqui no estado. Assim nasceu na Fundação Centro Regional de Hemoterapia do Pará (Funepa)”, conta a presidente do Hemopa. “Iniciamos, basicamente, com o ciclo do sangue do doador e com algumas situações, bem embrionárias, voltadas ao atendimento de pacientes portador de hemofilia e doença falciforme”.
Para atrair doadores, já que não havia remuneração, investiu-se em tecnologia e conquistou-se a confiança dos profissionais da saúde e da sociedade. “Por exemplo, não se fazia teste para HIV. Fizemos a aquisição desses kits de forma pioneira e começamos essa testagem mesmo antes de ser obrigatório pela legislação. Além do mais, da década de 70 para a década de 80, passamos a utilizar bolsas plásticas pra coleta do sangue, quando, até então, eram utilizados frascos de vidro a vácuo para coletar esse sangue”, narra Ana Suely.
Com o decorrer dos anos, a Fundação sentiu a necessidade de avançar no estado. Assim, em 1985, o Hemopa novamente fez história, sendo o primeiro hemocentro brasileiro a inaugurar uma unidade fora de uma capital, com o Hemocentro Regional de Castanhal. Além do Hemocentro Coordenador e da Estação de Coleta Castanheira, ambas em Belém, hoje a hemorrede paraense é composta por três Hemocentros Regionais (Castanhal, Santarém e Marabá), cinco Núcleos de Hemoterapia (Abaetetuba, Altamira, Capanema, Redenção e Tucuruí) e 44 Agências Transfusionais instaladas dentro dos próprios hospitais.
Segundo Ana Suely, o atual grande desafio é levar atendimento humanizado para mais próximo da população. “Nossas unidades já fazem esse trabalho e estamos sempre capacitando, treinando e sensibilizando os profissionais nas unidades da hemorrede. Mas queremos ampliar ainda mais nossa descentralização, solidificando as redes de atendimento para nossos pacientes, fazendo com que eles não precisem depender da liberação de TFD para buscar melhor atendimento”.

Além disso, há um investimento que é imensurável e traz um retorno imenso para a sociedade: a conscientização da população para a corresponsabilidade na manutenção do estoque de sangue do Hemopa. Para a presidente, “de forma muito especial e de reconhecimento total quero fazer um agradecimento aos nossos doadores de sangue, que são doadores de vida. Também quero agradecer à sociedade em geral e às instituições pelo apoio e não podemos esquecer o empenho do Governo do Pará. Em muitos estados, a crise financeira foi refletida nos hemocentros, mas aqui nós estamos conseguindo caminhar e avançar. Isso possibilita darmos continuidade à nossa missão que é poder estar atendendo com qualidade e segurança a nossa população”.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Hemopa abre processo seletivo para mais de 60 vagas

A Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (HEMOPA) abriu Processo de Seleção Simplificado (PSS) para a contratação de 66 temporários. As inscrições podem ser feitas até o dia 3 de agosto, exclusivamente pelo site da instituição, onde também está disponível o edital (hemopa.pa.gov.br).

O PSS 04/2017 compreenderá três etapas distintas e sucessivas: inscrição e avaliação curricular (de caráter habilitatório, classificatório e eliminatório), comprovação e análise documental das informações curriculares (de caráter classificatório e eliminatório) e entrevista, de caráter classificatório e eliminatório.


As vagas são para os níveis superior (administrador, assistente social, enfermeiro, médico, farmacêutico bioquímico), médio (agente administrativo), fundamental (motorista) e técnico; que irão atender os municípios de Belém, Santarém, Castanhal, Marabá, Tucuruí, Capanema, Redenção e Abaetetuba.

Mais informações: www.hemopa.pa.gov.br

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Queda de 50% das doações pode interferir no atendimento transfusional

A Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) enfrenta dificuldades com a evasão de candidatos à doação de sangue em julho. Hoje, dia 20, essa redução já atinge 50%, o que pode interferir no atendimento integral à demanda da rede hospitalar nesse período, já que, enquanto o número de coletas cai, a necessidade de sangue aumenta. Por isso, o Hemopa explica que a doação de sangue não impede a diversão e nem de aproveitar o verão.
Segundo a gerente de Captação de Doadores do Hemopa em Belém, Juciara Farias, para reverter a situação, o serviço tem investido no contato direto com os voluntários. “Estamos ligando para os nossos doadores, seja de forma individual ou pelos grupos solidários. Essas pessoas são fundamentais nesses momentos de crise no estoque de sangue. Apelamos especialmente aos familiares e amigos de pacientes para que doem sangue. Muitas pessoas dependem de gesto solidário”.
Por conta das férias escolares, todos os anos o número de doações de sangue caem em torno de 40%, percentual semelhante ao aumento da necessidade de transfusões, por exemplo, na região nordeste do Pará. O Hemocentro Capanema atende aos municípios de Salinópolis e Bragança, que recebem muitos veranistas e onde a utilização de sangue se eleva em cerca de 30%.
Juciara explica que existem pessoas que acreditem que, após doar sangue, o voluntário não pode se divertir. Isso é um mito. “Não há qualquer impedimento de um doador fazer sua doação de sangue e viajar em seguida. Doar sangue é um ato de amor ao próximo e depende apenas da vontade do voluntário. Então o convite é: antes de viajar, doe sangue”, evidencia.
Ela ressalta ainda que, nesse momento de férias em que as pessoas vão às festas e consomem bebida alcoólica, é importante que a doação seja feita antes da viagem “para garantir que o doador esteja em boas condições de saúde, sem ingestão de bebida alcoólica nas últimas 24 horas e com pelo menos seis horas de sono na noite anterior”, esclarece a técnica.
Por isso, a viagem do veranista belenense pode começar com uma doação de sangue. No km 1, da BR 316, está instalada a Unidade de Coleta Castanheira, ou seja, bem no caminho de quem está saindo da cidade. A Unidade fica na área térrea de acesso ao Pórtico Metrópole. “Lá, oferecemos a mesma segurança e conforto para coleta sangue”, assegura Juciara.
Mas, o Hemopa possui outros oito hemocentros regionais. Ou seja, os veranistas podem doar sangue em qualquer parte do estado. Na região metropolitana, além do hemocentro coordenador, em Batista Campos, e da Unidade Castanheira, tem hemocentro em Castanhal. Na Nordeste do Pará, tem nos municípios deAbaetetuba e Capanema. Na Sudeste, em Marabá, Redenção e Tucuruí. Já na Sudoeste, em Altamira. E no Baixo Amazonas, em Santarém.

Serviço: Para ter mais informações sobre o funcionamento da hemorrede paraense, basta entrar em contato com a ouvidoria do Hemopa, pelo número 0800 208 8118. A ouvidoria funciona de 8h às 18h.

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Hemopa Capanema: verão com ginástica e doação de sangue

A Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa), por meio do Hemocentro Regional Capanema, realiza ação de conscientização sobre a importância da doação voluntária de sangue. A mobilização será até o dia 28, na Concha Acústica da Praça 3 de Maio, onde a Prefeitura de Capanema oferece diariamente atividades físicas e de orientação sobre saúde à população.
Intitulada “Saúde em Ação e Solidariedade”, a campanha tem a finalidade de captar mais voluntários da doação de sangue nesse mês de julho, quando o número de comparecimento diminui, mas a necessidade de sangue aumenta, principalmente na região do Salgado. “Nós atendemos os municípios de Salinópolis e Bragança, que recebem muitas visitantes nessa época do ano e onde a utilização de sangue eleva considerável”, explica a assistente social do Hemopa em Capanema, Luíza Helena Santana.
Em média, todos os meses o hemocentro fornece cerca de 250 bolsas de sangue para rede hospitalar da região. No mês de julho, esse fluxo chega a aumentar em 30%. “Todas as noites, estamos na praça para fazer esclarecimentos à população, explicar sobre a importante do ato de doar sangue e convidar todos para participar da campanha” ressalta Luíza, ao informar que no final da mobilização haverá sorteio de prêmios, doados por instituições parceiras.
Para participar da iniciativa, o voluntário precisa se cadastrar na Concha Acústica e, no momento da doação de sangue, informar o código da campanha que é 1903 para que possa concorrer aos prêmios. O sorteio será no dia 28, na própria praça. 
Desde o início de julho, como programação de verão, a Prefeitura de Capanema oferece atividades físicas diariamente, além de testes de glicemia, diabetes e HIV, aferição de pressão e ainda palestras educativas sobre vários temas, realizadas pelo Núcleo de Atendimento de Saúde da Família, que possui equipe multiprofissional composta por educador físico, nutricionista, médico, psicólogo, psiquiatra, entre outros.

Serviço: A campanha “Saúde em Ação e Solidariedade” da Fundação Hemopa, por meio do Hemocentro Regional de Capanema, vai até o dia 28, sempre a partir das 18h30, na Concha Acústica da Praça 3 de Maio.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

ATENÇÃO DOADORES:


Segurança transfusional do Hemopa é tema de palestra transmitida para todo o Brasil

Em 2012, a Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) promoveu um enorme avanço para garantir a segurança no sangue disponibilizado pelo hemocentro em todo o estado. Isso ocorreu devido à implantação do NAT, um teste molecular que utiliza uma plataforma automatizada com grande capacidade de processamento e que permite detectar, com alta sensibilidade, os vírus HIV e Hepatites B e C no sangue do candidato à doação.
A gerente de Triagem de Doenças Transmissíveis para o Sangue, Renata Hermes explica que, ao fazer uma doação, uma amostra do sangue coletado desse voluntário passa por uma série de processos de avaliação visando exatamente à qualidade do produto a ser transfundido. “Antes, se um doador estivesse contaminado há pouco tempo, era possível que o vírus não fosse detectado na sorologia comum. Agora não. Mesmo com pouquíssimo tempo de contaminação, as doenças são detectadas pelo teste”, ressalta a gerente. Aqui no estado, o percentual de doadores considerados inaptos pelo teste de triagem é de 3%, um número considerado satisfatório e dentro dos padrões do Ministério da Saúde (MS).
É sobre o uso desse teste que o Hemopa, pela primeira vez, vai fazer a transmissão de uma videoconferência para todo o Brasil, proferida por um servidor próprio. A programação faz parte da RHEMO, que é uma rede de colaboração virtual que existe desde 2006, financiada pelo MS. O tema da palestra é “Gerenciamento de Controle de Qualidade NAT: Controle de Lote e Controle Interno”, e será realizada no dia 13 de julho, das 10h às 11h30, no próprio hemocentro.
A palestra será ministrada por Renata que ressalta a importância dessa videoconferência para a ampliação do conhecimento acerca do teste. “O uso do NAT exige uma série de protocolos a se seguir. Mas, por ser recente, não existem publicações sobre ele. A videoconferência vai possibilitar uma troca de experiências; vamos relatar o nosso uso e também conhecer a experiência da hemorrede brasileira”, comenta.
Participação: Para Socorro Cardoso, responsável pelo Núcleo de Ensino e Pesquisa do Hemopa (NEPES), a RHEMO permitiu a implantação de um sistema interativo de comunicação por videoconferência nos 31 hemocentros coordenadores do Brasil. “A rede tem uma agenda anual de palestras, que são realizadas, em média, duas vezes ao mês. E ela é extremamente importante para a atualização e troca de conhecimento entre os hemocentros brasileiros”, relata.
Aqui no Pará, a iniciativa tem como público-alvo os profissionais que atuam no setor de hemoterapia e hematologia; mas não somente os servidores do Hemopa. “Quem quiser participar basta entrar em contato com a gente. Ao final da palestra, emitimos uma declaração de participação e o também enviamos os slides da apresentação. Mas qualquer pessoa do estado também pode assistir. Bastar entre no site da RHEMO, a transmissão é feita ao vivo”.
Serviço: Quem tiver interesse em participar da palestra “Gerenciamento de Controle de Qualidade NAT: Controle de Lote e Controle Interno” na Fundação Hemopa, basta entrar em contato com o NEPES pelo telefone 3110-6534. Também é possível assistir pela internet, por meio do site http://www.nutes.ufpe.br/indu/course/ com transmissão em tempo real. A videoconferência será no dia 13 de julho, das 10h às 11h30.

terça-feira, 11 de julho de 2017

Diminuição nas doações de sangue pode chegar a 40% este mês

No Pará, o mês de julho é dedicado ao veraneio, quando boa parte da população da região metropolitana de Belém e também de outros municípios polo do estado aproveita o recesso escolar para buscar o lazer ou o relaxamento nos balneários espalhados pelas diversas regiões do estado. Mas se por um lado o período é sinônimo de diversão para centenas de pessoas, por outro é de preocupação, principalmente para os pacientes que necessitam de transfusão de sangue, já que o número de doações feitas à Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) cai significativamente. Nesta primeira semana do mês, a sala de coleta do hemocentro já começou a ficar vazia. E a redução no número de doações deve chegar a 40%.
A gerente de Captação de Doadores do Hemopa, Juciara Farias, alerta que essa queda pode interferir no atendimento transfusional da rede hospitalar, o que provoca a necessidade de priorizar demandas de urgência e emergência e também o adiamento de cirurgias eletivas (sem risco de morte). “A redução no número de doadores voluntários em julho já é prevista pelos hemocentros de todo o Brasil. E, sabendo disso, atuamos de forma estratégica para tentar evitar um possível desabastecimento, por meio da realização de campanhas e da convocação de doadores por telefone e pelas redes sociais. Mesmo assim, precisamos chamar atenção da população em geral para que não falte sangue nos mais de 200 hospitais do Pará”, ratifica.
Entre os critérios básicos para ser um doador de sangue estão: ter entre 16 e 69 anos (menores devem estar acompanhados do responsável legal), ter mais de 50kg, estar bem de saúde e portar documento de identificação original e com foto. Mas não há qualquer impedimento ao doador que tenha viagem programada. “Esse é um ato de amor ao próximo e depende apenas da vontade do voluntário. Então o convite é: antes de viajar, procure o hemocentro e doe sangue. Não há qualquer problema em pegar a estrada em seguida”, comenta a gerente.
A assistente social lembra ainda que o Hemopa mantém a Unidade de Coleta Castanheira, que fica no trajeto de quem vai sair de Belém: no térreo de acesso ao Pórtico Metrópole, na BR-316, Km 01, que funciona no mesmo horário de atendimento da sede do Hemocentro. “Lá, oferecemos a mesma segurança e conforto para coleta sangue”, assegura Juciara.
Uma única doação de sangue pode ajudar até quatro pacientes. Como o técnico em refrigeração Carlos André, portador de uma doença de nome complicado e considerada rara, a Hemoglobinúria Paroxística Noturna (HPN). “Ele sentia muito cansaço e tinha uma anemia constante e profunda. O diagnóstico veio há um ano e ele sempre precisa de sangue”, explica a esposa, Josi Maia.
A HPN é uma doença adquirida, pode atingir pessoas em qualquer faixa etária e se caracteriza por afetar as células-tronco dos pacientes. Nela, a medula óssea não é capaz de repor os glóbulos vermelhos que estão sendo destruídos. Nesta semana, Josi acompanhou o marido em mais uma transfusão de sangue no Hemopa. Dessa vez foram necessárias duas bolsas de sangue. “Só nesse mês já é a terceira vez que ele precisa fazer transfusão. Então, pra ele, esse sangue é vida. Ele sempre sai daqui muito melhor”.
Parcerias: Nesse mês considerado fundamental para o hemocentro, Juciara Farias aposta nos hospitais como os grandes parceiros na promoção da doação de sangue entre seus colaboradores e pacientes. “É vital que os amigos e familiares de paciente dependentes de transfusões de sangue encaminhem doadores ao Hemopa”, ressalta.
Um exemplo disso poderá ser visto no dia 12, quando será realizada campanha de doação de sangue e cadastro de medula óssea no Hospital Oncológico Infantil, que fica na Travessa 14 de Março, à esquina da Avenida Magalhães Barata. As doações serão feitas de 8h as 16h.
Serviço: A sede do Hemopa fica na travessa Padre Eutíquio, 2109, bairro de Batista Campos. As doações também podem ser feitas na Estação Coleta Castanheira, que fica do térreo do Pórtico Metrópole, na BR-316, Km 1. O horário de funcionamento é de 7h30 as 18h, de segunda a sexta-feira, e de 7h30 as 17h, aos sábados.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Hospital Oncológico promove gincana de doação de sangue

Colaboradores do Hospital Oncológico Infantil participarão, de 1º a 12 de julho, da III Campanha de Doação de Sangue e Cadastro de Medula Óssea. Em forma de gincana, a campanha vai cadastrar doadores de medula e também mobilizará doadores de sangue para ajudar os estoques da Fundação Hemocentro do Pará (Hemopa) - órgão que atende demandas de hemocomponentes necessários a tratamentos de crianças atendidas no hospital.
Os colaboradores do Hospital Oncológico que mobilizarem o maior número de doadores de sangue - direcionando os voluntários para o código de doação 1766, que identifica o Oncológico junto ao Hemopa -irão concorrer a três cestas de chocolate e a outros prêmios.
Durante o dia 12, o Hemopa também realizará coleta de sangue de doadores no próprio prédio do Oncológico, das 8h às 17h. Com o mote “Quando você doa sangue a brincadeira continua”, a campanha é organizada pelo hospital por meio da Agência Transfusional.
Campanhas pedem apoio
As campanhas do Oncológico para pedir reforço do voluntariado em doações de sangue junto ao Hemopa têm sido mais constantes e vêm mobilizado cada vez mais pessoas. No dia 1º de junho, cerca de 30 crianças e adolescentes atendidos pelo hospital entraram em quadra durante o amistoso da seleção feminina brasileira de vôlei contra a República Dominicana, realizado em Belém, na Arena Guilherme Paraense. A convite  da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), os meninos e meninas do Oncológico deram as mãos às atletas e pediram ao público presente na arena um apoio maior às doações.

O hospital precisa de sangue para dar continuidade a tratamentos. Em média, são feitas cerca de 400 transfusões ao mês na unidade. Para ajudar, os voluntários devem dirigir suas doações ao Hemopa informando o código 1766. Isso faz com que o sangue coletado apoie os estoques dirigidos às crianças do Oncológico.